Poemas sobre a Morte

Cerca de 19175 poemas sobre a Morte

Poderia viver mil paixões e morrer em mil vidas e ainda assim valeria a pena morrer por um ideal pelo qual vale a pena lutar

Inserida por RandersonFigueiredo

Um dia as pessoas morrem na gente. Esquecer faz parte desta árdua tarefa da vida nas quais as melhores lembranças são como pedras brutas que precisam ser lapidadas e não lançadas num mar de desilusões, plantadas e regadas como uma semente para que um dia quem sabe as pessoas não possam morrer na gente...

Inserida por RandersonFigueiredo

Morrer não dói o que dói é termos deixado de dizer um eu te amo por medo ou receio da reação da pessoa amada, de não termos aproveitado mais os nossos amigos, de não ter ido mais a praia ou de não ter observado mais a natureza o que dói também são as lembranças e a saudade que vamos deixar na vida de nossos familiares e amigos enfim...só me resta então aproveitar os dias ou anos de vida que me restam e tentar fazer o máximo de coisas enquanto eu ainda posso... Porque o amanhã a Deus pertence...

Inserida por LuhSoledade

Você não pode abrir mão de algo que você realmente acredita por razões financeiras. Se você morrer na beira da estrada que assim seja. Mas pelo menos você sabe que tentou. Dez minutos na cena da música era igual a cem anos fora dela.

Aprenda a renascer! Se com o cair da noite você não for capaz de morrer junto com dia, pode ter certeza que no amanhã permanecerá com as mortes do ontem!

Basta me olhar assim, basta morrer de rir comigo. Basta me ler, me decifrar, ser intenso nesse minuto!

Não diga que seu amor é como as flores que me deste. Elas podem ser lindas, mas irão morrer em breve...

“Tomara que quando eu morrer de verdade alguém tenha a feliz idéia de me atirar num rio ou coisa parecida. Tudo, menos me enfiar numa porcaria de cemitério. Gente vindo todo domingo botar um ramo de flores em cima da barriga do infeliz, e toda essa baboseira. Quem é que quer flores depois de morto? Ninguém.”

Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio. Mãe, na sua graça, é eternidade.

"Ele não gosta de você? Hum, e você realmente vai morrer por isso? Vai acabar com a sua vida por um garoto? Eu sei, pra você ele é muito mais que isso, ele é o amor da sua vida. Mas me diga, você vai acabar consigo mesma por um amor? Aliás, você tem certeza que isso amor? Sinceramente, isso me parece mais uma obsessão. Entenda, se ele gostasse de você, ele estaria com você agora, e ao invés de lágrimas, teriam sorrisos em seu rosto, ao invés de um coração triste e aos pedaços, haveria um coração feliz e completo, sim, ele seria a outra metade, mas olhe ao redor, ele está ai com você? Ele te liga no meio da madrugada só para dizer que te ama? Ele se preocupa com você quando você diz que está mal? Ele lhe procura quando você some? Se realmente ele fizesse tudo isso, você não estaria tão mal como está agora. Acorde garota, você é muito melhor que isso, você pode e deve encontrar alguém muito melhor que ele, que saiba te dar valor e que saiba cuidar de você como você merece!"

Sim eu continuo a fumar mesmo sabendo que isso me vai matar... e? Vou morrer de uma maneira ou de outra mais cedo ou mais tarde... mas o medo de morrer nunca me impedirá de viver!

Como a primavera eu desejo desabrochar cada dia uma nova flor, e depois morrer completa, perdendo pétala por pétala.

Eu chorei muito, briguei muito, sofri muito. Por amor enlouqueci, ate quis morrer... Mas que amei sim, confesso eu amei.

Um dia todos os mitos acabam morrendo, espero estar vivo para ver o dia em que esse mito vai morrer.

Não é tão simples abandonar o passado, algumas coisas nele ainda custam a morrer.

Sentimentos são controláveis e podem facilmente morrer, matarei o meu por você.

Vergonha não é deixar escapar o seu lado infantil de ser, vergonha é deixar morrer aquilo de mais bonito e inocente que existe em ti.

Sem você nada mais importa, Não me importo de morrer, pois minha vida e você e você foi embora para sempre, agora sou apenas um corpo sem alma ambulante…

Há uma miséria maior do que morrer de fome no deserto: é não ter o que comer na terra de Canaã.

José Américo de Almeida
A bagaceira. Rio de Janeiro: José Olympio, 2004.

Se eu morrer hoje, sei que morri lutando contra os muros que separam as pessoas e impossibilitam a felicidade delas.