Poemas sobre arte
Linha tênue da fé da humanidade
” O homem só é sábio quando lida com a autenticidade do seu mundo interno e a perversidade do mundo ..”.
O pincel de Arnóbio Verde desliza sobre a tela como um poema silencioso, dando vida às cores e formando um mundo onde a beleza é eterna.
É fascinante e assustador saber que Beethoven compôs uma de suas obras mais icônicas estando surdo, provando que a arte não é feita apenas para ser ouvida, mas para ser profundamente sentida.
Então chega o dia em que um descobre que não será lido. Daí que, longe dos seus, do público e da crítica, ele assume a responsabilidade de fazer arte.
Alguém pode escrever, tocar ou cantar sem que para isso seja reconhecido como um artista. Quanto ao artista, este pode se abster de toda e qualquer arte, nunca de seu público.
Arquitetura é como poesia, porém, em vez das palavras, usamos concreto, tijolos e ferro para tocar almas e propor sensações.
A poesia indica a ideia de CRIAR algo da imaginação e dos sentimentos. De dar vida e movimento a alguma coisa...
“Eu Me deito”, na ‘calmaria’ Da “Alma”, me “acordo na serenidade do corpo” harmonioso! Me vejo; ao“ relaxo do existencialismo” Mental, e ‘fisicamente’ me “preparo” para o formal!
Aquele a quem costuma-se chamar de “Artista” é na verdade alguém dado as aparências que tem por objetivo alcançar e manter certa relevância no Mercado Cultural. O Gênio Artístico ocupa-se da Arte e isto lhe basta.
O caminho faz-se andando, neste caso pintando,vê-se o marco dado pelo Artista, em tempo e espaço, interagindo com estrutura Sociedade Nacional de Belas Artes e um real requinte ao aprimorar tão belas obras de arte entre o claro e escuro e a luz, que cintila brio de uma forma ou de outra com uma classe que se enaltece, a cada obra que observamos.
Parabéns e bem haja a todos os participantes.
Não sou a favor da proibição do cinema, da música e da entrada de produções audiovisuais estrangeiras no Brasil, mas sou a favor da regulação da distribuição desenfreada destas obras no nosso território. Hoje, um adolescente pobre, que mora no interior da Paraíba, filho de feirantes, com livre acesso à Internet, reconhece de olhos fechados a voz do Goku, mas não sabe quem é o Curupira; assistiu Pantera Negra, mas nunca ouviu falar em Besouro; gosta de Tarantino, mas não sabe quem foi Glauber Rocha; ouve K-Pop, mas não ouve o Tropicália; venera Thomas Shelby, mas desconhece a história de Lampião, do Cangaço, das suas próprias raízes.
Um escritor que apenas escreve o que os outros dizem ainda não é verdadeiramente criativo. Ele não conhece sua própria marca e, portanto, é apenas um escravo literário.
DNA de artista - A dedicação que constrange, o comprometimento que inspira e a paixão pela carreira que explica o sucesso.
Explorando diferentes nuances e focos.
