Poemas sobre Horizonte

Cerca de 2673 poemas sobre Horizonte

⁠morto os sentimentos teus...
Navegantes teus olhos morrem no horizonte...
Sejam felizes ou decompostos...
Seres grandiosos e tão iluminados com os seus olhos, ... Viajam nas sombras dos meus pensamentos...
Para os quais respiro... Mais uma vez a aurora de outros tempos...
Serei um simples momento da grandeza do esquecimento...
Lábios que os devaneios elevam a supor que luz do luar seja maravilhoso até que de repente vieram as estrelas para compor a galáxia de luzes e vidas que desconhecemos.
O brilho fanático relembra ainda podemos sonhar e vivemos num instante na imensidão...
Assim refletir sobre lábios carnudos se remete um amor mundano...
Até tudo que vivemos seja um brilho de uma estrela no horizonte.
Os dias que passamos juntos seja parte de nossas vidas para sempre...

Inserida por celsonadilo

⁠A Girafa

⁠Olhando para o horizonte
O tempo passa, muda a estação
Enxerga folha, arvore, bicho e chuva
Nada escapa sua visão

Alcançando tudo e todos
Com olhar sempre gentil
Observa as coisas boas
E até o amor que partiu

Defensora de si mesma
Sem atacar ninguém
Não precisa de presas e garras
Sua força vai muito além

Já não se incomoda mais
A não ser com sua família
Não se incomoda mais
A não ser com sua cria
Indo sempre adiante
Nada pode te deter
A Girafa sabe o que fazer

Inserida por vinicius_porteiro

⁠Enquanto os Moais de Rapa Nui
protegem o horizonte sem falar nada.
Têm pessoas que pregam o apocalipse
sem ter nenhum horizonte em mente.

Inserida por MeioFio

A BELEZA DO EFÊMERO
⁠A vida é um instante passageiro, um suspiro breve no horizonte da eternidade. Sem avisos, ela flui, às vezes suavemente, outras vezes de forma abrupta, levando consigo partes de nós mesmos, experiências e pessoas queridas. E não é responsabilidade da vida nos preparar para essas perdas. Ela nos dá o essencial: o agora.
É no presente que temos a chance de fazer a diferença, de sermos verdadeiros e de espalharmos o amor em cada gesto. A vida nos presenteia com o tempo necessário, ainda que, por vezes, queiramos prolongá-lo. É nesse intervalo que cabe tudo o que somos e o que deixaremos.
E acredite, há uma beleza única na efemeridade da vida. Pois é no fato de que nada dura para sempre, que encontramos a preciosidade de cada momento. O instante breve, o toque passageiro, o sorriso inesperado, todos esses detalhes, por serem transitórios, tornam-se extraordinários.
Viver plenamente, aceitar a impermanência e, ainda assim, abraçar o presente com tudo o que ele oferece — essa é a verdadeira beleza da existência.
Assim, não se deixe cegar pelas promessas do futuro ou pelo peso do passado. O que realmente temos é o hoje. Ame, reconcilie-se, perdoe, aprenda e semeie gentilezas. Pois, ao final, serão as lembranças que criaremos nos corações dos outros que perpetuarão nossa passagem por mais alguns breves momentos.
Aproveite essa dádiva do tempo, enquanto ela ainda é sua.

Inserida por wesleydiniz

⁠O Olhar e o Silêncio

Queria poder não escrever nada
Apenas ficar olhando o horizonte
E você entendesse o que vejo
Sem lhe dizer uma única palavra.

O silêncio falaria por nós
O dia se despedindo à distância
A beleza exposta aos nossos olhos
Falando com calma, tocando a alma.

⁠Amanhã é um livro em branco,
um horizonte que mal se desenha,
as nuvens carregam mistérios
e os ventos falam sem que eu entenda.

Mas carrego em mim a centelha,
um fogo que nunca se apaga.
No peito, a certeza me aquece,
mesmo se o mundo desaba.

Caminho em meio à neblina,
sem ver, mas sentindo o compasso.
Se tropeço, levanto de novo;
a queda é só um breve atraso.

