Poemas que Falam sobre Estrelas
Acho que te comecei a amar... Não sei se deva...
Escrevo-te com o céu sobre mim. Uma estrela ilumina o meu olhar... Há mais, mas só uma se distingue pelo canto do meu olho.
Já penso demais em ti e não quero. Começa a ser doentio...
Quero amar-te em condição igual às coisas simples da vida e não às complicadas. Foi a isso que me propus.
Esta noite vou enviar-te amor. Espero que o recebas e que o sintas no aconchego do teu sono.
Esta noite vamo-nos amar entre almas. Amar de coração cheio e alma saciada.
Até já...
Assobio canções como em cascatas,
vozes de todos os ventos acompanham,
e voando de encontro às estrelas,
num bailado louco vibra meu coração com medo...
nesta hora de mágica e desafiante viagem
vejo nuvens revoltas me acenando,
junto a elas, clarões abrem portas,
onde entro e me refugio por um momento,
alma em silêncio, corpo em suave transe,
será isto a vida? ou será isto a morte?
Floração
A delicada beleza da floração teria apreciado
mas não pôde uma última vez sentir os ventos que traziam primavera
morreu por si próprio imolado,
sem certezas, apenas repleto da contemplação das estrelas.
À semelhança do pintor, eu cantaria
não me interessa teorias.
Minha alucinação, meu delírio é o mesmo tocado no rádio
suportar o dia a dia e viver a experiência de coisas reais.
Por entre magnificat e ave-marias, castração
salpica o sangue na navalha
e quanto aquela velha roupagem do passado
essa, deveras, não nos serve mais.
Venha!
Dê-me sua mão.
Assim nunca seremos sós.
E nas noites de luar,
Seremos dois a contar as estrelas.
Procure a estrela mais brilhante do céu, sempre que olhar para ela pensa na gente. Quero que se lembre dos nossos sonhos, dos olhares apaixonados que pareciam falar e de todos os planos que fizemos.
Estarei em algum lugar olhando essa mesma estrela e pensando em cada palavra dita, cada carinho sincero e instante contigo.
Quando a emoção me invadir e o coração transbordar, olharei para o lado e te abraçarei com todo o meu amor, pois eu nunca vou te deixar.
Brilho oculto
Não procure o brilho nas purpurinas do tão sonhado glamour,
Nas viagens alucinógenas das drogas, isso não te leva há lugar algum,
Não são brilhos, são ilusões enevoada de um ato falho.
Procure ver o brilho nas estrelas mesmo entre as nuvens de uma noite nublada,
No olhar ingênuo de uma criança ao ganhar um doce,
Na alegria do cãozinho ao recebê-lo após horas de trababalho,
Encontre o brilho no sorriso de um amigo após um longo abraço para se matar saudade.
O brilho é simples de se encontrar está na alma de tudo ao teu redor, está justamente no amor que você pode dar.
Todos os dias o sol levanta e diz
Bom dia, vamos levante
Os dias cobram a energia de você
Um belo desafio todas as manhãs
Vamos você é forte, você diz a si mesmo
Já cansado você levanta e encara o desafio
Com o cair da noite lentamente
Os últimos raios de sol energizam a alma
Ao enraiecer das estrelas. O longo dia pesa nos ombros
O bater do relógio fica lento
As horas passam lentamente
O café esfria rápido de mais
As horas se passam e o sono parece ter adormecido
Abro a porta e grito a espera de resposta
Volto a cama e olho o teto por horas
Pensamentos cruzam a linha do tempo
Noites quietas se tornam barulhentas
Tic
Tac
Sono bate a porta
Como é de casa lhe dei a chave
Quase sempre vem
As vezes atrasado ele chega cedo
Mal chega e já vai
Que tamanho você vê seu problema (tendo um tamanho máximo o dos seus braços)?
Que tamanho você vê um estrela?
Acho que talvez seja isso. Você está vendo coisas grandes de maneira pequena, e pequenas de maneira grande.
Era literalmente um amor de outro mundo,
nosso mundo.
O dia a começar a pela noite,
noite de encontros sagrados,
totalmente imaginados,
mas ainda sim tão verdadeiros quanto os reais.
A razão que se esfria de longe quer caminhar,
aos passos curtos e longos tomar,
querendo o amor tropeçar.
Mas a noite de estrelas,
que vestida do infinito reflete a imensidão do universo,
não é grande o suficiente para esse sentimento explicar,
o porque das lágrimas rolar,
junto ao sorriso se misturar,
criando a confusão que é amar.
Se meus pés te alcançassem,
juro que não estaria longe,
estaria perto, tão perto que a distância desistiria de existir entre nós,
e nós desistiríamos de existir nela.
Esse amor de outro mundo que tento descrever,
Se sente uma vez,
e se levanta rápido.
Se houve falar,
mas não se escuta vê-lo.
Se ama aqui,
amor de lá.
Não há luz.
Há ausência. Sombreando meus desejos, tentando ensinar meu coração a aceitar que não há mais você.
Há uma pausa, um hiato; uma possível falta, a suposta ausência, talvez uma certa ofensa condensada no silêncio que tanto se faz perceber.
Atos falhos, omitidos, sem sentido.
Obrigo-me a pensar. Ponderar o sujeito oculto em orações.
As preces sussurradas para que eu volte a sentir você.
