Poemas sobre o Mundo

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Das TradiçõesReligiosas


Demétrio Sena - Magé


Tanto faz para nós, que o mundo esteja em conflito, que o próximo passe fome, adoeça e morra sem dignidade? Não importa nada, se nós cometemos feminicídio; perseguimos os religiosos de outras vertentes e os não religiosos? "E daí" se apoiamos genocídio, pedimos até que outro país ataque o nosso e odiamos quem pensa diferente de nós? É isso mesmo? Pouco importa que misturemos nossa religião com política raivosa; com o vale tudo pelo poder (do minúsculo ao maior), para massacrarmos as minorias, os que têm menos, e quem é invisibilizado pela sociedade que também nos rodeia?
O que fazemos de perverso no dia a dia não conta? O importante, mesmo, é que nós comamos panelas de canjica e peixe na sexta-feira santa e caminhões de chocolates no domingo de Páscoa, depois de termos malhado o nosso semelhante, Judas, no sábado de aleluia? "Será que ouvi um aleluia"? Essa é a nossa religiosidade, o resumo da nossa crença em um homem que foi puro amor, humildade, paz, perdão, acolhimento e aceitação plena do ser humano? Desculpe se atrapalho seu ritual; seu cardápio; sua firula. Mas precisava mesmo refletir com você sobre questões tão óbvias da religiosidade.
Se a quaresma, "sexta santa", Páscoa, Corpus Christi, Natal, missas, cultos e rituais não nos tornam melhores, temos que rever a nós mesmos. Repensar nossos atos e sentimentos, desatrelados de obrigações institucionais que nos engessam sem atingir a alma, o caráter, a sensibilidade. O próximo é a razão e o princípio das nossas empreitadas ditas espirituais. Desconheço um religioso consciente de que o próximo é quem está próximo e distante; quem é igual e diferente; professa ou não a mesma fé ou nem acredita em nada.
... ... ...


Respeite autorias. É lei

Hoje é o seu dia, mulher!
Ser feito de luz
que brilha por onde passa
que espalha amor pelo mundo
que floresce
que é fértil
que é doçura
que é vida na sua forma mais pura!

Teste de Geografia


Dizias que o mundo era pequeno demais, traçavas fronteiras no mapa do lençol, medias a distância entre o nunca e o jamais, buscando o caminho pra um resto de sol.


Pediste que eu fosse o teu norte fiel, a rosa-dos-ventos de um cais sem navio, mas perdi o sentido, rasguei o papel, e o nosso Equador tornou-se vazio.


I
Onde fica o relevo do teu abraço?
Em que latitude se esconde o teu riso?
Pois sinto um abismo em cada passo, nesse hemisfério que não é o paraíso.
II
Qual a demografia da tua saudade?
Quantas ausências habitam o teu peito?
Se o amor é um solo de pouca fertilidade, onde o silêncio se torna direito.


No fim, a prova não teve nota ou glória, apenas a erosão de um tempo que passou.
Ficou a geologia de uma velha história:
Onde havia um vulcão, hoje a cinza restou.


O mapa dobrou-se, a bússola quebrou, e a conclusão do teste é um tanto amarga:
Quem muito se isola, continente virou, levando o oceano como única carga.


