Poemas sobre quem Realmente eu sou
Quando vento eu for, não poderás mais me tocar apenas sentir...
Quando chuva eu for, cairei sobre ti e não mais poderás me segurar...
Então deslizarei em teu corpo tocando suavemente tua pele chegando até o chão...
Onde sumirei na terra, para morrer na mais absoluta solidão...
Queria escrever sobre o amor
Porem sobre o amor não sei nada
o que eu sei e que ele nos deixa
bobos, cegos e loucamente fora da realidades
quantos os sentimentos nem sei mais
pois acho que isso e uma das coisa do tal
amor, nos deixarmos confusos a ponto de nem
sabemos o que estamos fazendo...
BORBOLETA
Eu não farei poema à borboleta,
inseto que esvoaça sobre a rima
furtada da inequívoca obra-prima
jamais escrita por esta caneta.
Persigo a perseguida de veneta,
mas voa a rima alheia à minha estima
a qual “torce, aprimora, alteia, lima
a frase”, que se esconde numa greta.
E o muro, “paredão todo gretado”,
é sóbrio, é careta, e é quadrado,
mas guarda para si aquela greta.
Solitário empunhando esta caneta
por ser da borboleta rechaçado,
achei-me, em outra greta, contentado.
Eu não vejo a hora de parar de escrever sobre o amor, estou me sentindo tão cheia e farta desse sentimento.
Quero escrever sobre ficção... Esse sim, é o meu verdadeiro lado.
Se por ventura não tenha eu, ainda nos tempos de outrora, deixado saber os teus ouvidos
sobre os regalos que o teu protagonismo
trouxe a mim; tão logo abriram-se as cortinas
para o nosso ato, justifico com um tão popular clichê "A Vida é um espetáculo teatral". Enquanto
em cena o "blackout" das luzes leva consigo
o desfecho do ato para que outro comece, no palco
de uma vida a luz que ilumina cada ato também
ascende toda a história, a minha história."
Eu penso que viver compreende harmonizar cada uma dessas luzes de forma que o meu "eu" autor
jamais as perca de vista. Pois ainda hoje claramente acho em mim fragmentos inéditos, por você ofertados quando ainda não fora eu sabedor destes tais tesouros.
(Andy Souza)
Ao meu PAI
Sobre o meu desapego.
É que eu tenho esse jeito de
consolidar as farpas, de magoar com
facilidade, de me magoar com mais
facilidade ainda, eu sei que sou um
tanto inconstante e mudo de
freqüência como quem muda de
roupa e me moldo a momentos e
sofrimentos, a alegria e felicidades.
E esse meu jeito de sentir muito e
mostrar tão pouco... Conheço meu
desapego, meu desassossego e
minha saudade. Minhas infinitas
vontades. Quanta força literária num
pequeno fragmento. Quase pude
sentir o coração pulsando. Gritando
que eu me arrependo que eu te
quero por perto, e que você já pode
voltar pra mim.
Me aventuro nesses momentos
únicos onde imagino nós dois lado a
lado (companheirismo), quanta
lamentação, quanto tempo
desperdiçado, quanta falta!
escrever algumas coisinhas de vez
em quando sobre ti, é como regar
uma plantinha que esta a um passo
do fim. Mais são apenas
pensamentos soltos, pequenas
divagações. Aquilo que de tanto
pensar quer sair da cabeça,
quer mudar...
Eu preciso sair das palavras!
Você foi eu fiquei;
Sobre ondas revoltas no mar;
O sol aquecia meu corpo;
E que não sabia nadar;
aflita delirei..! Ouvindo um pássaro cantar;
com o olhar tentei alcançá-lo e via a fumaça
cujo fogo fazia arder a montanha;
Ela chorava pedindo socorro; Nada eu podia fazer; Estava tudo tao distante... Há! Eu queria chegar lá, sumir junto a fumaça; Já que não tinha ninguém, e não me restavam mais nada;As minhas sementes voaram, me deixando sem raízes, esperanças, e sem coragem;
E quase sem perceber vi que não estava só;
Porque senti Deus nos montes nas nuvens e na cansão;
Ele estava presente ao meu soluçar;
Essa força veio me consolar.
