Poemas sobre quem Realmente eu sou
Agora mil problemas,
nem postei alguns poemas.
Tantas incertezas,
mas sai para lá tristeza.
Puxaram meu tapete,
nem ligo para essa gente.
Hoje um lindo Sol o Deus me deu,
e um sorriso apareceu.
Tantas dificuldades que a vida apresenta,
sofre mesmo quem lamenta.
Diante de tudo isso,
eu pareço esquisito.
Ao invés de chorar,
para vida gargalhar.
Obstáculos de verdade,
nos vencemos com vontade.
Tenho apenas que agradecer,
amigos que não me deixam sofrer.
Amanhã quando acordar,
mas um dia para comemorar.
Hoje estou vivo,
tenho tudo que preciso.
Tenho lua, estrelas e mar
e você para apreciar!
Sergio Fornasari
marido
se você agora puxar do bolso de dentro do paletó
um livrinho com poemas de Bandeira
ou um lenço, fios de linho, bordado com uma letra só
se você me olhar bem fundo e mentir de brincadeira
que sou eu aquela de quem não teme eterno nó...
ou se me pintar, sem rascunho, com cores de nanquim
se bem agora você passear por meus ouvidos
com sussurros, gemidos e declarações sem fim
eu te juro, bem agora, troco teu apelido, te faço marido
e digo sim.
"TALVEZ, TALVEZ"
Talvez deixe de escrever
Afinal a minha escrita é uma bosta
Poemas tantas vezes feitos de defeitos comuns
Desencontrados, desconexos
Fortaleza solitária, hábito de peito aflito
Pensamentos saudosos
Tempestades de granizo consentidas
Que tristes os gemidos penetrantes
Entranhas frias repartidas
Claros desenganos, certezas de extrema tristeza
Sofreu bravas aventuras
Mágoas minhas, olhos meus, entre os espinhos
Passos dados nas duras serras
Donde habita a maior fraqueza
Alma minha, corpo teu
Esperança esquecida, escritos tão meus!
"SEGREDOS"
Dedos por dedos que descobrem segredos
Nos poemas de tantos caminhos que travo
Dúvidas lamentos que o mundo grita por dentro
Dores de um silêncio das minhas rugas e vincos
Contam a história escrevendo o que sou, fui e serei!
"SEGREDOS"
Toma todos os meus segredos
Guardados no meu peito
Dos muitos poemas que fiz
Restam poucos na gaveta da cômoda
Alguns já desbotados, sufocados pelo tempo
Rasgados, mudos, cegos que já não falam
Procurei a inspiração no mar
Nas ondas mergulhei os meus desejos
Perdi-me nas letras escritas que eram quentes
Nos poemas engasgados, rotas do nosso destino
Doce sabor que devora-me aos pedaços.
Escrita entre o concreto
Abstrato pelas ondas no meu leito!
"SEDE DE POESIA"
Escrevo com sede de poesia
Poemas de amor com travo a canela
Gaivota que se deixou envolver
Trazia consigo o aroma a maresia
Com o sal na boca feita em poesia
Rouxinol que adormeceu a cantar
Na minha mente, nasciam as flores
Mais belas do meu jardim de amores
As minhas asas livres batiam os sonhos
Sonhos escritos em versos na areia branca
Os meus poemas são a música que ninguém toca
São gritos, sentimentos, lamentos e esperanças
Memórias do passado que eu acreditei no presente
Escrevo com sede de amor, no meu pranto de poesia!
POEMAS ENLATADOS
Fiz poemas e poesias
Guardei tudo dentro de uma lata!
O mundo é perigoso e a vida queria me bater!
Pensei um pouco e disse: Oh vida me bata!
O mundo girava...Meu corpo cambaleava!
Trôpego, tremia, capengava...e não caia!
Em frente a sua casa eu gritava...chamava e você não saia!
Chamei mais uma vez e deixei esta lata...
Pegue-a!abra-a!
Antes que venha outra...gata!
Oh mundo! Oh vida! Quer bater?
Que bata!
