Poemas que Rima com o Mundo
O que é pássaro nas ruínas da alma?
Fonemas perdidos no abandono do mundo.
Voar para desespero sem pensar apenas a fome e desejo de procriar,
Vórtice da primavera encanto num alvorecer,
Seja lucido nas asas o ritmo de ama o infinito.
Estrelas brilha frio da noite cai juntamente com sereno e desequilíbrio do inverno gotas de chuva pairam no ar desafiando a gravidade.
Noite se torna escura e clara trovões e relâmpagos dançam nos céus a terra estremece as luzes tornam se ventos fortes e as nuvens se dão partido quase nos chão poeira levanta cai nada fica no lugar árvores tombam com suas raizes expostas, Sereias voam sobre olhares vagantes sementes pegam fogo suas folhas morrem a natureza devastada respira mais uma vez, calida alma rebelde desejo de viver a te lucidez ganha moldes nas sombras..
25 de março mundo real de batedores de carteira trombadinha.
Gente trabalhadora vem de outros paises buscar pouco de dignidade.
Polícia e fiscais fazem batidas contantes de mercadorias ilegais depois vendem para outros ambulante ou em suas proprias lojas.
A prostituição no meio dia nos edifício do centro pois não tem mais o treme treme... foi demolido.
Shopping da vinte cinco produtos chineses legais e ilegais.
Comida vendida na rua sem higiene igual a india ou pior.
Tem gente vem fora do estado de São Paulo para comprar vem ônibus clandestinos, e também de fora do pais do mesmo jeito clandestinos. Preço barato.
Outros vem pelos terminais de onibus.
Fazem contrate da feirinha da madrugada renda da famílias estão ali produto baixos e de boa qualidade.
Muitas vezes povo vai de carro ou taxi e tem gente se aproveita desta condição rouba as mercadorias.
Os eletrônicos são expostos atrativos.
Ate camelos perfumes falso cheios de agua. Logo ali perto carne porco exposta calçada e peixes e mariscos no sol escaldate.
O contraste com maquina de carne e suco gelado barado rápido ate os mosquitos gostam.
As ruas cheias dão contraste com policiais e metro cheio. Os ônibus são outra aventura.
O Palco da Sé
Sob a luz cálida e poluída da tarde, o metrô parece um portal para outro mundo. A Catedral da Sé agora vende ingressos para quem quiser ver suas obras e contemplar sua missão singela; mas, pelo preço caro, faltaram os "bebes e comes"...
Piadas à parte, os indigentes e moradores de rua fazem o verdadeiro contraste. Há lojas fechadas e o Corpo de Bombeiros sempre a postos. Livrarias agora parecem cafés e lanchonetes. As lojas de discos ganham outro formato, onde a convivência com os animais traz o ardor do odor — afinal, a limpeza não faz parte da crônica dos discos velhos, relíquias de um tempo que já passou. Ali perto, o chafariz parece um banheiro a céu aberto.
Ter um posto policial na praça não significa que o lugar seja seguro. Acontecem shows a céu aberto e também apresentações de magia: o palco perfeito para o roubo de carteiras e celulares. Esse é mais um pedaço da cidade de São Paulo.
No claro de uma nova apologia a aurora de nossas almas somos capazes de compreender que mundo é um universo humanista mesmo frio e sem sentimentos observamos a grandeza de uma gigantesca força da natureza.
Nossos reflexos são pequenas sombras na ilusão humana.
Devemos glorificar olhar as estrelas ver que do nosso microcosmo ainda somos arrogantes e mesquinos...
Nos alienamos pois assim a gloria na riqueza e no impunidade...
Vazamos tanto conhecimento mais ainda não conhecemos nem a nos mesmo.
Pois somos universos denfro de universos... nem quem criou a humanidade sabemos de fato,
E nem temos idea do potencial temos.
Vagamos pelas riquezas da existência somos fragmentos da verdade escorre pelo espaço sideral e restante do cosmo. Gritamos que existimos.
Mais ainda caminhamos na caverna de Platão... outras vezes caminhamos dentro da caverna digital.
Por Celso Roberto Nadilo.
Nas fronteiras do medo o somos diante do somos?
Todo mundo sofre
Todo mundo erra
Todo mundo tem
As suas próprias guerras
Quem somos nós pra ditar
O valor de alguém?
Somos pó
Não podemos julgar ninguém... Marcela Tais
Jesus eu vou, te adorar eu vou
Ainda que o mundo todo me esqueça
Estar Contigo é o que interessa Jesus eu vou, te adorar
Mesmo que o mundo esteja de ponta cabeça
Firmado estou em Tua Promessa Tiago Cardoso
Em um mundo tao desunido..
quem encontra seu par perfeito..
pode se considerar ganhador da mega sena...
Mulher sem conteudo o mundo ta cheio...
bonitinhas , mas ordinarias..
agora mulher de conteudo.. esta extinta.. virou peca rara...
Devoto um segredo (somente)
Aos que conhecem o degredo
Distante de casa, e do seu mundo:
A Via Láctea é a casa dos poetas,
Dos mambembes e dos vagabundos.
Envolvo com fitas de cetim,
Faço uma rosa, um enfeite,
Para colocar no cabelo,
E lado a lado do seu cetro,
Sigo em frente...
Perpetuo um sonho (persistente)
Aos que desconhecem o inexorável
Distante dos olhos, e não do íntimo:
A poesia é capaz de aquecer a frieza
De qualquer coração autoritário...
