Poemas sobre quem Realmente eu sou

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Coisas do Oriente.

E era uma borboleta, que voou, voou...
Sobre os quatro cantos do planeta.
Encontrou com muitos senhores e, senhoras.
Percorreu toda uma história, de sabedoria.
Quando um sábio chinês.
Perguntou-lhe:
Posso ser você?
Sonhando que era uma borboleta, pousou!
Em um velho poço.
De onde bebeu d´água purificada.
Tornando-se moço.
Ensinou para seu povo.
Se não tens nada para me trazer!
Leva-te o que tens aqui!

Inserida por GermanoGoncalves5

É triste e lamentável quando a mentira prevalece sobre a verdade principalmente se for proferida por um grande líder.
Mesmo que quem possa tê -la proferido tenha proferida sem dolo ou culpa, talvez tenha sido induzido a êrro ou engano, a mesma possa ter atingido um alvo não esperado, aquele que foi atingido, passa a carregar consigo, feridas difíceis de serem cicatrizadas."

Autor: Quenidio Gomes

Inserida por quenidio

Contemplo, num momemto pacífico,
Os raios de sol refletindo
sobre as ondas do mar ,
sinto um grande alívio,
uma sensação de bem-estar.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠A ROSA E SEUS ASPECTOS.
Da Rosa que hora morta
deitada sobre a cova em mistério
Ninguém pode furtar-lhe a arte do ser belo
Mas antes que vire pó ao próprio berço do cemitério
Pranteio ali o poema ereto
E como tudo desfalece
Também faz o mesmo a lágrima que lhe desce
Encontram-se neste momento
Divinos polens de grandes espectros
A renderem graças
Pelos campos, jardins, bosques ou praças
À beleza da rosa e aos seus aspectos.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

" ⁠O Espiritismo ainda não disse a última palavra;longe disso: nem sobre as coisas físicas,nem sobre as coisas espirituais. Muitas das descobertas serão fruto de observações
ulteriores. "
Allan Kardec.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠Sapienciais 1:5

Clamei ao Pai e o espírito da sabedoria pousou sobre mim, revelando a ciência das causas primeiras e trazendo-a ao meu coração. Então, meu ser encheu-se de alegria, poder, riqueza e felicidade.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠Sapienciais 2:11

Escolhi vocês para serem meu povo e derramarei sobre vocês sabedoria, inteligência, prudência e amor, fazendo de seus filhos exemplos a serem seguidos.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠Crônica: O Amor que Fica

Um dia você acorda e percebe que tudo aquilo que te ensinaram sobre o amor talvez tenha sido só uma história mal contada. O romance de cinema, os finais felizes, os abraços sob a chuva... encantam, sim, mas não sustentam. O amor das páginas dos livros é bonito, mas quando a última folha vira, sobra você — com seus próprios capítulos por escrever.

A vida, teimosa como ela só, não espera aplausos nem repetições de cena. Ela te dá tapas com a mesma força com que oferece abraços. E aí, no meio do vendaval, quando todos os amores idealizados já desabaram, você se vê frente a frente com o único que permanece: o amor próprio. Aquele que te ensina a dizer "não", a entender que não é egoísmo se colocar em primeiro lugar, que limites são formas de carinho consigo mesmo.

E assim, enquanto tenta planejar a rota perfeita, a vida te arrasta para um furacão. Você corre, grita, se pergunta “como isso veio parar aqui?”. E ela não responde. Porque viver não tem manual. Não tem botão de “desfazer”. Só tem o agora — e a areia escorrendo. As escolhas feitas, as pessoas que vêm e vão, as lembranças que se tornam borrões. Tudo passa. Menos você com você.

No fim das contas, talvez o segredo não seja entender tudo, mas aceitar. Agradecer o que ficou, aprender com o que se foi. E quando não houver mais perguntas a fazer, talvez seja hora de fechar os olhos, confiar no que a vida ainda guarda, e simplesmente se jogar.

Porque o que tiver que ser… será.

SimoneCruvinel

Inserida por simone_cruvinel_1

⁠A confiança, pedra fundamental sobre a qual construímos nossas vidas. É como as montanhas firmes e inabaláveis que nos cercam, um alicerce seguro em meio às tempestades. É confiando, ancorando nossos passos na certeza do divino, que encontramos a coragem para seguir adiante. Pois aqueles que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não se abala, mas permanece para sempre.

