Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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Ninguém disputa beleza,
mas caráter,
até o diabo não tá nem aí pra modelos,
mas é louco por quem é fiel a DEUS!

Não queira
ser estrela,
pois as estrelas cairão...
Não queira ser Flor,
pois as flores,
um dia secarão...
Seja um salvo em Cristo,
pois só os salvos,
permanecerão!

Nunca faça a vontade de pessoas,
mas foque no seu trabalho,
para não deixar de lado,
a qualidade e ser apenas,
um a mais!

O verdadeiro sábio,
perto do tolo, se faz de tolo,
para não gastar sabedoria,
com quem pensa
que já sabe de tudo!

Se pensar no passado,
você enlouquece,
se pensar no futuro,
você adoece,
Então viva e não pense,
só assim você curte o presente!

O que atrai a DEUS,
não é o louvor, nem ir a igreja,
muito menos ficar nas esquinas
dizendo que O AMA,
mas sim
OBEDECER E PRATICAR OS
SEUS MANDAMENTOS!

Frio chega e com ele,
um pedido:
Doe Um Agasalho pra alguém...
Um alimento também,
mas não conte pra Ninguém!

A maioria dos artistas para agradar o povo,
faz coisas que DEUS detesta,
não haja como alguns artistas,
mas procure agir como Cristo agiu,
porque o mundo passa
e com ele todos que o agradam,
mas DEUS permanece para sempre!

Viva o hoje como se fosse o último, ame como se não houvesse o amanhã,
sorria, mesmo que as tempestade parece sombrias...
Ouve mais mesmo que sua voz é silenciada ...
Parar as vezes não e sinônimo de covardia .
E sinônimo de força e sabedoria.
Entender sua própria jornada não é fácil, más tente!
se um dia a guerra te abater; não se preocupe;
As pessoas vai saber o quanto você lutou 🙇🏾‍♂️

A verdadeira liberdade financeira
não começa quando você TEM muito dinheiro, mas sim quando NÃO deve
nada a ninguém.
(1 Coríntios 13:8 -NT).

Quem não pode pagar à vista,
fica refém dos preços e condições estabelecidas pela instituição credora.

Não tolere DÍVIDAS
e nem se conforme com elas.

Ela é diretamente proporcional
ao custo de sua
LIBERDADE FINANCEIRA.

Na morte da inocência,
nasceu em mim a visão,
não sou mais cega ao mundo,
nem refém da ilusão.

Três dias de silêncio profundo,
Deus me trouxe de volta à vida,
e ao despertar, vi com clareza
a verdade antes escondida.

A dor me fez mais atenta,
a queda me deu intuição,
hoje leio nas almas e gestos
o que antes passava em vão.

Não sou mais a mesma de antes,
sou filha da luz e da fé,
quem quiser andar ao meu lado
precisa ser mais verdadeiro que é.

Existe um sentimento silencioso e cruel, daqueles que não deixam marcas no corpo, mas consomem tudo por dentro. Ele corrói devagar a capacidade de enxergar valor em si mesmo. Faz nascer a sensação amarga de não sermos capazes de cuidar de nada, de não sermos bons em nada, de não conseguirmos fazer ninguém feliz, nem a nós mesmos.

É um sentimento que se alimenta da culpa. E a culpa tem a capacidade de estraçalhar a alma sem que ninguém perceba. Aos poucos, ela transforma a própria consciência em um tribunal onde você tem que se encarar e julgar a si mesmo.

Talvez o pior não seja a tristeza em si, mas a vergonha de senti-la. A sensação humilhante de fraqueza, como se sofrer fosse apenas incapacidade de lidar com a vida, com as consequências das próprias escolhas ou com o peso do que se tornou. Então a pessoa começa a desaparecer dentro dela mesma, perdendo a capacidade de reconhecer quem era antes de tudo isso.

Sinto falta do tempo em que eu ainda conseguia sustentar o olhar das pessoas sem imaginar pena ou julgamento escondidos ali. Falta do tempo em que existir parecia mais simples e mais leve. Tudo o que eu queria era voltar a ser quem eu era antes, mas a verdade mais dura é que já nem sei ao certo quem sou.

Sabe aquela delicadeza que você percebe em alguém?
Uma que você não quer invadir,
não quer possuir,
mas que desperta uma vontade enorme de abraçar?

