Poemas Vinicius de Moraes de Mar
Na aula de matemática, o joãozinho se empolgou
com a matéria e mandou o seguinte bilhete à
Mariazinha:
Já rezei 1/3 para arranjar 1/2 de te levar para
1/4
"Ó São Paulo garoento,
Meu Grande ABC, Serra do Mar.
No planalto, selva de cimento
O trânsito é de amargar.
Na periferia um tormento
De carro poder rodar.
Vivemos todo momento
Aos trancos, a lamentar.
Mas Deus, no firmamento
Ensina-nos a te amar.
(J.M.Jardim - Set/2013)
Coração azul
Como o mar e seus recifes esplendorosos e coruscantes
Que geram o carrossel silente e harmônico do amanhã
Assim são meus olhos serenos e suplicantes
Que bradam vergados de esperança ao comtemplar o efígie talismã
Em minha alma tenho o rugido da indomável tempestade
Soprando com furor os seres velejantes do amanhecer
Que veem estremecer seus ventres de argúcia e sagacidade
Criando sempares reflexos ao entardecer
Suas lágrimas contém o elixir celestial
Que faz nascer o néctar da imortalidade
Bradado no coração do oceano reluzente
Estrelas douradas criam o vento boreal
Que constituem o cenário da sublimidade
Delicadamente exprimindo sua pura alma inocente
POEMA TRISTE. (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ondas em rochedos.
Canção do mar.
Brisa no rosto a acariciar.
Por que de todo peso.
A leveza ao avistar.
O mar, o céu, um beijo.
E o horizonte o encontrar.
Expirar, botar pra fora.
Deixar o ar sustentar.
Repentino vento sopra.
E os problemas a dissipar.
Num vai e vem incessante.
Uma onda grande a formar.
Forte, bate no rochedo.
Formando gotas no ar.
Só pra me banhar.
Pra me lavar.
E a natureza me curando.
Sabendo o meu necessitar.
As pedras sem arestas que avisto.
Polidas pelo oceano num confrontar.
Eram pontiagudas, com cantos vivos.
Mas se sucumbiram e vivem a se moldar.
Pela persistência do mar, a força do mar
No meu observar.
Eu na pedra sozinho.
E os sinais da paisagem a me ensinar.
SINAIS. (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ondas em rochedos.
Canção do mar.
Brisa no rosto a acariciar.
Por que de todo peso.
A leveza ao avistar.
O mar, o céu, um beijo.
E o horizonte o encontrar.
Expirar, botar pra fora.
Deixar o ar sustentar.
Repentino vento sopra.
E os problemas a dissipar.
Num vai e vem incessante.
Uma onda grande a formar.
Forte, bate no rochedo.
Formando gotas no ar.
Só pra me banhar.
Pra me lavar.
E a natureza me curando.
Sabendo o meu necessitar.
As pedras sem arestas que avisto.
Polidas pelo oceano num confrontar.
Eram pontiagudas, com cantos vivos.
Mas se sucumbiram e vivem a se moldar.
Pela persistência do mar, a força do mar
No meu observar.
Eu na pedra sozinho.
E os sinais da paisagem a me ensinar.
Nascentes de água do mar
Meus olhos são nascentes
de águas do mar
Que gotejam persistentes
as mágoas a transbordar
O tilintar desse dia
onde a luz mal chegada
iluminava outra despedida
Faltou o "Eu te amo" na partida
Oceanos eu crio em um momento
Tempestades crio em copos d'água
"A minha alma partiu-se como um vaso vazio" - Apontamento
A minh'alma se diluiu, e salgou o mar
Tempo, aproveite-se de meu olhar vazio
Passe sem me fazer perceber
Jogue-me a beira da morte
Pra que possa finalmente me esquecer.
Maldito leviano
Não há o que se possa fazer,
Já selou-se a vontade do mar.
Persiste ainda a esperança, porém.
Afogada jaz a pura criança,
As lágrimas marinhas enchem os pulmões da pequena.
Incompetente e leviano o pai,
Deixou se afogar sua criança.
Onde está o teu cuidado?
Jaz sem vida, tua vida.
Terás tuas boas lembranças,
Mas quem lembrará bem de ti?
Aquele que causa dor sofre,
Com sua dor e com a dor por si causada, sofre.
Eis aí tua maldição,
Viverás sem tua vida.
FRIO
Banhei a alma desnuda,
calada e muda,
no rio da solidão!
Quem sabe era um mar!
Onde me aconcheguei
nas ondas de ímpeto
do meu amar.
E me afoguei
ao acreditar nas tuas mãos!
Tua presença em minha vida
O mar calmo é lindo
Reconfortante é sua brisa suave
Mas o mesmo mar calmo se transforma
E é devastador...
Arrasa com os rochedos do meu coração
Sua impetuosidade quem poderá suportar?
