Poemas sobre Luz
Eles acham que eu tô sozinha...
Mal sabem que meu segurança é fardado de luz
e trabalha 24h sem dormir.
Salmo 91 na bio,
E anjo no portão,
Leoa no trono.
Tenta me derrubar pra ver.
Van Escher
Minha compreensão da luz (E dos mistérios do todo)
Por Celso Roberto Nadilo.
Para mi, a existência das cores é um mistério que se revela no olhar. Os fótons, esses mensageiros que nascem do Sol, viajam pelo espaço e são acolhidos pela nossa atmosfera, que espalha e focaliza a essência de cada tom sobre cada objeto. Vejo a prova realista disso no arco-íris: quando a luz encontra a chuva, o céu se transforma em um caleidoscópio gigante, onde as gotas agem como um espelho de luz.
Mas a realidade vai além. Quando mergulhamos nos mistérios da luz, esbarramos também na relatividade e na casualidade da gravidade — forças invisíveis que moldam o próprio tecido do universo. Toda a nossa realidade pode ser transformada pelo simples mérito de aceitarmos que não compreendemos tudo. Há um poder imenso em reconhecer o mistério.
Às vezes, a humanidade se perde no ritmo acelerado das inovações e da evolução. Esquecemos de olhar ao redor. Compreender os mistérios da vida e a profundidade do nosso próprio olhar não é apenas ciência; é parte essencial da existência humana e da coletividade da natureza. Compreender o todo como o todo é perceber que a gravidade nos prende à Terra, a luz nos ilumina, e o mistério nos une. Ser é, essencialmente, ser parte do todo.
A difusão do eu no tempo contemporâneo se dá na certeza do olhar; na perspectiva do perpétuo em relação à metafísica, de maneira que somos diante do que somos: início, meio e fim. É o conhecimento denso e cru da própria consciência, coexistindo com a mesma fogueira do início das eras, onde cada nova descoberta queima com importância para a humanidade.
O fato de a luz ser capturada pelo olhar é um termo relativo, mas perfeitamente aceitável: trata-se da continuação de uma trajetória através do espaço branco celeste. É aqui que nos aproximamos da Teoria das Cordas, trabalhando eternamente de um ponto a outro. Nesse tecido, o detalhe de uma vibração pode convergir em múltiplos caminhos e, ainda assim, conectar-se a dois pontos fundamentais — ancorando-se ao início para que haja uma determinação no futuro.
É dentro desse futuro que construímos nossos sonhos em meio à realidade ambígua. Contemplar o abismo dentro do abismo — encerrado na geometria de um cubo — confere profundidade ao nosso olhar, fazendo-nos encontrar sentido na existência.
Assim, empilhamos estruturas dentro de estruturas até desenhar e configurar o próprio multiverso como uma simulação: um ambiente físico e espacial para o qual projetamos um modelo tridimensional da nossa própria consciência.
Todos os dias temos milagres as luz da cidades estão acessas.
No amanhecer temos o início da vida...
Simplesmente o arvorecer seduz as luzes que insiste a acender.
Anoitece na cidade de sonhos.
Os dias são metáforas do mesmo momento que amanheceu.
Sempre é um ato inesquecível...
Seja o desejo do abismo.
A voz do inconsciente.
No sumário de seus pensamentos sois a luz que mundo se esqueceu.
Mero momento irônico...
Sois a voz que foi silenciosa...
Nos primórdios dos sentimentos...
Sendo lúcido é assim...
Celso Roberto Nadilo
Luz que revida.
Luz que alucina,
dentro, dos espaços,
livres somos
alucinantes espíritos...
Algoz atroz...
na ausência da luz...
No referirmos ao primeiro amor.
Murmurou e ainda assim sois a luz...
Caminhas por terras perdidas.
Se faz tempo se dobrar num estado inerte todavia se esconde num estante...
A terra morre e nasce a luz caminha.
O vento sopra pensamentos...
luz, soa o momento que ainda olhamos os céus....
As partículas de insinuações.
Sendo as palavras apenas sussurros
Que dão deslumbre da derradeira sombra acolhedora.
Sera que mundo ainda respira a virtude...
Por Celso Roberto Nadilo
O sere
O preconceito é virtude da floresta negra...
Somos filhos de um mundo sem luz.
Calida memória fruto de um mundo desconhecido.
sonhos dos nossos futuro.
num caminho de luz ate escuridão.
Andamos ate que pousamos o primeiro passo no desconhecido..
E aonde caminhamos pelo astros da imensidão, somos luzes no breo da ignorância.
buscamos perguntas e respostas diante do desconhecido.
A guerra nos atraza em aapiral de um abismo de destruição.
E abnegação destes fatos so demonstra a fragilidade para o qual devemos ter responsabilidade e dignidade de compreender a derradeira verdade.
A vida floresce e morre. ..
Nos instante da existência somos sonhos do criador...
Na nebulosa maravilhoso seres de luz caminham na luz celeste.
Gases nobres fazem o início da vida,
Seua existência no linear de nossas vidas sao apenas um percentual tão pequeno e mesmo assim contemplamos sua beleza...
Num caos caótico vemos final de uma estrela no seu último ato...
No frio do espaço sideral translúcido vemos aglomerados de rochas para os quais estão distantes em nossos sentimentos observamos o passado.
Entretanto temos nossos loucos ditadores, que deviam cuidar do povo e ter realizações notáveis, nos levado a um novo caminho no patamar da evolução...
Velhos ditadores que são expostos pela inata virtude que os tem como domínio...
