Poemas Reflexivos
Minha Vida, Minha Voz.
Estou aqui tentando explicar: não é um ensaio, é vida real.
Ao iniciar uma escalada, sempre haverá luzes e sombras que te acompanham — e é por isso que sua luz precisa ser forte e intensa.
Negue-se a viver refém do medo, esse é o meu recado.
Sua vida precisa ser guiada pela sua própria voz, não pela de terceiros. Seja sua própria diva. Ria, sorria, gargalhe — afinal, esses gestos suavizam a vida e a tornam mais leve.
Não se assuste: não temos dublê. Ainda que pequenos, podemos ser grandes e poderosos — mas, acima de tudo, precisamos ser do bem.
Não se esconda para sofrer ou chorar sozinho. A vida sempre foi um mistério, e dividi-la também é parte do caminho.
Não é pecado ser. Dizem que são os atos que definem, mas o que seria do amor sem os atos? Sem os toques, os abraços, os choques?
Na verdade, seja sempre sincero e transparente. Não tenha medo do amor, pois as formas de amar são um leque aberto.
Penso que o mundo ainda não está preparado para a sua realidade e sua igualdade. Talvez porque muitos conceitos tenham sido corrompidos — e o que foi transmitido, muitas vezes, soa ilógico, irracional e cruel… ao menos dentro da minha visão.
Bem-vindo à minha sinceridade.
A vida e como dois ônibus, cada um tem um destino diferente, seja sábio nas suas escolhas e inteligente nas decisões.
E sempre lembre-se você é responsável pelas consequências!
Poema final
No princípio da tarde,
Tarde sem sentido ou valia
Dessas que corre a vida e o sol arde
Começo de mais um morto dia
Olhei a janela
A brilhante esquadria
Não sei se foi uma pancada
Mas um “Acorda bobo!”dizia
Uma voz de vida encharcada
Clamando”Revê o dia!”.
Procurei, dei mais uma olhada,
E, ao sol ofuscante,
Qual joia dourada,
Se via um besouro gigante
A liberdade
As palavras são inertes. Nós damos-lhes vida e significado. A verdade não está nas palavras, mas, sim, na relação que os entes estabelecem agora. Para entender isto, sem palavras, só é possível sentindo isto que eu senti.
Uno
Deus nos espanta com o passado,
doce e cruel a mim foi arremessado.
A vida guia a minha pena vibrante
para aqui ficar,
sem ir adiante.
Como mil centopéias,
tenho braços que te abraçam,
e tu, minha velha,
meu coração trespassa.
O ouro me tenta.
A carne me suberge.
A vida que é lenta,
da corrida me perde.
Ao não dizer, não digo.
Minh’alma fere quem pouco entende.
Para falar, um perigo,
ao proferir mudo, à toda gente.
Quando o adormecido despertar
A vida será muito maior. As torrentes rugirão, o frio e a umidade vão nos despertar, as matas fechadas não serão mais inexpugnáveis, os seres vão aparecer na sua glória. Não haverá a quem culpar, muito menos a nós mesmos. A dor não será algo externo. Quem se foi, voltará. O mundo fará sentido.
Nesta viagem que se chama vida, estamos sempre acompanhados dos pensamentos, mas seguimos sozinhos no meio da multidão. A solidão no meio da multidão é um sentimento profundo, onde os pensamentos se tornam os nossos mais fiéis companheiros. Em meio ao movimento e às vozes, existe um espaço só nosso, uma viagem interior que ninguém pode totalmente compartilhar."
Autor: Prof. Me. Yhulds Bueno
ENIGMA DA VIDA.
"Olhe, me empreste aqui um pouco da tua atenção,
a vida é um leva e trás até mesmo um mundo de alienação,
mas nunca se desespere não,
porque mesmo que isso aconteça,
e toda rogação que por mais santa te pereça,
ignore e não procure fugir de nada,
deveras vezes nesta infinita grande jornada,
nem uma vírgula há quem bem mexa,
pois do tudo que a vida leva um pouco desse tudo ela sempre deixa."
Marcelo Caetano Monteiro.
Poema para a Mamãe
Rainha da minha vida
Ouro dos meus dias
Sabedoria que me ampara
Amor profundo e toda a poesia
Não existe outra igual
Anjo da Guarda em tempo integral.
Ser assumida
é sobre ser
o amor da sua vida,
é sobre a minha vida
combinar com a sua vida,
Se eu não for
o amor da minha vida
para a sua vida,
Entre ser assumida
prefiro ser sempre
que for preciso
mais escorregadia
do que peixe ensaboado,
Se for para não ser
por você assumida,
só para você opto
em ser a sumida,
Não insisto em aquilo
que não tem a ver
ou não dá liga,
Porque eu tenho
a minha própria vida.
A vida me ensinou a ser batalhadora e a seguir sem medo. Ensinou-me a não parar, a não me acostumar com o meio-termo nem com o pouco. Ensinou-me que, lá fora, a vida grita, esperando que eu vá ao seu encontro, e que parar é morrer lentamente.
Ensinou-me que, quando caminhamos sem olhar para o passado, seguimos sem medo de viver plenamente o presente. O futuro, esse, pertence somente a Deus. Lá fora, há um mundo nos esperando de braços abertos. E quando temos fome de viver, encontramos coragem para ir além das nossas próprias possibilidades.
