Poemas sobre Apoiar o outro
O tempo se retransmiti, a hora decrepitada se resulta em nada, o hoje repugnante que trânsfuga, outrora menciona a um paradoxo hermeticamente insondável, um presente que se retém a um agora inverso de mentiras já provadas, a solidão égide do péssimo, só o vindouro já obsoleto passadismo.
O amor por meu próprio ser liga-se inseparavelmente ao amor por qualquer outro ser, por isso amar sempre deu certo.
É preciso definir o significante como aquilo que representa o sujeito para outro significante, isso significa que ninguém saberá nada dele, exceto o outro significante.
Quem ama sente-se feliz ao ver a felicidade da pessoa amada. Amar é procurar o outro para fazê-lo feliz.
Para amar, é necessário confessar sua falta e reconhecer que se tem necessidade do outro, que ele lhe falta.
Escrever me transforma. Ainda não sei quem é aquela pessoa séria de pensamentos turvos ou algumas vezes ideias bem estruturadas. Aquela pessoa que me observa em meus textos de forma madura. Tem uma xícara de café ao seu lado ou muitas vezes um cigarro e um Blues no toca discos a muito já ultrapassado, mas não para ela. Porque de certa forma essa outra parte vive em outra época e ao mesmo tempo tem os mesmos gostos musicais e vícios. Ainda não sei onde se esconde ou quando virá a tona, mas sei que é apenas uma parte de mim. Aquela que poucos se arriscam a conhecer.
— Amadurecer tênue.
O verdadeiro amor é aquele que não se mede pelo que o outro pode fazer por nós, e sim pelo que ele representa em nossas vidas.
"Se cada um se preocupasse um pouco mais consigo mesmo, certamente a preocupação com o outro tomaria um rumo diferente, porque é a partir de nós mesmos que passamos a compreender melhor o outro. Mas se não nos compreendemos como vamos fazer isto? Se nos julgamos, nos culpamos, nos maltratamos, não nos perdoando e portando-nos como carrascos, como vamos proceder com o nosso próximo? Como vamos enxergar o outro permanecendo indiferentes a nós mesmos?"
No Brasil o que falta é uma nova cidade a Abisluz-1-MG-RO-qualquer Estado,o qual o usuário de droga contumaz os que não para em casa ,que fica em muquifo,debaixo de pontes nas calçadas trombando quem passa roubando seus pertences para adquirir drogas,ficaria mais barato para o governo fornece-las e seguro para os pais e população se tivesse um local onde os mesmos ficariam do jeito que gosta ,porém vigiados ,tratados com o entorpecente fornecido pelo governo já que não podem ser preso e tratados como doentes ,porém o remédio de muitos até para poderem trabalhar é a droga ,então na Abisluz sera separados por etapas a primeira é o abismo onde vivem em cabanas no mato porém com poucas infraestruturas as quis eles mesmos providenciaram ,alimentos,e ferramentas as quais queiram trabalhar,médicos e pscícologos e muita câmera "canal fechado"acompanhados por parentes ,os que quiserem dizer basta passa para outra etapa o bairro luz,a li , sim ,eles mostraram as suas habilidades e serviram de exemplo para os do abismo aos telespectadores através do canal fechado e de lá pode trabalhar e voltar para sociedade e reintegração familiar,,caso volte seu retorno sera direto pro abismo tornando-se mais difícil a sua mudança para a etapa luz.Inclusive eles mesmo participaram da construção do muro ao redor e das benfeitoria e receberam pelos seus afazeres,porque eles querem ser gentes dentro do seu jeito de viver,ninguém deve tirar a vontade de ninguém e sim repreender caso prejudique outra pessoas pelos seus ato,cada cabeça uma sentença lembrado-se sempre que quem com porco se mistura farelo come.
O amor é um exercício de autorrespeito e respeito com o outro é diferente de querer mudar o outro ou mudar a si mesmo só para agradar alguém. O amor é viver a singularidade ao lado de uma pessoa!
Amar é diferente de mudar o outro, amar é perceber a beleza em ser da forma que é!
Amar é respeitar a singularidade do outro!
Somos o reflexo especular de um outro quando amamos. Sofremos pois criamos uma imagem do ser amado segundo nosso desejo e quando este não é satisfeito, plena ou parcialmente, perdemos essa imagem de forma brutal. Portanto não é pelo ser amado que sofremos quando o perdemos - ou por separação ou por morte - mas, justamente, pela perda dessa imagem super investida de afeto, de amor que na verdade mais é um amor a nós mesmos do que um amar ao outro.
Quando o sujeito chega ao final de análise, depara-se com o ponto de inconsistência do Outro, lá onde o Outro não responde, deixando o sujeito sem recurso, pois sabe que do Outro não virá qualquer salvação. O Outro não responde porque não existe, e o sujeito se vê diante da solidão originária, do desamparo. Nesse ponto de inconsistência do Outro, em que o sentido se perde e o apelo se esgota, o sintoma perde também o seu endereçamento ao Outro e aí se reduz a um toco de real.
Muitas vezes, onde estamos, está incômodo, sem calor e até sem luz...mas sempre existe um outro lugar...iluminado...onde podemos nos sentir confortáveis...aconchegadas...E nem sempre está longe...muitas vezes, até bem pertinho...só dar uns pouquíssimos passos...
