Poemas sobre quem Realmente eu sou
Por mais incrível que eu tente ser, nunca irei passar de ser mais uma estrela brilhante que irá perder o seu brilho no meio da multidão
Eu me olho muito no espelho pelo lado de dentro da minha garganta, do meu globo ocular. Mas ainda tenho um mundo de gente em mim que desconheço. Portanto, não me abandono, apenas me descubro a cada dia.
Talvez eu precise de permissão para correr no seu quintal, mas quando eu vôo, minhas asas me permitem conhecer todos os jardins.
"Se isso que sinto não for amor, não ligo de ficar sem ele contanto que eu fique com o que estou sentindo agora"
Minhas palavras muitas vezes são perdidas, minhas promessas esquecidas, mas o sentimento que eu sinto por você permanece.
Estou sorrindo. Não,você se enganou,eu não estou sorrindo pra você. Você não vai ver isso tão cedo,não de verdade. Eu nem sei se ainda sei fazer isso,sorrir por sorrir. Sorrir por gostar,sorrir por plena felicidade. Começo a pensar que preciso de ajuda. Ei,você ai... Pode me ajudar a sorrir?
Eu finjo. Finjo o tempo todo, finjo pra tudo, finjo para os outros, finjo até mesmo para mim. Quando você fingi tudo fica mais fácil, mais solucionável. É mais fácil conversar se você fingir prestar atenção, é mais fácil ter amigos, agradar, fazer sorrir. Basta só imitar certas ações e não sair do normal. Fingindo, ainda espero perceber que ao fingir mais um sorriso, acabe sorrindo de verdade.
Eu escrevo em tudo, em qualquer lugar. Cadernos velhos,folhas soltas, janelas e principalmente na minha mente. São poucas as vezes em que escrevo para valer, que guardo minhas palavras e minhas frases perdidas. A maioria delas, nem sequer faz sentido,e nem quero. Meu objetivo é me fazer entender minha própria confusão e não colocar outros nela. Mas mesmo assim,escrevo. Escrevo para mim, e não para você. Escrevo sobre mim e daqui a algum tempo, não mais sobre você.
Eu te prometo não só a eternidade,eu prometo te amar além dela. Muito além. Não se preocupe,eu sempre vou estar aqui.
Ótimo, você já voltou, destruiu as poucas paredes que eu havia posto de pé. Missão cumprida. Agora pode desaparecer logo? Já está na hora de recomeçar a construir.
Talvez eu comece a escrever em cadernos a partir de hoje. Do nada,me apareceu essa vontade,essa súbita vontade de poder escrever em uma folha de papel e guardar de recordação. Não sei exatamente o porque afinal odeio ler o que escrevo,me estressa. Meus próprios pensamentos me deixam estressada. Gosto de escrever no momento. Na hora. No ato. Sentindo aquilo e não programar todo o processo para ficar bonitinho e padronizado.
Coisas padronizadas são irritantes,uma hora ou outra,perfeição fajuta perde a graça. E bem isso me leva de volta ao querer escrever em cadernos. Pra que diabos eu quero guardar minhas palavras se eu nem ao menos gosto delas?
Se tem uma coisa que eu aprendi foi não ligar para beleza, idade, condição financeira. Aprendi a ligar para carinho, para amor, para compreensão. O resto é só o resto. O que adianta o cara, ou a menina ser lindo (a), charmoso (a), e te tratar feito um cachorro? O adianta ter dinheiro, e não ter felicidade? Para mim nada.
E desde o dia que descobri isso, pude perceber a beleza das pequenas coisas, a beleza de uma margarida roubada, de uma mensagem na madrugada, de um afago no frio, aprendi a ver beleza das cartas de amor, aprendi a ver a beleza de andar de mãos dadas na rua, de tomar sorvete a tarde, aprendi a ver o amor com outros olhos, e quando o meu verdadeiro amor aparecer, o reconhecerei de imediato, e vou poder assim, cuida-lo, beija-lo, ama-lo, abraça-lo, nina-lo, acorda-lo, sem me preocupar com nada mais do que seu sorriso.
ser eu mesma e um pouco de tudo que for ao meu conceito aproveitável.Por isso cada qual é diferente,nem todos sabem o que é bom para si de fato
Chamem isso do que quiserem; eu chamo de organismo de sobrevivência. E digo que sem isso, o homem nasceria e morreria só.
E podesse eu usufruir do gosto doce e reconfortante das tuas palavras sem que estas me envolvam numa nuvem de melancolia
Você é a razão...
Pela qual eu continuo a acreditar, pela qual eu acordo todos os dias de manhã, pela minha disposição, você é a razão dos meus sentidos mais estranhos - que cardomidam minhas entranhas, por anteverem as iminências de algo volátil ou nostálgico, bom ou ruim -, do desabroxe dos meus sentimentos mais ocultos, do meu sorriso ao me deitar, você é a razão dos meus pensamentos, dos meus sonhos, das minhas palavras, do meu caminho, do meu destino, é por você que eu vou continuar ...
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