Poemas sobre o Mar
As vezes as memórias ruins voltam para superfície como um velho submarino, enferrujado e cheio de corpos dentro
São três e quinze da manhã, um silêncio se mistura ao som da fúria das ondas quebrando-se na praia, nesse momento sinto uma leve presença divina, é mais um dia...
Eu fui uma criança/adolescente estranha... quando menina gostava de brincar sozinha na minha casinha que ficava escondidinha no quintal; aos 13/14 anos lia K. Gibran e muitas vezes preferia ficar sozinha lendo ou escrevendo na minha Remington ( não sei bem o motivo... mas acredito que entre todos foi o melhor presente que o meu pai me deu), matava algumas aulas de religião e educação física para ir namorar na praia deserta durante o inverno. Detalhe importante: eu namorava o Mar.
Eu continuo estranha...
“Enfim, as horas deste dia voaram feito as gaivotas, ao deitar o sol leva consigo a certeza que amanhã voltará às memórias que continuam vivas da vida que vivi um dia. Ah… se não fossem o mar, o vento, o sol, as estrelas e as músicas que fornecem encantos às poesias medicinais que curam diariamente esta alma cansada.”
#bysissym
“Em difíceis momentos deixo meus pensamentos navegar por águas calmas, tranqüilo retorno trazem a grandeza do mar”.
“Ame a Chuva, ela nunca vai te abandonar, Ame o Sol, ele nunca vai deixar de lhe aquecer, Ame a Lua, ela nunca vai deixar de iluminar suas noites, Ame o Mar, ele nunca vai deixar de lhe surpreender, Ame as Estrelas, elas nunca vão deixar de lhe dar esperança para brilhar. Mas não desista de encontrar alguém que tem um universo no coração só para você.”
Não é a profundidade do oceano que eu vou me afogar que me causa angústia e sim o tempo que vou ficar nele em naufrágio nesse mar de emoções...
Vi um passarinho cantando no poste de luz, e aí percebi que muitas vezes nesses detalhes tão surreais ao mesmo tão encantadores e simplistas a humanidade está se perdendo em detalhes tão cheio de quimeras, tão materialistas e tão degradantes e não se dão conta que a beleza e a riqueza que lapidamos a alma encontra-se toda no ar, terra e mar.
Chegará o tempo em que vais olhar pra trás e ter a certeza que nada foi em vão, e que mesmo ante tanto sofrimento e dor...Ele estava sempre lá separando as ondas gigantescas para que conseguisses passar. Somos todos sobreviventes do Mar Vermelho, mesmo que nossas lágrimas nos afogue por dentro nesse náufrago e letargia chamado vida...
Sacuda a poeira e dê a volta por cima, saia já desse estado letárgico em que te encontras como uma ostra no fundo do mar... Lembre-se um dia todos seremos poeira cósmica, então deixe essa tua poeira fluir no Universo antes que baixei e fique estagnada para sempre no fundo do mar (alma) e perderás uma grande oportunidade de ser pérola enquanto ainda vives...Então, Abra-te!
Amanhã é outro dia onde o barco segue seu curso sem leme na direção, pois Deus é que está abrindo o caminho ,cabe à nós observar a profundeza do mar (alma em náufrago nesse líquido amniótico chamado lágrimas do coração).
Pingos de felicidade em conta gotas até preencher o peito e o coração possa flutuar como um barquinho de papel, tão leve e pueril que até num suspirar a gente avista o mar...
Lá fora, observo o horizonte que vou pincelando com nuances de minha memória...Aqui dentro, o meu mundo dá um mergulho no mar, e nessa introspecção um suspiro da vida se desprende no ar...”
É por isso que não creio nesse algo abstrato e sem sentido chamado amor. Como algo que dizem ser maravilhoso e benéfico possa causar tanta dor?
Fazia planos, desenhava corações, segredos vindos do mar. Seus olhos brilhando, querendo enxergar que esse dia pudesse chegar...
A alegria vira, no dia em que eu te encontrar...Alegria mar e calor.Alegria sem dor...Pensamentos no mar,Uma cancao solta no ar.Ohhh...luar que encanto sonhar...Espere so a emocao chegar...simone vercosa
Fez com que eu confiasse e me jogasse em nós pra depois me deixar cair sozinha num mar de lama suja formado pelas mentiras que você criou pra eu te deixar entrar.
O sonho (realizável) do poeta: Um dia vai haver um mundo sem classe ou imposto... Sem mar nem derivativo!
