Poemas sobre música

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Oitavo ano (Letra de música)




(Verso 1))


Oitavo ano, sem expectativas ou preocupações


Focado em viver até as últimas consequências


Doces paixões, um poder dominador paralisa as razões dando sentido à história




(Verso 2)


No quadro negro, a sensação de medo e vazio


Viagens que moldam o tempo que escapa paixões aladas


Lutas travadas, sonhos que se tornam reais relembrando amores de verão


Valores que nos guiam as sombras do passado que dança com o presente




(Verso 3)


A chama que arde em nosso peito são histórias reais implorando o retorno aos pedestais dos desejos


Escritas com coragem a estrada continua, sem temer a miragem de tantos rostos e tantas vozes a ecoar cada segundo




(Verso 4)


A cada passo dado as viagens nos levam a novos horizontes desenhando sonhos constantes, com o coração em chamas lutamos juntos, sem soltar as mãos valores são âncoras, amores são asas


Em cada momento, encontramos nossas causas o tempo não para, mas seguimos em frente, o começo é eterno o passado é presente.

Coração bêbado


(Verso 1) Letra de música.


Os abraços que não dou se engraçaram com o tempo que já voou


A saudade não para de pulsar e Nunca parou,


Coração tropeça mas sempre ficou de pé nesse ciclo sem fim de inocência e amor


Na neblina me perdi com o abraço na ponte da saudade, gritos são ouvidos perdidos no horizonte da indiferença sem piedade





(Verso 2)


No Impacto do vazio o capuz da solidão me cobre


O eco me conduz bêbado de memórias a mais um gole de saudade Aventureira minha mente busca por liberdade mas se mantém perpetuamente rodando nesse labirinto faminto por mais um encontro de corações sadios


E mesmo perdido no frio da vergonha, as lágrimas caem quebrando a distância de um coração vadio e bêbado mas cheio de esperanças


(Verso 3)


E quando a caneta se perdeu, os sentimentos deixaram seus efeitos colaterais espalhados fazendo valer o poder da sua voz


Sufocado pela saudade a minha versão no futuro foi engolida e deixou de ser um presente na realidade


Um iceberg passou flutuando entre as ondas e nele estava preso a última imagem do meu coração.

Perturbador e puro




A tua voz ainda é música, ela preenchi,


Se esconder no jardim do talvez foi uma doce mentira de outras próximas vezes,


O intenso é perverso e se deixa escapar quando o impossível repousa,


O tentar desistir apenas ensina "que aquilo que não volta é porque nunca foi seu",


sendo assim, no amor a confiança tem um ritmo perturbador e puro.

Foi de coração quando pedi para lançarem aquela música no rádio,


A matemática é simples, quem planta coragem colhe alguma riqueza da ação e nesse progresso a conexão cria raízes.

Fique!


Você abriu uma porta que estava fechada a muito tempo,


Te recebo como música boa, te quero como jamais quis alguém antes,


Hibernar, perdeu o sentido depois da tua chegada,


Chorar, virou acompanhamento de luxo dos meus sorrisos, pois eles andam juntos na mesma direção,


O amor é um doce que apenas estava na embalagem esperando para ser aberto,


Estou completamente identificado com o sabor das tuas palavras, indo um pouco além, me sinto recuperado do que não lembro mais e me sinto cada vez mais vivo com as surpresas que a tua pluralidade tem me trazido,


Você abriu a porta entrando sem bater, agora eu te peço que fique e nos ensine a viver.

⁠Áries solar
Lua em Câncer
Rosa e espinho
Raio e trovão
Arco e flecha
Som e música
Dose letal.

Entre versos quebrados


O silêncio virou música quando você partiu, cada passo teu ecoou como um refrão tardio.
Meu peito aprendeu a tocar saudade em tom menor, e o amor, que era festa, virou solo de dor.


As lembranças giram como vinil riscado, promessas pulam, repetem, não seguem o combinado.
Teu nome ainda dança entre notas e ais, é a canção que insiste em não terminar jamais.