se eu pudesse criar asas e voar sobre a imensidão desse céu azul e mergulhar la nas nuvens brancas para encontrar o amor
esse meu vazio se encheria de felicidade
e ficaria como um arco iris cheio de cor
assim meu coraçao nao estaria sofrendo tanto
e esse mundo nao teria tanta dor
Então eu aprendi – embora não sem pesar – mais uma coisa sobre o amor: que a gente não consegue controlá-lo... nem mesmo fazendo uso da razão. – Chronos o Tempo
(Trecho de "A História Esquecida da Hospedaria na Estrada")
Ai, eu paro, penso e escrevo. Eu paro, penso, repenso e escrevo duas linhas sobre você.
Não.Sobre nós,melhor...sobre o que eu achei que fôssemos nós. Eu paro, penso, repenso e "trepenso". Uau! Como eu consegui perder tanto tempo com você assim?
Como eu pude ser tão idiota? Mas falando sério produção, não dá pra voltar atrás não? Por que tipo assim, a realidade é que se arrependimento matasse, eu estaria mortinha.
Bem,confesso que morta eu me senti assim que deixei você.
Mas,ei produção, é sério,por favor!
Digo e imploro tudo isso como se a vida fosse fácil assim né?
Mas tudo bem,deixa pra lá,hoje eu sei que já superei tudo,principalmente o erro,ou melhor principalmente ter te feito existir na minha história.
Mas fazer o que né madura, eu posso suportar tudo isso.
Eu?
Eu, mudar por ele? que idiotice ter pensando assim um dia.Por que eu bem sei que esse meu "errado" é o certo de alguém. Ah,mas é verdade,mesmo que você por despeito ainda duvide.Fala sério né...?Você melhor que ninguém sabe exatamente o que perdeu...
Tá chateadinho...?
Pensou que seria a sua moda é...?
Ah,sério? Se deu mal né? Por que aqui não é de qualquer jeito,aqui não é a moda c@#@lho,aqui existe uma mulher diferente,aqui tem uma mulher que gosta de ser tratada como princesa,por que é uma!
E você por não ser um príncipe não soube me tratar como tal,não soube aproveitar o castelo,a riqueza de sentimentos,planos,sonhos...
Pensou que chegaria aqui e com umas míseras palavrinhas bonitinhas e uns beijinhos no pescoço e seria o cara? Coitado de você.
E sabe qual é a realidade? Você sempre será aquele talhão idiota! Sim,um completo imbecil.
Ah,mas sinceramente?Foi bom! É bom que você hoje esteja longe,bem longe de mim.Não sou mulher pra você! Sou melhor,muito melhor sem você!
Beijos e beijos você sabe quem sou eu e também sabe que nunca me esquecerá!
Dorme sobre o meu seio.
Sonhando de sonhar...
No teu olhar eu leio
Um lúbrico vagar.
Dorme no sonho de existir
E na ilusão de amar.
Tudo é nada, e tudo
Um sonho finge ser
O espaço negro é mudo.
Dorme, e, ao adormecer,
Saibas do coração sorrir
Sorrisos de esquecer.
Dorme sobre o meu seio,
Sem mágoa nem amor...
No teu olhar eu leio
O íntimo torpor
De quem conhece o nada-ser
De vida e gozo e dor.
BOM DIA ANJO, EU, ELE E A LUA.
Debruço-me sobre a moldura da janela;
Finco meu olhar além do horizonte;
À tarde morena fica ainda mais bela.
Sorvo a melodia graciosa da fonte;
Onde as aves se banham e bebem dela;
Depois cantam e voam alegremente.
A tarde deixa-se ser possuída pela noite;
E o meu coração bate mais forte por ele;
É pura saudade que me feri como açoite.
A lua me espia por de traz dos montes.
Eu não quero cair aos pedaços
Eu só quero sentar e te olhar
Eu não quero falar sobre isso
Eu não quero conversar
Eu só quero chorar na sua frente
Eu não quero falar sobre isso
Porque eu estou apaixonada por você
Leva-me para onde vais,
Leva-me em teus voos,
Eu quero deitar sobre nuvens
Afagar teu pensamento
E contigo viajar...