Aquela que você observa sutilmente,
camada por camada,
e entende que existe um universo ali…

Um universo seguro e particular.
Ele é sagrado.

Guardado em mistério,
em um refúgio,
um fractal,
onde faz morada,
onde se abriga
e contempla o mundo em toda a sua complexidade.

Em uma ávida busca
pelo real,
pelo todo,
pelo entendimento.

Mesmo em sua concha,
ela sente.
Ela vive aquilo.

Em pensamentos,
belos pensamentos
que enxergam o todo…

Que sabem mais do que aparentam.

Mergulhados em curiosidade
por aquilo que é vivo
e toca o coração.

Um dia,
só um dia,
eu queria que ela soubesse
que, em algum lugar,
a presença não invade.

Que existe cuidado ao tocar o mistério
e que é seguro poder respirar…

Só um dia… 🌷🖤✨

Ana Caroline Marinato

O tempo é um aristocrata ofendido.
Uma vez que se vai, não volta nem para buscar o chapéu. Edgard Abbehusen

E hoje
Sou o medo
Os desafios não me deixaram mais forte, as lutas me enfraqueceram
Lembro de um dia não ter medo de nada
E hoje tenho medo de tudo
De hoje do amanhã e do futuro
As incertezas são um tormento diário.

Eu tento não mostrar o que sinto por você,
mas toda vez que estou no mesmo lugar que você,
meu coração parece um barco em meio à tempestade,
agitado… como se a qualquer momento pudesse naufragar.”

Carta de nascimento da nova Diane Leite
31 de julho


Hoje nasceu uma mulher.
Não nasceu de um parto físico, mas de uma decisão silenciosa.
Ela não chegou com alarde.
Chegou com consciência.


Hoje, eu sei quem sou.
Não porque alguém me explicou, mas porque eu me olhei com profundidade.
Depois de tantos caminhos, voltas, entregas, silenciamentos, eu finalmente entendi:
o que sinto faz sentido.
o que penso tem ritmo.
o que vibro é real.


Passei a vida tentando traduzir minha intensidade para o mundo.
Fui rotulada de exagerada, difícil, profunda demais.
Fui a mulher que sentia tudo, falava tudo, acreditava em tudo — e por isso quase sempre se via sozinha.


Mas agora, eu não preciso mais me defender.
Porque agora eu entendi que meu jeito de sentir, de pensar, de me mover, não é erro.
É estrutura.
É identidade.
É verdade.


Hoje, eu não me explico.
Eu me honro.
Não preciso mais caber onde nunca me coube.
Nem esperar ser compreendida para me permitir ser.


A mulher que nasceu hoje não precisa ser aprovada.
Ela precisa ser livre.


Hoje, eu me tornei essa mulher.
A que fala com firmeza e acolhe com doçura.
A que ama com presença, mas se escolhe com prioridade.
A que não finge mais ser leve para não incomodar.
A que não diminui mais a própria fome de mundo para ser aceita.


Hoje, eu abro mão de me encaixar.
E aceito, com serenidade e coragem, o desafio de me habitar.


Essa sou eu.
Essa é a Diane que nasce agora.
A que sabe quem é, mesmo que o mundo ainda não saiba.
A que não vai mais se esquecer de si mesma, por ninguém.


E isso basta.


— Diane Leite
31 de julho, dia em que me escolhi por inteiro.

Há um instante em que a vida pede firmeza — e eu atendo.
Não por força bruta, mas por consciência. Eu avanço sabendo exatamente o que pertence às minhas mãos e o que já não precisa mais ser carregado.


O que está ao meu alcance, eu construo com precisão.
O que ultrapassa meu limite, eu libero com maturidade.
Essa combinação cria um caminho limpo, lúcido, onde cada escolha tem peso e cada passo tem destino.


Sigo em frente com uma calma que não é passiva — é soberana.
É a serenidade de quem enxerga além do óbvio, de quem percebe sinais, de quem entende que a vida responde mais à vibração do que à insistência.


E, enquanto avanço, algo em mim se expande:
a força que organiza o caos,
a intuição que filtra o que não serve,
e a disciplina que sustenta o que importa.


Não preciso controlar o mundo — só a mim.
E quando faço isso, o universo se rearruma ao redor.


Eu escolho ir adiante.
Escolho o que me fortalece.
Escolho soltar o que me prende.


Porque o futuro se abre para quem caminha com clareza, coragem e silêncio interno.
E eu já estou na trilha certa.