Poemas sobre Apoiar o outro
A verdade é flexível. Sempre há outra maneira de contar a mesma história, outro revés para jogar na narrativa.
Em arquitetura não tem nada mais importante que o outro. Não é um pedaço de cada um. É arte, ciência e técnica.
O Direito ensinou-me a argumentar. A vida ensinou-me a calar. E entre um e outro, aprendi que nem tudo o que é legal é justo — e nem tudo o que é justo é legal.
Escrever é como mergulhar no abismo de si mesmo, enquanto editar é iluminar o caminho do outro, guiando sua voz sem apagar sua essência.
Estar emocionalmente disponível, responsivo e sensível às necessidades do outro é o que fortalece o vínculo e gera segurança emocional.
Um dia me disseram que a fraqueza de um era a fortaleza do outro. Como se o amor fosse um jogo, como se o meu sorriso pudesse te convencer de alguma coisa. Às vezes o amor é paz, cumplicidade, fogo. Outras vezes começa assim e depois esfria, encoberto pela neblina das mentiras. Passamos muito tempo juntos, mas o que você fez e disse apagou o que vivemos de bom. Não reclamo. O amor também é resiliência. E foi com você que aprendi isso, da pior forma. Mesmo assim, agradeço. Quando a dor passou e a ficha caiu, entendi: você não me merecia. Cresci. Me feriu, mas não me destruiu. Continuo sentindo intensamente, sendo quem sou, atraindo o que vale a pena. E não, a fortaleza de um não é a fraqueza do outro. A dor me fortaleceu. Existe grandeza em sentir o que precisa ser sentido. Até que passe. Até que a gente entenda que o que foi... não era pra ser. E agradeça. muito. por não ter sido.
A moral é preocupação burguesa para afirmar-se perante o outro, diferente da realeza que nasce rica e reconhecida.
A adoção é quando o coração reconhece no outro um pedaço do seu próprio amor – e decide nunca mais soltar.
Um pensamento vem em busca de outro, dois pensamentos se encontram no caminho. Os dois têm o mesmo objetivo, de realizar um sonho grande daquele encontro maravilhoso tão esperado.
Hoje eu estou flutuando, é como se o vento pudesse me mover de um lado para o outro. Como descrever o que estou sentindo em palavras, alguém seria capaz de me compreender sem julgamento, ou seria apenas mais uma história contada e mais uma crítica lançada?
Sucesso e fama não andam juntas pelo mesmo caminho, porque uma torna-se alvo e o outro foca no objetivo.
Só alcança o primeiro degrau do pódio quem tem a capacidade de reconhecer o valor do outro e cultivar a empatia pelo próximo.
Como uma pluma, meus sentimentos flutuam no ar assim como uma folha levada de um lado a outro. A dor se dissipa lentamente e já não reconheço palavras lançadas no ar. Vida minha, que tanto me dá e tanto me tira, tira dos meus pensamentos as perguntas e me deixa flutuar. Eu quero a leveza da carícia de um gato. Eu quero o canto dos pássaros. Estou cansada da minha dor, desse peso inútil. Estou cansada do meu peito carregado. Deus meu, tire-me o peso de viver. Tira essa angústia inútil que desfaz os meus mais belos pensamentos. Eu quero a paz de uma coruja, silenciosa, com seus grandes olhos. Dai-me a graça de sentir o mundo como uma árvore que brota, anunciando que mais um fruto promete fartura. Queria a paz de tudo que é belo no mundo. Senhor, dai-me sua paz.
A vida só é vida porque é entre. Entre um olhar e outro. Entre uma mão que oferece e outra que recebe. Entre uma história contada e outra que escuta e se reconhece. Felipe Felisbino
“Perdoar é abrir a cela onde você mesmo se aprisionou, não para libertar o outro, mas para reencontrar a chave da sua própria paz.”
O silêncio pode ser uma forma de não se deixar levar pelas emoções ou pela retórica do outro, e pode permitir que a pessoa mantenha a calma e a clareza de pensamento. Além disso, o silêncio pode também ser uma forma de não dar atenção ou legitimidade a discursos ou comportamentos inapropriados.
Nossa família é mantida por um pilar de respeito mutuo e outro de acolhimento, pilares soldados pela gratidão e consideração mutua e pelo controle das palavras que dizemos entre nós.
Saúde que foge volta por outro caminho. Amor que se perde nasce outro no ninho.