No meio da noite,
o coração muda o ritmo,
tenta ser forte,
mas falha no próprio compasso.
Entre versos quebrados
e acordes perdidos,
aprendo que amar também
é saber ficar só no espaço.


E quando o último acorde
enfim se desfaz,
não é o fim do amor
— é só o fim de “nós dois”.
Guardo essa trilha como parte de quem fui, porque toda despedida também ensina depois

Tua voz é música que dança no vento, Teus gestos, poesia que
toca o coração.
Em teu ser moram sonhos e encantamento, Um amor que floresce sem explicação.

A música das esferas


Eu vejo os músicos tocando, acariciando pequenos animais para que cantem o que está no seu íntimo. Sons prateados, resmungos acastanhados, gritos de grifos. Quem poderia se lembrar do que foi esquecido, mas, realmente, nunca olvidado?

POR QUE É FÁCIL E POR QUE É DIFÍCIL?




uma ajuda da música




Uma música decorada é fácil quando a conhecemos bem. É difícil quando ainda não a decoramos. Uma música improvisada é fácil quando a tocamos sem consciência. Uma música improvisada é difícil quando temos de seguir uma forma.
O que é a improvisação e a música decorada? Uma é a música viva, a outra é a música morta. Quando algo está fixo é fácil de conhecer, quando há movimento há maior dificuldade. Quando não conhecemos alguma coisa é fácil de acrescentá-la, quando a conhecemos, temos dificuldade de delimitá-la, porque já a definimos. Portanto, a vida é fácil quando não somos robôs, mas quando somos loucos.

A mafia a música e transição entre pensamentos e a cultura desprovida...


O destino é simplicidade uma caminho trilhado antes do nascimento


A transgênia racional floresce na cultura da sociedade...


Os achados da sociedade moderna antológica música torna se evidência da desconexão do ser humano.

Cabeças ocas sem fundamento crítico o ambiente psicologico perfeito!
música o domínio mental.
dominio astronômico com fake news e drama da exploração cósmica...
O ser cósmico dentro da superfície da gaiola.
Pois domínio mental é simplicidade alienado.
O ser alienado busca independente da própria existência social num labirinto aonde ser contemporâneo se repete no reflexo da gaiola.

Na sombras a poesia está morta.
Seria simplório a música encanto da minha vida...
Então são metáforas de um sentimento...
Exposição da carne nua crua comida pelo corvo...
O corvo é preso pelo delito de comer...
Nas sombras o assassino se vangloria...
Seus caminhos são expostos pela lucidez..
Ar sombrio engana de madrugada...
Espinhos da rosa morta são belas...
Num suposto telema apenas olhares num estante vazio.
O glamour do pos morte na mesma palidez observa que o brilho do luar.
Sois antro perdido de alegrias e tristeza pois declínio do silêncio é o algoz do silêncio.
Tal conciliação atroz sentimento o fruto do esquecimento.
Embora seja maravilhoso o renascer do amanhecer,
Como amantes cansados espera o entardecer do dia para acordar e contemplar as trevas do anoitecer.

Eu sou música pros teus ouvidos...
Eu sou a sua frase preferida...
Eu sou poema , strofe, poesia...
Sou tardinha , sol poente...
Brisa que passa tocando teu rosto...
Sou aquela estrela cadente... que passa rasgando o céu da noite...
Eu sou silêncio.. no barulho dos teus pensamentos..
Eu sou aquela chuvinha caindo a noite...
Sou saudade... sou aquele aperto no peito que insiste em abraçar-te...
Eu sou o tempo que as vezes passa depressa.. num piscar de olhos... eu sou... eu fui...eu serei pra sempre... porque o amor nunca morre...

Artistas que merecem respeito,
na música Roberto Carlos,
com o mesmo carinho,
Léo Canhoto e Robertinho...
aplauso em nossa nação,
com alegria no coração,
Na Locução,
Fazendo o povo feliz,
aplauso pro Danicrys!

Olha, sabia que antes de eu te conhecer, meu vizinho não reclamava de música alta, meu pai não me achava um sem futuro?


