Poemas sobre Esperança de Vida

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Boa Esperança, nome antigo,
hoje Iara, luz do saber.
Em teus gestos encontrei abrigo,
aprendi a ler, rezar e escrever.


Benê Morais.
⁠

Feliz Natal, meus amigos,
com esperança e muita luz,
alegria em nossos abrigos,
sem esquecer o Menino Jesus.


Benê e Elba (2025)
⁠

Não tenho partido nem político de estimação; voto sempre na esperança de melhorar o país.


Benê Morais
⁠

Entre o vermelho e o amarelo, eu sou mais o verde e o branco, que trazem esperança e paz, as cores dos meus times Palmeiras e Icasa.


Benê Morais.
⁠

No Teu Olhar, Minha Morada.


​Guardei a esperança no tempo,
quando o mundo parecia dizer que não.
Fui paciente no vento,
fiquei firme na minha intenção.
Eu já sabia, antes mesmo do sim,
que era você o meu porto, a minha luz,
a mulher que resgataria o melhor de mim
e o caminho lindo que ao amor me conduz.
​Cada "não" do passado foi só preceito,
degrau de espera pra o tempo certo chegar.
Eu sabia que guardado no teu peito
estava o único lugar onde eu queria morar.
Pois você me salvou de quem eu costumava ser,
me deu chão, me deu asas, me fez renascer.
​Já se passaram vinte e quatro anos, Andreia,
duas décadas e quatro primaveras de história.
E em cada curva, em cada novos planos,
eu me reinvento pra merecer essa vitória.
Mudo meus passos, reinvento o meu mundo,
busco ser um homem melhor a cada amanhecer,
movido por esse amor imenso e profundo,
que só existe porque aprendi com você.
​E até hoje, quando busco a minha direção,
é pra o teu olhar que meus olhos vão procurar.
Ali, no brilho calmo da tua aprovação,
procuro o orgulho que me faz continuar.
Tudo o que fiz, quem me tornei e o que enfrentei,
foi por você, por esse amor puro e verdadeiro.
Você é a razão do homem que me tornei,
meu grande amor, meu destino inteiro.

Esperança na espera
Uma sala vazia
se acha agora
Um relógio
num tic-tac⁠
Marca a hora.
E arrasta o ponteiro
O dia inteiro!
Conto a respiração
ao invés das horas.
E aprendo que silenciar
é abrir-se por inteiro.

⁠Esperança na espera


Carrega-se um sol que lhe vê.
Sinta-se o tempo que não parou!
Pois é na espera
que a noite ensina a tecer
A fé que se abre na mente
para o dia de amanhã ,
que ainda vai renascer..

A esperança está na inocência dos corações que queimam e enxergam mudança.


Fernando Antonio Almeida Ferreira

“Deus nos convida a soltar o peso do ontem para enxergar a esperança do novo que Ele já está fazendo nascer hoje.


Quando Deus diz para não viver do passado, Ele não apaga a história — Ele prepara o coração para reconhecer o novo que já começou.”

Ainda pulsa a esperança


O fogo devora o verde,
o amarelo, o azul profundo,
uma bandeira queimada como memória de um sonho.
Ruas viraram cinza
e eco de passos perdidos,
mas ainda pulsa a esperança
em meio ao abandono.


As chamas refletem o caos de cidades em pranto,
carros queimados,
prédios que choram fumaça.
No horizonte,
silhuetas caminham sem destino,
como sombras que guardam histórias de um povo ferido.


O céu se abre em nuvens pesadas, carregadas de medo,
helicópteros cortam o silêncio
de uma pátria em alerta.
Mesmo na destruição,
há um grito que insiste:
“Olhem para nós,
aprendam com a dor
que carregamos.”


E assim, entre brasas e escombros, o país respira,
resiste no eco de vozes que ainda não se calaram.
A bandeira, ferida, ensina que mesmo em chamas
pode brotar a coragem de recomeçar.

O tempo não repete histórias por acaso.
Ele devolve cenários com novos rostos,
na esperança silenciosa
de que a gente finalmente responda diferente.

Dizem que mito nasce do medo,
mas o meu nasceu da esperança:
era mais fácil crer em nós
como lenda eterna
do que aceitar a carne frágil
dos dias que passam.

No Domingo de Ramos,
a cidade canta,
Ramos nas mãos,
esperança que encanta,
Ele vem manso,
montado em simplicidade,
Rei de amor,
trazendo luz à humanidade.


“Hosana!”
ecoa no peito do povo,
Mas poucos entendem o plano novo,
Entre louvores e olhares distraídos,
O Salvador caminha…
já ferido.


