Poemas sobre Si Mesmo

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​O Paradoxo da Pátria
​O fogo que pensa é o mesmo que se apaga,
Consumido pelo peso da própria convicção.
A mente que julga, que dita e esmaga,
Cria a faísca que incendeia a nação.
Crentes de que iluminam o escuro,
Ardem em certezas, mas o fim é o deserto puro.
​E a água que mata a sede...
É a mesma que afoga, que inunda, que desaba.
O recurso que cura é o que rompe a parede,
Quando a ganância transborda e a represa acaba.
O que deveria nutrir o solo do país,
Vira a enchente que arranca a raiz.
​Queriam o progresso impresso no plástico,
Mas o excesso do remédio virou o veneno.
O discurso seguro, soberbo e drástico,
Deixou o gigante de joelhos, pequeno.
Morrendo de sede ao lado da fonte,
Cego pelo brilho de um falso horizonte.

Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.

Noite nublada e mesmo assim vejo as estrelas, constelação nebulosa e sois diante dos buracos negros e buracos brancos, intensidade das nuvens dentro das cordas.
As nuvens dentro da nebulosa, restos de um tempo que passou. Ou resto de uma estrela.
Muitas vezes vejo na minha mente um desejo eterno e puro do universo.
Abro esses pensamentos olhando o por do sol abro ideia mais profunda lapides do universo os anéis de Saturno parece ser aglomerados de asteroides viajando numa elíptica das órbitas mais altas.
Mais metais de nova matéria pode ser um novo elemento na tabela periódica.
Esse pensamento eleva para mineração espacial.

Quando o frio passa,e o casaco vira um acessório desnecessário.
O mesmo acontece com algumas amizades,
Quando ouvem um não.

Mesmo sem telefone no céu,
E sem horário de visitas,
Existe comunicação direta.

Quando você não se escolher,
E priorizar quem te mantinha por opção,e mesmo assim sobreviver o dano.
Ninguém mais te doma.

Tem gente que é aquele taquinho de rapadura na fresca da varanda,
Mesmo não sendo mole,
é doce.

Mesmo sem saber o grau de periculosidade,
os venenos que nos intoxicam,
Também foi escolha nossa.

Entre o castelo e o mirante,
Um conto triste teve um desfecho brilhante.
Mesmo depois de tanta tristeza,
Ela encontrou um Príncipe que a chamou de Princesa.

[Cromossomos]


Mesmo sabendo que não é muito,
Eu só posso te dar uma coisa,
Absolutamente
tudo.


(Michel F.M. - Altas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

⁠Quer mesmo aumentar a intimidade?
Quer algo mais sério?
Firma-se na palavra, e usa,
e encontrará dentro desta palavra o que precisa.

⁠Mesmo sem asas, posso sentir,
O vento suave a me conduzir.
Com Teu toque, me faz flutuar,
Nas águas da graça, me faz descansar.

Amar é escolher servir mesmo quando não reconhecem.


Amar é perdoar quando seria mais fácil afastar.


Amar é estender a mão mesmo quando já feriram a sua.


Amar é deixar Cristo ser visto em nossas atitudes.

E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.
Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.”
(1 Tessalonicenses 5:23-24)

A mesa é da graça, não do mérito.


Jesus não chamou perfeitos, mas homens comuns.


Ele mesmo disse:
“Não necessitam de médico os que estão sãos, mas sim os que estão enfermos.” (Mateus 9:12)
A mesa é um hospital espiritual, não um prêmio para impecáveis.

O exterior engana: o brilho da carne apaga,
mas o coração cheio de Deus continua aceso, mesmo ferido.
Quem julga pela aparência revela a própria cegueira,
mas quem tem o Espírito, enxerga o invisível,
e reconhece o perfume de Cristo, mesmo em vasos quebrados.

“Sou Eu que te faço viver — e quando Eu dou, Eu dou mesmo!”


Não é remendo, é renovo.
Não é disfarce, é milagre.
Não é força humana, é o Meu poder soprando dentro de ti. Miriamleal

Reconheço que não mereço o Teu carinho, e confesso que sou frágil e pequeno, mas mesmo assim escolho permanecer diante de Ti, rendido, dependente, confiando na Tua graça.


“Porque o Senhor se lembra de que somos pó” (Salmos 103:14).
E mesmo assim… Ele nos ama.

Adoramos quando obedecemos,
quando amamos,
quando perdoamos,
quando permanecemos fiéis mesmo sem aplausos. Miriamleal

Quem entra nesse novo ano do mesmo jeito, vai colher o mesmo resultado.
Hoje Deus não procura quem conta segundos;
procura quem se posiciona.
miriamleal