Poemas Sobre Céu
Pode me negar o céu
Pode me negar a vida
Me negue até o pão
Mas não me negue o teu coração
Porque eu quero fazê-lo de moradia;
Pode me negar a primavera
Pode me negar isso ou aquilo
Me negue sua atenção
Mas não me negue o seu sorriso;
Sei, há poesia em tudo que vejo
No céu, na terra e nas coisas em que mexo
Existe sempre um soneto nas cidades isso é fato é evidente, está no modo e no contexto
Sou feito de poesias nas minhas células, no meu sangue, no meu andar e nos meus dias
Os meus abraços são de ternura, poesias escrita, corações se junta
O que eu quero, é te fazer entender... Que nessa vida o que importa somente é eu e você;
Ainda que o meu céu desmorone, dependerá do meu discernimento
Retroceder, progredir, lutar, desistir... Chorar ou rir!
Porque o discernimento ainda é o viver pra decidir;
Tenho absoluta certeza de que o céu
está em festa...
Os anjos estão euforicos porque
a menina dos olhos de Deus
completa mais uma primavera!
Aquela menina tão pequena
que não sorria pra ninguém...
Mas que nunca faltou amor
que os amigos amavam também!
Desejo muitas bençãos
e muita proteção...
Muita sabedoria e infinito amor
no coração!
Salve muitas palmas para o que
você deseja ser...
Essa é minha homenagem...
Parabéns para você!
Estou apaixonado pela mulher que
é fogo, é vento, é céu, é terra...
Eu desejo tê-la em meus braços
sem pudor, sem leis e sem regras
Pois a tua alma é nua, eu sei que
é pura perdição, mas que alivia
e que também salva o meu coração!
Nunca parei de contar as estrelas,
mesmo quando o céu escureceu.
Algumas perderam o brilho,
ou talvez fui eu que deixei de ver.
---
Na lua vejo o reflexo do teu rosto
Essa imagem aquieta meu coração
A alma sorri
Ah! movemos céu e terra!
Vem, mas não tires a minha paz
Ao entrarmos no jardim do amor
Não busques espinhos
Embebeda-te com o perfume das pétalas.
Somos como árvores que precisam de ser cuidadas, para que os nossos ramos cresçam em direção ao céu para receber a luz, alguns dos ramos tendem com as adversidades a ficar encruzilhados.
Já as nossas raízes prendem-se à terra para absorver os nutrientes necessários ao nosso crescimento e também para manter a estabilidade durante as tempestades.
É nas nossas raízes que se encontra todo o conhecimento e sabedoria.
É sem dúvida na terra que temos que alimentar e tornar mais fortes as nossas raízes.
Minha estrela
Estrela brilhante em mim
Sou eu o teu céu azul.
Fazes parte de mim
Dorme, eu velarei o teu sono.
Uma pequena estrela despertava
Brilhava diferente, no seu tom.
Era encantadora e iluminava o céu
com um sorriso divino.
Pinta-me...
Faz-me acreditar que o sol é o céu
Sem esgotares o teu lindo amor.
Pinta -me ou inventa-me
Com as cores da vida
Faz-me sonhar.
Juntos, eles tocariam o Céu como um só
Aqui ele estaria ao seu lado
Ele era para ela
O que ela era para ele
Divino e belo
Reconfortante e puro
Elenco de dois em um papel
Está além da capacidade humana
Entender completamente este amor
Juntos eles iriam tocar o céu como um
Unidos no amor divino.
Traços no céu desenham a palavra "amor"
Com cores que só existem no meu coração.
Estrelas que se quebram em mil pedaços
E espalham amor sobre a terra.
A lua prateada ilumina o mar
As ondas beijam a areia
E adormecem num abraço
Sereias que seduzem com seus cantos
Mas que encantam com seu silêncio.
Diz-me
que sou, uma flor
que cuidarás com carinho,
o teu céu azul,
uma estrela que brilha em ti,
a onda mais bela do oceano,
que sou a tua alma gémea,
mas, não me mintas
quando me falas de amor.
"A Beleza da vida
É o Sol lá no céu
Numa noite de chuva
É saber sentir
Quando não houver"
Edson Ricardo Paiva.
Depois que a chuva se for
Que sejam as coisas assim
Como aquele céu leve e pesado
De montanhas cinzas, flutuantes
E que nunca mais elas estejam
Do jeito que são agora
E que aquele peso que nos mantinha
A todos presos num momento eterno
Num morno inferno, como era antes
Uma esperança que não se encaixa
A visão de um barco que navega
A gente aqui, de longe olhando
Tanta amplidão de infinito
Da chuva que se vai, se foi
O Sol se esconde atrás da nuvem
Nuvem que se oculta
Atrás da linha do horizonte
O barco que também se foi
Restando apenas uma espécie de saudade
Igual aquela que o circo deixa
Bela, alegre, suave
Mas que, com o passar dos dias
Se faz em grave melancolia
E é por isso que as coisas são
Do jeito que são agora.
Edson Ricardo Paiva.
Nuvem branca, que passa lá no céu
Suave, leve como a vida deveria ser
Se tudo fosse como a gente quer
Arranca do meu rosto este tão breve sorriso
Pois é preciso viver e sorrir
Nuvem doce, que este claro céu nos trouxe
Doce como a tudo que pedimos que essa vida nos trouxesse
Suave e leve como a brisa que pedimos ao dia
Que um dia levasse de nós a toda qualquer tristeza
Assim como a toda mágoa e a má vaidade
Que só verdades saíssem de nossos lábios
Mas em formato de poesia e palavras boas
E que a gente deixasse o que há de bom em nós ao mundo
Carregasse com a gente
O resto de tristeza que o tempo não pôde apagar
Que seja simples e modesto, tudo que deixarmos
E, se for possível, carregado de pureza
Da melhor pureza e do melhor amor
Que, porventura, um dia tenhamos sentido
Aquele tipo raro de amor, carregado de leveza e bons olhares
...e de um resto de entardecer, que deixa tudo mais bonito
E que não é todo coração deste mundo que está preparado
Pra ler o escrito que Deus deixa lá pra gente
Lá na linha do horizonte
Pois há um tempo de sorrir
E um tempo de sentir vontade de sorrir
Mas se vem o tempo de nó na garganta
Que ele seja só da gente
Chorar é preciso também, pois mentir não adianta
Mas que Deus nos faça chorar de contentes
Leva este meu recado a Deus, clara nuvem do céu
Pois eu fico aqui no aguardo
Do retorno deste vento que te move
Volta em forma de alegria
E, nesse dia, vê se chove em mim também.
Edson Ricardo Paiva.
Canção do Moto Clube Óleo nas veias.
Sexta-feira cheia
Lua negra
Lente de faról
Acende o céu de areia
Coração roncando lento
Apressa o vento quente
tudo é só momento
Luz de estrela nessa rotação
é chão de céu no asfalto
No fim é sempre assim
É noite e meia
E Deus no alto
Eu numa moto
Boto óleo nas veias
Sempre em frente
Noite adentro
Rotor pulsando lento
Não existe pressa e nem tristeza
e nem subida e nem planalto
Eu sou do asfalto o vento
No fim é sempre assim
É noite e meia
E Deus no alto
Eu numa moto
Boto óleo nas veias.
Edson Ricardo Paiva
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