© *Paulino Florda*, No labirinto dos açoites, 2026

A Gaiola, Afinal, Sou Eu




Mudei, sabe? Mudei pra encontrar meu pedaço de mundo, Construir algo do zero. Me sentia tão preso, lá. Achei que a distância, a cidade nova, Me libertaria.
A ironia, essa que me corta, É que a gaiola nunca foi a cidade. Nunca foi o lá fora. A gaiola, sou eu. A prisão, está na minha mente.
Essa cela, feita de medo, De que me descubram, De que vejam a farsa que sou. Síndrome do impostor, me sussurram. Queria ser melhor, Focado, com propósitos. Mas a autodúvida, essa sombra, Me paralisa, me afoga.
Me sinto um robô, um autômato. O querer existe, grita, Mas a vontade... Ah, a vontade Se desfaz em inércia. Minha agência minada, O que quero não vira o que faço.
Mas se a prisão está em mim, Se sou eu quem a constrói, Então a chave também é minha. Uma dor que traz esperança. Essa consciência, eu do futuro, É o primeiro passo pra se libertar.A Gaiola, Afinal, Sou Eu
Mudei, sabe? Mudei pra encontrar meu pedaço de mundo, Construir algo do zero. Me sentia tão preso, lá. Achei que a distância, a cidade nova, Me libertaria.
A ironia, essa que me corta, É que a gaiola nunca foi a cidade. Nunca foi o lá fora. A gaiola, sou eu. A prisão, está na minha mente.
Essa cela, feita de medo, De que me descubram, De que vejam a farsa que sou. Síndrome do impostor, me sussurram. Queria ser melhor, Focado, com propósitos. Mas a autodúvida, essa sombra, Me paralisa, me afoga.
Me sinto um robô, um autômato. O querer existe, grita, Mas a vontade... Ah, a vontade Se desfaz em inércia. Minha agência minada, O que quero não vira o que faço.
Mas se a prisão está em mim, Se sou eu quem a constrói, Então a chave também é minha. Uma dor que traz esperança. Essa consciência, eu do futuro, É o primeiro passo pra se libertar.

Negue para o mundo,
mas quando seus olhos encontram os meus… não negue nada.


Guarde segredos para as ruas,
para os nomes que você esquece nas esquinas,
para as bocas que provaram de você
sem entender o perigo do seu gosto.


Mas para mim…
deixe cair as máscaras,
como roupa esquecida no chão de um quarto silencioso.


Ainda sinto você
no limite da memória dos meus lábios,
um gosto doce demais para ser inocente,
um gosto que começa como vinho jovem
e termina profundo, quase amargo,
daqueles que a gente bebe devagar
só para prolongar o erro.


Maldito seja seu sobrenome
que encaixa tão bem no meu.
Maldito seja o jeito
que sua boca aprende a minha
como se já soubesse o caminho.


Há algo em nós que não pede licença
Não pede promessa
Não pede futuro


Só pede mais um instante


Mais um toque lento,
mais um segredo sussurrado
como quem acende um fósforo
sabendo que pode incendiar tudo.


Somos assim
um vício servido em taça cheia,
corpo envelhecendo em desejo,
cada encontro mais denso,
mais perigoso,
mais impossível de negar.


E mesmo sabendo
que outros sabores virão…

Evoluir no Mundo 🌍


Evoluir no mundo é entender que viemos sozinhos, mas não viemos para viver isolados. É aceitar que a jornada é individual, porém o aprendizado é coletivo. Crescemos quando aprendemos a ter empatia, a amar o próximo como a nós mesmos, mesmo quando isso exige maturidade, silêncio e renúncia.
Evoluir também é se submeter, às vezes, a lugares que não queremos estar — mas que precisamos. Porque há motivos maiores por trás de cada fase. Muitas vezes, o “motivo maior” vem disfarçado de responsabilidade, de desafio, de peso. E é justamente nesse peso que a vida nos ensina, nos molda e nos fortalece.
Aprendemos que ajudar alguém não é garantia de retribuição. E tudo bem. Porque quando a ajuda nasce do coração, ela não é uma venda esperando retorno — é uma semente plantada na consciência. Quem faz esperando receber ainda está negociando; quem faz por amor já está evoluindo.
O mundo é nossa casa temporária. Estamos aqui para aprender, para nos tornar seres humanos melhores — não melhores que os outros, mas melhores do que fomos ontem. A evolução verdadeira não é competição, é superação interna. É cair, entender, ajustar e continuar.
Tudo é passageiro. Nossa hora de partir é um mistério que não nos pertence. Por isso, evoluir é agora. Não daqui a muitos anos, não quando “der tempo”, não quando tudo estiver perfeito. É no presente que a transformação acontece.
Quem faz planejamento é arquiteto. E o nosso Arquiteto é Deus. Só Ele enxerga a planta completa da nossa história. A nós cabe confiar, aprender com cada etapa da construção e evoluir enquanto o projeto da vida continua sendo desenhado.

