Poemas sobre o Mundo
O Véu da Realidade Ambígua e Alternativa
A superfície percebida do mundo é apenas uma membrana translúcida. Quando o observador tenta fixar uma certeza, o véu se desdobra em versões concorrentes do mesmo instante. A realidade deixa de ser um fato sólido para se tornar um estado de superposição: múltiplos caminhos, passados divergentes e futuros simultâneos coexistindo logo abaixo da percepção cotidiana.
A Curvatura do Espaço-Tempo
A geometria do universo não é um palco rígido, mas um tecido maleável moldado por massa, energia e intenção. A gravidade dobra a luz, distorce a passagem dos segundos e aproxima o que deveria estar distante. Sob essa curvatura:
O tempo perde a linearidade, desacelerando em poços profundos de densidade e acelerando nos vazios.
As distâncias tornam-se relativas, dobrando a matéria para que dois pontos opostos se toquem no mesmo evento.
A causalidade se flexiona, permitindo que o efeito ecoe antes mesmo que a causa se consolide.
O Arquétipo da Arquitetura
A arquitetura é a tentativa humana — e cosmológica — de impor ordem ao caos vertiginoso do espaço-tempo. Antes da pedra ou do aço, seu arquétipo é o traço do limite: a fronteira entre o sagrado e o profano, o abrigo interior e a vastidão exterior. Ela atua como a âncora que fixa o véu, erguendo estruturas que resistem à degradação do tempo e dão forma física às abstrações da mente.
A Percepção do Observador
Ao encarar o Sol com intensidade, a retina cega revela uma arquitetura geométrica sobreposta ao visível. Num relance oposto, a Lua cheia surge não apenas como um corpo celeste, mas como um artefato oco — uma estrutura posicionada no céu por pura intenção. Nas memórias mais profundas, a matéria se petrifica e o gelo se forma, congelando o instante. Até que chegue o amanhecer, restamos no horizonte com a firme certeza ilusória de que o céu, finalmente, toca o mar.
Por Celso Roberto Nadilo
Você acorda, enxerga o mundo e
reclama da vida.
Há quem acorda sem enxergar nada...
e ainda assim supera você na vida.
O conhecimento te conduz a iluminação das ideias e te faz criar um mundo ideal.
A transformação começa dentro de você.
Compreenda, a virtude julgada que imposta a você.
A um mundo de possibilidades criado por você.
O mundo não feito de escolhas ou alternativas, apenas você criou a oportunidade nesse momento de inspiração.
Ninguém vive por escolha apenas esta num mundo e vivemos por viver...
inocência...
Seja lindo...
Perfeito...
No nosso mundo.
A beleza da vida é o amor.
Porque é nosso mundo?
Pois amor é real e puro.
Em nossos corações o brilho eterno...
Nossas vidas são cobertas de manto eterno
O preconceito é virtude da floresta negra...
Somos filhos de um mundo sem luz.
Calida memória fruto de um mundo desconhecido.
Nos ares do mundo...
A poluição é a herança humana?
So usar os recursos do planeta é justo?
A vida tem preço e custos?
Vivemos do sofrimento dos animais?
Também somos animais, mais somos racionais e desta racionalidade o quanto podemos ser humano entre os animais?
Da humanidade a decadência como podemos ser distintos e dignos de ser parte deste mundo?
Por tanto o abismo nos faz florescer diante a decadência...
Talvez se ouvesse mais entidades do que conflitos a humanidade seria melhor...!
Mais a mais perguntas do que respostas no mundo que vivemos.
A ignorância e a intolerância religiosa e racial são o conluio deste mundo mundano....
Estarei em o mundo do desconhecido....
Meros mortais nos tais deslumbre serei mais uma estrela no meio do universo...
Somos alucinantes seres que na escuridão, somos pássaros errantes...
Todavia o repente o seria o amanhecer.
Mas, antecede o bravo do alvorecer...
Para simples protagonista se afoga em lágrimas no esquecimento.
Locução da reflexão a vida e a morte.
A vida resiste num mundo de capricho e desequilíbrio.
Aonde caminhamos pelo direito de estar vivo e viver melhor.