Rita Padoin
Nômade
A vida passa e o incompreendido chora
Pelas ruas o andarilho some
Intensamente busca o que perdeu
Sem saber que achou.
Nada entenderá sem ser compreendido
Compreendendo se perderá
Nas buscas e buscas exteriores
Como nômade pairando nos cantos do mundo.
O incompreendido chora
À inexistência do palpável
Pela terra escorrem entre os dedos
Os sonhos perdidos pela lembrança...
Indescritível
Sou interior da lasca
A água límpida
Caos
O mistério em vida
A floresta viva
Que em ti habita
A história incrédula
Sem início e fim
Indescritível presença
O olho do furacão
No centro do vendaval
Que acampa nas
Areias desertas do
Manto acolhedor.
Travessia
Seja do jeito que for
Colha do jeito que for para colher,
Nos cantos da vida por onde eu caminhar
Mesmo que eu pise nos espinhos que eu encontrar,
Das flores eu hei de lembrar.
Meus pés ardem de tanto caminhar,
As lágrimas vertem rasgando o trajeto
Fazendo-me esquecer da dor.
Lembrar-me-ei dos amores que não tive
Dos amores que quis muito e por medo ignorei-os
Mesmo assim deixei-me amar tanto que doía.
Meus medos e sonhos se misturaram
Com as nuvens que passavam devagar
Como poeira das terras desertas.
Investi contra meu caminho para que ele acordasse
Levando-me para onde eu esquecesse o medo
No trajeto das minhas escolhas
Onde estava meu sonho adormecido.
SOBRE O LIVRO: CIDADE NO ALÉM - ANDRÉ LUÍZ/ FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER.
E A CONTINUIDADE DA VIDA ESPIRITUAL. PARTE I.
Cidade no Além: apresentado como introdução à obra mediúnica atribuída ao Espírito André Luiz e psicografada por Francisco Cândido Xavier em 17 de junho de 1983, constitui uma reflexão doutrinária de grande densidade filosófica dentro do corpo literário do espiritismo cristão. Trata se de uma exposição que busca interpretar, sob a ótica da continuidade da vida, o significado das comunidades espirituais descritas em Nosso Lar.
O autor espiritual inicia suas anotações reconhecendo o esforço de um colaborador espiritual denominado Lucius para transmitir aos encarnados alguns aspectos da colônia espiritual conhecida como Nosso Lar. Essa cidade espiritual é apresentada como um núcleo de trabalho, reeducação e organização social destinado aos espíritos que se libertaram do corpo físico, mas que ainda necessitam de reajuste moral e intelectual. A mediunidade de Heigorina Cunha, residente em Sacramento no estado de Minas Gerais, é mencionada como instrumento dessa comunicação espiritual, demonstrando o papel da mediunidade como ponte entre os dois planos da existência.
Às vezes é difícil falar de Deus.
A gente olha pra própria vida e só vê erro, mágoa e tristeza. Parece até errado tentar se aproximar assim. Mas, de repente… num dia comum, sem aviso, algo muda. Não é barulho, não é espetáculo é uma sensação, uma clareza, uma paz estranha. E aquilo que a gente não acreditava… começa a fazer sentido. Talvez Deus não espere você estar perfeito. Talvez Ele apareça justamente quando você está quebrado. Porque é ali que a gente para de fingir. E, às vezes, um único momento de verdade
muda tudo
Ser real vai te custar muitas companhias, mas vai te dar o encontro mais valioso da vida: você mesmo. Quem vive de aparência é aplaudido por uma multidão de estranhos; quem vive de verdade é abraçado pelo silêncio de Deus.
SerLucia Reflexoes
De agora em diante
De agora em diante
Pelo meus sonhos vou lutar
Da minha vida vou cuidar
Mesmo que o desatino for distante
Se o fardo for pesado
Da opinião não vou largar
Se acrescenta irei priorizar
Saberei que nada foi achado
Agradar ao Grande Arquiteto
Que o amor não seja secreto
Andar com pés no chão
Que a vontade não desapareça
Fazer tudo antes que esqueça
Inda que for contra meu coração.
Ademir Missias
Expressara-se Propheros, nestes termos: - a Vida existencial é muito curta, para que os mortais se preocupem com pequeninas coisas do dia a dia. Porém, como seria a Vida, sem as preocupações sobre essas pequeninas coisas? Tenho por certo que, um verdadeiro enfado seria, se não houvesse com o que se preocupar! Acredito que o próprio Destino deu aos Homens a tarefa de se ocupar das pequenas coisas, aparentemente sem importância, a fim de que eles encontrem motivos para sempre irem adiante, resolvendo seus problemas. Porque enquanto estão ocupados em tentar resolve-los, não pensam na insignificância da maioria deles.
Às 10:50 um 01.05.2026
Quando o inimigo se aproximar
No batente da porta da minha vida
Está o sangue de Jesus Cristo
Eu não terei medo, eu não terei medo
Há um exército de anjos aqui
Estou protegido de todos os lados
Pelo sangue de Jesus Cristo Hope Darst / Jacob Sooter / Lauren Sloat
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