Poemas Variados e Diversos

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⁠Veja Tudo, Construa em Silêncio
Veja tudo.
Não diga nada — ainda.
Respire.
Nem tudo que se observa exige voz.
Algumas verdades pedem chão firme,
outras, coração que já curou a própria dor.
Veja as falhas — com compaixão.
Veja os erros — como lição.
Veja o mundo — e transforme-se.
Pois quem quer mudar o outro,
começa por si.
Veja, sim, o caos lá fora.
Mas olhe também o céu dentro de você.
O silêncio não é fraqueza,
é a semente do discernimento.
Não diga nada…
até que suas palavras edifiquem,
levantem muros de paz
e janelas de esperança.
Fale quando for para construir,
agir quando for para elevar,
calar quando o ruído não for ponte,
mas muro entre corações.
Veja tudo.
Sinta tudo.
E quando falar,
que seja luz.

Inserida por ZANUTE

⁠“Luz Que Habita em Mim”
No silêncio azul da madrugada,
onde o tempo se esquece de passar,
uma alma acende sua jornada,
sem se mover… começa a voar.
Sentada em paz sobre a matéria,
envolta em névoa sideral,
o corpo dorme — a essência impera,
brilhando num fulgor vital.
Estrela viva entre cortinas,
janela aberta para o além,
cada átomo em mim se alinha
com o universo que me tem.
Sou sombra e luz em harmonia,
sou sopro antigo, sem prisão.
Medito — e em minha calmaria
o céu pulsa no coração.

Inserida por ZANUTE

⁠A minha madrugada às vezes tem o seu silêncio quebrado por uma voz ou por outra forma de musicalidade tão agradável que alcança a alma durante um momento simplesmente memorável

entre algumas notas em harmonia com as palavras como os sentimentos e versos de um linda poesia, a vida expressada pela arte, então, junto a música que ouço a um poema que faço, inspirado em demasia

Com isso, o tempo vai passando e o meu sono vai ficando um pouco de lado, todavia, assim, satisfaço o meu vício poético e vou dormir mais relaxado, dando uma direção sadia aos meus pensamentos para eu não ficar acordado.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠No silêncio da sala, o tic tac da caneta,
Ecoa pelos corredores, como uma sonata inquieta.
Na carteira vazia, a mente se aventura,
Explorando mundos, numa busca tão pura.

Tic tac, tic tac, o tempo não espera,
Enquanto os alunos aprendem, a mente se esmera.
Cada linha traçada, um novo aprendizado,
Na escola, o conhecimento é sempre renovado.

O tic tac da caneta, um sinal de progresso,
Registrando ideias, num eterno processo.
Na sala de aula, onde o saber floresce,
O tic tac da caneta é a sinfonia que aquece.

Assim segue o ritmo, na dança do saber,
Na escola, onde o futuro começa a nascer.
Com o tic tac da caneta como guia,
Cada estudante escreve sua própria poesia.

Inserida por Lucianbx

⁠No silêncio sereno
do Médio Vale do Itajaí
poeticamente bordei aqui
na minha Rodeio um lindo
Ipê Amarelo do Cerrado
no meu bastidor brasileiro
para dizer tu tem deixado
o meu coração por ti faceiro
e és dono do meu total desejo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Com o bonito canto
do galo inundando
o silencio do centro
da cidade de Rodeio,
despertei pensando
com toda a poesia
que aqui vive em mim.

Inspirada na beleza
do Médio Vale do Itajaí
no brilho dos olhos
mais lindos que eu vi:
a poesia já vive em ti.

O Rio Itajaí-Açu dá
lições para quem
quer na vida aprender,
muito antes você
não havia me notado
como alguém que sabe
muito bem o quê quer.

Rodeio surpreende
porque aqui já havia
poesia muito antes
de você perceber,
e todo o dia tenho
uma pista a oferecer.

Não nego que tenho
percebido que você
tem guardado o quê
pode ser visto em noite
de lua e estrelada
e a cada dia os meus
poemas têm feito
a sua alma capturada.

Inserida por anna_flavia_schmitt


Rodeio Sublime

Você me ama em silêncio,
moro com arte em Rodeio
e escrevo poemas diários
soltos pelo Médio Vale do Itajaí
para fisgar o seu coração
com este rodeense poemário.

