Poemas sobre quem Realmente eu sou
Eu não sei por que é que pobre tem cachorro, se mal dá conta de cuidar de si mesmo, morro de pena dos cachorros comendo comidas indevidas, ou passando fome.
Ví hoje, 20/03/2021, às 12:30h, no ESG1, da TV, um repórter mostrando a situação financeira, depois da pandemia, dos moradores de uma favela, da Grande Vitória, e, segundo a reportagem, lá tem gente comendo água com fubá, porque perderam suas rendas e ficaram sem o dinheiro pra sobreviver.
Aí, enquanto a câmera acompanhava uma das moradoras subindo a escadaria com sacolas de mantimentos, doados, nas mãos, um cachorrinho, vira-lata, de porte físico médio, de pelo dourado, com a barriga lá nas costas, de tão magro que está, ia rapidamente, atrás e do lado dela, olhando pras sacolas, isso me cortou o coração.
Tá todo mundo doando comida de gente, mas será que alguém está doando ração pros cachorros, ou eles estão largados à própria sorte?
Estou bem!
Isso é Bíblico dizer
Se eu vou além?
Não sei como fazer!
Eu desaprendi a ser mãe.
Mas me cobro não por não ser esposa, mas por não me sentir mulher. A mulher que sonhava
A mulher que mesmo em lágrimas, lutava
Hoje, fui cobrada de não ser companheira.
Irônico é ouvir: eu te dou liberdade pra falar.
Mas, ao tentar a aproximação levei uma lavagem de questionamentos!
Hoje, sei minha tia(mãe) tem razão em tudo o que falava. Eu nunca sou ser alguém na vida, vou viver correndo atrás do próprio rabo.
E estou seriamente pensando e abrir mão de tudo e sumir sem noticiar ninguém. Mesmo porquê quem iria sentir falta de um lixo como eu, além da minha princesa?a quem eu deixarei aos cuidados do pai.
"Sim, meu amor, eu estou bem, à exceção daquela saudade, minha eterna crise.
Estou bem, até onde a sua ausência me permite.
Sem ti, o bem estar e o estar bem, não existem.
Sem o brilho dos teus olhos, todo fim de tarde é triste.
Os raios do Sol me esfriam, minh'alma congela, meu eu não resiste.
Em teu âmago, o que reside?
A bruma da manhã, sobre mim incide.
Me trazem lembranças doces de gosto amargo, fazendo que da minha sanidade eu duvide.
Quando éramos dois, parecíamos dois corpos celestiais viajando a inenarrável velocidade e que de súbito, no espaço cósmico do amor e do prazer, colidem.
Sim, meu amor, estou bem, vá em paz, não vai ter revide.
Já marquei o enterro da nossa paixão, espero que tenha recebido o convite.
Obrigado por não se preocupar, meu amor, obrigado por ser tão medíocre.
Eu estou bem, até onde a sua ausência me permite..."
"Hoje, eu, andando pelas ruas vazias, na madrugada silenciosa da cidade, percebi que alguém iria sofrer de amor, só fui descobrir quem, quando eu cheguei em casa e me olhei no espelho.
Amor é paixão, paixão é desejo.
Meus olhos, refletem a imagem do sofrimento, e é só você que eu vejo.
Minha boca, ainda guarda cada beijo.
Minha pele, ainda grita seu nome, implora seu toque, o vento ainda tem seu cheiro.
Cada lembrança, cada memória, ainda me acelera o peito.
Ainda acordo assustado, lembrando nossos momentos, me recobrando do pesadelo.
Ainda amo o seu jeito.
Ainda sou aquele sujeito.
Que uma vida a seu lado planejou, tudo, nós, por inteiro.
Quisera eu, que meus planos, sonhos, se materializassem, mas, para o meu desalento, meu viver é sofrimento e devaneio.
Tento te encontrar em outra voz, outro olhar, outro seio.
Aqui um beijo; acolá, outro aconchego.
Mas é impossível, você é única, e, lembrado demais de ti, que meu Gólgota está feito.
Hoje resolvi sair, para tentar afastar você da minha mente, já que é impossível, do peito.
O frio da madrugada já anunciava, que alguém sofreria de amor, mas não sabia quem, um arrepio veio.
Só pude descobrir quem fora destroçado pelo venenoso sentimento, ao chegar em casa e me deparar com a deplorável e sofrível figura, refletida no espelho..." - EDSON, Wikney
"Eu encontrei o diabo, há muito tempo atrás,
me senti tão feliz, fora a melhor sensação.
