Poemas sobre Frio

Cerca de 4913 poemas sobre Frio

Papai Jesus me chama
Papai Jesus me ensina
Papai Jesus me ama
Papai Jesus me Doutrina

A Doutrina de Jesus
Para alma e pensamento
A Palavra da Luz
Que conforta meu momento

Receber a Santa Luz da Verdade
Exteriorando o fervor
Exalando Lealdade
Exaltando o Amor

Hoje nasceu
Veio a existência a Luz
Nosso Pai prometeu
Coração de Jesus

Inserida por SamuelRanner

⁠Não sei se sinto frio !

Não sei se sinto frio,
Não sei se sinto calor,
Meu coração bate forte,
Ao seu lado meu amor.

Tú és o lírio do campo,
Tú és a flôr do meu jardim,
Tú és a rosa mais linda,
Que o Senhor, fez para mim.

Inserida por COMPOSITOR

Gosto do jeito que você fala sorrindo
Passa uma energia tão boa...
Meio doce, as vezes com uma pitada de acidez,
Mas sempre com um delicioso calor,
Daqueles que a gente procura pra se esquentar naqueles dias frios com tarde de céu azul

Inserida por luisfernandosantana

⁠Essa distância
Que insiste em limitar
Como pode
Não prender
Mas tão solto Incomodar

Essa chuva que vem daí
Caminhando pela estrada
Passeando pelo ar
De uma noite tão calada
Fazendo além do não ver
Escondendo o luar
Que eu já quero enxergar
Sua água escorrer

Chuva de corpos anuviados
Cada roupa é uma nuvem
Caem as gotas
Nas bocas
Nos gestos
Em fios que ligam
Duas certezas
O sofá
E a cama
Alagam
E o restante queima
Em curtos circuitos
Sem sono
Com longos calores
Do frio do outono

Inserida por donn_william_krause

⁠O tempo mudou para valer
o vento bramindo até grita
o ouvido chega a doer
e o friozinho nos visita
Para não congelar
e para o dia acontecer
algo quentinho vamos tomar
precisamos nos aquecer!
Venho então vos oferecer
um chocolate quente ou café
está bom, sim, botem fé!
e aceite quem quiser

Inserida por neusamarilda

⁠Outono

As horas do dia se foram
em seu ritmo bem ensaiado
folhas e flores outonaram
em seu destino traçado

Pela janela tudo percebi
na magia do por do sol
e fiquei à espera de ti
que sempre vem junto ao arrebol

Hoje não vieste e chorei,
algo, sei, aconteceu e triste
- que outono cinza, pensei,
pois sei que me esqueceste...

Inserida por neusamarilda

⁠A chuvinha inspira trova
assim bem pequenina
e a paisagem se renova
logo terá frio e neblina
Tudo se aquieta um instante
a ouvir o leve tamborilar
das gotinhas insistentes
no telhado a musicar
Nada é mais relaxante
do que esta fina melodia
a natureza compõe sonante
no palco de mais um dia

Inserida por neusamarilda

Solo de sax, noiteem pleno estio,
a melodia enche os ares
e o coração se aquece do frio
Nas paisagens, a lua deixa marcas
de uma luminosidade esmaecida,
invernando por todas as plagas,
e continua a vida...
⁠

Inserida por neusamarilda

O tempo é para sempre,
nós é que não somos,
por isso,
aproveitemos bem
cada segundo
que nos for dado
para permanecermos
neste belo,
e insano mundo

Inserida por neusamarilda

Já pensei em desistir
do caminho que tracei,
mudar o rumo e seguir
para Pasárgada, onde conheço o rei

Inserida por neusamarilda

Manhã de inverno
coberta por um céu muito azul,
o frio leve se faz sentir
na brisa que teima em passear
pelas paragens dos rostos,
que tocados devagar
acordam do sonho,
se agitam,
seguem,
a vida está aí,
a tudo de nósexigir
que sigamos então a realidade
da qual não podemos fugir...

Inserida por neusamarilda

Está mais frio aqui fora
do que dentro da geladeira
até o sol quer ir embora
deve estar com tremedeira...