A esperança, como uma fonte inesgotável de vida em um deserto árido. É ela que nos mantém resilientes diante das adversidades, nos impulsionando a seguir adiante mesmo quando tudo parece se desfazer. É através dela que vislumbramos horizontes de paz, renovando nossas forças para enfrentar os dias difíceis. Benditos são aqueles que nele confiam e cuja esperança está no Senhor.

E a vitória, conquista alcançada por meio da fé inabalável. É aquela que transcende as circunstâncias, que nos torna mais do que vencedores, mesmo diante dos maiores desafios. Pois todo aquele que nasceu de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.

Estes três pilares – confiança, esperança e vitória – entrelaçam-se em um ciclo de fortalecimento mútuo. Quando confiamos, renovamos a esperança; e quando esperamos, alcançamos a vitória. É nesta tríade divina que encontramos a força para transpor as barreiras e prosseguir em direção à conquista que a fé nos reserva.

Que possamos, assim, depositar nossa confiança no Senhor, nutrir nossa esperança Nele e desfrutar da vitória que Ele nos concede. Pois é através dessa confiança inabalável, da esperança que nos renova e da vitória que nos é dada, que experimentamos a plenitude de uma vida que transcende as vicissitudes deste mundo passageiro.

Inserida por ProfessorMarcos




O mundo apresenta diversas perspetivas sobre a humanidade, uma vez que Deus é a solução prática para o problema humano.

Inserida por Marceloassis

⁠Amor próprio é deixar-se florescer,
É ser oque é, buscando sempre o próprio caminho,
É sobre saber apreciar suas pequenas conquistas,
Sobre amparar-se no dia da angústia promovendo o auto cuidado,
Amor próprio vai além de uma foto, dizendo "me amo", ele começa de dentro, através do auto conhecimento, e esbarros deploráveis muitas vezes, com o próprio eu;
Amor próprio não é conformismo, ele anda de mãos dadas com a evolução pessoal,
E não confunda, Amor próprio com egocentrismo, é muito fácil escorregarmos para essa versão medíocre que está sempre acessível dentro de nós,
Amor próprio sobretudo é, respeitar-se, apreciar-se de forma genuína, pois a única aprovação da qual você realmente precisa é de si mesmo, de olhar no espelho e dizer, nossa bom trabalho, não chegamos no final da jornada ainda, mas estamos no caminho certo!

Inserida por Inivers

⁠Reflexão sobre a Guerra

Guerra. Uma palavra pesada, que carrega em si ecos de morte, tristeza e a ausência da paz. Ela revela o pior do ser humano e deixa cicatrizes profundas por onde passa.

Desde os primórdios, conflitos fazem parte da nossa história como espécie. Mas quando se trata de guerras globais, o envolvimento de milhões transforma tudo em algo ainda mais devastador e aterrorizante.

Quem viveu aqueles dias sombrios jamais esqueceu. As lembranças ficaram registradas na mente e na alma. Já outros só conhecem a dor através da internet, de fotos, vídeos ou dos relatos de familiares que enfrentaram o horror de perto.

Hoje, memes, sátiras e risos muitas vezes surgem como válvula de escape, mas há uma linha tênue entre aliviar a tensão e zombar da dor alheia. Quando memes fazem piada com o sofrimento de países em conflito ou de quem já enfrentou a guerra, deixam de ser brincadeira e se tornam crueldade.

Isso mostra falta de compaixão, ausência de bom senso e maturidade. É fácil rir à distância, mas impossível sentir o peso real de quem sobrevive a bombas, sirenes, destruição e medo.

Vivemos tempos difíceis, em que nações ainda brigam por interesses egoístas como poder e dinheiro, os mesmos motivos que no passado acenderam as guerras.

E hoje, o perigo é ainda maior: as armas nucleares, biológicas e químicas são tão avançadas que, num único disparo, podem destruir tudo e todos.

O destino da humanidade está nas mãos do próprio homem. A guerra é terrível, mas a pós-guerra, com suas marcas, traumas e ódio perpetuado, é ainda pior.

Que possamos escolher o diálogo em vez da violência. Que aprendamos com o passado para não destruirmos o futuro.