Antes de eu te conhecer, meu psicólogo só me via uma vez por semana, meu padre me via todos os domingos e eu testemunhava sobre como Jesus foi bom. Agora eu espalho a palavra sobre o quanto você foi má


Antes de eu te conhecer, eu falava sobre tudo com a minha mãe, eu não precisava apagar as mensagens antes de dormir


Antes de eu te conhecer, eu tinha medo de monstros debaixo da cama e não de dormir com eles em cima dela


Mas depois que eu te conheci, eu trato o destino como um acidente


Eu não vejo os sinais nem que estejam na minha frente, seja tarô, cigana ou vidente, nenhum aviso é suficiente


Porque depois que eu te conheci, eu não acredito mais em “era pra ser”, ou em qualquer clichê ou fadas do dente


Era uma vez nós dois, e depois fomos tristes pra sempre..

Ministério, da Música.
Aprender, sobre a música.
Trabalhar, com a música.
Música do passado, do presente, & do futuro.
Instrumento(s).
Caixa, de som.
Com fio, & sem fio.
Tecnologia.
Limpeza.
Vários tipo(s), de música(s).

Uma coisa lhe digo,
com toda certeza,
ouço e me ligo,
numa boa música sertaneja.
No raiz, com muito carinho,
Tião Carreiro e Pardinho...
No romantismo os meninos bons de gogó,
Chitãozinho e Xororó!

A arte e a música brasileira produzidas a partir da década de 1980, especialmente o rock e o metal, carregavam consigo marcas profundas da resistência e da indignação contra os anos de repressão impostos pela ditadura. A fúria presente nas letras, nos instrumentos e nas atitudes não era apenas estética: representava a necessidade de uma geração de recuperar a liberdade de expressão e confrontar uma sociedade que havia sido silenciada.
O rock e o metal tornaram-se, portanto, manifestações de inconformismo social e político. Eram vozes que transformavam revolta em arte, questionando autoridades, costumes e estruturas sociais. Mais do que simples entretenimento, aquela produção artística refletia o desejo coletivo de romper com o medo e recuperar o direito de pensar, criticar e existir livremente.


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A caixa de música da boneca de porcelana quebrada.




Existe uma coreografia exaustiva que aprendi a seguir: curvar os lábios em um sorriso perfeito como se a vida fosse apenas um cenário de filme onde tudo da certo sempre. É um ensaio diário onde a regra principal é dizer 'sim'. Eu digo sim para as demandas, sim para os papéis que esperam que eu interprete, enquanto, sob a superfície, meu corpo inteiro grita um 'não' desesperado.


Eu me afogo em um oceano chamado expectativa. É uma maré que sobe silenciosa, mas implacável. O 'estou bem' tornou-se a minha rotina, uma resposta automática que esvaziou de significado, enquanto a sensação de estar de fato bem virou uma memória longínqua, quase um sonho de outra pessoa.


Vou aceitando o peso de cada cobrança, uma camada sobre a outra, engolindo em seco o que deveria ser dito, o que deveria ser gritado. Mas o mar não respeita o silêncio. Ele sobe, ele pressiona, ele invade. E quando o fôlego acaba, o que eu guardei transborda, não em palavras, mas em lágrimas que carregam tudo o que me sufocou por dentro.


Contudo, a tempestade é breve, e a engrenagem é implacável. O choro é apenas uma pausa técnica antes que o mecanismo interno volte a girar. Com um suspiro que ninguém ouve, limpo o rosto, ajusto a postura e sinto a chave girar nas minhas costas mais uma vez.


O sorriso volta a se curvar, milimetricamente ensaiado. A música começa a tocar — aquela melodia doce, repetitiva e mecânica que todos esperam ouvir. Eu volto para o centro da caixa, pronta para a próxima rotação, dançando com a leveza de quem não tem escolha, enquanto, lá no fundo, a boneca de porcelana apenas observa, imóvel e partida, o mundo que continua a girar sem ela.