Como de praxe, escondia a sua verdadeira face, me disse coisas vãs, repletas de paixão.
Ele tinha um cabelo castanho, os olhos negros, inenarrável calor exalava de suas mãos.
Cada toque, do de muitas vozes, acelerava-me o coração.
Ele dizia que me amava, mas sabia eu, mesmo crendo, que era tudo ilusão.
Deus ali não se encontrava.
Roguei pelo Cristo, não obtive resposta da minha questão.
Me apaixonei pelo diabo, em uma tarde de verão.
Quente era sua pele, quente era a estação.
Fui tolo, achei que poderia ser melhor que o próprio Deus e, àquela alma, trazer salvação.
O diabo era só lascívia, agira com mentira e era eu quem pedia perdão.
Mesmo hoje, recuperado, o diabo ainda permeia meu coração.
Pois ele ainda ocupa as lembranças de há muito tempo atrás, quando eu o conheci e fora a melhor sensação..."
"Como eu queria, o descampado e o pôr do sol ao fundo.
Um beijo, um abraço e, em meus braços, o meu mundo.
Como eu queria, o fim de tarde, enfrentar a noite sem preocupações, as velas, o jantar e, sobre mim, sua pele, o veludo.
Eu queria tanto, mas meu querer é tão pouco e, para tê-la, eu daria tudo.
O negro dos seus olhos, o castanho do cabelo, o rosa da boca, o olhar taciturno.
A madrugada me invade, lembro de ti, meu peito acelera, eu sei que deveria, mas não te repugno.
Imagino nós dois, tolice minha, velejo nas lembranças e, uma vez e outra mais, me afundo.
Você é a única mulher que amei, a única mulher que amo e, mais uma vez, me puno.
Me puno, por não esquecer o que deveria ter sido esquecido, não matar o que jamais deveria ter nascido, ter temido, o do nosso amor, o luto.
Me pego reflexivo: não é amor, nunca foi, não pode ser, é algo absurdo.
Talvez seja uma doença, uma insanidade, uma psicose, um surto.
Ao vê-la, eu deveria ter sido cego; ao ouvi-la, sido surdo.
Olho para a árvore do nosso sentimento, não a reconheço, seca, esquálida, morta, com galhos tortuosos e, nem mesmo, quando fora vívida, dera algum fruto.
Talvez, o nosso fim, tenha sido culpa minha, confesso, que, por vezes, sou deveras obtuso.
Nunca almejei riquezas, sou um homem simples, o pouco pra mim é luxo.
Tudo que eu queria, era somente aquele descampado, você em meus braços e o pôr do sol ao fundo..."
“O Amor Que Restou”
Disseram-me: o que é o amor para ti?
E eu fiquei sem resposta,
perdido em lembranças,
pois amei demais e cada gesto,
cada toque,
se tornou ferida aberta no peito.
Ela respondeu com a frieza
de quem se protege:
o amor não existe,
é ilusão, só sabe ferir.
E naquele instante, eu senti o eco
de todos os abraços que não me salvaram.
Ainda assim,
há uma chama teimosa,
que insiste em buscar calor
no que resta de ternura.
Mesmo sabendo das dores,
eu ainda tento
entender o que é amar,
mesmo que seja sofrer.
E se amar é ilusão,
que seja minha ilusão,
pois cada lágrima derramada
tem perfume de você.
Mesmo ferido,
mesmo quebrado,
eu guardo a esperança
silenciosa de um amor
que não dói só na lembrança.
Disseram que eu deveria ser firme, previsível, inteira.
Mas escolhi ser movimento.
Entre certezas prontas e verdades impostas, prefiro a dúvida que ensina e o caminho que se refaz.
Não carrego o passado como âncora, nem o futuro como promessa.
Aprendi que existir é atravessar, não permanecer.
O erro me molda mais do que o acerto, porque nele há aprendizado, humildade e humanidade.
Não busco aplausos, nem lugares de destaque.
Meu valor está na travessia silenciosa de quem entende que chegar nem sempre é o objetivo.
Há beleza em não possuir, em não reter, em não se prender.
Enquanto o mundo cobra perfeição, escolho transformação.
Enquanto pedem raízes fixas, escolho asas conscientes.
Desapegar não é descuido, é maturidade.
É saber que algumas coisas passam porque cumpriram seu papel.
No fim, não sou feito de certezas,
sou feito de escolhas.