Faço poemas por poesia,
Poesia de te olhar poesia de te ver,
Mas o melhor e mais lindo poema escrito no mundo,
foi você.
Escrito por Deus,
E apreciado por quem conhecer.
MEUS POEMAS
Meus poemas te envolverá com toda magia, como os abraços sublimes do amor.
Tocará o teu rosto como um beijo de graças.
Quando estiveres só, se sentará a teu lado
e te falará ao coração quando os leres.
Meus poemas será como asas para os
teus sonhos e elevará teu coração até o infinito.
Quando a noite escurecer o teu caminho,
meus poemas brilhará sobre ti como a estrela fiel.
Se fixará nos teus lindos olhos e guiará
teu olhar até a alma das coisas.
Quando minha mão parar para sempre
meus poemas te seguirá em teus pensamentos!!
Quando os leres sentiras um encantamento
Então olharas para o infinito e lá me verá
Distante apenas como uma estrela a brilhar
LáFeOli
E se o som da tua voz
Ensurdecesse os meus poemas
Te gritaria ao coração em versos
Com todo o meu amor
Dura sorte
Em meu semblante poemas de amor trafegam,
nas esquinas de meu olhar,
se firmam as tristezas de um pesar,
- busco o vácuo rumo ao infinito,
lendas febris de um sonhador...
... Se vou com a escuridão,
que meu pensar custa em temer,
afugentados pelos gritos da madrugada...
Duro amor nos afogou nas promessas,
da liberdade, por libertinagem,
recitarei na cadeia, aquela saudade, por quem me usurpou...
Amor da minha vida : Poemas sem versos: Jaime Antonio Aranda
Amor da minha vida tem sorrir abril
É tarde e à noite despertar despertar em mim
Tem amanhecer brilhante como um farol de descanso pesquisas
Amor também não renunciou só vem graças
Amor da minha vida é um resumo do tempo que viveu
Não há necessidade de procurar o melhor do bom e do mau para encontrá-lo
Desculpe não amo porque levou um par de aros
Desculpe amor não altar diante de Deus, porque nós juramos
Eterno amor não é apenas mudando com o tempo de ilusão
Sentimentos são substituídas por costumes afeição feliz
Como o rio para o mar, assim como o verão termina no Outono
Tão ruim que você nunca esquece como o amor e não o ódio rimar
Amor da minha vida tem que pouco sorriso menina
Tem verdade dos lábios e nos corações de mãos ansiosas para me
É a pobreza se pobre fora e sinceridade se eu menti
Que tem solução de paz amor felicidade alcançada.
O amor da minha vida e eu encontrei talvez, talvez, eu não perder
Talvez e ignorar e não importa que eu me deu você estivesse aqui
Tempo de amar, porque inveja esperado para esquecer
Inveja amor e chamar o tempo de espera para terminar
Amor da minha vida, talvez na esperança de que eu serei seu
Talvez eu realmente sinto falta para merecer o que eu tenho hoje não
Amor da minha vida talvez lendo isso hoje estes versos
E esboço da aguarela para voltar para mim ou me encontrar aqui
Poemas à morte - 6
Estranhos perante a luz
se refugiam no breu da noite,
onde é que se produz
força assim, cavalgando à foice.
Se a neblina densa lhe cobrir
não se assuste, há sempre alguém
a quem irá seguir.
Hoje não há ninguém.
Ontem o que lhe cativa,
hoje lhe repele.
Ontem o que lhe ilumina,
hoje lhe escurece.
O hoje é quem lhe matará,
se estará pronto não é questão,
a morte lhe sugará,
a morte é inquisição.
A morte é a sua alma,
a morte é luz em ascendência,
a morte está na vida mascarada,
a morte é um, sem insistência.
No que tange à poesia
apenas dois poemas
me fizeram chorar.
O primeiro foi,
"Morri pela Beleza"
de Emily Dickson.
O segundo foi
"Faço poesia como quem morre"
de Manuel Bandeira.