(trecho do poema Leva-me...)
Se minhas muletas falassem
Diriam muitas coisas sobre mim...
Talvez coisas que até eu não saiba.
Minhas lágrimas, minhas angústias, meus risos...
Quem dera que pudessem voar,
Levar para longe o amargo da vida e
Deixar habitando em mim só as doces lembranças.
Meu caminhar mudou,
Mudou um pouco do meu olhar.
Amadureci com a dor,
Cresci, tornei-me mulher.
A minha fé ergueu-me.
Se muitos usam pessoas e circunstâncias como muletas,
As minhas são apenas meu amparo físico.
Problemas todos têm,
Para alguns são pequenos, para outros enormes,
Enfim, o que importa é a maneira que você se coloca diante dele.
Não sou diferente por faltar uma parte de mim,
Sou diferente porque a dor não me fez perder a doçura.
Não deixei de dar valor aos pequenos gestos,
Ao sol que me aquece e nem a brisa que beija a minha face.
Celebro a vida a cada instante,
Continuo vendo o mundo colorido,
Apreciando a beleza das flores e
A liberdade das borboletas.
E os meus momentos, ah, esses são preciosos...
Só compartilho com aqueles que me acrescentam
E aqueles que eu amo.
Minha alma nao é forte,
Talvez eu não suporte,
O pranto que me cai sobre a maçã
Que se nega a cessar,
Transbordando meu Pesar
Na Esperança de manter minha mente sã.
VERDADE ABSOLUTISTA
Acaso se eu soubesse
Sobre a curiosidade
Seria um grande estresse
Descobrir a verdade
Em bom favor da dúvida
Continúa inalterável
Rígida, firme, súbita
Inexpugnável
Vi verdades que são
Mudadas entre sempre
Minutos que se vão
Convida: “sempre entre”
Mas ainda o tempo passa
E a verdade ainda muda
É coisa que se faça?
Verdade não se iluda
Sobre seu sorriso
Eu me lembro da primeira vez que vi seu sorriso... Nao sei de onde saiu tudo aquilo. Foram todos os efeitos e sentimento de uma só vez pulsando conforme as batidas do meu coração, era muita coisa para pensar...Era, sei lá, não tem explicação... E a cegueira que você me deu? Eu não enxergava mais nada no mundo além de você! Contudo, nada disso se compara com a sua gargalhada. Nada. Eu queria morar nela. Eu me senti infinito olhando pra você. Deus existe sim cara, e ele mora no seu sorriso.
Ultimamente você tem me privado de um dos maiores prazeres da minha vida, que foi admirar sua felicidade. Já não bastasse saber que provavelmente eu terei você é muito egoísmo me negar tamanha grandeza. Faria qualquer coisa para te fazer feliz e evitar que esse sorriso lindo suma do seu rosto. Eu juro, não preciso de mais nada. Ah, aos poucos você esta me matando.
26/09 18:41h
Eu era Deus sobre a pele do teu pescoço,
mas logo veio a tempestade do tempo,
jogando sobre nossos ombros fardos de momentos
nos quais não existia um "nos", então sem perceber,
parei de perseguir teu cheio pelas ruas,
não habitavas mais em mim; como um salão vazio,
eu não voltei a amar, aborreço-me fácil,
vou embora muitas vezes e nem um adeus dei,
foram tantas meninas de 20 e tantos anos assim?
Cavalos se deitam quando muito cansados,
fugas sem fim em pastos verdes longínquos daqui,
o vento na crina os mantem apaixonados,
meu amor, a quanto tempo o nosso vento parou de soprar?
Eu só desejo ir embora, então deixe-me ir,
rufar os tambores do meu peito,
e contar pra mim que não te odeio mais,
saber verdades não ditas, e assim sorrir e acenar,
nisso me manter meu, por um meio egoísta.
pois ja sabemos, há amor em todo lugar,
menos aqui, menos entre nos!
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