E a mais honesta delas é continuar mudando.
"Na noite, eu rogo para que toda estrela despenque do firmamento e, para cada uma, eu possa pedir você aqui comigo.
Eu choro, imploro para que Deus me livre desse amar, meu eterno castigo.
Demasiada punição, amar quem não me ama, eterno martírio.
Amá-la, amada minha, é demasiado sofrido.
Quando Deus, por sobre os céus, me impôs o amor a você, passei a invejar a cruz e o sofrimento do próprio Cristo.
O que fiz? Indaguei-me na madrugada, não merecia, não mereço isso.
Eu sou calor, amor, erupção; ela é indiferença, ódio, o frio.
Uma vez e outra, mais uma e numa, ama-lá mais que eu, de novo.
A morte, ante amá-la, seria livramento, mas de ti não me livro.
Leio uma, duas páginas, um trago, uma caneta, te registro em meus escritos.
Queria apagar-lhe do de minha vida, o livro.
Bem da verdade, eu minto, eu finjo.
Tento me livrar de você e não consigo.
Pois, na noite, eu rogo para que toda estrela despenque do firmamento e, para cada uma, eu possa pedir você aqui comigo..."
Muitos me perguntam porque eu tive 3 filhos autistas?
: você acha que foi um erro?!
para Deus foi planos perfeitos!!!!
todos tem suas próprias limitações e dificuldades
sempre fui boa em matemática até descobrir que ser boa não era suficiente para a sociedade
Descobri que a psicologia da vida não é agradar o próximo e sim ser feliz pelo o que eu sou e o que eu quero ser
Ser reconhecida nunca foi a garantia do meu sucesso como mãe, assim como não ser reconhecida não é a garantia do meu fracasso!!!
as limitações dos meus filhos nunca impediu deles ser saudáveis e alcançar o topo!!!!! ssilva
Eu não tenho nada contra você.
E acredito que também não exista em você
qualquer impasse contra mim.
Afinal, ninguém ganha vivendo em disputa,
alimentando maldade, intrigas
ou ferindo uns aos outros.
A vida já é exigente demais
para que escolhamos o peso do conflito.
Paz não é fraqueza,
é sabedoria de quem entendeu
que viver bem é melhor do que vencer discussões.
Meu amor, eu sempre achei que teria um indicador
do dia do fim de seu amor
mas como um sopro, hummm, aconteceu
Naquele novembro eu corri, corri em direção à sua casa
Mas só encontrei uma carta, a qual dizia…
“Desculpa eu não consigo me amar assim como tu me ama
Não consigo me apaixonar como você se apaixonou por mim
Mas agora não posso mais voltar para tentar reverter
minha casa está em chamas, assim como meu corpo
carne por carne, osso por osso
Eu precisava me perder pra me encontrar
Me queimar para me acalmar
Não é que eu me sinta triste
eu só sinto… nada
Me deixe ir, meu amor
esqueça e me deixe partir para”
To become was the sun.
Em algum momento, eu percebi que estava começando de novo.
Não de uma vez,
mas aos poucos,
em várias partes da vida.
Um desses recomeços veio de uma paixão antiga.
Da infância mesmo.
O automobilismo.
A criança que passava todos os fins de semana ansiosa,
acordando cedo para ver a Fórmula 1 na TV com os pais.
Algo que nasceu ali,
simples,
mas que ficou comigo mesmo quando a vida tomou outros rumos.
Hoje, mais velho, comecei a correr de kart
e voltei a acompanhar esse mundo de verdade.
Foi extremamente bom pra mim.
Me trouxe foco, vontade de evoluir
e a certeza de que ainda dá pra buscar mais.
Outro recomeço importante foi sair da casa dos meus pais.
Ver a vida por fora muda muita coisa.
Muda a forma como a gente entende o esforço,
as escolhas
e as renúncias.
Estar longe me fez enxergar melhor.
Me fez ter ainda mais orgulho da minha família,
da história que construímos
e da base que sempre esteve ali.
Falar de recomeço também é falar de eras.
Vi grandes amigos mudando de rota,
assumindo riscos,
buscando crescimento.
E senti orgulho de ver cada um tentando do seu jeito,
sem desistir de quem são.
De certa forma, eu também vivi o meu recomeço.
Mesmo seguindo um sonho antigo,
o jeito de olhar pra ele hoje é diferente.
Sei que ainda tem muita coisa pela frente.
2026 se aproxima com direção.
