Poemas sobre Pássaros
Olha o passarinho!!! Clic clic... Dia Mundial da fotografia. Parabéns aos que fazem desta arte um prazer e ainda ganham dinheiro.
Existe um pássaro que acha que morre sempre que o sol se põe. De manhã, ao acordar, ele fica chocado de ainda estar vivo, então, canta uma linda canção. Eu canto toda manhã desde que te conheci.
Somos como um pássaro engaiolado em nosso próprio corpo, onde cantamos pela liberdade de nosso espírito e quando isso acontecer, estaremos emitindo cânticos de louvor a Deus por mais uma jornada cumprida
“Não quero viver como uma planta que engasga e não diz a sua flor. Como um pássaro que mantém os pés atados a um visgo imaginário. Como um texto que tece centenas de parágrafos sem dar o recado pretendido. Que eu saiba fazer os meus sonhos frutificarem a sua música. Que eu não me especialize em desculpas que me desviem dos meus prazeres. Que eu consiga derreter as grades de cera que me afastam da minha vontade. Que a cada manhã, ao acordar, eu desperte um pouco mais para o que verdadeiramente me interessa.”
Bate o vento, a planta se mexe, o bambu assovia, os pássaros seguem seu caminho em diração ao Sol, a pedra está parada. O Sol brilha, a planta se alegra, os animais se bronzeiam e brincam sob o clarão do Sol, alguns tomam banho de lama, outros nadam no lago, a pedra, ainda está parada. Então vem o mar bravo, com dias de tempestade, o céu de escurece, os animais se escondem e fogem, as plantas, indefesas, são torturadas e morrem, morrem pela fúria de um mar, que cansou de estar sempre lá, imparcial, e libera sua ira. A tempestade acaba, mas o mar ainda não está feliz, quando vê a pedra, que estava até então imóvel, caindo e se juntando a elem fazendo com que ele se acalme, e fiquem sempre juntos, o mar e a pedra, e pedra e o mar, e a natureza inteira volta a ser calma, linda, perfeita. Se eu fosse como o mar, você seria minha pedra ?
O pássaro é seu, mas se abrir a porta da gaiola ele vai embora e te esquece. Lute sempre pelo o que DEUS te reservou.
No lugar onde eu moro, tenho quase de tudo, inclusive, ninho de passarinhos na porta de casa. Uma bênção de Deus.
Depois de tantas reticências, para mim, a nossa última crise não passaria de uma vírgula. Dói saber que para você, era o nosso ponto final.
Me sinto como um passarinho que apesar de ser livre prefere estar na gaiola, porque sabe que o melhor do seu mundo está ali dentro, não fora.
Pensamentos livres, feito pássaros. Alço voos inatingíveis, até mesmo pelas mentes mais articuladas. Em suas asas, ganho mundos nunca revelados.
Olhei pro céu, acho que vi um pássaro ou será um avião, um periquito ou um pavão, talvez um gnomo ou apenas um anão, não, era mais que uma mera ilusão, era você caindo dentro do meu coração.
E cada dor que passei, confesso até pensei, que não passaria jamais. As dores, por vezes, se solidificam em nossos corações. E como água passada não move moinho, não deixei minhas lágrimas transbordarem. Acumulei-as em meu coração. Lágrima batendo na dor, espatifando a dor, dor aumentando as lágrimas. Uma batalha travada. E pouco a pouco, aquela dor latente foi virando água, e como água passada, deixei a dor passar. E agora vou por aí, plantando flor e amor em um asteroide qualquer, sem jamais olhar para traz. Jamais.
Mas o mundo não fala difícil. Ele se oferece em silêncio: no canto tímido de um pássaro, na claridade que atravessa a janela, no riso solto de uma criança que nada deve à razão. A vida é simples — somos nós que a cobrimos de véus, como quem teme enxergar o que é demasiado claro.
Não somos livres do tempo, mas somos livres do que fazemos com ele
Até o pássaro que voa precisa do céu como limite.
Seguindo aquela estrada Passa carro e placa, passa casa e pássaro, passa o tempo e a vida. Seguindo aquela estrada Passa boi, passa pasto, passa gente e passo, passa bicho, passa o mato, passa paisagem e retrato. Seguindo aquela estrada Passa o mundo — e eu passo. Passa flor — e eu passo.
Passa amor — e eu passo. Mas logo paro. Retrocedo. Passa amor — e eu paro. E não passo mais nada.
É impossível descrever o quanto eu amo escrever, seria como pedir para um pássaro o que ele sente quando voa
Você me deixou como um passarinho com asas quebradas, fraca demais para voar. Mas hoje eu voo, querido, eu voo alto, como gaivotas sobre o mar.
