Poemas sobre o Mundo
“Hoje eu só quero viver em paz com aquilo que Deus colocou em mim.
Nem todo mundo vai entender… e tudo bem.
Eu não preciso de aprovação,
preciso de direção.
E com fé, eu sigo.”
AMAZÔNIA, BERÇO DA VIDA
Amazônia, berço da vida,
Floresta gigante, pulmão do mundo.
Árvores majestosas, como a samaumeira,
Ipês floridos e altas castanheiras.
Orquídeas exóticas, bromélias vibrantes
Florescendo em cores, sob o sol radiante.
Jaguatiricas ágeis, onças poderosas,
Macacos curiosos e tamanduás tranquilos.
Aves de penas vibrantes: araras e papagaios
Cantando melodias, sob o céu azul.
Rios pulsantes, com piranhas e tucunarés,
Sucurijus gigantes e perigosos jacarés.
Insetos fascinantes: borboletas, abelhas,
Encantando com suas cores e polinizando as flores.
Ah! Minha Amazônia! Tesouro precioso
Patrimônio mundial, berço glorioso
Protejam essa joia, nossa esperança,
Para as futuras gerações, a mais bela herança.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Amazônia, Pulmão do Mundo
Verde imenso, céu a brilhar,
Na floresta, vida a pulsar.
Rios correm, cantam sem parar,
Na Amazônia, o mundo a sonhar.
Árvores altas, tocam o céu azul,
Guardam segredos num mundo oculto.
Cada folha, um suspiro de luz,
Cada animal, um verso do futuro.
O vento sussurra e traz a canção,
Das tribos que vivem em comunhão.
Mas o homem branco avança, sem compaixão,
Rompendo o equilíbrio da criação.
Oh, Amazônia, tua voz ecoa,
Mas será que o mundo te escuta?
Preservar-te é a única escolha,
Para que a Terra não se torne muda.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Todo aquele que é filho da luz veio a este mundo para ser luz. Por isso, seja sempre luz por onde passar!
Seja a luz que dissipa as trevas através das suas palavras, gestos e ações, levando amor, paz e bem aos corações, à imagem e semelhança daquele que disse: "Eu sou a luz do mundo, e aquele que me segue jamais andará nas trevas!"
Um dia repleto de muita luz, paz e bênçãos!
Tenho medo, sim.
Mas não do mundo —
tenho medo do que o mundo tenta fazer de mim.
Porque percebo tudo.
O excesso, o ruído,
a grosseria que se esconde em gestos pequenos,
o silêncio que fere mais que palavras,
a indiferença que se apresenta como neutralidade.
Vejo como cada interação tenta moldar,
corrigir, reduzir,
empurrar o outro para papéis que não escolheu.
E sei que absorver demais
é o primeiro passo para a descaracterização do ser.
Por isso, resisto.
Não por fragilidade,
mas por consciência.
Recuso o jogo,
o labirinto de estímulos previsíveis,
as investidas que buscam reação, não diálogo.
Não respondo ao obscuro,
não espelho a violência,
não negocio minha essência por aceitação.
Isso não é personalidade.
É disciplina interior.
É inteligência aplicada à sobrevivência do eu.
Permanecer inteiro
num mundo que recompensa a deformação
é, talvez,
a forma mais elevada de lucidez.
Tenho a impressão, cada vez mais nítida, de que o mundo muda em ritmo acelerado, enquanto a capacidade média de raciocinar com profundidade não acompanha essa velocidade. Há progresso técnico, mas pouco avanço na forma como muitas pessoas analisam decisões simples do cotidiano.
Com frequência, necessidades concretas são descartadas não por razões objetivas, mas por ideias futuras ainda não estruturadas. Troca-se o que é real e funcional por projetos que existem apenas como intenção. Visões de longo prazo são importantes, mas não substituem ações mínimas no presente. O que ainda não foi construído não pode cumprir a função daquilo que já é necessário agora.
Chama atenção o modo como o questionamento passou a ser mal recebido. Argumentar de forma lógica, pedir coerência ou exigir critérios tornou-se, para muitos, sinal de confronto, quando deveria ser parte natural de qualquer processo racional. Em vez de diálogo, surgem reações defensivas.
Percebo também uma dificuldade crescente em sustentar pensamento próprio. Muitas ideias são repetidas sem exame, assimiladas por conveniência ou pertencimento. Não se trata de má intenção, mas de ausência de método. Repetir é mais fácil do que pensar; aderir é mais confortável do que avaliar.
O resultado é um empobrecimento do discernimento. Confunde-se convicção com volume, opinião com verdade, intenção com resultado. Falta rigor intelectual — e, sobretudo, disposição para lidar com limites, dados e consequências reais.
Nesse cenário, supervisionar vai além de orientar tarefas. É manter os pés no chão quando o discurso se afasta da realidade. É lembrar que decisões precisam se sustentar em fatos, prazos e condições concretas. E que responsabilidade intelectual não é rigidez, mas respeito à realidade.
