Poesia Agua de Mario Quintana

Cerca de 108172 frases e pensamentos: Poesia Agua de Mario Quintana

Verdadeiramente, amigo é alguém que é capaz
De lhe trazer paz, afinal, é quem sempre se faz
Presente como excelente presente para gente!
Guria da Poesia Gaúcha

Inserida por GuriaPoesia

Deus, muito agradecida pela pá-lavra escrita,
Como a lida para deixar descrita a minha vida!
Guria da Poesia Gaúcha

Inserida por GuriaPoesia

Chega de te preocupar e ocupar com brechas,
Frestas ou arestas, com o que não te interessa,
Aprende a te permear, aponta, afronta, enfrenta
De frente a ponte do medo, descobre a fonte da
Festa, acha o segredo de merecer ser feliz à beça!
Guria da Poesia Gaúcha

Inserida por GuriaPoesia

Deus, muito agradecida pela pá-lavra escrita,
Pela lida que vai deixar descrita a minha vida!
Guria da Poesia Gaúcha

Inserida por GuriaPoesia

Se tu me desejas inteligente, culta, magra, atraente,
Será que te passa pela cabeça de que é exatamente
Assim que eu espero ter um homem perto de mim?
Guria da Poesia Gaúcha

Inserida por GuriaPoesia

Quando Ele me perguntar o que fiz por aqui,
Hei de dizer, que tentei tudo no mundo, mas
Que só consegui deixar o que senti, os libertos
E tão diversos versos do universo em que vivi!
Guria da Poesia Gaúcha

Inserida por GuriaPoesia

Inteligente e envolvente, no jogo
Da sedução ele achou bem ligeiro
A solução posseira para me pegar
Inteira, já que sabia e se valia da
Leveza, da sutileza da meia palavra,
Da nobreza do sentimento criando
Reticência no pensamento pra tentar
Pontuar, aproximar, e quiçá eternizar
Este nosso tão lindo momento no tempo!
Guria da Poesia Gaúcha

Inserida por GuriaPoesia

Espera filha, não te desespera, eu sei que tu superas,
E enquanto isto não chora, ora que loguinho melhora!
Guria da Poesia Gaúcha

Inserida por GuriaPoesia

COMEÇA PRA MIM, AMIGA?

Por favor, minha querida, seria muito eu te
Pedir para me ajudar a recomeçar a abrir
A minha vida, do tipo quando se tem uma
Fruta fechadinha e se pede até para tia do
Bar pra rasgar aquela primeira casquinha?
Sabe, não tô conseguindo sequer enxergar
Onde iniciar, já que desmotivada e pra lá de
Ferida, me sinto um bagaço ressequido, pois
Vivo em um cansaço tão desmedido, que até
Parece que um mormaço infinito chegou, me
Cegou e secou o sentido dos meus sentidos,
Mais umedecidos, e é por isto que conto com
Teu ombro amigo pra sair deste triste castigo,
Pra parar de correr perigo, de estéril sombrear
Meu solar lar interior e me matar, por não saber
Me esclarecer, clarear, cultivar, cuidar, reinventar
E ressignificar e de depender que estejas comigo
Pra ter coragem de diferente me ver de frente, e
Finalmente, me aceitar, amar, florescer e frutificar!

Inserida por GuriaPoesia

aprenda a ter empatia
se coloque no lugar dos outros
talvez assim você consiga entender o que se passa no corpo e alma dos que estão ao seu redor.

Inserida por Tiago-Santana

⁠Mas conheci os teus amores,
Eu conheci as tuas dores,
Os teus temperos e sabores,
A tua chama, lutadora, a flamejar.

Inserida por michelfm



E ENTÃO…

Então me vi sem norte
Sem porte
Sem porto
Ambíguo e quase menos vivo

Então ouvi seus olhos
Cheirei tua boca
Afaguei teu sorriso
Beijei sua nuvem

Então sorri teu pranto
Uma vida chegando
Duas estrelas, um ventre
Fecundo e tenaz

Então cataclismas - breve torpor de nossas almas.
Então movimentos
Circulares
Círculos de Plotino
Círculos de Hipátia
Círculos de Dante
Universo ensimesmado
Infindáveis questionamentos...

Não caíste em desmantelo
Naquele ano do nosso senhor - tempo
Que o vento não levou e brisa sorridente
Nos gracious com choros enfantes sem dentes

Então chorei teu sorriso
Reguei seu jardim
Então a luz chegou
Poderosa e ofuscante

Então sorrimos o choro...




Inserida por Maestroazul

Quero apenas voar!
Por Karine Bighelini, 22/11/13

Hoje quero ser do contra, do outro lado, do oposto, daquilo que ninguém quer falar. Resolvi fazer do meu jeito... Simples assim! Alguém já não disse que a unanimidade é burra?

Ah, se todos seguissem seus “próprios eus”...
Ah, se a direção de nossos instintos se dispusesse de qualquer norma ou medo de viver!
Quanta originalidade não seria dispensada,
Quanta tristeza poderia ser evitada!

Quisera que todos nós pudéssemos “seguir” somente a genialidade humana.
E ao menos, uma vez ao dia, termos a intensidade de Mário Quintana!

Com seu inesquecível Poeminha do Contra, autores tradicionalistas ousaram criticá-lo pela sua simplicidade linguística.
“Somente” inesquecível foi o que ele conseguiu ser!
Tantas interpretações desde 1978 e ainda, hoje, sua famosa estrofe leva o público a devaneios e entendimentos semânticos:
“Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!”