Temos desigualdade social a fome
e o real temor o consumidor e o mais grave terror dos conflitos armados...
A ambição a degradação do meio ambiente transformam o mundo.
A vida resiste é floresce a no concreto...
Mas, como resistir ao próprio ser humano... A vida é a virtude deste mundo...
Como julgar a vida tão bela?
*Neste arco complexo de realidade*
*Temos que respeitar a vida *
* pois a inércia é a morte pois ao pó voltará*
No mundo de escolhas...
O arco da gaiola
O enriquecimento político
As grades da gaiola
As doação e contribuir
Parte da correntes nos pés de cada um...
Nas entre linhas somos copilidos a ser conduzidos por um ser se diz dono mundo.
Será que somos vassalos da democracia,
No arauto do mundo somos formigas brincando de ser gente.
Sera poder financeiro manda na terra dos outros.
Sera pilhar e fazer o que quer direito de uma nação soberba...?
Tempo e sua constante necessidade de viver.
Lágrimas secas num mundo inerte atônito todavia seus caminhos são pesares.
Nunca mais voltará das profundezas.
Mesmo assim contemplamos olhos no vazio extenso.
Amargo momento irônico.
Somos máquinas de carne metáforas de caos que predomina num mundo caótico que mesmo que sejamos cegos... num caminho distante da evolução existencial somos metáforas do fomos no passado.
Hoje em dia conflitos sociais e existencial atravessa nossos pensamentos fragmentos fragis de uma predominância que rasteja em nossas emoções.... somos imagens nas deepfakes e resenha de fakes news são reunidas no labirinto da tecnologia.
Nos deixando caótico nas sombras da existência social no labirinto de ideias falsas de uma relação humana digitalizada como máquinas servis a um mundo complexo cheio de paradigmas.
As máquinas de carne ainda tem vida própria.
Somos máquinas de carne...
Num mundo de máquinas
Somos copilidos a ser objetos...
Ovelhas cegas conduzidas por lobos...
Ainda assim vivemos história a beira da fogueira. Contamos histórias,
Somos copilidos por máquinas que tem
Alienação de dados e informações fraudulentas fragmentos da verdade que vivemos numa sonho de otupia.
Para tais os amante de sonhos são expostos e condenados pois ignora é simplicidade abandonado da compreensão.
Fatos são mentiras expirou a muito tempo a verdade não enche o patrocínio de ninguém, o patro vazio é retrato do abandonado mais maquiado é o prato do dia. ..
O zero nunca existiu numa equação de equilíbrio.
O zero no mundo quânticos e dois também nenhum dos dois...
Para alienados o zero nem nunca foi um número pois o mundo ainda é um cúpula de vários mundos paralelos. Que ser humano dever o voto de cabresto.
Que globo é uma conspiração do governo para dominar mentes.
Na floresta negra tem flores atraentes navios navegantes num mundo ao longe...
Luas separte os ceus a luz atravessa os ceus num estante o momento ganha o irônico do puro silêncio ate doi ver nebulosa...
As nuvens destilam a energia vinda outros mundos...
Meteoros vivem numa harmonia do caos que predomina...
Mesmo o frio na barriga no meio do abismo comença ser dilatado pela gravidade. A luz caminham sobre nossos pés cristais de gelo se forma.
O medo da uma passagem para curiosidade... sendo matou o gato...
Quem seria esse gato?
Sereias das cordas da vida seres flamejantes, cantam a vitória da vida,
Vemos micro cosmo como a semente da vida e as estrelas trazem vida aos mundos mais longes que imaginamos...
No silêncio cruel a vida prospera as virtudes caem e mundos que ainda não conhecemos.
O que é pássaro nas ruínas da alma?
Fonemas perdidos no abandono do mundo.
Voar para desespero sem pensar apenas a fome e desejo de procriar,
Vórtice da primavera encanto num alvorecer,
Seja lucido nas asas o ritmo de ama o infinito.
Estrelas brilha frio da noite cai juntamente com sereno e desequilíbrio do inverno gotas de chuva pairam no ar desafiando a gravidade.
