Poemas sobre Luz

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“Quando Deus te faz brilhar, até a escuridão reage”

Nunca vi um inseto atacar uma luz apagada.

Os “insetos” sempre são atraídos pela luz acesa, porque o brilho incomoda. E sabe por quê? Porque a luz revela as sombras e expõe aquilo que estava escondido.

Quando Deus acende uma luz sobre a sua vida, ela incomoda quem vive na escuridão. O inimigo sabe que uma nova vitória está a caminho e, por isso, envia pessoas para tentar roubar a sua paz, a sua alegria e a sua fé.

Mas não se preocupe. Quem te traiu, te humilhou, te desprezou ou faltou com a palavra será obrigado a ver a sua luz continuar brilhando. Não porque você é maior, mas porque o Deus que te sustenta é fiel.

O Deus que você serve não falha. Ele promete e cumpre. Ele dá a palavra e não volta atrás. O que Ele preparou para a sua vida ninguém pode impedir.

Continue brilhando. A sua luz é a prova de que Deus ainda está escrevendo a sua história.

Rascunho


Gostaria de ser a voz que o seu silêncio faz ecoar,
A luz dos seus olhos quando resolvesse me olhar.
Ser a escada das conquistas que você alcançou,
E o abraço seguro onde o seu medo descansou.


Gostaria de ser amada, vista e compreendida,
O porto da sua alma, o amor da sua vida.
Ser amparada, protegida, sem precisar implorar,
Ter um amor verdadeiro que escolhesse ficar.


Um amor que nasce na alma antes de chegar à boca,
Onde os poemas não se escrevem... simplesmente transbordam, gota a gota.
Um amor sem máscaras, sem medo, sem medida,
Daqueles que transformam dois corações em uma só vida.


Mas essa não sou eu...


Você enxerga o mundo inteiro com os olhos do coração,
Enquanto para mim reserva apenas a indecisão.
Sou o rascunho esquecido, coberto de rasuras no papel,
Onde você despeja as frustrações, como quem risca um céu.


Você aplaude os sonhos de quem passa pelo caminho,
E faz do meu amor um lugar vazio e sozinho.
Talvez eu nunca tenha sido a história que quis escrever...
Fui apenas a página que você cansou de reler.

Como um Girassol que se volta para a luz
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No esplendor do entardecer,
Seus negros cabelos se deslumbram
sobre o seu delicado vestido branco.

Meus dias são como os tristes cabelos caídos,
Mortos e cristalinos.

Quando você chega, como um Girassol,
Brilhante e reluzente...

Faz minha esperança renascer.

Um dia ainda me deitarei ao seu lado
E só assim poderei morrer feliz e realizado.

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**Escrito em 20/03/2026 em Curitiba, Paraná, Brasil**

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Autor: Gustavo Biazotti

Vem, deita-te comigo esta noite
Cobre o meu corpo nu
com a a luz do teu olhar
Acaricia-me com a suavidade das tuas mãos
Envolve-me no teu abraço profundo
Embala-me até o amanhecer
Não vás ainda, dá-me mais um beijo.

Na varanda do quintal
Igual a tantos ontens
Hoje escondo um olho à luz do Sol
E vejo um pouco mais aquém
E penso por um segundo
Que nunca olhei tão profundo
Enxergo em olhar marimbondo
Levando pra sob o telhado
A alguma coisa que Deus lhe deu
E concluo aqui comigo
Se esse voar fosse meu
Eu voava até o fim do mundo
Chegando o final do dia
Dizia pro meu amor
Por favor, se ainda não me esqueceu
Se eu fosse você, não esquecia.
Abelha a fazer mel na telha
Desde que sumiste
A chama da vela
Bailando tão triste
Madrugada que ainda clareia
Na areia das horas
Caminho de volta
Não há nada que eu faça
Ou que possa fazer
O monstro da Santa Agonia
É fumaça de vela a também ir embora
Aquilo a que tanto eu queria
Vou querer por mais outro dia.

Edson Ricardo Paiva.

Lições.

Eram coisas que brilhavam
Pendiam da luz que vinha do alto
Eram brotos, eram sementes
Espalhadas pelo chão
Eram pedras à beira-mar
desde que o mundo era mundo
Eram folhas mortas
Eram gotas de chuva
Eram pássaros nos galhos
Havia também estradas
Idas e voltas
Atalhos
Eram ponteiros que giravam
A vida tiquetaqueou cada segundo
Eram coisas sem brilho também
Era avô, era pai, era filho
Era amor, era odor, era trem, era trilho
À espera do que não vinha
Mas que de tanto esperar
Também veio
Mas não tinha ninguém à porta
Era só diversão e passeio
Não havia tempo pra aprender
A lição das estrelas
distante demais para vê-las
Tampouco das folhas mortas
Que outro dia eram só sementes
As pedras caladas e ausentes
Os Pássaros cantantes
Tamém não diziam nada
Os caminhos também já não podem
Levar aos lugares que conduziam
Era tanta lição para ser aprendida
Eram coisas caladas
Que estavam ali, somente pra serem vistas
Era tanto tempo
A ser preenchido à toa
Que não dava tempo
E a boa lição desta vida
Não pode mais
Ser aprendida
Por aqueles que tudo já sabem
E que vão dormir infelizes no final do dia
Suplicando aos seus deuses
Que as estrelas desabem do Céu
E que a todas elas
Esmaguem.

