Poemas Vinicius de Moraes Patria minha
Vocês sempre serão
a minha razão de viver
Sem vocês eu não existo
Quando você me encontrar
você me amará, assim
como te amei.
A falsidade estraga
a amizade. E o amor
nasce em tempos difíceis.
Cada segundo que passa
da nossa briga eu
contínuo te amando.
Não deixe que a briga
estrague a nossa amizade,
porque é passageiro.
Cada vez que eu te vejo
acabo te amando mais.
Sabe aquele buraco no
meu coração?
É as tristezas longe de
você.
Quando estou do seu lado
a sua amizade me faz feliz
Assim como a verdadeira paixão.
A amizade de verdade
É estar do seu lado
É estar disposta a te ajudar
Sempre, sempre e sempre.
E eu sempre estarei disposta a te ajudar.
em todas as circunstâncias que você passar.
Para restaurar nossa amizade
É só achar um jeito para
minha felicidade aumentar.
As tristezas em minha vida
São grandes
E com você em meu lado
Alegra minha alma
Alegra minha lágrima.
Seu coração em meu coração
Completa uma vida
Que há
Alegrias
Tristezas
Raivas
E o amor nunca se acabará
Há muitas maneiras de viver
Mas eu quero viver com você
Sabe porquê?
Porque você me faz feliz
Assim como a lua e o sol
Sem eles não vivemos.
A vida tem obstáculos
Que são difíceis de manejar
Mas ao seu lado
Você me protege
Você me faz acreditar
Que as maneiras de viver
São fáceis de lidar.
Você me faz brilhar
Você me faz chorar
Você alegra meu coração
Você é a batida do meu coração.
Sem você
Meu arco-íris não tem cor
Você sempre estará no meu coração
Você é o meu Lindo, Grande amor.
REFERENTE Á CAPOEIRA
EU AGORA VOU FALAR
CAPOEIRA É MINHA VIDA
É TAMBÉM MEU VADIAR
CAPOEIRA EU NÃO ESQUEÇO
ELA SEMPRE EU VOU LEMBRAR
CAPOEIRA ESTOU JOGANDO
ELA SEMPRE EU VOU JOGAR
CAPOEIRA EU NUNCA DEIXO
ELA NUCA EU VOU DEIXAR
CAPOEIRA EU SEMPRE LEMBRO
ELA EU SEMPRE VOU LEMBRAR
CAPOEIRA É PARA TODOS
E ESCRITO ASSIM ESTAR
CAPOEIRA EDUCAÇÃO
ONDE PODE SE EDUCAR
CAPOEIRA É CAPOEIRA
ELA EU SEMPRE VOU LEMBRAR
EU CONHEÇO Á CAPOEIRA
CONHEÇO EM QUALQUER LUGAR
AONDE TEM MESMO ESSA ARTE
EU POSSO FICAR POR LÁ
CAPOEIRA EU SEMPRE LEMBRO
ELA SEMPRE EU VOU LEMBRAR
posso ser bagunceira como um rodamoinho
posso ser bela como a lua
posso ser minha e sua ao mesmo tempo
posso ser quem eu quiser ser
enquanto for eu mesma!
A rotina
Dias sombrios surgem
E o espelho da minha alma fica eclipsado
Não sei se demonstro o que sinto
Ou se contínuo querendo agradá-lo
Eu o amo, eu sei disso
Mas será que ele me ama
Ou será que as intensidades
Não são equivalentes?
Cada dia minha insegurança vai se agravando
Eu vendo meu coração, por vezes
Se despedaçado
Sem rumo, contente com migalhas.
Ele diz que me ama,
O dia se ilumina,
Ele me trata mal,
Ele não está normal
Confusa, obtusa
Não sei o que pensar,
Ou o que fazer.
Eu sou tão aberta
Porque você não é?
Quero fazer parte da sua vida.
Não em partes,
Completa, inteira.
Entendo que seja fechado,
Às vezes mal humorado,
Só queria saber a razão,
O porquê!