Existe uma linha silenciosa entre sentir e se perder. Entre ouvir o mundo e permitir que ele te defina.
Durante muito tempo, você pode até acreditar que ser afetada é apenas sensibilidade — e, de fato, é. Mas há um ponto em que o que vem de fora deixa de tocar e começa a ocupar. E quando uma crítica tem o poder de te desmontar, ou um elogio te leva a um lugar que nem você sustenta sozinha, algo dentro de você já não te pertence por inteiro.
É sutil. Quase imperceptível. Mas perigoso.
Porque, aos poucos, você começa a se moldar pelo olhar alheio, a medir o próprio valor pela reação dos outros, a se reconhecer mais no reflexo do que na essência. E então, sem perceber, entrega a própria mente nas mãos de quem nem sempre entende o peso das palavras que carrega.
Sentir é humano, mas se perder não pode ser rotina. Nem toda crítica é verdade, nem todo elogio é medida. O que vem de fora pode atravessar, mas não pode permanecer sem que você permita.
Existe uma força silenciosa em se pertencer. Em saber quem você é, mesmo quando o mundo te aplaude ou te questiona. Em não se inflar com o reconhecimento, nem se despedaçar com a rejeição.
Porque, no fim, liberdade é isso: não se tornar refém de vozes passageiras. É voltar para si, todas as vezes, e ainda assim, permanecer inteira.

Por que as coisas no mundo não deram certo? Por causa das pessoas!
Por que as coisas no mundo deram certo?
Por causa das pessoas!

​Fiz um acordo com o espelho:
o mundo pode até me esquecer,
mas eu me levo pela mão
até o fim da estrada.
Desistir de mim nunca foi uma opção.⁠

O Mito Grego

⁠A mitologia grega, é uma forma de interpretar o mundo, uma forma de pensamento e não um delírio Pré-filosófico. A mitologia grega é uma interpretação seríssima, importantíssima e belíssima que parte da arte como mediação e , não da verdade. Então, como sei que nunca vou saber como o tempo é, tenho clareza que a vida é muito superior a mim. A relação do homem com o mundo é uma relação de submissão, a vida como esse jogo de forças intensivas-infinito, é muito superior ao homem. O que o homem precisa fazer, é criar uma interpretação sobre o mundo, mas ele jamais possui a intenção de conhecer o mundo, e isso era quase uma heresia, ( heresia é uma coisa meio cristã), era quase uma afronta.
Então, o que homens poderiam fazer, perspectivas de interpretação do mundo utilizando os Mitos. É muito possível imaginar que os gregos não acreditavam verdadeiramente no Mito e, nem deixavam de acreditar. Pois era a única coisa que possuía para relacionar com o mundo, então o mito era uma realidade .Como sei que nunca vou saber como o mundo é, porque sou apenas um ser humano, eu crio coisas que faça com que eu entenda o mundo. Segundo os Mitosde criação gregos, no início dos tempos só existiam o Caos, um vazio sem forma do tamanho do universo do qual se originou Gaia ( terra),Tártaro ( submundo) e Eros, que era o amor e mais belo de todos os deuses.
Do Caos saíram Érebo, a escuridão do submundo e Nyx que era a noite. Da união de ambos , nasceu o dia e Gaia deu luz a Urano ( céu estrelado) e com ele teve diversos filhos entre os quais Oceano( mar), Cronos( tempo, mais jovem e terrível de seus filhos).Chronos sob ordem Gaia, castra Urano e se casa com sua filha Réia, com quem tem filhos e mais tarde se revoltam contra ele e assumem o poder. Estes novos deuses dividem entre eles a autoridade. Zeus fica com o céu, Posseidon com os mares e Hades com o submundo

Olhos nos olhos..