Portanto, senhor poeta,
se nunca chegou ao pranto,
lendo ou escrevendo um poema
repense a sua idéia abstrata
do que costuma apregoar
como poesia.
Já escrevi vários poemas
aos prantos, mas estes só eu os reconheço,
ou aquela que é minha
eterna musa. Iranete Do Carmo
Além do que possa entender
Hoje entre laçadas, disfarçam poemas ás portas,
são as rosas que se espremem,
beijos doces que envenenam,
palavras levadas aos porões,
onde o indeciso, em versos não se calá...
Sonhos resignados, lacrados em um frasco de vidro;
lá estarão restritos, no rogar ao pé-de-ouvido,
amor se vai pelas calçadas;
minha casinha já não mais abriga,
faz frio lá fora, porém fome nos fadiga,
em buscar aquelas andanças reprimidas;
... Cada passo que se dá, por fim se morre mais,
mais esse mundo em mim por se deixar matar,
naquelas lembranças, pinto e bordo esperanças,
dum dia essa paixão num remoçar voltar...
MEUS POEMAS
Meu primeiro poema foi tão fraquinho:
sem harmonia, sem coerência...
Apesar de feito, com muito carinho,
era infantil, e sem consistência...
E, como João – graveto fazia meu ninho.
Meu primeiro poema não levava jeito.
Ainda hoje tropeço no tecer...
Mesmo vindo do peito,
e da alma; as duras lavras.
A nenhum leitor agradava:
por não ligar nada com nada.
Meu primeiro poema,
não teve graça alguma.
E fora, para alguns,
um grande insucesso.
Para outros, apenas, mais um;
para maioria, um retrocesso.
Meu primeiro poema
falava de amor;
um tema tão explorado,
em que, os namorados,
não mais se amam, só ficam...
Não sabem, definir esse sentimento.
Meu segundo poema,
já foi mais convincente;
assim como a graça do pirilampo,
no frescor da noite e dos ventos;
foi como a imponência e a beleza da ema,
solta no campo.
Meu último poema foi o mais lindo!
E o mais brilhante poema, que já fiz.
Desafio alguém, a fazer outro igual!
Ao tecê-lo, desprendi tanta ternura e esmero,
que não vi outro, tal qual.
Foi uma obra prima, a mais valiosa das artes!
Caprichei demais, até, principalmente nos arremates,
E com a candura de um bom filho, o dediquei à pessoa mais importante
Do mundo pra mim: obrigado mamãe por ser e ter inspirado a minha mais bela poesia!
E por ser, mais preciosa do que o diamante.
- 14.04.16
MEUS FILHOS, OS POEMAS...
Deus, quantos filhos já gerei!
Os gero o tempo todo!
Nas nuvens que passam
Na chuva que cai
No sol que queima a pele
No enlaçar das mãos
Na dor de um sonho morto
No barranco à beira da estrada...
Gero versos do nada!
Da essência de tudo!
Da tristeza velada, delatada no olhar,
ou no sorriso dúbio, sem fé no amanhã...
Gero palavras as vezes sem sentido...
E que sentido devem ter as palavras
antes de serem interpretadas por alguma
alma sedenta de beleza?
Gero. Procrio noite e dia!
E ai de mim, se me tornar infértil,
e me negar à trazer à luz a poesia!!
Fiz milhares de poemas
acredito na boa intenção de quase todos
poucos são anômalos
Alguns são verbos divinos
outros são velhos
muitas mulheres
alguns meninos.
São filhos da inquietação com o ócio
anjos híbridos com demônios
Alguns são desesperos
outros silêncios
apenas um é renúncia.
ENCADEAR (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Poemas são como convites...
Por eles você passa a percorrer as trilhas
Do pensamento e um novo pensar
Descortina-se em seu viver...
Encadear versos e expressar "um ponto de vista"
Ou, se preferirem "a vista do ponto"
Desta forma, costuro, costuro, costuro...
Costuro palavras formando caminhos, trilhas.
No abscôndito das percepções...
Vou revelando o uni-verso...
Que se faz de VERSOS...
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