As dúvidas são como sombras
que dançam na luz da manhã,
mas a vitória é sol que desponta,
certa e fiel, amanhã.

Então sigo firme, sonhando,
um passo de cada vez, sem parar.
Pois, mesmo na incerteza do mundo,
há uma vitória à me esperar.

Inserida por evelin_andino

Horizonte

No limite do olhar, onde o céu beija o mar,
Um risco de luz se desfaz devagar.
O sol despede, em rubro e alaranjado,
Pincela o oceano em tom delicado.

As gaivotas, em voos serenos e leves,
Deslizam no ar, como quem nada deve.
O vento murmura canções ancestrais,
Segredos guardados nas ondas e cais.

Horizonte distante, promessa e mistério,
Esconde no fim o eterno refrigério.
E o mar, sereno, abraça a saudade,
Emoldura a beleza e a imensidade.

Inserida por UbiataMeireles

⁠ Questões ao horizonte.

E mais uma vez estou com a mesma sensação, a mesma vontade.
Sinto falta da época em que eu era feliz, em que a vida tinha cor.

Sei que sou só mais uma adolescente
reclamando da vida. E Uau, que novidade em.

É, Eu sou só mais uma, uma em milhões de outras. Sou apenas uma pequena insignificância em um monte de insignificantes.

E mais uma vez estou olhando ao horizonte em busca de respostas, me questionando, de coisas sem soluções.
Como isso me assusta.

Eu sou a grande vilã da minha vida ?
Quem eu sou?
Eu tenho salvação?

Inserida por yuri2705kk

⁠“Seja como for,
Ainda que em um instante de dor,
Calmaria ou tempestade no horizonte dispor,
Faça de seu interior,
A paz que transcende, a terrível e abominável mente,
Daqueles que ainda não conhecem o amor.”

Inserida por juniorguerra

⁠O que sentes tu?
❤️‍🩹
Envolvida no breu da noite
movo me lentamente em direção ao horizonte.
Mergulho no turbilhão de emoções
ganho asas e voo alto sem olhar para trás.
Passo estrelas e constelações
navegando as ondas da dor que fere asáz.
🌠
Olho qs águas revoltas do teu olhar
em busca de um conforto...
Estão vazios de emoção
frios, destantes como um glaciar
impenetrável como uma muralha...
A aqui ums falha...
Serás capaz de um gesto
de amor sincero vindo do fundo do coração.
O que sentes afinal,
será que sentes ou és um frio mural.
❤️‍🔥

Inserida por Guerreira_Lua_Azul13

⁠Fitar o horizonte
aquiescer o infinito
de forma que —
toda sua plenitude
e serenidade
permeiem o íntimo
evocando a luz,
a iluminar pensamentos,
guiar passos e
elevar o espírito ao
mais profundo momento
de contemplação.

Inserida por ReSampaio

⁠CÉU, VENTO E CHUVA

Céu, vento e chuva, horizonte submerso
Em nuvens, e o cerrado todo verdejante
Enxurrada, e aquele pingar borbulhante
Na estrada, atiçando sentimento diverso
Alma retirada, um devaneio tão disperso
Chão molhado, cheiro de erva rastejante
Na poça d’água um espelhar coruscante
Sensação, precipitação, ó aquoso verso

Chove no cerrado, no cerrado a chover
Cada fauna no seu canto a se esconder
Canta a seriema num cântico sem fim...
Suplicante. Céu, vento e chuva, lá fora
Cai, em uma cadente poética trovadora
Tornando o sertão num sedoso jardim.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/11/2024, 10’48” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Além do Vale
No silêncio do vale onde a névoa se esconde,
há olhos que veem além do horizonte.
Enquanto outros param na sombra e na estrada,
há quem enxergue a luz na jornada.
O vale é profundo, feito dúvida e medo,
mas quem vê além, não se prende ao enredo.
Não teme a curva, nem a escuridão,
pois carrega no peito sua própria visão.
Enquanto alguns ficam, presos ao chão,
outros atravessam com o coração.
Porque ver não é só abrir os olhos,
mas sentir o mundo sem ter os contornos.
Então siga em frente, sem medo do breu,
pois além do vale, há um céu todo seu.