Edson Ricardo Paiva.

Doravante, basta ao homem ser trepassado por um lampejo de luz, ou ver- se à deriva sob o brando orvalho que desce dos céus. Assim a história se finda, e o que me aprasava, agora me tolhe a razão.

230726

... quando
os mentores da luz
tencionam nos punir, eles,
prontamente, atendem nossas
orações — contudo, não naquilo
que desejamos, senão no
que precisamos!

Um dia você abre os olhos e vê a luz: nasceu.
Outro dia, acorda e tá na hora de ir ao colégio.
Outro dia, o despertador berra: atrasado para o futebol com os amigos do Clube da Esquina.
Outro dia, desperta ao lado do primeiro amor, depois de muito amor.
Outro dia, de madrugada, o alarme dispara: primogênito com fome.
Outro dia, o celular interrompe a soneca pós-almoço: mensagem da neta distante.
Outro dia, acorda assustado por ter passado do horário dos remédios.
E chega o dia do agradecimento, de abrir os olhos e ver a luz de um novo dia.

Alguns ambientes me trazem paz:


A grama limpa na beira do lago.
O quarto com a luz apagada.
A varanda, a ciclovia, a estrada, jardins, paisagens.
Salas de leitura, de música, de terapias.
A correnteza do rio.
O mar no começo do dia ou no fim da tarde.
A cozinha com cheiro de comida boa.


E também:
A conversa que não cansa.
O silêncio confortável.
A pessoa que te deixa leve só de estar perto.


A paz não grita.
Ela chega baixinho e diz:
"Aqui você pode descansar.
Aqui tem segurança.
Aqui tem acolhimento."


_Jane Silva

No silencioso quarto
Luz apagada, olhos abertos
Pensamentos abraçando a mente
Como fossem dançar
Numa rotina corriqueira
Brincando com meus sentimentos.

A proximidade de uma despedida certa, com data marcada quebra nossas defesas e traz a luz o recalcado inconsciente em um sujeito a flor da pele com uma amplificação sentimental e emocional, gerando crítica de baixa acuidade com interpretação dos fatos ou informações que se aproximam mais do como nos sentimos ao nos depararmos com tais fatos, nos levando a lapsos de realidade que só existem para quem vive, ilhas afetivas em uma labilidade emocional que acompanha o tempo que escorre por entre os dedos, é tempo que desaparece com ansiedade que surge, planos para uma vida toda, por toda a vida que nos aguarda com esta metamorfose que acontece sem respeitar a temporalidade do mundo, corre de forma livre no tempo da alma, corre e vibra em igual intensidade e arrasta nossas angústias e esperanças que vive em tanta presença quanto o próprio presente.
É vida nova que entra e não bate a porta como uma estrada que corre por debaixo de nossos pés e nos expõe a realidade de nossos sonhos, escolhas e feitos. Assim vida nova, a vida de nossas escolhas em busca da felicidade, daquilo que nos toca a alma e que nos faz querer ser eterno, ao menos enquanto fazemos o que alegra o espírito, que faz vibrar o que dentro de nós habita. Enfim é verdade no se amar.

Alguns dias para formar, e essa angústia toda em meio a alegria amplificada e toda essa explosão que aperta o peito, alegra a alma e nos deixa com uma invasão de borboletas por entre o ventre é a própria formatura que nos leva para onde lutamos para chegar, mas nos faz querer fugir por ser despedida com data marcada.

⁠"Os defeitos são sombras passageiras diante da luz eterna de um coração bondoso."


EduardoSantiago

Em toda minha angustia, caminhei sem esperança, vivi momentos de ilusão, até que uma luz brilhou sobre minha alma!


Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.
João 8:12

Apego Ato 1

Luz sobre ele. Silêncio. Ele respira fundo.)

Que fiz eu…

Que fiz eu, senão tomar mãos humanas
e moldá-las em divindade?

Era carne como eu.
Era falha como eu.
E ainda assim, eu a vesti de eternidade.

Com minhas próprias mãos ergui o trono.
Poli a madeira com expectativas,
revesti-o com promessas que nunca foram ditas,
e a coloquei lá no alto… acima de mim.