Aerton caminha frequentemente na contramão das tendências dominantes do mundo moderno. Em um tempo marcado pela indiferença emocional e pela superficialidade das relações humanas, recusa-se a aceitar a insensibilidade como norma.
Não se contenta em permanecer como mero observador dissolvido na multidão anônima. Há nele uma inquietação moral que o impulsiona a compreender, questionar e agir.
Se alguém perguntar quem é Aerton, talvez a definição mais precisa seja simples e rara ao mesmo tempo: um homem orientado pelo senso de justiça.
Observe atentamente os homens que caminham contra a corrente do mundo moderno.
Reflita sobre aqueles que se recusam a aceitar a indiferença como regra da vida.
Perceba que, entre muitos que apenas seguem a multidão, existem poucos que escolhem permanecer justos.
Lembre-se deste nome: Aerton Luiz Lopes Lima.
Pois, em tempos de silêncio moral, permanecer justo é uma forma rara de coragem.
Estou aqui.
Ta vendo?
Estou na contra-mão.
Sempre vou do lado errado do mundo.
Mas estou aqui.
Por mas que penso,
Sempre vou na contra-mão do mundo.
E as vezes busco num segundo me direcionar.
Mas qual engano,
Ja estou perdida e não tenho como salvar.
Mas continuo aqui.
Me bato e perco o freio.
Faço parte desse mundo,
Continuo aqui,
Só não tenho como pará.
O mundo é vasto, grande, existe algum lugar
Onde você não fará força pra se adaptar
Onde sua energia não vão querer drenar
Disfarçado de cuidados pra te manipular
Até mesmo o pior homem do mundo precisa chorar as vezes, por carregar o peso de ser o pior homem do mundo.
_Ysadora Alves
"É uma tragédia silenciosa que muitas almas generosas enfrentam neste mundo tão barulhento, onde quem sente demais parece sempre ser deixado por último."
Escritor: Marcelo Caetano Monteiro.
SEJA LIVRE, SEJA LEVE
Pra que viver chorando neste mundo cruel e vil?
Cristo conquistou, na cruz, nossa vitória,
e Sua graça nos cobriu.
Seja livre, seja leve, tome sua cruz e a carregue,
pois, ao lado de Jesus,
ela se torna mais leve.
Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.
Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.
Ele provou o cálice amargo como o fel,
pagou um alto preço sobre a cruz
para nos abrir os céus.
Ao lado de Jesus, o peso se desfaz,
o fardo se transforma,
e a alma encontra paz.
Caminhando com Cristo,
há força pra seguir,
pois quem anda com Ele
aprende a sorrir.
Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.
Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.
Cícero Marcos
Quero realmente acreditar que o futebol
do Brasil,é o melhor do mundo,
mas é só assistir uma partida pra ficar
maluco.
Antes que o mundo me visse, Deus já me conhecia.
Antes que me rotulassem, Ele já me chamava de escolhida.
Minha história não começa na opinião dos homens, mas na vontade de Deus.
— Lílian Arriel
Silenciei o mundo para ouvir a voz de Deus… E no jardim da alma, floresceu a paz que só Ele pode plantar.
Janice F. Rocha
Todo mundo quer ver você bem...
desde que isso não exija olhar de perto como você realmente está.
Janice Rocha
Crack é seu codinome
Quando veio para esse mundo
Muita dor causou
Minha mãe contou
Que de muita dor berrou...
Naquele dia
Lençóis foram rasgados
Descia lágrimas quentes
Em sua face fria
De tanta dor que sentia
Crack é seu codinome
Você cresceu
Saúde recuperada
Com muito amor de mãe
Forte ficaste
Mas na adolescência
Um atalho você rumou
Crack é seu codinome
Perdeste a identidade
A autoestima
Santo Deus!
Perdeste até a carne...
Seu submundo agora é só alucinação
Seus delírios
Paranoicos
Submundo do seu EU
Violento
Inadequado
Sem noção
Diante dos que estão
No seu dia a dia
Crack é seu codinome
Os anos se passaram
Agora um senhor sem personalidade
O que dificulta a nossa irmandade
Homem sem decisão
Sem escrúpulo.
E também
De pouca fé.
No seu mundo sujo e podre
Só há espaço para os solventes
Éter
Amônia
Ácido sulfúrico.
E também
Querosene, cal
Etc. e tal
Isso tudo
Que por si só
Nocivos a nós
E principalmente
A você
Crack é seu codinome
Sua sensação de bem estar é fictício
O pesadelo agora é seu mundo
Abandonaste
Trabalho
Estudos
Abandonaste
A todos aqueles que te amam.
Entraste para o rol
Da escória
Meu irmão de sangue
Crack foi seu codinome
Agora a morte é o seu nome
Seu fim
Trágico
Acabou!
Que Deus onipotente
Tenha compaixão de ti
Meu irmão
Oh meu adeus!
Esses versos eu te fiz
Somente para ti.
Que tua alma descanse em paz
Meu irmão
Porque agora
Morte é seu nome!
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