Sou eu o teu Ano Novo
mesmo que você não me veja,
eis-me como o sussurro
do Rio Itajaí-Açu
e a tranquilidade da arrozeira.

Você me cativa com devoção
moro com poesia em Rodeio,
você por enquanto ainda não
veio e me endereça o coração.

(Sou eu quem escreveu este
Poemário para a nossa Rodeio
sublime e amor mais que perfeito).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Você sabe que te amo
e nós dois continuamos
em silêncio por tudo
aquilo que sonhamos;
e sabemos que encontramos
na poesia romântica que
as nossas mãos podem nos dar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠se está proibido duvidar,
prefiro mesmo é calar
por saber que o silêncio
tem o poder de abalar

o indelével princípio
da ciência é a dúvida

é imperativo no caminho
deixar a infâmia para
quem quer que a gente
não saiba se posicionar

silenciar e se afastar
não é desistir de nada,
é dar rasteira na trapaça

se está proibido,
falar prefiro a poesia
para não desaprender
a me expressar

até o inevitável chegar,
a tempestade passar
e a ignorância se dissipar

deixo a exaustão
para os que acham
que têm poder
de domar o indomável,

enquanto me ocupo do que é incrível.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠De mãos dadas com você
caminhando em meio
as Aroeiras-Mansas,
Com apaixonadas ânsias,
silenciosos e orgulhosos
do amor ter nos encontrado
e criado o paraíso habitado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Diante do desprezo e do silêncio
desrespeitosos por parte de alguns,
Aprenda com a sabedoria das flores do Araçá-Amarelo,
Floresça, sê poesia plena
e entregue nas mãos do tempo
a sua vida que é o seu poema:
Porque no final de tudo
sempre será você ou você.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠22/06

O silêncio pode salvar
a comunicação,
o barulho não;
Afaste-se de confusão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O silêncio é o fogo brando
que aquece as paixões,
fortalece as emoções
e faz o desejo aumentar
as nossas tentações,
O amor se for de verdade tende
a florescer como um jardim
na sua Primavera particular,
É no silêncio que as almas se beijam
sem precisar uma palavra trocar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Com poesia guardo
o quê sinto e deixo
que ela fale por mim
já que o silêncio vale ouro,
Continuo querendo saber
de você o tempo todo,
Quando o assunto é amor,
sou como a Tachã-do-sul:
no território do meu
coração não existe outro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Acropora serrata Lamarck
por cada lugar avistado
no silêncio deste recife,
os meus olhos, os ouvidos
e a atenção não permito afetar
mesmo com esta correnteza
forte na profundeza do mar
da minha poética existência

(o nosso mundo não é
só de quem tem poder,
ele pertence a todos que
buscam cultivar a paciência)

o quê é de poder dura um
tempo e depois se dissolve,
e o quê é de paciência permanece
na vida um dia sempre se resolve.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sinto na pele o frio extremo
aqui no Médio Vale do Itajaí,
O silêncio da Cidade de Rodeio
encantadoramente é quebrado
pelo canto do Canário-da-telha,
Resolvi me arrumar por dentro
para escrever um lindo poema
enquanto bebo na cuia de Porongo
o meu tradicional Chimarrão Estrela.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Versos Intimistas
que surgiram no meio
do silêncio do peito,
explicação difícil
que só se aplica ao amor;
O amor é primavera não passa,
você é toda a minha Via Láctea.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A palavra de sempre
como de costume aguada

Hipotético silêncio
enquanto me explodo por dentro

Aquilo que não tem conserto
consertado está

Um estranho sentimento que
não merece nunca mais voltar

(Versos Intimistas para desabafar).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Asas em silêncio
escrevem Versos Intimistas
para caber no peito
e ser o seu absoluto destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No silêncio noturno
ilhéu da Ilha do Quiriri
Um olhar profundo
como um banho de estelar

Dos pés a cabeça
a amorosa emergência
A fortuna poética
que não dá para disfarçar

Navegando neste estuário
tenho consagrado
a rota do atemporal rimário

Daquilo que ninguém conta
sobre a Baía do Babitonga
reafirmo o pacto com o tempo.

Inserida por anna_flavia_schmitt