A luz que ilumina o cosmos é a mesma que molda a consciência que o observa. Quando a ignorância cede lugar à percepção, a luz deixa de ser mero conceito para se tornar o testemunho vivo do tempo. Na fronteira exata em que a noite declina e a madrugada surge, o fenômeno do mundo se revela em sua forma mais crua e realista: a transição como estado permanente do existir.
O tempo, desenhado como essa linha estendida, é a ferramenta da qual dispomos para compreender o espaço em que vivemos — um espaço fundido a esse contínuo. A dinâmica dos dias é um fato irrefutável: a rotação planetária determina o ritmo cotidiano, enquanto a translação rege a dança das estações, dividindo o ano em doze meses e quatro ciclos marcantes. Sob esse mesmo balé celeste, as fases da Lua revelam a influência direta da gravidade sobre o nosso corpo planetário.
Tudo isso integra o contexto brilhante do cosmos conhecido. Nosso conhecimento é uma reminiscência evolutiva — uma simbiose em que o mundo psicológico clona e reflete, no microcosmo da mente, a vastidão do espaço.
Até dentro da luz existe a escuridão.
Mas, imersos nela, contemplamos objetos que superam a velocidade da luz,
e testemunhamos a evolução.
O ser humano transcende suas próprias limitações;
com o tempo, novas ideias florescem.
Mesmo no coração mais árido, há vida e pensamento.
E quando ouvimos os nossos sonhos, sentimo-nos flutuar
rumo a um novo patamar, onde se encontram o olhar da ciência
e a essência da nossa humanidade.
"O fenômeno da cor é o reflexo do espectro luminoso e da reação da luz com a atmosfera; o contato com a pressão atmosférica confere a perspectiva de espaço e tempo. As cores cinza, amarelo envelhecido ou verde desfocado tremulam entre as tonalidades da própria dimensão espaço-temporal.
O branco e o azul oscilam entre o vermelho e o infravermelho. A perspectiva da existência alinha-se nessa vertente, e a proporção da probabilidade pode ser deflagrada na ação lógica e corretiva, nas fronteiras da profundidade e da propriedade existente no espaço e no ato contínuo da luz.
O relativismo da continuidade simplifica, exatamente, a extensão da positividade ou negatividade do universo. Essa extensão da luz e a continuidade do relativismo abrem a subversão da cor para o divisor quântico — a grafia por trás do sistema arcaico do tempo, que sustenta a tradicional visão tridimensional."
— Celso Roberto Nadilo
Flores da madrugada serenas faces
Petulância se tornou romance
Então a luz te deixou .
Num penhasco de emoções me torturei
Pois a cada monto que sonhei esperei estar ao seu lado...
Mais nada nem ninguém ousou ferir meu coração tão profundamente que mundo terminou...
As flores secaram o deserto do seus olhos buscam vida meus olhos.
Mas jas a origem de um sentimento puro para aonde foi embora nunca mais voltou...
Sendo sensatez ganha sombras num novo tempo de lucidez a tenho como novo amor que começou as flores antes mortas ganham vida resiste em mais um momento irônico do tempo se torna o temporal.
Luz e frio cortante
Transfere sensações que seremos capazes de suportar.
No estado profundo de lucidez, caminhamos no frio...
As emoções transcendem o olhar profundo e analítico; com a dor e a malícia, vemos as arestas do desconhecido.
No entanto, as descobertas e a curiosidade nos tornam navegantes. E, na resiliência de nossos sonhos, navegamos no espaço.
Nos valores do caos predomina a luz.
Sem a escuridão nao existiria a luz.
Todos atos sao calculados ate amanhã seja hoje.
Somos um ponto no distante do infinito ate que pousamos compreender melhor essa luz nossa luz sera parte de outra luz.
No silêncio cruel das eclipses do universo vemos buracos negros massivos diante sois que morreram milhares de anos pois ver por um telescópio é simplicidade máquina de tempo mais primitiva do homem.
O microscópio ve dentro da vida buscando ver célula de Deus.
Como compreender o universo dentro de você. O ponto de luz te atravessa.
A vida granha novos formatos de consciência mesmo tão longe ainda pensamos um dois lados da moeda.
Quando ver se torne um pássaro do passado vamos ver lo no museu.
Então seremos representados como bonecos de cera em volta da fogueira olhando os céus apontando os mistérios do cosmos.
O Palco da Sé
Sob a luz cálida e poluída da tarde, o metrô parece um portal para outro mundo. A Catedral da Sé agora vende ingressos para quem quiser ver suas obras e contemplar sua missão singela; mas, pelo preço caro, faltaram os "bebes e comes"...
Piadas à parte, os indigentes e moradores de rua fazem o verdadeiro contraste. Há lojas fechadas e o Corpo de Bombeiros sempre a postos. Livrarias agora parecem cafés e lanchonetes. As lojas de discos ganham outro formato, onde a convivência com os animais traz o ardor do odor — afinal, a limpeza não faz parte da crônica dos discos velhos, relíquias de um tempo que já passou. Ali perto, o chafariz parece um banheiro a céu aberto.
Ter um posto policial na praça não significa que o lugar seja seguro. Acontecem shows a céu aberto e também apresentações de magia: o palco perfeito para o roubo de carteiras e celulares. Esse é mais um pedaço da cidade de São Paulo.
Ela emana luz por onde passa...
Ela tem uma vibe boa, ela tem brilho próprio...
Acho que ela é constelação...ela é capaz de iluminar quem se aproxima dela...
Essa mulher é poderosa, forte!
Seu brilho incomoda, destaca na multidão..
Encanto pura sedução..ela é linda dos pés a cabeça... um espetáculo, um mulherão...
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