Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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Não se cobre por um amor eterno; busque por momentos de amor, pois é através dos momentos de amor que pode talvez prolongar para algo "eterno".

Amor é tudo, tudo aquilo que você quiser que seja amor, e mesmo que não queira que seja nada, é nada daquilo que você também queira que seja amor.

Ninguém é obrigado a te amar do jeito que você quer, porque o amor não se força e cada um sente e vive o amor do seu jeito. Mas você pode amar do jeito que quiser, porque o amor que você dá é escolha sua. Amar é sobre o que você sente e oferece, não sobre o que você exige ou espera do outro.

O amor não se prova, assim como não se pode provar que se tem um coração. Ninguém vê o coração, ninguém vê o amor, porque ambos estão no interior de cada um. O que está por dentro só pode ser percebido quando olhamos para dentro de nós mesmos, quando sentimos as batidas do coração e experimentamos o amor de maneira profunda. O amor, assim como a vida, é algo que só se entende quando realmente sentimos.

⁠Nunca demonstre AMOR demais para alguém que não demonstra na mesma porcentagem que você merece, é aquela coisa, cada um oferece aquilo que tem, amor ou desinteresse. Fica sozinho (a) na porra do mundo mas não deixem que você vire um "brinquedo".

Adquiri experiência para não exigir o amor de mulher nenhuma, somente agir de forma gentil e educada para dá boas razões para que gostem do meu jeito, deixo o resto com o destino...

Não espere o amor alcançar um nível sedutor a vida, mas sim o seu próprio nível viver a conseqüência de um amor;

Cuide bem do seu amor e a quem lhe tem importância não deixe escorrer pelos dedos quem lhe acredita e tem esperanças;

Não seja desprovida de amor, eleve-se para que seu Coração tenhas credibilidades de se direcionar!

O maior erro da vida é uma oportunidade perdida. Não deixe para demonstrar o seu amor depois que a oportunidade passar.

"Não amarei de verdade, até que o amor que sinto por mim, seja o mesmo que eu sinta pelo próximo."

Sinceramente, eu sou viciado em falar de amor, e isso aconteceu depois que te conheci. Como não falar de amor ao ver esse sorriso maravilhoso? Como não falar de amor ao ver esse olhar que fascina... Como não falar de amor estando tão perto de um infinito poço de inspirações? Impossível, assim como é impossível te ver e não te amar.

Amor é viver no coração do outro, não importa por quanto tempo. Se vivi, se senti, o amor existiu!

Eu só quero encontrar um amor que eu não tenha necessidade de ensiná-lo a me respeitar, porque esse dispositivo já o acompanha de fábrica.

Amar não significa aceitar ser diminuída. O amor-próprio é o limite que colocamos para que ninguém destrua a nossa essência.

A vaidade contemporânea não é excesso de amor-próprio — é seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante não se afirma: sustenta-se por empréstimo no olhar alheio. Não há transbordamento, há carência organizada; não há centro, há eco. E, assim, a existência deixa de ser presença e torna-se performance contínua — porque, sem testemunha, já não se sabe permanecer.

O amor maduro não é fusão — é consentimento na incompletude. O outro jamais alcança a totalidade do que se é; percebe fragmentos, projeta o resto, constrói uma versão que nunca é idêntica ao sujeito que supõe conhecer. A transferência, no sentido clínico mais amplo, atravessa toda relação afetiva: amamos sempre, em alguma medida, alguém que também é nosso construto. Permanecer não é ingenuidade — é a escolha de sustentar o vínculo mesmo sob a inevitável distorção perceptiva. Porque o amor não é ser plenamente compreendido: é consentir em ser amado de modo incompleto, e descobrir que essa incompletude, de algum modo, ainda sustenta.

O amor-próprio genuíno não tem estrutura narcísica — tem estrutura de luto. É o processo árduo de descer ao que foi negado: as partes cindidas, as representações de si rejeitadas, as feridas que o ego preferiu encapsular a integrar. Não se trata de buscar perfeição, que é formação reativa; trata-se de integração — recolher os fragmentos com lucidez suficiente para suportá-los sem os romantizar nem os negar. Quando esse trabalho avança, emerge o que a clínica reconhece como capacidade de estar consigo: a aptidão de olhar para o próprio interior com verdade e, mesmo assim, não fugir — não por resignação, mas por reconhecimento de que aquilo que se é, ainda que incompleto, ainda que ferido, merece permanecer.

Aprendi que não se deve recusar presentes. Sou grata e recebo com amor o que Deus me dá com a missão de cuidar e fazer o meu melhor.

Meu amor, escuta a voz do coração. Não perca o que temos. Podemos resolver. Nunca é tarde. Deixa o orgulho de lado. Vem e escreve pra eu te entender.