Quando meus olhos encontram os
seus,
o mundo perde a pressa...
como se o tempo, por um instante,
decidisse respirar junto com a gente


Há algo ali que não se explica ;
só se sente-
um silêncio cheio de tudo,
um olhar que diz mais que mil palavras,


E eu fico ...
presa nesse encontro tão simples e tão
raro,
como quem descobre , no brilho do
outro,
um pedaço de si que estava faltando.

Cristine,
Teu nome chega como brisa suave
num fim de tarde dourado, e só de pensá-lo meu mundo já muda de lado.


Há algo em você que não se explica,
não cabe em palavras nem na razão, é como tentar descrever o infinito com o pouco que cabe no coração.


Teu sorriso tem a calma dos dias bons, aqueles que a gente não quer que acabem, e teu olhar com esses lindos olhos azuis… ah, teu olhar é onde meus pensamentos se perdem e não sabem voltar.


Se o tempo fosse justo, pararia só pra te ver passar, pra eternizar esse instante
em que tudo em mim aprende a amar.


Não sei se foi destino, acaso ou sorte, mas desde que você existe em mim até o silêncio ficou mais bonito
e a vida, enfim, ganhou um sentido sem fim.


Cristine,
se um dia o mundo pesar nos teus ombros, deixa que eu seja abrigo, calma, caminho e repouso.


Porque te amar
não é só sentir,
é escolher, todos os dias, ficar… e nunca partir.


Clayton Leite

Alvo


Já imaginou o peso do mundo sobre as costas?!
Como se existisse um alvo, onde às vezes tudo parece dar errado.
Como se o fardo de viver fosse muito pesado e, de certa forma, tudo parecesse recair sobre você?


Bem, eu acredito que esse fardo realmente exista, mas não por um simples acaso ou por uma ironia do destino, e sim pelas nossas próprias escolhas e ações.


A vida, de forma curiosa, com certeza prega peças, impõe dificuldades inimagináveis, mas a resposta para toda curiosidade é: o que você vai fazer?
Aceitar? Se lamentar? Ou mudar o que lhe incomoda?


É natural achar que, às vezes, as pessoas estão nos observando, seja por um escorregão, um simples tropeço na rua ou até mesmo pelas mais diversas besteiras que podemos fazer depois de uma noite de bebida. Mas, no fim, pouco elas ligam e, em breve, esquecem.


Eu acho que esse alvo, que nós mesmos moldamos, é o reflexo das nossas atitudes e dos nossos achismos. No final, o único que pode tirar esse alvo somos nós mesmos.


Nos tornamos fortes como seres humanos quando vivemos nossa vida de forma livre, de um jeito que nos agrade, e mudamos sempre o que nos incomoda.


É nesse momento que devemos deixar de ser alvo e nos tornar executores.

Sou errante no mundo do amor
Onde sou só passageiro, onde não tenho lugar, não tenho morada
Sou errante, nômade sem casa
Vagando sem rumo no mundo do amor.

Errante

Nesta vida, neste mundo, velejo pelos mares de lágrimas formados pela dor e pela ternura de uma existência incerta e inquestionável. Vejo uma vida, às vezes, sem sentido, mas ainda assim enxergo grandes histórias a serem criadas, grandes sonhos a serem registrados e momentos que merecem ser eternamente guardados.
Caminhando pelas linhas tênues da vida, deixo palavras incompletas, sonhos incertos e prazeres que talvez ninguém jamais venha a descobrir. Ainda assim, deixo sentimentos e histórias que, neste pálido ponto azul, podem parecer insignificantes… mas que, para cada alma, para cada ser, valem o mundo. Valem instantes, valem memórias, valem histórias inteiras.
É neste mundo em que vivemos, neste pálido ponto azul, que deixamos nossa marca no universo. Uma marca pequena, quase imperceptível aos olhos do infinito… mas ainda assim, uma marca viva, feita de história, de presença e de tudo aquilo que, mesmo silencioso, insiste em existir.

A vida tem confusôes,
Junto com ilusões.
Mas o porque disto?
O mundo era para ter isso?

