Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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⁠Não há tempestade que nos separe,
nem vento que leve a força que sinto.
Teu amor é abrigo que nunca desaparece,
um fio invisível que me liga ao infinito.

O que sustenta um relacionamento


O que sustenta um relacionamento
não é só o amor que chega bonito,
é a escolha diária de ficar
quando seria mais fácil partir.


É o respeito que segura a palavra,
o silêncio que não vira desprezo,
é saber ouvir a dor do outro
sem transformar amor em disputa.


Sustenta-se no cuidado dos gestos simples, no “estou aqui” dito sem alarde, na paciência que entende o tempo e na lealdade quando ninguém vê.


Porque amar é fácil quando tudo floresce, difícil é regar quando o chão está seco, e só permanece quem entende que amor se constrói…
não se promete.

Às vezes o amor não
pergunta se vale a pena,
ele simplesmente fica.
Fica no silêncio que aperta o peito,
no nome que ainda mora na boca
mesmo quando o coração tenta desaprender.


Esperei como quem acende
velas no vento,
acreditando que o frio
era só passagem,
que o gelo nos teus gestos
um dia viraria abrigo
e não essa distância
que corta sem faca.


Perdi horas,
pessoas e versões de mim
tentando proteger algo
que só eu segurava.
Te vi ir, passo por passo,
enquanto eu ficava parada
aprendendo a sangrar sem fazer barulho.


E hoje,
se me perguntam se valeu a pena,
respondo com a verdade que doeu aprender:


valeu para me ensinar
que amor não é espera infinita,
é encontro — ou não é.

Como morreu o Amor?


O amor não morreu de repente,
não foi queda, nem faca, nem veneno.
Morreu sentado ao nosso lado,
esperando uma palavra que não veio.


Morreu quando o silêncio virou resposta, quando o toque virou hábito sem calor.
Cada “depois a gente conversa”
foi um passo a mais no seu cansaço.


Morreu de pequenas ausências repetidas, de promessas deixadas em rascunho.
Não foi falta de sentimento —
foi excesso de descuido.


E no fim, o amor morreu de amor:
amou sozinho, amou demais.
Até entender, tarde demais,
que amar também precisa ser amado.

Um amor para recordar
é aquele que não passa com o tempo —
ele aprende a morar na memória.
Como o pôr do sol que insiste em voltar todo dia,
teu nome ficou gravado no silêncio do meu peito,
como se o destino tivesse escrito nossa história
com tinta de eternidade.


Ligados pelo amor,
como duas estrelas que o céu aproximou sem pressa.
Mesmo quando o mundo gira depressa demais,
há um fio invisível que nos puxa de volta,
um laço feito de carinho, saudade e promessa.
E nele meu coração encontra abrigo
toda vez que pensa em você.


Se um dia o tempo tentar apagar os passos,
a lembrança ainda saberá o caminho.
Porque alguns amores não terminam —
eles apenas viram luz dentro da gente.
E no meu coração você permanece assim:
um amor que o tempo não leva,
um amor… para sempre recordar.

A Canção do Amor


O amor não chega fazendo barulho,
ele vem como brisa leve ao amanhecer,
tocando a alma sem pedir licença,
e quando a gente percebe…
já é parte do ser.


Ele mora nos detalhes mais simples,
no olhar que fala sem dizer palavra,
no silêncio que abraça por dentro,
e na paz que o coração guardava.


É chama que aquece sem queimar,
é verso que nasce sem pensar,
um encontro de destinos improváveis
que o tempo não consegue apagar.


E quando o amor vira canção,
não há dor que faça esquecer,
pois quem aprende a amar de verdade
descobre o sentido de viver.

O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio, foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda, nasceu a esperança que nem a escuridão conseguiu apagar.


O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível com mãos feridas, transformou lágrimas em promessa, e o fim…
em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
— porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.


E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando
a gente acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio,
foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda,
nasceu a esperança
que nem a escuridão
conseguiu apagar.


O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível
com mãos feridas,
transformou lágrimas em
promessa, e o fim… em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
—porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.


E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando a gente
acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.

O peso do Amor


Ainda não ultrapassei
a linha invisível onde terminamos sem perceber,
como se o fim tivesse acontecido sem despedida.


Ainda não apaguei
teu jeito de existir dentro da minha memória,
feito tatuagem que o tempo não conseguiu desfazer.


Ainda me dói por dentro
essa saudade que não sabe ser leve,
e insiste em me lembrar o que fomos.


Ainda me fere
o silêncio que você deixou no lugar da tua voz,
ecoando em tudo que eu ainda sinto.

"O amor de Deus não roda em beta. É versão completa desde o início"
Não tem update que conserte o que já foi feito perfeito em essência.

Amor se prova no cotidiano, não no discurso
É o café feito sem pedir que diz mais que mil promessas.