Com planos,
com vontade
e com sonhos que agora sabem pra onde ir.
E isso, pra mim, é esperança.
📚 Há um outro mal que eu vi, enquanto observava a vida; é uma triste situação respeitante a reis e governantes: vi tolos a quem se deu grande autoridade e ricos a quem não se deu honra alguma. 🧠
Vi também servos andando a cavalo e nobres deslocando-se a pé, como servos!
Quem fizer uma cova cairá nela; quem derrubar um muro, uma cobra o morderá!⚜️🔱🦉🔯🕎🛐✝️💟
Deus! Eu te agradeço pela tua presença em mim, nestes 62 anos de idade! É verdade que não me curaste, desta doença de Parkinson! Ainda assim eu te amo! Porque tu estás comigo! Permite Senhor, que eu sempre aceite, o que tens preparado para mim! Faça-se a tua vontade e não a minha!
Abençoa, a minha família, neste ano que está a começar! Abençoa todos os amigos! Assim seja amém!
"Contigo eu fico
É jamais do negror deste palácio hei de partir
Aqui. Aqui sempre estarei...
Com seus criados vermes...
Aqui mesmo eu hei de repousar para todo o sempre.
É libertar da maldição dos astros a carne exausta
Olhos. Um último olhar...
Braços. Um último abraço...
É vós o lábios, portal do alento
Selai com este beijo o pacto eterno com a morte insaciável.
Venha meu caminho amargo
Venha insonso guia
Piloto insano atira neste instante
Contra as rochas a barca desgastada
Um brinde ao meu amor."
Eu não sei se algum dia se realizará
Um desses sonhos que a gente tem
Como este que
Não consigo arrancar do meu coração
E então
Talvez também este ficará aqui
Como um desses sonhos que a gente carrega uma vida toda
E que coloco nessa canção
Mas já que o tenho, enquanto o tiver, continuarei
a sonhar ainda um pouco
Será, será a aurora
Será, será assim
Como passear, como respirar
novos ares, e cada vez mais
E você, e você meu amor
Vai ver que logo voltará
Para onde agora não estás
Um dia talvez tudo Mudará
E a paz irá de chegar
Quero dizer que, tantas coisas irão
Para seu devido lugar
É por isso
É por isso que continuarei
A sonhar um pouco mais
Os meus sonhos
Aquilo que mora no Coração
Não morre jamais
Se uma vez você acreditou
Vai acreditar de novo e de novo
Se uma vez você acreditou
Como eu acredito
Será, será a aurora
Será, será assim
Será ainda mais forte
Tão imensa a luz que brilhará
Será, será a aurora
Será, será assim
Será ainda mais forte
Tão imensa a luz que brilhará
Será ainda mais
Tão imensa luz que brilhará
Se eu fosse poeta, homenagearia
cada voz preta que rasgou o silêncio do Brasil.
Homenagearia Maria Firmina dos Reis —
a primeira luz que escreveu a fuga e a dor,
plantando cais de memória em terra de esquecimento.
Homenagearia Luís Gama —
ferro forjado em palavras, libertando nomes,
vindo das chagas para erguer a lei com verso.
Homenagearia Cruz e Sousa —
que fez do céu um espelho de expatriadas almas,
tecendo símbolos como quem reza contra o vento.
Homenagearia Solano Trindade —
com o batuque antigo no peito, palavra viva do terreiro,
poeta do povo, do samba, do salto que não se cala.
Homenagearia Machado de Assis —
ironia que desarma o pudor das verdades,
um espelho complexo onde se lê a cor do país.
E homenagearia tantas outras,
vozes anônimas nos quintais, nas cartas, nos jornais,
mães de rima, operários de verso, crianças de refrão —
todos os poetas negros do Brasil, uma constelação de nomes.
Se eu fosse poeta, faria altar com seus poemas,
acenderia lamparinas sobre as páginas gastas,
faria do silêncio um salão de festa,
transformaria o esquecimento em arquivo de resistência.
E recitaria seus nomes como quem chama antepassados:
para que a memória dance, para que a história ouça,
para que o futuro herde mais do que palavras —
herde voz, coragem e a beleza inteira de ser ouvido.
Tem dias que eu acordo pensando nele,
E vejo o meu mundo desabar,
Tento me controla, por que não posso chorar.
Depois cai a ficha que eu não posso o vê,
fico a pensar,
Será que esse vazio um dia vai me abandona?
Tem gente que escolhe se afastar, e sofrem por amar.
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