Inserida por neusamarilda

⁠Desta janela, eu vejo
a imagem de um céu em névoa,
chuva molhando a terra,
árvores em roupagem de flores
já é novembro,
e ainda estamos aqui,
pegadas deixadas no tempo
o vento é apenas silêncio
uma página de meditação
chegou o frio!
vi o fio acendendo as luzes
fez-se, tarde do segundo dia
é magia, brilhante,
Oh! viajante iluminado;
em versos simples,
em solo sagrado
pastos verdejantes,
mensagem de paz

Inserida por AllamTorvic

⁠Amo dias de chuvas,
por causa das árvores
alcanço repouso
na estrada de chão
.
o jardim está fora do tempo
como palavras de consolo,
uma ideia feliz
sob o olhar da janela

bom dia, flores,bom dia folhas,
bom dia campo

deixa-me passar,deixa-me, olhar
tua gota de ser

Inserida por AllamTorvic

⁠VAZIOS
—

E se eu fosse embora, agora?
Onde estariam todas essas sementes?
É tão vã essas palavras, vejo isso ao chão
todos dormem, inclusive meus sonhos
a memória é sempre resposta à saudade
a vaidade humana um frio sem cobertor
—
Nos olhos, há choros, vazios e dor
rios na tristeza do tempo,
suspensa sobre uma fé imatura
o dia é penumbra
deixei de lado o cair da noite
desencantos e solidão escreverem no verso
—
Talvez um dia eu volte, em plena lua cheia
Talvez eu traga certezas em outras palavras
talvez haja planícies em meus olhos
talvez me chamem para tomar um café
ou encontre abismos.
—
Esse papel é um pedaço de nada
sombras e silêncios empoeiradas
um toque invisível do envelhecer
a angustia do mundo em velas com chuvas
—
Apenas esquecimento em meia escuridão
chega de palavras, de frases sem sentido
o chão do real é um poema de homenagem
a quem quer pensar.

§

Inserida por AllamTorvic

⁠🍂

Na casa do silêncio
não há muitas normas
A beleza está
nas revelações.

Inserida por AllamTorvic

⁠No calor, você refresca.
No frio, você aquece.
Em qualquer estação,
o meu coração,
não te esquece.

Inserida por DanielChrystianno

⁠LUZ DAS ESTRELAS
Certa feita estive numa aldeia.
Lá me deparei com uma menina,
Sua fome me olhava atentamente.
Tinha o nome de luz das estrelas.
Seu pai não se sabia e sua mãe não vinha.
Perguntei-lhe se sonhava. Disse-me que não.
Mas que quando deixasse de ser miúda,
iria ser médica para cuidar das pessoas e dos que vão nascer.
Você sabe o que é poesia?
Não, não a conheço, interpelou-me rapidamente.
Poesia é feita pra gente?
Passei a visitá-la.
Numa manhã que chovia, nova indagação.
Do que você gosta? Prontamente me disse:
Gosto de comida, de escola e de brincar de casinha quando faz frio.
E vou lhe confessar algo.
- Também brinco de agarrar nuvens com as mãos
Carlos Daniel Dojja
Para Luz das Estrelas, em Angola.

Inserida por carlosdanieldojja

⁠O FAZER DE ALGUNS
Alguns dentre nós moldam o ferro,
E dele fazem surgir esculturas.
Por vezes vergam o pinho,
E talham marcados amuletos.
Outros há que se apossam,
De variadas matérias.
Edificam templários ou casebres,
Lapidam jóias ou feitiços,
Ardem no frio ou no fogo,
Sua humana semeadura.
A mim, dentre alguns,
Coube-me outra quimera:
A de esculpir o querer,
Numa árdua arquitetura:
- Não me aprendi estrada reta,
Fui-me pontes carregadas de atalhos.
Enxerguei partidas, mais cedo do que pulsar chegadas.
Vejo-me assim: Do afeto sou inteiro ou recomeço.
E só o sentir construído, como a palavra viva, me afaga.
Carlos Daniel Dojja
In Poema para Crianças Crescidas

Inserida por carlosdanieldojja

⁠Nem em uma quinta-feira
de ruas frias,
ônibus cheio,
as sete e dezenove,
à dezenove quilômetros de você,
conseguem me deixar longe o bastante
para que eu não pense em você.

Inserida por ShandyCrispim