Poesia Amanda
Na virada do ano eu quero me desfazer de tudo o que me entristeceu esse ano; toda a dor, toda a mágoa, todas as lágrimas. No Ano Novo, eu quero uma vida nova. Quero experiências novas. Quero sonhos novos. Quero um jeito novo de ver a vida. Eu quero ser feliz de novo, com todos os que me fizeram feliz esse ano. Eu quero muito mais risadas com os meus amigos. Eu quero o dobro de momentos felizes com quem eu gosto. Eu quero muita saúde, muita paz e muito amor. Eu quero o desapego. O desapego das coisas e das pessoas. O desapego de tudo o que não me acrescenta, só diminui. Eu quero ser feliz enquanto a vida me permitir. Eu quero ser feliz sem medo do amanhã. Eu quero um Ano Novo colorido, cheio de boas vibrações. Eu quero que no momento exato da virada, tudo de ruim que estiver ao meu redor, se afaste; que todas as lembranças ruins, sejam esquecidas; que todas as tristezas desse ano, vá embora. Eu quero um Ano Novo cheio de bençãos, de luz e de realizações. Eu quero um Ano Novo com menos complicações, menos drama e menos violência. Eu quero um Ano Novo com mais leveza, mais simplicidade e muito mais amor!
Sumir, tudo que ela mais queria naquele momento, mas para onde? Seus olhos estavam encharcados, porém nenhuma gota caía. Fingia ser forte a cada momento. Mas até quando iria aguentar toda aquela dor e angústia?
Se você ler os contos de fadas com atenção, perceberá que eles são principalmente sobre pessoas que não são heróis. Elas não têm poderes ou dons especiais. Freqüentemente, são desprezadas, intimidadas, espancadas, roubadas, passam fome... Mas descobrem que são mais fortes do que seus infortúnios.
Era incrível como algo tão simples tinha o poder de deixar a vida mais leve, ajudar a encontrar as respostas e abrir os caminhos para as coisas darem certo.
"O amor verdadeiro é a sinfonia da alma, onde cada nota é a expressão mais pura do carinho e da compreensão mútua."
"Em teus olhos, encontro o universo inteiro, e em teus braços, descubro o lar da minha alma, onde o amor floresce como uma eterna primavera."
"Andei distraído, impaciente e indecisa, mas agora é diferente. Estou tranquila e contente. Desperdicei chances, me fiz em pedaços, mas não sou mais tão criança. Não me preocupo se não sei por quê. Às vezes vejo o que quase ninguém vê, e sei que você sabe. O infinito é um dos deuses mais lindos. Palavras repetidas, mas quais nunca são ditas? Percebi que você chorava, e foi aí que entendi como te quero. Não me preocupo se não sei por quê. Às vezes vejo o que quase ninguém vê, e eu sei que você sabe. Eu quero o mesmo que você."
"Desejo que tua jornada seja repleta de aprendizados e crescimento, que encontres prazer em cada idade, mesmo nos medos que surgem. Que, diante dos erros, desenvolvas tolerância. Que a tristeza seja breve, e o riso, equilibrado. Que tenhas alguém especial para amar, e quando a exaustão bater à porta, que o amor persista para recomeçar. Que a vida te presenteie com amigos confiáveis e até inimigos, para que a dúvida não se perca. E, ao ganhar dinheiro, lembra-te de quem é o verdadeiro dono de quem. Que haja sempre amor para recomeçar."
"Nunca se preocupe tão afundo o que você não pode mudar, não afunde no fundo desse olhar, você é o dono de todo o azul do mar, foi quando mergulhei no azul do mar."
Você não é uma nuvem, mas é uma parte do céu. Você não é o sol, mas você me lembra exatamente tudo de bom que pode se fazer quando está calor. Você não é chuva, mas quando fala e canta, sua voz é tão doce que me lembra o delicioso barulho dela. Você não é o mar, mas acalma uma pessoa que está sozinha. Você não é grama, mas eu com certeza me sinto a vontade de me sentar ao seu lado e conversar com você por horas.
"Meu amor, não digo sempre, mas eu te amo. Você traz à tona o que de melhor há em mim (ou faz surgir esse melhor). E só por você mesmo que escrevo algo assim numa rede social." Pedro para a Manu de Amor nos Tempos de Quarentena
"A vida é um livro em branco, e cada dia é uma nova página pronta para ser preenchida com histórias de amor, aventura e autodescoberta."
“Começa a costura. Pequenos retalhos da vida costurados à mão. A alegria ingênua da criança. O desejo incontrolável do adolescente. A independência idealizada do jovem. A real independência do adulto. A voz que se cala por causa do medo. Os desejos e sonhos abafados pela falta de coragem. As tristezas vividas ao longo da vida. Mas ai vem a parte boa. Costura o sorriso de orelha a orelha. Aquele sorriso extravagante. O sorriso que se deu no dia que encontrou o amor da sua vida. A foto com os amigos na beira da praia. O abraço da amiga. A gargalhada do bebê. Pega esses momentos, hoje espalhados como retalhos, e junta. Junta e faz poesia. Junta e faz se tornar belo aos olhos. Pega esse sorriso que desvaneceu e acende. Pinta, colore, reaviva. É a vida. Não desperdiça.”
