Poemas Sobre Céu
Se tu és o nascer do sol
O céu cheio de estrelas
O dia numa linda manhã de primavera
O amor que nos circunda
E eu sou tudo o que tu és, quem sou eu?
Vida no campo.
Acalma os prantos
pois o mato verde
é um conforto para os pés.
Seu céu azul,
imaculado pela urbe,
me traz tanta paz...
O cheiro de terra
e de gado
não trazem
o mesmo fardo
e o suor
das filas das fábricas.
Mas andam te destruindo.
A natureza civilizada
nada pode,
ante a força e o
barbarismo do homem.
Para que destruir
o último recanto
do paraíso terrestre?
Para que desmatar
o verde desse nosso
agreste?
Nesse chão cinzento
me engano de humanidade,
mas lá
eu sou,
de verdade,
gente.
Hoje o céu amanheceu sem nuvem alguma...todo azul...
O sol aproveitou-se da situação...
Dourado...por todo lado...
Reluzente soltou seus raios quentes...
Ardentes como lavas de vulcão...
Todos buscaram uma sombra acolhedora...
Mas o calor intenso ainda os desolava...incomodava...
A natureza sábia resolveu intervir provedora...
Não sei se do norte ou do sul
Um vento caudaloso apareceu
E fez de uma tarde que seria insuportável
Horas confortáveis...com momentos muito agradáveis...
mel - ((*_*))
Há uma lua no céu, tão alegremente solitária, que insiste em conquistar um planeta que, de sua, também feliz, solidão não se separa.
Lua e planeta! Satélite e planeta! Cada um com seu brilho próprio; cada um em seu espaço. Ambos são únicos. Cada um tem seu valor. Contudo, com tanta alegria de solidão, há uma beleza exclusiva que eles só encontram porque, de certa forma, aparecem juntos, fazendo o que os "matemáticos do coração" dizem ser o verdadeiro 1 + 1 = 1.
Assim são os casais que se amam de verdade: um não pode ser a metade do outro nem ter seu espaço invadido pelo outro. Mas o respeito e a tolerância que ambos se dão não tira o brilho que o casal só encontrará se estiver realmente junto.
Com um olhar de satisfação, fico a olhar o céu,
Sinto que quase posso tocá-lo
E se não posso sei que ela não está aqui,
Porque quando está, tudo eu posso sentir.
Olhar o além do horizonte, percorrer o infinito céu azul
Sentar à beira-mar, contemplar o bailar das ondas
E sentir o acariciar da brisa,
À sombra das árvores frondosas,
E encantar-se com as danças dos peixes
E mergulhar nas águas tranquilas das emoções.
Vislumbrar o amor...
Viver o hoje curtindo o amanhã.
Deslumbrar-se ao ver o vento bater no cais,
E no silêncio da dor
Ouvir os gritos das pedras
Inebriadas pelos abraços das ondas
E curvadas pelas chamas ardentes
da paixão
Viver o amor
Viver a vida
Experimentar as gotas partidas
Do entardecer, do amanhecer
Anoitecer, alvorecer
Sentir o gosto do mel
Das palavras não proferidas.
Quando bater a saudade
De algo bom a relembrar,
Fecha os olhos e sorria
Que no céu da fantasia
Tudo aquilo vai voltar...
Tenho saudade de ti
De nossos dias risonhos,
Volta logo, eu te espero,
És o amor que tanto quero,
Estás em meus dourados sonhos.
Hoje é Dia da Saudade,
De fraternos sentimentos,
Vão daqui abraços meus
A você e todos os seus,
Que tenham doces momentos!
Meu amor, meu amorzinho,
Meu céu de felicidade,
Faz um dia que parti,
E, se estou longe de ti,
Já é um dia de saudade!
Pouca coisa se compara
A esta nossa amizade,
Um beijo no coração,
Carregado de emoção
Neste Dia da Saudade...
É grande a minha saudade,
Desde que te vi partir,
Mas amo sentir saudade,
Pois ela faz, em verdade,
A distância diminuir.
© Oriza Martins
"...você é a única que me faz acreditar
Que por entre um céu adornado de estrelas
Eu posso voar e alcançar o infinito."
A lágrima da chuva
Parece que o céu triste chora por alguém que não veio..
Chora pelo sorriso que não deu!
Chora pelo sol que não deixou seus beijos em forma de raios quentes a aconchegar..
Meu coração chora de saudade de ti..
Dos sorrisos que não demos..
Dos olhares que não trocamos..
Dos abraços que a vida nos proibiu de dar..
De todos as coisas que deixamos pelo caminho..
A que me da mais saudade é o beijo que não roubei..
Do filho que não gerei..
A chuva chora por mim morena..
A chuva soluça por nos..
Lágrimas de um dia que não veio..
De um tempo que não volta mais..
Lágrimas de um dia triste,
Que nos deu o amor que não podemos viver..
Lágrimas de chuva que vem.. E que vão..
Vão ao encontro do sol..
Que também chora porque não pode dar aquela manha ensolarada de domingo com um beijo roubado ao fundo..
O tempo vai passar e levar embora as lágrimas que a chuva derramou por você..
Por mim..
Por nos!
Marcos Magno
Dia logo na Lua
Fui ao encontro de casa. Entrei no ônibus, o céu estava escuro, a lua, linda... As janelas começaram a ficar embaçadas, por estar frio. Eu fixei os olhos na lua, a mirei, mas aos poucos foi ficando difícil de vê-la... Janelas embaçadas. Foi então que passei o dedo em um ponto da janela, um buraco no meio daquele embaçamento todo. E então fiquei horas vendo a lua.
