Poemas Tristes
O cristianismo nos propõe estado de felicidade abundante que não são condizentes com os prazeres e as experiências vividas pela humanidade
Diante do ignorante há um sábio a dar conselhos sobre a felicidade, mas ao tomar as decisões o ignorante continua ignorante.
A felicidade é um instinto pelo que deva lhe proporcionar o bem estar e o ânimo de viver. A quem detiver não deva proporcionar da mesma a outro, pois não há igualdade para a felicidade, apenas ponto de vista de senso estético. Acredita-se que os sete pecados tenha tudo a ver com a felicidade.
Deus não pode resolver para mim aquilo que eu não resolvi. Na busca incessante da felicidade todas as súplicas são insuficientes e para o entendimento da vida o homem necessita de alucinógenos para aumentar a sua compreensão. Obtém-se o ilusório e o surreal ao mesmo tempo quase tudo é incompreensível e insatisfatório, Deus se manifesta apenas no imaginário pela conspiração religiosa, onde há um respeito exagerado dado as causas sem causas.
No aforismo religioso se cultiva a ideia de um Deus máximo, uma felicidade satisfatória para quem atravessar a vida através dele. Nessa natureza própria da humanidade se revela o testemunho eufórico das experiências com Deus em cada ser como deva aceita-lo, acima da compreensão dada como razão e ciência da vida terrena. O materialismo existente na cientificidade afirma uma realidade contrária ao plano metafísico da religiosidade, porém condizente com a forma de vida humana. A explicação materialista sobre a existência de Deus requer uma verdade material, mas ainda, até que aconteça, considera-se Deus um mito.
A felicidade é uma estimativa pela saúde, beleza e riqueza que nos ensinou aquilo que a séculos já conhecemos. O papel religioso é uma especulação orientada por um espírito imaginário que constitui um senso comum místico para dar causa a felicidade.
O dinheiro é uma felicidade humana até para quem não se dedica muito a ele. Segundo os textos televangelistas, Deus quer que você doe até doer, onde o rico dinheirinho é livre e abundantemente sugado. (Schopenhauerizando).
Se o sentimento de felicidade fosse uma uma subida à montanha, chegavas ao topo mais alto e não davas conta. É só quando estás na base da montanha te apercebes o quanto estavas feliz. O sentimento de felicidade não é espacial, é temporal e chega com atraso.
Vamos separar o ego da responsabilidade para voltarmos ao caminho da felicidade espiritual e terrena.
A Felicidade está no café da manhã, nem sempre no almoço e a certeza dessa falácia, no jantar. O loop recomeça em um Novo Amanhecer.
A verdadeira Felicidade, encontramos no primeiro e no último suspiro, tudo vale a pena nessa eterna construção.
Começamos a conhecer a Felicidade rindo de nós mesmos…
O coração não conhece o poder de sua própria força.
