Poemas Reflexivos

Cerca de 237140 poemas Reflexivos

Um dia
Me chamaram de "Louca"
EU apenas
Sorrir bem largado e disse: Louca é meu sobrenome
Meu nome mesmo é Decidida.
E pouca gente sabe ser!

BOM DIA

A.C.E.I.T.A.S

Uma xícara de CAFÉ já que EU não posso lhe dar
Um abraço FORTE de GRATIDÃO nessa linda MANHÃ
Que RECOMEÇA outra vez para nosso viver...

" Foi ainda á pouco que te conheci, e o mundo já parece diferente, com mais harmonia, com brisa suave. Tenho vontade de sair andando bem devagar, saboreando os passos como taças de champanhe.
Sinto coisas esquisitas, um impulso de saudar os que passam, de pedir que reparem no dia lindo que amanheceu, e percebam que mundo já não é tão feio e triste quanto parece. Tenho o ímpeto de rir e, ao mesmo tempo, um desejo estranho de chorar. E então me dá uma vontade tola e gratuita de ser bom, de dividir minha alegria com alguém.
Alheias à revolução dentro de mim, as pessoas vão seguindo apressadas e sérias seus caminhos. Parece que para todos o mundo, esta é uma manhã qualquer, igual a tantas que já se passaram. Mas estão todos enganados.
Hoje Eu Te Conheci. Nunca houve um dia tão lindo como este.

Sonhos

"Dentro de mim vive o desejo
Incontrolável de viver certos sonhos...
Esses sonhos são guardados num labirinto dentro de mim, onde só a minha alma pode alcançar.
Foram guardados em silêncio para que nada ou ninguém possa tentar atrapalhar...Pois bem sei que meus sonhos são incompreensíveis e inconfessáveis à muitos.
Mas confesso que sou incansável na busca de meus sonhos, não tem como esquecer o que já se tornou inesquecível aos desejos do coração."
-Roseane Rodrigues

Te escrevi tantas mensagens que jamais foram enviadas,
Ensaiei tantas conversas que jamais se concretizaram...
Talvez, no final...
Amar seja a arte de inventar o que jamais existiu...

Sociedade, o problema é essencial
E se ninguém vai ser do bem
Bom, tentemos ser menos mal
É igual miséria do inquérito, bem-vindo a América

Conhecemos o mundo apenas pela janela da mente.
Quando a mente está agitada, o mundo também está.
Quando a mente está em paz, o mundo também está.
Conhecer a nossa mente
é tão importante quanto tentar mudar o mundo.

Haemin Sunim
As coisas que você só vê quando desacelera

Se você esperar ser sempre confortado pelos outros
sentirá o peso dessa necessidade.
Se tiver uma necessidade constante de ser ouvido,
ninguém poderá satisfazê-la por completo.
Em vez de buscar conforto nos outros,
conforte-os e escute o que as pessoas ao seu redor
têm a dizer.
No processo de ajuda,
você será curado.

Haemin Sunim
As coisas que você só vê quando desacelera

Quando a mente olha pra fora,
ela oscila como os ventos do mundo.
Mas quando se volta para dentro,
podemos encontrar o nosso centro e repousar
na tranquilidade.

Haemin Sunim
As coisas que você só vê quando desacelera

Se você quer dissipar as nuvens de pensamentos,
apenas mantenha a mente no presente.
As nuvens de pensamento se agarram apenas ao passado
e ao futuro.
Traga a mente para o presente, e seus pensamentos
vão repousar.

Haemin Sunim
As coisas que você só vê quando desacelera. Rio de Janeiro: Sextante, 2017.

Experimente fazer estas duas coisas ao mesmo tempo:
finja que você já é um campeão
e trabalhe com disciplina para se tornar um.
A diferença entre crença e realidade logo
não existirá mais.