Quem faz por amor não negocia essência.
Não molda a verdade para agradar, nem suaviza o propósito para caber no ego de alguém.


miriamleal

Amor, amor, me ame
Você ouve meu pedido?
Eu não tenho mais ninguém para
me amar
Eu preciso que você me ame
Eu sou um homem pobre
Trabalho em casa
Todos os dias
E não vejo ninguém
Eu levo uma vida solitária
Mas o trabalho que eu
Faço para Deus
Compensa
Sim, eu compartilho meus poemas
Com os bons depois que eu
Termino eles
Sim, eu durmo apenas algumas horas por
dia
Não é suficiente
Eu desejo durante
os dias
Mas eu não posso
Preciso trabalhar para Deus
Eu não quero pessoas que vão quebrar
Meu coração de novo
Porque é muito difícil
Consertar um coração partido

Não menti...


Não é normal se sentir pequeno sabendo do tamanho do amor que se carrega,


Ninguém sabe das feridas, ninguém cuidou das minhas noites de insônia, quantos dias perdi tentando secar o meu choro,


Caminhei debaixo do sol forte por um grande período, até encontrar uma grande árvore e dela aproveitei da sua sombra, ganhei frutos, bebi do seu mel e me senti iluminado ao observar uma plantação sem fim de rosas,


O que imaginei um dia viver, hoje tenho em abundância e extrapolar sem limites não é uma opção, é a minha decisão,


O destino não mente.

Diga-me
Diga-me que o amor é uma alegria que não tem fim;
Diga-me uma frase ´para eu pensar em você sem intervalos durante o dia;
Diga-me sussurrando no meu ouvido que eu não estou sonhando;
Diga-me que amanha será melhor que hoje;
Diga-me que a nossa história tem capítulos infinitos;
Diga-me que o mundo já sabe que é tudo verdade, o que existe entre nós;
Diga-me em fim, que não haverá fim.

Por trás do Amor
Quem Ama é tolo ou feliz?
Digo com toda certeza és tolo.
Amar é não se suporta, é querer que outro o ame.
Isso por si só é deixar de nos amar.
Amar é pedir pra chorar, pedir pra nós esvaziar.
Amar é querer sofre por pouca razão
Sinal de grande solidão.

Quem pode amar sem sofrer?
Quem pode amar sem se despedaçar?
Se amas, sorrir com gratidão ou por empolgação?
Se choras, choras por amor?

Das virtudes do amor os sorrisos não se sobressaem
Se amas e nunca chorou por amor,
Como Pode amar?

Se ama e chora por amor como pode ser amor?

Nas noites escuras
As luzes da rua guiam meu caminho
Mudam meu humor, sem terror
não existe medo, não existe angústia
Apenas eu e as luzes da rua.

Decepção maior é não ter ninguém por quem chorar.

Sofrer por amor já não é mais dor, depois de tanto terror o medo me dominou, se não amo mais, dor não sofro mais.
Recuso a acreditar que o amor pode dominar o que por tanto tempos quis guardar, guardo meu coração diante dessa ilusão que é querer amar.

O mesmo amor que salva, mata. O mesmo amor que cura, destrói. Amores que não matam são carência escancarada. Amores fatais são aqueles de verdade, que nos bagunçam por inteiro, e não podem ser esquecidos. São parte essencial de quem somos. O veneno e o remédio. O que nos mostra que estamos vivos, mas também nos mata por dentro.
- Marcela Lobato

A cada dia que passa, entendo melhor a ideia do Amor Fati, não que eu aceite tudo que vier, sem mudar o meu destino conforme a minha vontade, mas pelo que o passado me trouxe. Por mais dolorosas e destrutivas que certas situações sejam, são elas que nos forjam. Minhas escolhas me trouxeram até onde estou agora, a quem sou, e me orgulho de quem venho me tornando. Tenho milhões de defeitos, não sou e não pretendo ser perfeita, muito menos forjar isso, mas busco iluminar minhas sombras para aprender a lidar com elas, integrando cada uma das minhas faces.
Passei por abismos, desafíos intensos. Conheci as melhores e as piores pessoas. Virei pó, queimei e renasci das cinzas. Não foi fácil a caminhada, mas não mudaria nada. Ao morrer, pude renascer. Ao me cortar, pude ser mais forte. Ao cair, aprendi a levantar. Não, não romantizo o sofrimento, mas, de fato, a alquimia interna só pode acontecer através da dor. Até a borboleta, antes de ganhar asas, sofre um doloroso processo de transformação. Sigo em meu casulo e, logo, voarei por aí.
- Marcela Lobato

Já não me encontro no amor ou na dor. Na saudade ou no vício. Na espera ou na vontade de algo melhor.
- Marcela Lobato

Já não me encontro no amor ou na dor. Na saudade ou no vício. Na espera ou na vontade de algo melhor. Não há razão ou sentido. Tudo pelo que vivi, hoje são flores mortas em um jardim sem vida dentro de um cemitério abandonado, frio e amaldiçoado. Não resta nada pelo que viver.
- Marcela Lobato