Executo o conserto derradeiro
Do destino fora do trilho,
Caminho sobre cascas de ovos,
Levanto voo, e aterrisso eternamente.
Porque eu sou dona da minha loucura,
Se a minha poesia no firmamento fulgura,
Significa que de ti jamais sairá o anseio
De voltar para acariciar-me com ternura.
A gentileza no amor,
- faz do mundo um mundo novo,
Gentileza gera gentileza,
- o profeta já enxergava a Terra,
Como a grande escola do amor.
A gentileza de amor,
- é como a chuva gentil molhando a flor,
Gentileza gera gentileza,
- a gentileza faz crescer forte o amor.
A gentileza no amor,
- faz a gente crer que tudo pode,
Gentileza gera gentileza,
- quem não desiste da gentileza,
É um ser humano forte.
A gentileza de amor,
- é manifestação da pura sedução,
Gentileza gera gentileza,
Ela é uma reverência ao coração.
A gentileza no amor,
- tem a sua cara e o seu jeito,
Pode ser até que não saia perfeito,
Gentileza gera gentileza,
- a gentileza é como um beijo.
A gentileza de amor,
- é um bem que se vê à quem,
Gentileza gera gentileza,
- é a melhor forma de fazer o bem.
A gentileza no amor é a salsa,
- e também é o merengue,
Com morango e chantilly,
Gentileza gera gentileza,
Eu te quero bem aqui.
Marte, Saturno e Vênus,
distraem o meu peito
em alta rotação
no mundo em viração,
todo o dia renovo por ti
a romântica devoção.
Meteoros Eta Aquarídeas
pela minha terra bailarão
como partes do cometa
Halley que eles são,
nesta peregrina da chuva
que não há como se molhar,
dela dá para fazer um colar.
Talvez tudo isso seja
o prelúdio alvissareiro
do nosso alinhamento
cercados por estrelas,
pelas aves noturnas
e do amor e suas loucuras.
Visível como Lua crescente
e Júpiter entusiasmado
com as suas quatro Luas
esperando o verão quente,
vivo diariamente sonhando
com o teu beijo fervente,
e nutro este sonho renitente.
Para quem não quer
dialogar com o mundo,
ele não é pequeno
e tampouco redondo.
Haya paz no palácio
para tentar reaver
o diálogo franco com
quem deu de ombros
ao mar para os povos.
Ainda há quem faça
o mau uso da palavra
querendo transformar
o quê é tão simples
no regresso da Era
da bala de canhão.
Porque para entender
o quê é o mar para
a Bolívia ele alcança
além da soberania,
é para evitar que ele
seja loteado entre
sete famílias,
e para que se
torne o patrimônio
dos filhos dos povos.
Fiz o voto de não
dar para trás,
Como o tenaz
Baguaçú poético
e lancei ao mundo
este gentil verso
para que saibam
que em mim mora
todo um Universo.
Mesmo que digam
que não exista,
Todo mundo precisa
de um amor puro
com sabor de fruta
fresca colhida
depois da chuva.
09/03
Não espere festa ou receptividade
do mundo exterior,
Seja a festa e a acolhida
que você deseja receber
que o tempo irá se encarregar
de colocar tudo aquilo que
você sempre mereceu receber.
Neorromantismo latino-americano contemporâneo
Enquanto todo mundo quer
ser um melhor do que outro,
Mantenho a vontade viva
de vestir-me de poesia
nua e crua em praça pública
mesmo que não seja vista,
Porque desejo tudo
na vida menos é ter razão.
Não compito com Gavita,
mas não há ninguém
que não saiba que quando
o assunto é poesia,
Sempre serei a eterna noiva
assumida de Cruz e Sousa.
Nem mais nem menos,
no meu corpo existência
ocupa a vastidão roseiral
do que segue espiritual,
que por ele ainda é ofertado,
O quê importa na ágora
é urgente e instantâneo.
É o Neorromantismo
latino-americano nascido
dos arvoredos altos
e olhos d'água caudalosos
neste tempo contemporâneo,
Para o amor que tem
encontrado o espaço
de cada dia mais apertado,
e quando não tem
sido o tempo todo calado
conseguir sobreviver,
e ser por nós reconquistado.
Por sina ou ora por escolha
do alto tornei-me observadora
da cena, do giro do mundo,
daquilo que é raso e profundo.
Nenhum casal briga ou se separa
por culpa deles mesmos,
E sim por causa de terceiros
que entraram sem ser convidados,
e plantaram a semente da discórdia,
por qualquer razão ou por simples
sadismo, ego ou diversão própria.
A lógica da guerra não é diferente,
sempre que ela chega a estratégia
é quebrar você primeiro por dentro,
arruinar psicologicamente povos,
para fragmentar, dominar e matar.
Para que isso não aconteça,
é preciso grandeza para discernir
o que se deve proteger
em nome de tudo aquilo
que realmente te faz pleno
que é a sua origem
ou o seu enraizamento.
O imperativo sempre é manter
tudo o que foi conquistado,
resgatar o sossego genuíno,
e preservar o que não pode
nunca ser por nada substituído.
Por isso quando tudo pesar,
procure algo que gosta
para se entreter ou saia para respirar.
É janeiro de floradas nativas
como a do Tucaneiro do achado,
de milhões motivos para não
manter o coração da paz descuidado.
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