Haemin Sunim
As coisas que você só vê quando desacelera

Em meio as maiores crises!
Sempre havera uma faisca de esperança!
Faisca essa que quando aproveitada, incendeia um coração assustado!
Ao ponto de contagiar aqueles que o compreende!
Seja você essa faisca de esperança! Mesmo estando em um mundo de crises e colapsos!

O medo de perder um ser
Medo de desaparecer
Sem amor não sentido
Ao perde-lo fico-me recaido
A luz deste ser, dai-me o fôlego
O prazer,
Sem ela não há motivo para viver
Sinto-me preso, sem asas a voar
⁠diga-me!
Quero ser livre!
Quero a liberdade!
Pequena chama que há em mim
Não apague!
Pois será o fim!

⁠►Dois Passos

Como um acaso do destino
Sem preparo nenhum
Eu te vi lá na borda do rio
Contemplando o céu azul.
.
Lá fiquei por um tempo
Admirando seus cabelos negros
Quando vi já estava sereno
Parti sem nunca esquecê-los.
.
Ao passar do tempo alucinei
Nunca mais a vi naquele lugar
Não sabe o quanto desejei
Que você novamente estivesse por lá.
.
Saudades meu coração carrega
O fardo o cansa a cada batida
Um nome em minha mente penetra
Lágrimas rolam a cada esquina.
.
Ao tardar senti um vazio
A vontade recaiu sobre mim
Não queria continuar sozinho
Sua falta me deixou assim.
.
Meu amor indescritível percorre
Entre morros, colinas e serras
Buscando incansavelmente seu Norte
Agonizando diante a espera.
.
O tempo não mais me ajuda
Perambulo de um lado para o outro
Preciso que você me acuda
Estou a dois passos ao fundo do poço.

⁠Apenas ter um pouco de certeza não é suficiente para mudar o destino.

(Cale Henituse)

Melhor viver todo o inferno real,
Que ter um céu inventado.
Os dois são o mesmo.

⁠O espelho só me mostra como o tempo passou, para ver minha alma preciso fechar os olhos e me interiorizar, atrás de mim mesmo.

A. Cardoso

"Correnteza"

⁠Memórias persistentes
viajam violentamente por um rio,
chove muito enquanto elas passam.

As árvores tortuosas sofrem,
por causa do vento
que está quebrando seus galhos.

Os galhos mortos, caem no rio
e assustam as pobres lembranças.
Tristes, seguem chorando e fortalecendo a correnteza.
Tornando a minha mente tempestuosa
e os meus olhos encharcados.

Passarela

Beija-flor a beijar a rosa.
E a menina encantada
Dançando balé, enquanto
Todos estáticos admiravam.
Carro buzinando, garoto
Querendo vender balas,
E outros fazendo malabarismo,
Postes acesos fora de hora,
Prédios que fecha o azul do céu,
Onde a minha visão poderia
Buscar ver algo além…
Rádio ligado em toda parte,
E a música que fica na minha memória
Parece que varia.
Escola a tocar a sirene, estudantes
Indo para casa.
Eu aqui parado a escrever
O que nunca tenho visto
Na minha vida.

Valter Bitencourt Júnior
Passagem: Poesias, 2017

Paz

Porque foram as ramagens de folhas
Que sussurraram vagarosamente
Sem que ao menos pedisse, e livre
Aceitei todo o aroma
Que exalava o vago perfume.
E todo o tecido de lã
Que costurava o vento.
Algodão a voar pelo ar
E um banho de neblina;
Surgia das cachoeiras,
Por entre os seixos, o disfarçar
Do dia, o esconder da beleza por
Entre o róseo de cada instante.
Eu a mim desmanchar por entre
As nuvens, moro por entre os castelos
Suntuosos, preso por entre a prisão da noite,
A minha imaginação pensa
Vivenciar cada elemento...

Sou uma criança, a brincar de barquinho
De papel...

Sinto-me sensível,
Sinto-me fraco,
Quero voar!