Como um vento suave sobre os campos floridos é tua presença em minha vida
Alegra, refresca, agita as folhas
Permitindo até às folhas mais baixas de minha vida contemplar o Sol...
Como essa brisa pode ser tão devastadora
Destruindo tudo e não deixando nada no lugar?
A Lua brilha no alto do céu
E alcança as areas escura do meu coração
Se não ia ficar porquê me acostumou com sua luz?
Vá... dessa vez...
Não olhe pra traz...
Caminhe no seu caminho costumeiro
Não olhe pra traz pois do contrario enchergará os pedaços de mim mesma
Espalhados ao longo do caminho
Pois fez dos pedaços do meu coração
Tapete para você passar...
Vim ao mar saudar Iemanjá
trouxe prendas para lhe ofertar
como é lindo o seu cantar
salve salve a rainha do mar.
O meu caminho
Nem sempre
É um mar de rosas
Nem todos os dias
São de glórias
E até a paisagem
Deixa a desejar
O fardo parece mais pesado
Do que em outros dias
O trajeto fica bem dificultado
Os obstáculos tomam conta
Da estrada a ser percorrida
Mas se tivermos fé e esperança
Superar os percalços
Fica mais fácil
E a gente passa a entender
E compreender
Que tudo faz parte das provas
Pelas quais passamos
Rumo à nossa evolução
E que Jesus esteja sempre conosco
Que Ele não desista de nós
E nem nós podemos desistir
A força vem do Alto
E por isto sejamos felizes!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
O céu,as estrelas,e a lua
Fico feliz em admira-los
O mar,as montanhas e toda
A natureza me alegra e me
Encanta
Até o soar do vento;
Pra ser feliz não preciso
De muito
Amar, dançar,cantar
Sentir a natureza
Escrever meus poemas e
Minhas poesias,
Viajar nos meus devaneios
No mundo da fantasia.
De todas as palavras escolhi água,
porque lágrima, chuva, porque mar
porque saliva, bátega, nascente
porque rio, porque sede, porque fonte.
De todas as palavras escolhi dar.
De todas as palavras escolhi flor
porque terra, papoila, cor, semente
porque rosa, recado, porque pele
porque pétala, pólen, porque vento.
De todas as palavras escolhi mel.
De todas as palavras escolhi voz
porque cantiga, riso, porque amor
porque partilha, boca, porque nós
porque segredo, água, mel e flor.
E porque poesia e porque adeus
de todas as palavras escolhi dor.
"Eu sinto você na brisa do mar,
no vento que sopra sem parar.
Eu sinto você no instante parado,
pensando,
como é bom te amar."
Eu vim para amar intensamente, me jogar no mar de oportunidades.
Estou aqui pronto para errar, me decepcionar e chorar.
Estou aqui para me surpreender, sorrir e encantar.
Estou aqui para recomeçar a cada dia, para ser, mudar e me reinventar.
Como um desenho na areia se perde ao encontro das ondas do mar, sinto - me o desenho, e o mar o teu olhar.
Quando vem a me abraçar, vejo nossas aureas dançando no luar
Quando com intensidade me beija, torço para que aquele momento eterno seja.
Oras como podes eu de novo me apaixonar ?
Como podes à uma pessoa meu coração em pedaços entregar?
Perguntas que me atormentam ao adormecer, contudo, sonho contigo e á desejo ao amanhecer.
Agora, desejo apenas o seu amor se assim posso dizer, ao seu lado feliz vamos nos fazer.
Nosso futuro vamos escrever, e aos maus olhados, vão nos ver juntos vencer.
Eu sou
Sou a estrela -do -mar ou o mar das estrelas....
A moça da torre, na janela vendo o domingo passar.
E quem será ela?
E o domingo passa com as donzelas
nuas nas ruas e com as feias em trajes ultrajes.
Eu sou. E o que sou nunca vais saber.
Eu sou sua gota sorvida às margens,
as margens da vida, do seu próprio morrer.
Eu sou a estrela -do- mar ou o mar das estrelas.
As vezes encontramos o que se é perdido no mar,
na leitura, no caminhar das ruas, nas gravuras.
Encontramos o perdido na canção,
no toque do piano, no suor que escorre da alma,
à medida que bate o coração.
As vezes encontramos o que se é perdido em alguém,
no encontro de dois corpos, num beijo incompetente,
no luar do olhar de quem tasse bem.
Encontramos o perdido num drama,
num romance vermelho, na personagem vulgar,
na ousadia de quem se ousa a mudar.
Encontramos o nosso perdido em tanto lugar...
No entanto, não nos damos conta nessa busca hostil entre âmago e dracma,
Que o que sempre está perdido, quase sempre está em casa.
Meu paredão é dentro do mar
Mestre nunca me derrubou
Eu entrei no oceano nas asas de uma baleia
Mas eu fui no fundo da areia
Um boto foi que me levou
Quando a sereia cantou
Eu comecei a olhar
Mestre nunca me derrubou