A lua passava por aquele local, várias vezes, muitas delas, ficava durante uns minutos, mas se retirava, voltava, ia, voltava... Como se tivesse vergonha, acanhada, constrangida, por eu estar apaixonado por ela, admirando, sorrindo, me declarando...
Senti como se estivesse acompanhado dela, com uma recíproca, um olhar vindo de lá, ao meu encontro. Uma paixão refletida. Por instantes me vi feliz, alegre, contente, completo. Me fez perder qualquer medo, esquecer problemas e reviver alegrias...
Percebi que além de linda, a lua me disse que posso amar novamente.
"...e se a angustia um dia o teu coração tomar,
Olhe para o céu, deixa dos olhos uma lágima rolar,
O SENHOR que está no céu irá te justificar...
Teus Olhos
Eu poderia jurar por todas as estrelas do céu,
Que me vi dentro dos teus olhos a bailar,
Mas a jura é uma coisa séria,
E eu não quero correr o risco de me enganar!
Porque teus olhos são dois meninos distraídos,
Que cantam e brincam à luz do luar.
Escondem-se vez em quando,
Só pra me deixar com saudade,
Desse teu jeito doce de me olhar.
Ah esses teus olhos!
São dois belos sóis convencidos,
Que sabem como me encantar!
Já não consigo de ti me esconder,
Pois já sabes muito bem,
Onde poderás me encontrar.
Abraçando as estrelas me despeço do céu noturno,
Da noite em que fiz da lua nosso refugio...
Agora me entrego aos primeiros raios de sol,
Contemplando o calor e a esperança que o seu olhar me traz...
CHOVEM LÍRIOS DO CÉU
Chovem lírios do céu
As pétalas das rosas vermelhas
Soltam-se na cama perfumada
A teus pés, as açucenas nascem
Coloridos verdejantes salpicados
Ténues gritantes alastram
Cravos de mil flores
Espinhos da vida que passa
Rios ribeiras amores
Fontes penedos riachos
Água cristalina que brota
Entre pedras caladas no tempo
Lagos nenúfares e patos
Lagoas rochedos e mato.
Perfume suave aroma
Gladíolos erguem-se ao céu
Hortências azuis lilás
Papoilas cortejando alegria
Entre girassóis galantes
Orquídeas abrindo flor
Malvas jarros jasmim
Perfuma suave aroma
Brotando em pérolas
Por entre as pedras do jardim.
Magia do arco-íris florido
Alimenta o ser distraído
E numa noite de breu
Chovem lírios do céu!
Maria Antonieta Oliveira
20-05-2014
Poeminha da Estrelinha
Uma estrelinha
Tão brilhante é
Ela gosta de navegar
lá no céu e no espaço
Uma estrelinha
Tão brilhante é
Ela gosta de navegar
lá no céu e no espaço
Ela é tão linda
que já sabe
flutuar, um
brilho tão grande
quando um ladrilho
gosta de ser grande
quanto sande
Em minha mente a um amor
Na minha mente
Uma cena bonita
Há um milhão
De estrala no céu
E uma brilha
Mais Forte
que a outra
Em minha mente diz
Eu não posso negar
Um amor tão precioso
E verdadeiro
É bom poder
Pensar em você
E do nada não
Consigo deixa
De sofrer por você
E não devemos chorar
Só existe um certo
Tempo e um grande espaço
Para agradar suas
Emoções por pedaços
Em fim!
Um amor verdadeiro
É difícil de se explicar
E o amor é fácil de conquistar
E um amor simples
É difícil de se perde.
E o sol está aqui!
Dourado e varonil
O céu anil
Cores do meu Brasil!!!
BOA TARDE AMIGOS QUERIDOS!!!
mel - ((*_*))
Vagarei
Vagarei dilacerado aos confins
Antes que esmaece o azul do céu;
Num negro véu que cai pelo chão
Destruindo meu real cenário
De pecados que a minha frente
Caminha num rumo contrário
Com as frias cores de inverno
Ao vermelho por do sol ardente
Vagarei só e no deficitário silencio
Sem ter o meu coração aberto
Pegando as lagrimas que caem
Com multifárias no meu deserto
Que nunca termina nunca cicatriza
Limitando minha vida com a real dor
No horror dos sinais e as tragédias
Em cada léguas que eu percorria
O tempo não querer-me ajudar
Parece não querer esses anos apagar
Segura em suas mão meus medos
Que aviva através dos meus olhos
Vagarei duvidoso e com seqüelas
No itinerário do meu sofrimento
A procura da cura do padecimento
Enquanto fecham-me as janelas
Vagarei e não me importo se ira doer
Mesmo que os dias se alonguem
Sobre as luzes pálidas das frias noites
Perdendo-se neste panorama
Simples Flor
De que adianta estar sobre
um céu azul e um dia verde,
se eu estou entre armas e rosas
procurando uma simples flor ,
que saiba me enxergar seja como for.
Quero me abrir para ela,
mostrar quem realmente sou,
um homem em busca do verdadeiro amor,
com sentimentos acorrentados
que só se abrem com uma flor.
Espero que esta flor
não tenha sido colhida
por quem não a mereça.
Quem a colher cuide como a própria vida,
pois é o meu amor
e tenho certeza
Um dia vai ser
minha simples flor.
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