Na Sexta-feira Santa,
o céu silencia,
A dor se derrama em forma de agonia, Madeiro pesado,
Coroa de espinho,
O Filho de Deus segue sozinho.


Cada passo,
um peso que não era Seu,
Cada golpe, o amor que não morreu,
E na cruz, entre o céu e o chão,
Ele entrega por nós…
o coração.


O véu se rasga, a terra estremece,
O mundo chora, mas algo acontece,
No aparente fim, nasce um começo,
No sacrifício, o maior endereço.


O silêncio do sábado parece vencer,
Mas Deus trabalha no invisível do ser,
Quando tudo diz “acabou”, sem voz,
O céu prepara o milagre por nós.


E então chega o domingo glorioso,
O túmulo vazio,
o impossível formoso,
A morte vencida,
a pedra rolada,
A vida eterna foi revelada.


Ele vive! Não está mais ali,
A esperança renasce dentro de ti,
E o que começou com ramos e dor,
Termina em vitória…
eterna, em amor.

⁠sempre existe esperança no fim do túnel
revolução do tempo que em evidências te clareiam
ser poeta é amar e ser cordial com sua essência
nesse entre linhas do dia
eu um ser normal
comum que não resiste ao teu rabiscar
cada frase vinda do teu coração e entoar
transcende a qualquer medida do verdadeiro amar.

Enquanto houver esperança, a alma continuará procurando novos caminhos.


-Jouberth Toffoli

*Grito da Liberdade*

Eu mudei sim, eu era doce, mais leve, cheia de esperança.

Mas fui testada até o meu limite.

Confundiram minha calma com fraqueza.

Pisaram, cobraram, machucaram.

Quando reagi, me chamaram de louca e exagerada.

Quando cansei, disseram que mudei, me tornando egoísta.

Mas ninguém viu o que fizeram comigo, ninguém sentiu e nem se redimiu.

Esperaram eu partir para sentir algo sobre mim.

Eu peguei o pouco e construí o meu muito.

Ergui-me do nada e sem ninguém.

Você pode mais do que imagina,

E, quando se ergue, é uma força da natureza.

Às vezes, se defender é o único jeito de continuar de pé,

E a sua voz é um grito de liberdade.

Não se omita quando se sentir sufocada.

Grita!!!

Acordei com esperança, o Rio me travou.
Estou no meio do sufoco,
Nenhuma frota passou.
Para quem precisa do ônibus, a derrota começou.
Passei um perrengue danado, com o olho inflamado
Saí de uma consulta, sem saber o que fazer.
O transporte fui ver. Mas o pobre tem mistério, ninguém consegue domar.
É o desespero do prefeito, que finge nos ajudar. Faz tudo de qualquer jeito, para o coitado lamentar.
Eles vão cheios de fé, esperança está na canela. O povo aperta o passo, feito milho na panela. Vai crescendo no metrô, numa rotina nada bela. Cumprindo o compromisso, o trabalhador não tem calma. Não dá para esperar o pão, que alimenta o corpo e a alma. Se o pão não chega à mesa, a fome bate na palma.

O conto infantil dessa geração
જ⁀➴


O suicídio e a esperança
Se encontraram no meio do caminho
De um lado, o precipício, do outro, a cidadania.
Ela, toda otimista, tentando dar motivos para ele continuar.


Se distraiu, olhou para a cidade e viu o povo a brigar.
Uns por dinheiro, outros por política e a maioria por futebol.


A esperança soprou, fé, ela e até acendeu alguns incensos.
Mas o povo nada de bom senso
E o coitado lamentava.
Oh vida, oh céus, que mundo cruel
Então a esperança começou a cantar.
Para o mal afastar
E, quando olharam para o precipício, ele estava lá.
Com mais cara de lar.
Calmo, calado, sem brigas.
Convidativo
E a coragem entrou na história
Para resgatar a esperança.
👾

Verdade que toma o caminho.
A esperança vivemos nao mesma orientação que seguimos.
Temos que ser o que eles querem sejamos, que pense o que eles querem que pensamos.
Mesmo nas possibilidades a probabilidade e insurgencia da revolução.
Manipulação surge com várias opções...

Na esperança o caos reina ate que ansiedade seja um percentual absurdo da mente vazia...


A esperança é o fado da tristeza.
No final apenas olhares sejam o abismo...


Tantos problemas se tornam instante insanos pois nada tem importância...
A falta de perspectiva o horizonte é tão profundo.


Marcas das almas dilacerada por tantas pessoas e situações negativas que tudo está bem ate que tudo seja apenas um ponto na escuridão.