E de tanto pedir... você se foi.
Uma ausência hostil e ostensiva, que cria rumores e mal humores dentro de mim.
Revolto-me, inquieto fico.
Amanhece. Já não se pode ver as estrelas de teus olhos.
Busco em meio aos escombros e pedaços interiores alguma explicação.
Vasculho os retalhos do meu coração e não encontro nenhuma resposta.
Não há luz. Há somente a poeira imóvel de algo adormecido e estagnado.
Busco atento palavra tua, um verbo velado, um brilho longínquo, mesmo que opaco. Em vão, pois não há você.
Converso com o silêncio e faço dele meu amigo.
Travo discursos ferrenhos com a quietude.
Então, sozinho, tento embalar-me entre meus próprios braços.
E, enfim, descubro que não há resposta quando o silencio insiste em responder.
Acordado, meus olhos tão vibrantes
Lembro das conversas, palavras coloridas
Observo o céu e imagino a imensidão do mundo
Você vê as estrelas cintilantes?
Se o vento, soprou todas as folhas,
E as rosas no caminho, começam me guiar
É como ser levado no bico de um passarinho
Vou dormir, e no sonho te encontrar
Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade
Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco
Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz
Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo
Se o vento, soprou todas as folhas,
E as rosas no caminho, começam me guiar
É como ser levado no bico de um passarinho
Vou dormir, e no sonho te encontrar
Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade
Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco
Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz
Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo
Sua voz entre o vento,
Chegou ao meu coração,
O passado entre a gente, entre a grama no chão
Eu te fiz uma promessa
Estenda sua mão
Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade
Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco
Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz
Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo.
Sorria, José!
Manhã de sol, José acabara de acordar
Segue até a cozinha, como de costume
Prepara teu café quentinho, e no sofá vai se sentar
Lareira, livro bom, o objetivo é relaxar.
Os raios de sol iluminam tua casa
José vive no campo, nada irá te incomodar,
o vento, a calmaria, José feliz está
Aproveite José, este é o teu lar.
Agora é o luar, deitado na grama
observa o céu e as estrelas,
no silêncio da noite, outro café
solitário, apaixonado, sorria José!
Sinto como se meus ossos varresse o impuro pra dentro da minha alma.
Agora os olhares estão me afundando,
Agora eu estou obscura pelas luzes,
Talvez um dia eu aprenda que a escuridão na verdade é um céu cheio de estrelas,mas que visa nos mostrar a Lua e a direção.
Pois é assim,sempre assim.
Como tudo deve ser.
The last summer
O melhor da minha vida
Vai durar toda a minha vida.
Nenhum inverno frio
Vai conseguir congelar
Meu amor por você
Vai ser o cobertor a me esquentar.
As águas do rio
Podem sua direção mudar...
O mar pode todas as suas ondas
mandar parar...
As estrelas do céu podem se esquecer de piscar...
Nada vai me abalar
Eu só vou te amar e te amar
Fiz um balanço imaginário para passear
no infinito , salpicado de vaga-lumes.
Joguei bem alto as cordas até prendê-las
na lua.
Embalada em muitos sonhos percorri
o infinito.
Conheci a esperança, a luz, o amor e
a paz, na magia deste sonho.
Nunca mais separei-me das estrelas.
Nós, Poetas
Nós, Poetas, somos prisioneiros das noites de Luar,
Sonhadores que sonham acordados nas madrugadas solitárias,
Contempladores de estrelas frias, soltas e sem par.
Ah! Nós, Poetas...
Perdemos a contagem até dos nossos dias,
Compondo versos e reversos,
De vidas felizes e de vidas vazias!
Somos dominados por pensamentos de asas,
Fazemos voos rasantes e atravessamos mares e oceanos,
Despertamos até os diamantes!
Nós, Poetas, somos como loucos,
Levados nos braços do vento,
Pra longitudes e altitudes extremantes.
Entregamos suspiros e beijos,
Em linhas de doces poesias.
Somos apaixonados e até exagerados,
Poetas poetantes da arte de amar.
O sol, essa estrela que brilha, que nasce todos os dias, que nos aquece... nos traz o seu brilho, o calor e a vida... quando o sol se vai, a noite se faz bela, a lua que encanta, as estrelas que fascinam... Os sentimentos aflorados, a magia do universo. A beleza, os horrores, as delícias, os dissabores, o mistério, a saudade eterna.
Autora: Aurilene Damaceno
Brincando no céu.
Como é bom sonhar
e acreditar neste sonho!
Deixar o poema falar
Embalando o sono
Sonhar com as estrelas
Leva-las de encontro ao mar
Brincar toda faceira
E no meu céu poder ficar
24/01/14
Procuro um caminho
procuro sem saber que estou perdido
sou a inexistência existente
assim como os astros, preciso da minha estrela
nascido para obedecer
destinado a morrer.
E então parte.
Fragmenta. Se dirige.
Deixa rastros de estirpe
que a alma lhe aflige.
Feito pólvora que estoura
uma vida duradoura de um jovem utopista.
Rudeza irreal, és apenas um visionista
que com alma de artista se faz espectral.
Quem diria um dia,
que o menino que partia,
na verdade fracionava
sua historia mal contada que agora se rendia
feito um pavão dourado,
magnólia de ocum,
ironia do destino,
odisséia nas estrelas.