Inserida por walecydejesuspaulo

⁠O café e a alma
Em cada manhã que surge no horizonte,
Desperta-se a cidade com um ritual constante,
O aroma do café, quente e envolvente,
Penetra os lares de forma aconchegante.
Na xícara pequena um universo se esconde,
Memórias e sonhos, cada gole responde,
Aquece o coração, desperta a mente,
É o néctar divino que nos faz presente.
Nos encontros de amigos, nas conversas triviais,
O café é testemunha de momentos especiais,
Um elo de união, um convite ao sorriso,
Transforma cada instante em algo preciso.
No silêncio da noite, ao som da solidão,
O café me abraça, dá paz ao coração,
Companheiro fiel de noites insones,
É ele que acalma os meus demônios.
De terras distantes, em grãos selecionados,
Traz consigo histórias de tempos passados,
Cada gole uma viagem, cada cheiro uma lembrança,
O café, tão simples, nos dá esperança.
Que nunca nos falte esse elixir encantado,
Que une e separa com um trago apressado,
O café, poesia líquida, essência da vida,
Nas manhãs, nas noites, em cada despedida.

Inserida por devandira_ferreira

⁠DA MINHA JANELA

Dá minha janela
Visualizo o horizonte
Flores desabrochando
No alto daquele monte.

Vejo em meu estado lúcido
A paisagem que passa
Na visão do inconsciente
Um banco vazio na praça.

Tento ouvir de longe
O canto de um passarinho
A minha inspiração
Desfilando pelos caminhos.

Vejo a chuva respingando
Molhando a minha tristeza
Aqui da minha janela
Embrenhada na natureza.

Vejo o meu passado
Em lugares distantes
A saudade insistindo
Muito mais que antes.

Autoria Irá Rodrigues.

Inserida por Irarodrigues

⁠SOL E CHUVA

No horizonte, o sol se ergue,
seus raios dançam sobre a terra,
a vida desperta, cores se intensificam.
Mas a chuva, em sua sabedoria,
desce suave, alimenta as raízes,
traz frescor, renova o ar.
Doce contraste entre luz e sombra,
um abraço de opostos,
onde a vida se equilibra,
e a esperança floresce em cada gota.

Inserida por RapperFanti

⁠"Então, olho o horizonte,
branco na folha de papel,
no limite entre o branco e o céu."

Inserida por DanteLocateli

⁠Vejo o horizonte pela minha janela
Na frente tem apartamento e atrás favela
Não fui criado mas me sinto parte dela
A humildade sempre esteve nas vielas

Inserida por thalestkzin

⁠Meus olhos já viram o nascer e o morrer de muitos dias. Já se perderam na vastidão do horizonte e encontraram abrigo no brilho de um olhar. Carregam histórias que não ouso contar, cicatrizes invisíveis que o tempo não apaga.
Cada par de olhos que cruzo é um universo: alguns, tempestades inquietas; outros, brisas que acalmam. Há olhos que gritam em silêncio, e outros que escondem segredos atrás de um brilho ensaiado. Eu aprendi a escutar com os olhos, porque a vida nem sempre fala – às vezes, ela apenas olha de volta, esperando que eu entenda.
E no fim, o que são os olhos senão espelhos do que nos tornamos?

Inserida por NaicanEscobar

⁠Calado simplesmente -

Ao despertar a vida parece-me hedionda,
um barco sem horizonte nem Luar...
Será talvez por ver nas vagas ondas
uma imensa vontade de naufragar.

Quando desperto dormem as fontes
e as gaivotas ao vento perdem penas
a saudade manifesta-se nos poentes
e eu visto todo o corpo de poemas.

Às vezes o silêncio sabe a chuva
e o peso do destino sobre os ombros
cheira a malvasia, sabe a uvas,
parece um cair de tarde sobre pombos.

Ninguém me há-de saber os medos
os que trago em abismos infinitos
a frieza retesada dos meus dedos
e a agonia penitente dos meus gritos.

Porque a vida na verdade é uma pluma
em que sou um vendaval, subitamente,
talvez nunca seja coisa alguma
sendo eu calado simplesmente.

Inserida por Eliot