Inserida por DhelsonPassos

⁠Aproveitando o ensejo da discussão sobre a “ESCALA 6x1”, por que não debatem também que já passou da hora do lucro ser menor para possibilitar salários maiores para os funcionários?! Os salários hoje em dia não dão para mais nada! Já notaram como nós, meros mortais, perdemos o poder de compra?! Comparem as profissões ao longo das décadas e puxem na memória o poder de compra que esses profissionais tinham… Se continuar assim… O último a sair que apague a luz, por favor!
Qual padrão de vida tinha um engenheiro em 1970, por exemplo?
Um advogado recém-formado conseguia sustentar uma família em 1960?
Quantos filhos bem criados poderia ter um gerente (de qualquer empresa) em 1980?
Quantos imóveis um dentista, médico, professor, veterinário, psicólogo, arquiteto… conseguia adquirir durante a vida?
Vocês estão preparados para uma crescente diminuição da qualidade de vida?
Estão diminuindo o poder de compra pouco a pouco e ninguém fala nada!
Chega um ponto que não tem como voltar atrás. E nem precisa estudar economia para adivinhar sobre isso.
REFLITAM!

Inserida por AlineAbdalah

⁠Suas atitudes falam mais sobre você do que suas palavras, seu caráter é formado pelas atitudes que você toma, as decisões da sua vida refletem no espelho a cada amanhecer e mais do que palavras ditas são as não ditas, apenas pelo cansaço de te mostrar que o céu não é amarelo... 🟡 Más por sorte tens o sol para te fazer mudar dia a dia Que minha vontade de ficar seja mais forte do que os motivos que me fazem ir ✬ ⍣ ⭒ ⊹ ✮ ✧






💛

Inserida por Starisy2

⁠Não é sobre ter ou Ser
Sigilo
Dentro do casulo
Às vezes é melhor ser nulo

Não ter
Simplesmente
Não ser ...
༺✯༻

Inserida por Starisy2

“Quando o Mármore Respira”
- Camille Marie Monfort.
A noite se desdobrou sobre o cemitério como um véu de penumbra.
As árvores — velhas sentinelas balançavam suas copas como se quisessem abençoar ou advertir o homem que caminhava sem rumo.
Joseph trazia nas mãos um círio aceso. A chama, tímida, tremia — como se reconhecesse o frio que saía das tumbas.
Parou diante da lápide de Camille.
O nome dela — Camille Marie Monfort parecia gravado não em pedra, mas em sua própria consciência.
Sentou-se. O vento lhe tocou o rosto como um hálito que vem de dentro da terra.
— Camille… — murmurou — se foste tu quem morreu, por que sou eu quem não vive?
O círio oscilou.
Um perfume leve, impossível de identificar, espalhou-se no ar.
Não era de flor era de lembrança.
Então ele ouviu ou julgou ouvir uma voz.
Suave, distante, atravessando o tempo:
“Joseph… tu não me mataste. Apenas esqueceste que o amor, quando não cabe na terra, precisa aprender a ser silêncio.”
Joseph estremeceu. As lágrimas, frias, desciam como se fossem do túmulo para os seus olhos.
A voz continuou, agora mais perto:
“Foste tu quem me libertou do peso do corpo, mas foste também quem me prendeu ao eco do teu arrependimento. Não chores por mim — chora por ti, que ainda não sabes morrer o suficiente para me encontrar.”
Ele caiu de joelhos, com o círio apagando-se entre os dedos.
O vento cessou.
Por um instante, o cemitério inteiro pareceu respirar.

Camille estava ali não como lembrança, mas como presença.
O ar se tornou denso, quase luminoso.
E Joseph, tomado de uma febre serena, sentiu que a fronteira entre o delírio e o mediúnico se desfazia.
— Camille… és tu?
— Sou o que resta de ti, Joseph.
O homem sorriu, num gesto de quem reconhece a própria condenação.
E o silêncio os envolveu não como fim, mas como pacto.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A VIGILÂNCIA SERENA SOBRE O QUE JÁ FOI SUPERADO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

A reflexão que afirma que alguém não deve tropeçar no que já está abaixo de si não é um chamado ao orgulho, e sim um convite à brandura interior. O que está abaixo representa etapas vencidas, dores que já compreenderam seu lugar e aprenderam a silenciar. Contudo, cada vitória moral é sustentada por uma disciplina fraterna, jamais por altivez.