Há liberdade maior do que o voo de um pássaro?
Ser livre, ser solto, ser seu dono...
Ter asas: que combustível invejável!

Não quero atravancar, quero libertar-me...
Não quero ficar, quero simplesmente passar...
Não quero ser “imortal”, quero apenas voar, voar e voar!

Inserida por kbighelini

⁠Poema bom

Hoje eu tropecei por ai nesse poema que eu já conheço há tanto tempo, mas hoje olhei para ele de uma forma diferente ou foi ele que olhou para mim, não sei. Segundo Quintana bom é o poema com o qual nos identificamos. E isso que ele disse, eu acredito que não sirva só para a poesia, mas para a música, o teatro, cinema, a literatura, as artes em geral. Mas nos identificarmos com algo será que é suficiente para classificá-lo como bom ou ruim? Nós só conseguimos enxergar o que já têm dentro nós e muitos de nós têm o mundo interno bastante reduzido. Não porque sejamos piores, mas porque a vida não nos deu as mesmas oportunidades que deu a outros. Logo, dizer que algo é bom ou ruim só porque nos identificamos é no mínimo superficial e simplista. Claro que nos identificarmos com algo nos dá aquela sensação gostosa de acolhimento, de conforto e prazer e, essa sensação que nos leva a adjetivar o que nos proporcionou esse sentimento é a mesma que usamos para classificar algo como bom ou ruim e, ao meu ver insuficiente.

Inserida por ednafrigato

⁠O gato pulou o muro e caiu no meu quintal
Ele mia e diz que me ama e não compreende que nasceu de um poema de Quintana!

Inserida por todasasmariasdomundo

Enquanto

Enquanto as horas passam
E os segundos correm
Muitas vidas nascem
E outras tantas morrem.

Enquanto a melodia toca
E as ondas oscilam no mar
Tenho a cada vez menos certezas
E uma enorme vontade de amar.

Enquanto o pôr do sol encanta
E o beija-flor beija a flor
Eu cuido do meu jardim
Seguindo o que o poeta aconselhou.

Edson Luiz – Primavera de 2015

Inserida por ProfessorEdson

CONTO DO MEIO

Quando pequeno, eu estava no aniversário de um amiguinho

e pus meu dedo no bolo.

Não coloquei e tirei. Não passei o dedo.

Apenas enfiei a ponta do indicador naquela parte branca.

O dedo permaneceu lá, parado, enfiado, intacto.

Todas as mamães me deram um sorriso falso.

Os papais estavam bêbados no quintal.

O único homem ali perto era o tio Carlos.

Tio Carlos se escondia atrás dos óculos e da câmera fotográfica.
Era bobo, agitado e gorducho.
Quase sempre sorrindo.
Tinha poucas, raras, nenhuma namorada.
Tio Carlos atrás dos óculos, da câmera e de namorada.

Meu braço esticado era a Golden Gate.
Uma conexão entre minha consciência
e aquele montante de açúcar.

A ponta do dedo imóvel, conectada, penetrada no creme branco.

Uma das mamães resolveu liderar a alcateia
e me pediu para tirar o dedo.

Pra que tanta coragem, perguntou meu coração.
Porém meu dedo,
afundou um pouco mais.

Olhei-a nos olhos sem docilidade.
Meu corpo imóvel.
O dela recuou.

Minha mamãe, sem graça,
falou que isso passa.
Eu atravancava, ria e dizia:

- Vocês passarão, eu... - estendia a aporia.

Eu era a Criação de Adão na Sistina.
Era mais que Michelângelo,
Era Adão no Bolo,
Era Bolo em Deus.

Mamães desconcertadas. Olhando umas para as outras.
O silêncio reinava,
o reino era meu.

Mamães desorientadas. Olhando para mim.
Tio Carlos com a câmera fotográfica
olhava para as mamães.

Acho que ele era apaixonado por umas três mamães,
ou mais,
ou todas.

Esperei um não.

Esperei um pare.

Ninguém era páreo

para um rei.

Tirei.

Inserida por kikoarquer

⁠Poema QUINTANARES
Há tanta moça bonita
Nas ruas que não andei,
Que há até uma encantada,
Que nem em sonhos, sonhei.
Mas se a mim me permitir,
A vida em redemoinho,
Quero me ir levemente sorrindo,
Como se vão aquelas folhas outonais,
Que varrem as ruas centrais da cidade que habito.
E se não for por ventura,
Que o coração se reparta,
Quero que arda em fogo árduo,
A pungente alegria, daqueles que se embriagam,
Simplesmente enamorados na claraboia da lua.
Há tanta coisa escondida, nestas ruas que andarei,
Até mesmo a própria vida, feita uma canção atrevida,
Que quiçá, talvez um dia,
Com as próprias mãos tocarei.
Carlos Daniel Dojja
Em Homenagem a Mário Quintana

Inserida por carlosdanieldojja

"buscar a aprovação de outros não passa de um ato de vaidade e tal pressão pode paralisa lo de sua própria vida.existe algo mais vazio que isso? Alguns chamam de autojustificação, mas não consigo ir contra minha natureza.sou dono de mim,ao ponto de traições não me afligirem.tudo que preciso é de meus fiéis companheiros,mesmo que isso signifique uma vida indigna

Inserida por bruno_andrade_1

Sou uma entre tantas sonhadoras, nada mais do que uma idealista, ou até uma lunática que levantou o seu próprio universo de fantasias, ficções e sonhos.