Ou só foi a nossa raça,
Fingindo achar graça.
Em um mundo cheio de traças
Acabando, sem almas.

O Todo é Mente

Quem controla a própria mente, controla o mundo ao seu redor.

Quem sabe controlar a própria mente, alcança uma fonte grandiosa de poder.

A partir do momento que sua mente está sob seu controle, não existe mais o impossível.

Você passa a atrair aquilo que realmente deseja.

CICLO DA RAZÃO (I — Sentidos)


Agilson Cerqueira


Antes da ideia


existe o mundo.


A luz derrama-se nos olhos


como um rio silencioso,


o vento escreve na pele


sua caligrafia invisível,


e os sons se espalham no ar


como círculos sobre a água.


Tudo começa assim:


Em uma delicada invasão.


O corpo recolhe sinais,


mínimos fragmentos do universo,


sementes dispersas


de um saber ainda sem nome.


Cada cor,


cada textura,


cada rumor distante


é um sussurro da realidade.


E pouco a pouco


a consciência desperta


como um amanhecer


dentro do ser.CICLO DA RAZÃO (I — Sentidos)


Agilson Cerqueira


Antes da ideia


existe o mundo.


A luz derrama-se nos olhos


como um rio silencioso,


o vento escreve na pele


sua caligrafia invisível,


e os sons se espalham no ar


como círculos sobre a água.


Tudo começa assim:


Em uma delicada invasão.


O corpo recolhe sinais,


mínimos fragmentos do universo,


sementes dispersas


de um saber ainda sem nome.


Cada cor,


cada textura,


cada rumor distante


é um sussurro da realidade.


E pouco a pouco


a consciência desperta


como um amanhecer


dentro do ser.⁠

Epoché
Agilson Cerqueira

Recolher-se não é simplesmente afastar-se do mundo, mas suspender, ainda que provisoriamente, o regime de evidências que o mundo impõe. É um gesto de interrupção. Um desacordo silencioso com a pressa das coisas, com a necessidade constante de responder, agir, significar.

Ao voltar-se para dentro, não se encontra um refúgio estático, mas um campo em permanente elaboração. A consciência, longe de ser um recipiente passivo, revela-se como um espaço onde o pensamento se forma e se desfaz antes mesmo de adquirir linguagem. Escutar esse movimento exige mais do que atenção: exige desaceleração.

O ruído exterior — vozes, tempo, acontecimentos — não desaparece;

ele apenas perde centralidade. O que se desloca é o eixo da experiência. E nesse deslocamento, o silêncio deixa de ser ausência para se tornar condição. Não um vazio, mas uma presença não ocupada.

É nesse ponto que algo decisivo se insinua: a percepção de que a interioridade não é um lugar, mas um processo. Um caminho que não se percorre avançando, mas suspendendo. E que só se revela à medida que o sujeito abdica da urgência de compreender.

Assim, o recolhimento não conduz a respostas, mas a uma outra forma de relação com o desconhecido — mais próxima da escuta do que da interpretação, mais próxima da presença do que da definição.

E talvez seja nesse estado, rarefeito e atento, que a maturidade racional — se assim podemos nomeá-la — encontre não um destino, mas a possibilidade de continuar se desvelando.

O mundo um dia vai acabar.
Sabemos que vai acabar.
Por isso…
Insista em viver.
Insista em conhecer novos lugares.
Insista em amar.
Insista em ser amado(a).
Insista em querer ver o que há de melhor no mundo.
Insista em persistir.
Insista em ser livre.
Insista em casar e ter filhos.
Não se prenda a uma cela.
O mundo uma dia vai acabar.
Morra feliz.
Ame enquanto puder a vida que tem.
Ame enquanto puder quem está do seu lado.
Ame enquanto puder tudo a sua volta.
Ame enquanto puder, você.
Ame enquanto puder seu/sua companheiro(a).
Viva sem medo do amanhã.
Viva sem medo da morte.
A morte vem para todos.
Então …
Viva….

@Por_tras_de_uma_mente