Noite se torna escura e clara trovões e relâmpagos dançam nos céus a terra estremece as luzes tornam se ventos fortes e as nuvens se dão partido quase nos chão poeira levanta cai nada fica no lugar árvores tombam com suas raizes expostas, Sereias voam sobre olhares vagantes sementes pegam fogo suas folhas morrem a natureza devastada respira mais uma vez, calida alma rebelde desejo de viver a te lucidez ganha moldes nas sombras..
25 de março mundo real de batedores de carteira trombadinha.
Gente trabalhadora vem de outros paises buscar pouco de dignidade.
Polícia e fiscais fazem batidas contantes de mercadorias ilegais depois vendem para outros ambulante ou em suas proprias lojas.
A prostituição no meio dia nos edifício do centro pois não tem mais o treme treme... foi demolido.
Shopping da vinte cinco produtos chineses legais e ilegais.
Comida vendida na rua sem higiene igual a india ou pior.
Tem gente vem fora do estado de São Paulo para comprar vem ônibus clandestinos, e também de fora do pais do mesmo jeito clandestinos. Preço barato.
Outros vem pelos terminais de onibus.
Fazem contrate da feirinha da madrugada renda da famílias estão ali produto baixos e de boa qualidade.
Muitas vezes povo vai de carro ou taxi e tem gente se aproveita desta condição rouba as mercadorias.
Os eletrônicos são expostos atrativos.
Ate camelos perfumes falso cheios de agua. Logo ali perto carne porco exposta calçada e peixes e mariscos no sol escaldate.
O contraste com maquina de carne e suco gelado barado rápido ate os mosquitos gostam.
As ruas cheias dão contraste com policiais e metro cheio. Os ônibus são outra aventura.
O Manifesto do Formigueiro Digital
Na penumbra da realidade ambígua, o mundo assiste ao espetáculo projetado nas paredes da caverna moderna. Muito além do futebol e das distrações manufaturadas, opera a engrenagem do tecno-feudalismo. Um sistema tão refinado que altera a cognição humana em massa, embala o resultado em uma "demência conectiva" e entrega ao cidadão um selo invisível de garantia de qualidade. Tudo normatizado, burocratizado e aceito com a resignação de uma garantia estendida.
Nas galerias dessa colônia, a sociedade foi dividida em novas castas biológicas e digitais:
O Homem-Formiga: Condenado ao automatismo do regime 6x1 (ou o sonho patronal do 7x0), ele vive em segundo plano, operando programas pré-estabelecidos para alimentar o sistema que consome sua própria existência.
O Homem-Cópia: Aquele que abdicou da autenticidade para replicar as normas do algoritmo e sobreviver no feudo.
O Homem-Ego: A elite moralmente vazia, os políticos e mercadores da fé que habitam o topo da pirâmide, movidos a luxúria e vaidade.
A música do Flautista de Hamelin digital continua a tocar através das telas de silício. Os adultos marcham hipnotizados em direção ao rio do esquecimento, enquanto as crianças são sequestradas em seu futuro, trancadas na montanha da Geração Delta. É o império do Ser-Toupeira, que definha no isolamento da sua gaiola digital, alimentando-se de intimidade sintética, prostituição de curtidas e realidades paralelas. Do outro lado do espelho, os Homens-Bots da velha geração atuam como soldados automatizados de um pânico moral e político que já não compreendem.
O Rico joga suas migalhas na floresta negra do consumo para nos dar a ilusão de um caminho de volta. Mas os pássaros do algoritmo já comeram o pão. Estamos presos no Problema dos Três Corpos da modernidade: o Caos inevitável entre a máquina, a elite e a massa.
Nada pode existir se ainda te amo
Pois o mundo pujante floresce em nuvens.
Fulgaz sentimentos fragmentados no luar.
Pois me atrevi a sonhar agora sinto o fel da existência.
o que é real?
o que você acha que real?
dentro deste mundo o que é real?
tudo um político diz é real?
suas animações são reais?
tudo que se permite viver e real?
porquê a realidade te assusta?
compreenda verdade que te cerca!
o mundo real esta mais perto que acha..
achismo é um caminho sem volta.
entenda sua realidade, e assim nao perturtube a derradeira realidade....
acorde, acorde, seu mundo nao é real....
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