(ri, amargo)

E então ousei perguntar por que não me via.

Mas como poderia?
Do alto do altar que construí,
tornei-me chão.
Tornei-me base.
Tornei-me invisível.

Ó coração tolo,
confundiste amor com reverência,
entrega com submissão,
admiração com ausência de si.

Não foi ela quem subiu
fui eu quem me ajoelhei.

(pausa)

Amor…
amor não pede joelhos.
Não exige plateia.
Não se alimenta de distância.

Amor é encontro.
É altura contra altura.
É dois olhares no mesmo nível do céu.

E se hoje sofro…
não é por não ser visto.

É por finalmente enxergar
que fui eu quem construiu a própria sombra.

(Luz se apaga.)

Apego Ato 2

(Palco quase escuro. Um único facho de luz. Ele caminha lentamente.)

Assim termina o engano do meu próprio coração.

Eu, arquiteto da ilusão,
escultor de um trono que jamais me pertenceu.
Com mãos trêmulas de afeto ergui muralhas de admiração,
e no topo delas coloquei um ser humano…
feito da mesma fragilidade que eu.

Mas ceguei-me.
Preferi chamá-la de estrela,
para justificar minha disposição em viver na sombra.

Oh, que doce veneno é idealizar.
Enobrece o outro
e empobrece a si mesmo.

Fiz dela soberana de um reino que inventei.
Curvei-me diante de um amor que não pediu joelhos.
E quando clamei por reciprocidade,
o eco foi minha única resposta.

(pausa longa)

Mas eis a tragédia maior
não foi rejeição.
Não foi desprezo.
Foi consciência.

Consciência de que nenhum trono se sustenta sozinho.
Que todo pedestal exige um chão.
E eu… eu escolhi ser chão.

(olha para as próprias mãos)

Estas mãos que ergueram,
agora aprendem a desfazer.

Pois se amor houver de existir,
que venha sem coroas.
Sem alturas inventadas.
Sem abismos criados pelo excesso de devoção.

Que venha como encontro.
De pé.
Olho no olho.
Respiração contra respiração.

E se não puder ser assim…

(entonação firme)

Que caia o trono.
Que se despedacem os altares.
Que reste apenas a verdade
dois seres humanos
ou nenhum.

(A luz se apaga lentamente. Silêncio.)

Apego Ato 3

(O palco ainda guarda vestígios do trono quebrado. A luz nasce lenta, como amanhecer.)

Sobre as ruínas, permaneço.

Não mais de joelhos.
Não mais cego pela própria devoção.

Aprendi tarde, mas aprendi
que amor não é escalar alguém até os céus,
é caminhar ao lado, mesmo quando o chão treme.

Toquei o fundo da minha própria ilusão
e descobri algo inesperado:
eu também sou digno de altura.

(olha ao redor)

Que tolos fomos, eu e meu coração,
confundindo intensidade com entrega cega.
Amar não é desaparecer.
Não é reduzir-se à sombra do brilho alheio.

Amar…
é permanecer inteiro.

Se outra vez meu peito arder,
que arda lúcido.
Que admire sem se diminuir.
Que exalte sem se apagar.

Não construirei mais tronos.
Não erguerei altares.
Se houver amor,
que seja entre dois reis sem coroa,
duas almas sem palco,
dois humanos imperfeitos
que escolhem ficar.

(pausa)

E se um dia eu voltar a sofrer
que seja por ter sido verdadeiro,
não por ter sido menor.

(ergue o olhar)

Hoje não carrego mais o peso de sustentar ninguém.
Carrego apenas a responsabilidade de ser inteiro.

E isso…
isso é liberdade.

(A luz se expande. Fim.)

Flores da madrugada serenas faces
Petulância se tornou romance
Então a luz te deixou .
Num penhasco de emoções me torturei
Pois a cada monto que sonhei esperei estar ao seu lado...
Mais nada nem ninguém ousou ferir meu coração tão profundamente que mundo terminou...
As flores secaram o deserto do seus olhos buscam vida meus olhos.
Mas jas a origem de um sentimento puro para aonde foi embora nunca mais voltou...
Sendo sensatez ganha sombras num novo tempo de lucidez a tenho como novo amor que começou as flores antes mortas ganham vida resiste em mais um momento irônico do tempo se torna o temporal.

Luz e frio cortante
Transfere sensações que seremos capazes de suportar.
​No estado profundo de lucidez, caminhamos no frio...
​As emoções transcendem o olhar profundo e analítico; com a dor e a malícia, vemos as arestas do desconhecido.
​No entanto, as descobertas e a curiosidade nos tornam navegantes. E, na resiliência de nossos sonhos, navegamos no espaço.

Nos valores do caos predomina a luz.
Sem a escuridão nao existiria a luz.
Todos atos sao calculados ate amanhã seja hoje.