Fazer parte da sua vida.
Vou me adaptando aos poucos
Tentando aprender a conviver
Sem me magoar, sem me reter
Minha mente e só o
início de uma grande
rebelião interna,
Em que nessa briga
que eu começo, eu
mesmo acabo me ferindo
Minha rosa dos ventos
Aponta sempre na direção do sol
Vocês presos em casas e apartamentos
O sol segue iluminando o meu caminho como um farol.
Fiz do ódio minha inspiração.
Pois a saudade em mim já destruiu o coração.
Fiz do perdão meu refugio.
Pois a realidade em mim só me trouxe ilusão.
E mesmo que não faça sentindo algum.
A vida sempre torna o imprevisível
em mais uma confusão.
E mesmo quando a confusão me deixa perdido.
Sempre acho o caminho quando escuto teu coração.
Palavras me rodeiam,
sensações inexplicáveis batem em minha porta,
te coloco no papel,
eis o que me importa,
sem saber simplesmente para onde voar,
mas em uma direção sei que irão chegar.
Entre rabiscos e desconcertos,
sensações encabuladas,
palavras desnudadas,
respostas insolúveis me guiam sem direção.
Só quero a ti caminhar,
sobre uma simples ilusão.
As flores da minha primavera:
ODES A CAMÉLIA
Com meu queijo no peito
caminho jururu…
No jardim encontro
a Camélia,
lacrada, frágil e solitária.
Cheia de mistérios e segredos.
Feito eu,
estava rubra de chorar…
As Flores da Minha Primavera.
ODES A EDELWEISS
A flor que surgiu de uma lenda
pequena, frágil, graciosa,
igual a um bordado de renda,
também é rara e preciosa.
Foi da lágrima de uma dor,
nas fendas e pedras nasceu.
A poética branca flor
nas altos alpes floresceu.
Flor de sonho e de poesia,
de pétala alva e aveludada
proclama amor e harmonia
Esplendorosa estrala em flor
Amada, Edelweiss… Edelweiss
supremo talismã do amor.
As Flores da Minha Primavera.
ODES AS ALFAZEMAS
O vento do norte abrandou a fúria,
com alento, uma azulada brisa
ondulou milhares de hastes suas.
De longe, quando menos se espera,
entre o labirinto matizado,
trazem um horizonte perfumado.
Chegam com seus passos sonolentos
em silêncio abrem seus ramos.
Com os olhares "cor de safira",
as suas pétalas flutuam…
deixando seus rastros à mercês
dos poetas e das utopias.
As Flores da Minha Primavera.
ODES VIOLETA
Singela e pequena flor,
Debruçada na janela,
silenciosa e ansiosa
Imprecisa… olhar ausente
espera o tempo passar…
Violeta…alma desfeita,
a cada instante
as suas pétalas caem.
Triste, alheia - sem lutar -
Enternecida…ainda sonha.
na esperança e na utopia
de nova germinação…
De onde eu vim era só um sonho
Mas eu que componho minha realidade
por isso escrevi este momento, para me edificar na eternidade...
Escrever torna minha vida mais agradável
e menos amarga.
A arte de escrever é a presteza de tornar minha vida menos ignorante.
Até meu tormento se acabar
Vai reinar no olhar
Uma história de dor
Que não foi minha mãe quem escreveu
E um brilho abastado de negro
Que não foi meu pai que lapidou
Soando apenas como cores
Vertidas das escolhas que imaturamente fiz.
Basta somente uma gota do teu olhar,
Na minha simples realidade,
Para que meus olhos possam enxergar,
A verdadeira felicidade!
Rodivaldo Brito em 20.10.18
Algoz de minha alma
voz da agonia que tortura...
nos céus a onda que mexe com você,
na loucura dos dias inflamo o coração,
na luz que abre uma esperança...
que assim que morre num ato solitário...
quando mergulha na escuridão...
o espera ter mais nada pode ser visto.