“Vou recitar trechos de Camões quando viajarmos pelo mundo. Vou subir no batente da calçada, lá na Inglaterra, na Stratford-upon-Avon, terra do nosso querido Shakespeare, e olhar pra você, falando dos romances teatrais de Shakespeare. E mesmo que você me ignore, vou dizer-te falas da obra “Romeu e Julieta”. Vamos à Portugal, terra de Fernando Pessoa, e lá em lisboa, terra onde nasceu, vou dizer-te palavras dele: ” Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”. Voltaremos a nossa terra, Brasil. Iremos ao Rio de Janeiro. Terra do nosso querido Vinícius de Morais. E recitarei pra você, em uma bela noite de luar, como o nosso amado diria: “Assim como o oceano só é belo com luar. Assim como a canção só tem razão se se cantar. Assim como uma nuvem só acontece se chover. Assim como o poeta só é grande se sofrer. Assim como viver. Sem ter amor não é viver. Não há você sem mim. Eu não existo sem você” Viveremos de poesia. Poetizando nossos minutos e milésimos de segundos, juntinhos, eu e você.”
Você acha que nunca vai esquecer um amor e esquece, ai aparece outro que vira sua cabeça, faz você fazer algo que nunca pensou em fazer. E te abandona , afinal. Estou cansada de grandes amores. Quero um amor recíproco, calmo. Você entende isso ? Quero um amor que fique.
Eu não sei mais decifrar se essa intensidade de sentimentos é amor, se é confusão, se é alegria. Eu sei que as vezes espero tanto de você, e não consigo dar o mesmo de mim. Meu coração treme quando penso em você, metade é ciume, outra metade é um pedido estrondoso de calma, de serenidade, de racionalização. E aí, quando tudo se acalma, feito maré mansa, eu me carrego até você, tão leve quanto uma folha levada pelo vento. Quando alcanço esse profundo momento de sabedoria, entendo o que passa dentro de mim, aquilo que a turbulência da minha insanidade escondia. É aí que eu desejo ficar imóvel, grudada em você, esperando que dure mais tempo que da última vez, e agradecendo por você não estar tão brabo comigo pela minha última crise de loucura. Acho que por isso esqueço de guardar tudo dentro de mim, para tentar me parar da próxima vez que a tempestade me encontrar. Eu queria manter-me do seu lado, não por não confiar em você, mas porque ao seu lado me sinto protegida desse fantasma sorrateiro que me persegue a toda esquina, porque ao seu lado ele vai embora... Mas, pensando bem... quando a gente tira o sentido lírico dessa dramaturgia adolescente, sobra só aquilo que você chama de "neurose". E aí novamente meu coração treme com aquele sentimento estranho, e eu sequer lembro de pedir a Deus mais um minuto de silêncio.
Foi só mais uma conversa, nada demais. Ele queria saber como eu estava, e eu tive vontade de perguntar se ele realmente queria saber a verdade, mas deixei pra lá... Todas as nossas conversas sempre acabam com a gente discutindo sobre o passado; ele tentando me puxar um pouco mais pra perto mas sem ultrapassar a linha vermelha, eu querendo colar de vez nele. Dessa vez foi diferente, nenhum de nós tentou ressuscitar um passado morto e enterrado. Nenhum de nós. Uma pena, porque às vezes eu ainda sinto que a gente poderia dar certo; se ele tentasse de verdade, claro. Mas eu tô aprendendo a não dar ouvidos à esses sentimentos. Tô deixando passar abatida aquela voz interna que insiste em falar que essa história não acabou. Tô deixando, porque eu não tenho mais estrutura emocional para ser a protagonista de uma história de amor fadada à falência. Esperei por tanto tempo um apelo dele, sei lá, qualquer coisa, que ele me pedisse para ficar ao lado dele, pra sempre, talvez. Mas esse dia nunca chegou. Tive que me acostumar e aceitar que na minha vida ele é só um visitante; vem, fica por um tempo, e depois vai embora sem data para voltar. Eu já não posso mais assistir, fria, esse tipo de cena dramatizada, essa comédia romântica sem graça. Por isso que eu evito qualquer conversa que nos arraste para o passado. É mais fácil dizer à ele que eu estou bem sem nenhuma frase subentendida, é mais fácil fingir que eu não entendi as entrelinhas dele, e engolir a oficialização do fim mais uma vez. Tem gente que perde e nem percebe, tudo bem. É melhor que seja assim, que ele não perceba que eu estou indo embora, pelo menos eu me poupo de qualquer tentativa de argumentação, e meias promessas. Mas um dia ele vai ter que encarar os fatos e parar de fingir uma auto-suficiência que não tem. Vai ser tarde demais. Nesse dia, quem sabe, eu conto a ele o meu novo começo, e deixo o meu adeus, que ele vez em sempre morra de saudade, e um dia aprenda a ser dois.
