Poemas Serei So tua
Não seja doce demais pra quem é diabética...tem pessoas que não te merecem... nem uma gota da tua bondade ... desapega ... não se doe tanto pra quem não te dá nada devolta ... seja espectro ..só devolva o que vc recebe ..
Meu coração acelera, minhas pupilas dilatam, meu corpo entra em êxtase... Tua presença acalma minha alma. E não importa em qual degrau da escada da sua vida eu esteja, saiba que sou o que mais te ama.
Pensamentos naufragados na solidão de tua ausência, um oceano que quando quer, transborda por entre meus olhos
Os ventos da mudança, irão bater a porta da tua casa.
Estar preparado é sempreuma opção inteligente.
Deus, a tua conduta com teus amigos é diferente da minha! Deus, a tua misericórdia traz paz infindável. Deus, És incomparável.
Autor Magno paraense
Essa noite me atrevo ser o que você quiser... tem caos , teu céu, teu vendaval , tua paz ... apenas me deixa ser , serei ....a noite é uma criança meu bem.. e eu sou tua mulher...
"Quando a dor vier bater à tua porta, recebe-a de ânimo forte e faze dela uma prova, para veres se realmente estás atingindo a perfeição do Senhor, de Jesus; quanto melhor a receberes, mais aproximado estás d'Ele".
Deslumbro a tua mão que inteiramente é o teu ser, pois sobre elas havia tudo o que eu precisava para ser feliz, mas meu amor... não escolhemos a frequência em que nosso coração a de bater, e se porventura ele se rebelar!? Como poderei fazer com que bata novamente? O teu choque que desperta! e você não tem culpa alguma se eu escolhi morrer.
O seu brilho pode incomodar a àqueles que sobre sua felicidade acham-se melhor. Alguns sentirão tua presença como uma sombra que obscurecerá os seus desejos porquanto não serem satisfeitos em concorrência da sua integridade. Mas o mais sensato é manter a sua lealdade, lembre-se que o sol brilha mas jamais arranca o lugar da escuridão, por que cada um tem seu tempo e espaço.
Não há nada mais obsoleto do que a tecnologia / Nem mesmo a tua filosofia vã / O que eu ela foi ontem não é hoje / E o que ela é hoje já não será amanhã.
Vinha. Aprecias o meu talhe? Segue a linha das pestanas. Repousa tua notabilidade na fronte. Surge em minha íris. Mancha-me os cílios e as sobrancelhas com teu enobrecido sossego. Deixa-me a centelha desse léxico inespecífico que novamente me cora e quase me descolore. Estende sobre a uva que pende ao lado o abraço vigoroso dos vinhedos o negrume inigualável dos meus cabelos longos e lânguidos e lúbricos. Faz-me ser o líquido alinhavado nessas quase folhas de ti – nenhum. Esconde e acarinha o furor desse espécime único faz-me debrum – porque só tu me sabes à distância da luz.Diário dos inícios.