Quando olhamos para o próprior caminho com humildade, percebemos que ninguém progride sozinho. Os aprendizados vêm do contato com outros seres, das circunstâncias que nos moldam, e da benevolência que recebemos em momentos de fraqueza. Portanto, manter vigilância não significa erguer muros, mas caminhar com cuidado para não ferir a si mesmo nem aos outros. É reconhecer que a alma humana ainda traz áreas sensíveis que precisam de cuidado, e que o progresso espiritual é sempre uma construção comunitária.

Já ensinava Allan Kardec que o avanço do Espírito se realiza pela educação contínua e pela caridade recíproca. Assim, mesmo o que já parece resolvido em nós merece atenção, não como ameaça, mas como lembrança de que somos seres em aperfeiçoamento constante. A fraternidade que exercemos com o mundo deve refletir se também em nossa própria intimidade, acolhendo nossas partes frágeis sem julgamento severo.

A verdadeira grandeza não está em se sentir acima de algo, mas em caminhar com serenidade, humildade e afeto, compreendendo que cada passo pode ser uma oportunidade de servir, aprender e crescer.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A VISÃO DO ESPÍRITO SOBRE O PRÓPRIO CORPO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

O trecho de número 309 de O Livro dos Espíritos apresenta uma das mais significativas lições sobre a diferença ontológica entre o ser essencial e o invólucro material. Quando Kardec pergunta sobre a consideração que o Espírito nutre pelo corpo ao qual esteve ligado, a resposta é clara e despojada de sentimentalismo: o corpo é visto como veste incômoda, uma espécie de instrumento necessário, porém limitado, que cumpriu sua função durante a etapa terrena. A expressão veste desconfortável tem força filosófica, pois revela a consciência do Espírito diante da natureza transitória da matéria, conforme a tradição espiritualista e segundo a tradução criteriosa de José Herculano Pires.

A continuação aprofunda a questão. Indagado sobre o que sente ao contemplar o corpo em decomposição, o Espírito responde que quase sempre permanece indiferente, * esse quase sempre merece um estudo com uma percepção mais profunda dentro das obras Básicas * , pois aquilo que jaz não o representa mais. A decomposição se torna fato natural, não motivo de horror. É o reconhecimento de que o elemento corporal pertence ao ciclo universal das formas, enquanto o princípio pensante prossegue adiante.

Esse conteúdo permite duas conclusões essenciais. Primeiro, a libertação da matéria não implica desprezo, mas compreensão filosófica da sua utilidade temporária. Segundo, a recordação da existência corpórea se torna lúcida e serena, uma vez que o Espírito, liberto, percebe com mais clareza o papel pedagógico das vivências físicas no processo de aperfeiçoamento.

Inserida por marcelo_monteiro_4

SOBRE O ORGULHO E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

O orgulho não caminha sozinho por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio onde a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na verdade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança não é real mas simulada e o eu passa a representar um papel diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não nos governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso está em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. Essa confusão gera servidão moral pois aquilo que poderia ser corrigido passa a ser defendido.

A lucidez ética começa quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não é compreendida o orgulho seguirá mal acompanhado pois se alia à negação à rigidez e à insegurança. Quando enfim a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito que pode ser superado.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

HINO DA LUZ SERENA.
" Luz que desce mansa sobre o coração.
Clareia o passo. Acalma a aflição.
No silêncio antigo do ser interior.
Renasce a esperança. Cessa o temor."

“Luz que ensina sem nunca ferir.
Mostra o caminho de servir e seguir.
Une as vozes num mesmo sentir.
Faz do amor a razão de existir.”

“Luz fiel que não passa e nem some.
Guarda a alma. Sustém o nome.
Mesmo na noite mais densa e cruel.
Permanece viva. Justa. E fiel. ao infeliz que a abandone. "

“ Vem luz, vem e nos conduza em paz.
Hoje e sempre. Como outrora e jamais.
Pois é quando o espírito aprende a confiar.
É a luz que permanece e ensina a caminhar.”

Inserida por marcelo_monteiro_4