Poemas sobre o Brasil
Tudo pode acontecer
entre eu e você:
Outubro é poesia
e você não imagina,
na vida o quê nos basta
é só o nosso querer!
O seu tom de paixão
na conversa mexeu
com o meu coração,
A poesia da estrada
será por nós escrita,
O meu consciente
e o inconsciente estão
na palma da tua mão.
Poesia da loucura de amor
represada que todos os dias
têm feito a sua alma cativada,
e a cada dia a minha capturada
por tuas virtudes heróicas
capazes de reunir e unir
em festa o Ocidente e o Oriente
com invencibilidade e paixão
que iluminam a escuridão
convertendo a numa constelação.
Pelos teus olhos que
iluminam como
Órion a minha noite,
a poesia almenara
que não se apaga
está mais a cada dia
mais forte em mim
para viver em ti
amorosa e apaixonada.
Poesia de Dezembro
Dezembro é poesia
esperada pelo ano inteiro,
Onde podemos promover
a paz, o encontro,
a reconciliação e recarregar
as energias com amor no coração.
O incenso de sândalo
foi aceso com a poesia,
Há um interno pacto
e por nós silenciado.
Envolvente é a brisa
que beija a espera
e a preludia como
presença convertida.
Você se entretém
com tudo aquilo
que sempre me fascina:
Sou eu o amor bonito
para toda a sua vida.
Na minha cesta trago
um livro de poesia,
uma Cherimoia
que é a conhecida
Rainha Andina
das Frutas Originárias
da América do Sul
e que também podemos
encontrar no meu Sul.
Olhando adiante percebi
que trago também
uma Atemoia
que é misto de Cherimoia
com Fruta do Conde.
Gentil Fruta do Conde
que o meu coração
pelo teu nome sempre
com carinho responde
e sei que vem de algum
lugar da América Central.
Querida Graviola
nascida no Norte e no Caribe,
Fruta da minha infância linda
que dá uma árvore bonita.
Nesta minha cesta trago
três frutas da mesma família,
annonas de muitas vidas
que dão sabor mais do que poesia.
Eu te olho como o Sol
e a Lua cortejam
a copa da Embaúba,
E na poesia dou a pista
que nasci para ser tua.
A Araruva diante da vista
que vejo da minha janela
me traz alegria e poesia,
Agora só me falta mesmo
é a sua doce companhia.
Debaixo do Capororocão
de estalo veio a inspiração
de escrever uma poesia
para te provocar fascinação,
Porque algo me diz a cada dia
que é todo meu o seu coração.
Voa poesia bonita
como o Tangará,
Diga ao meu
amor que o meu
coração é dele
e segue com ele
por todo o lugar:
somos dois a flutuar.
Trago a Palmirinha
na memória afetiva
que da TV para a mesa
levava toda a saborosa
poesia da Pátria Brasileira.
Palmirinha salvou
a gente e nunca soube
o poder que ela tinha
com as suas receitas
capazes de abrir sorrisos.
Palmirinha salvou
com suas receitas
famílias inteiras,
e gente que lutava
pela sobrevivência
e para abrir caminhos.
Palmirinha colocou
o Brasil profundo
no colo e fortaleceu
todos nós com amor,
fé e muito bom humor.
Deste avoengo tesouro
nacional que jamais
esquecerei na vida,
com todo o carinho
levo também o Guinho
que dela era o amiguinho.
Aliás, éramos todos
amiguinhos que se sentiam
os seus netinhos,
e aprendemos com ela
que ser feliz sempre é a escolha certa.
Observando como a Natureza manifesta a própria
[escrita da poesia assêmica],
escrevo igualmente a minha
mesmo que não encontre
a compreensão alheia,
e não me importo que seja
chamada de prepotência.
Morando na cidade de Rodeio
onde o Médio Vale do Itajaí
com o seu próprio tempo
também dá continuidade
a leitura da poesia assêmica
a todos que sabem ler
com jeito e sensibilidade.
A escrita da poesia assêmica
do Pico do Montanhão
nesta tarde de terça-feira,
leio com os olhos do coração
ela sendo iluminada pelo Sol,
poder ler o quê eu leio
nesta leitura mística cotidiana
é o quê me entretenho.
A poesia escrita assêmica
também é escrita pela nobreza
do Rio Itajaí-Açu com todos
os espaços, contornos, cheias
e até com a própria seca
para acenar que é preciso
ler quando ele manda recados.
Há poesia escrita assêmica
entre nós quando falamos,
quando calamos, quando
captamos presságios,
quando nos apaixonamos,
por onde nós passamos
e até quando desabafamos.
Há poesia assêmica em mim,
em ti, em tudo e em todos;
sobre quem na vida que
se mascara ou se maqueia,
pode ter certeza que haverá
sempre alguém que leia
a sua oculta poesia assêmica.
Levemente cai a tardezinha,
O Beija-flor-de-topete-azul
vem me trazendo a poesia,
A Lua se ergueu no Hemisfério Sul
e ainda de ti quero alguma notícia.
O Pica-pau-rei
esculpe o tronco,
Na vida nem
tudo merece troco,
Prefira a poesia
que arrepia até em sonho.
Tenho a companhia
fiel de uma linda
Coruja-do-Mato,
A poesia ilumina
cada passo a ser dado,
Um dia vou ganhar
o teu coração apaixonado.
Nas asas da Beleza prola
espalhar a poesia
diáfana e incapturável,
E como dádiva da vida
quem sabe ganhar
o seu amor imensurável.
Nas sublimes asas
da Borboleta oitenta-e-oito
leio o infinito deste amor
que na poesia do destino
está escrito e me aguarda
com todo o candor divino.
A Jurupoca
contente escreve
nas águas a poesia
em companhia
dos raios de Sol,
Nas entrelinhas
da correnteza há
assemia da perfeita
escrita feita a nado,
No rio do coração
também existe quando
se está apaixonado.
Entreguei nas tuas mãos
a pérola dourada e mística
da minha profunda poesia
para ser embalada no teu
coração em todos os planos
inabalavelmente românticos,
Muito além de tudo o quê
você esperava do destino
e muito mais do que imaginava,
O seu coração e a sua atenção
não querem pedir ao Céu mais nada.
