Poemas sobre Ódio
Ódio, raiva, rancor são o mal que a pessoa guarda de outra pessoa em si. É o mesmo que beber veneno para o outro morrer.
A fúria, o ódio, a ignorância e o mau humor são uma refeição indigesta na vida do tolo, que não entende que tudo na vida é apenas um empréstimo.
Não guarde ódio, raiva ou rancor por mim. O melhor que espero de você é apenas a decepção, pois assim posso conhecer a vida sem máscaras, explorando a verdade.
Não traces esse cronograma. Não venhas a misturar ódio, vingança e nojo pelo outro — esse veneno acabará por magoar a tua vida.
A inveja quando aliada ao ódio, se torna uma das piores armas contra aqueles que se destacam através da bondade, bom caráter e talento...
Afinal Amor e ódio, possuem a mesma quantidade de palavras, agora tudo dependerá da sua escolha, ambos possuem significados muito diferentes.
Existe um amor imortal hábil de restringir todo ódio com apenas um toque e com seu aroma de alegria nos traz paz. Este é Jesus!
Por pequenos que sejam os sentimentos, eles podem conduzir ao amor, podem se tornar ódio, ou um simples momentos de raiva, por mais pequeno que seja o sentimento, deve se tratado com compaixão, não haverá indiferença do tamanho do sentimento, sentimentos são veneração, pode ser por amizade, por medo e até mesmo por desprezo, sentimentos sempre será intocável, sim intocável, todos os sentimentos não a excessão, nem de mais nem de menos, a gratidão é uns dos mais puro sentimentos, a gratidão é uma dívida que todos tem que paga retribuindo com gratidão, porquê não a recompensa ou dinheiro que pague o retorno da gratidão
Eu ainda sou a parte boa que restou de mim, sou tudo, sou nada, sou o amor, o ódio, a ternura, a loucura. Sou também o delírio, sou o êxtase, sou o deleite, sou aquilo que te falta e o que resta. Enfim sou tudo o que restou de de um dia que não começou...
(Saul Belezza - Patife)
O oposto do amor não é o ódio, é a indiferença. O ódio ainda reconhece a existência do outro; a indiferença é o verdadeiro cemitério dos afetos.
Plante ódio e ódio você colherá. Plante amor e amor você receberá. Plante flores e um jardim você terá.
A falta do ódio é o meu maior manifesto de superioridade emocional: eu sou feito do que eu cultivo, não do que me feriu.
O ódio é um vínculo, e eu escolhi ser livre. Se a sombra da sua maldade não conseguiu apagar a minha luz, é porque a minha essência é governada pelo que carrego no peito, e não pelo que recebo de suas mãos.
A guerra é uma perversidade que apenas o ser humano, adoecido pelo ódio, pela ganância e pela indiferença, é capaz de praticar contra seus semelhantes.
Reflita: a cor não faz a pessoa, o ódio não resolve nada, e o tempo mostra que todos vamos para o mesmo lugar. Então, por que não amar e respeitar todos, independentemente da pele ou do cabelo, já que somos todos iguais na vida e na morte?
A indiferença é a semente do desapego, mas se não for ceifada no momento certo florescerá o ódio disfarçado de flor do esquecimento.
Valores se corrompem, o ódio é legitimado, o amor ridicularizado, a fé caricaturada, a família desmantelada e no altar da tecnologia, cultuamos a desconexão humana.
O amor é um verbo de acumulação. O ódio, um verbo de subtração. Você é a soma viva do verbo que mais frequentemente conjuga.
