Poemas que falam do Silêncio
Baseado na música "The Sound of Silence", escrita por Paul Simon e interpretada por Paul Simon e Garfunkel.
Olá solidão, minha velha amiga!
Preciso desabafar com você mais uma vez.
Por que uma visão me surgiu calmamente,
Deixando apenas suas sementes antes que acordasse.
E assim que essas sementes germinaram, cresceram violentamente em mim;
Dentro do som do silêncio.
Novamente em sonhos atormentadores, eu andava sozinho por ruas estreitas de pedras.
Sobre um fraca luz de um poste, ajeitei minha gola devido ao frio e a névoa.
Nesse momento minha visão foi totalmente ofuscada pelo intenso brilho da Luz de Neon que irrompeu na noite,
E tocou o som do silêncio.
Essa Luz passou a desnudar tudo a minha frente,
Então pude ver muitas, incontáveis pessoas que falavam mas nada diziam, pessoas que ouviam mas nada compreendiam; e ainda, pessoas que compunham canções que voz alguma irá cantar.
E mesmo assim ninguém ousava perturbar
o som do silêncio.
"Tolos", pensei, "vocês não percebem?
O silêncio é como erva daninha,que cresce a sua própria vontade?"
"Escutem", eu gritei, "Talvez eu possa ajuda-los. Segurem minha mão, talvez eu possa puxa-los."
Porém minhas súplicas ecoaram no silêncio, como uma leve chuva que só é ouvida
Nos profundos poços do Silêncio.
E as pessoas passaram a curva-se e rezar para o luminoso deus que elas mesmas criaram,
Mas a tal Luz avisava, nas palavras que nela iam se formando, dizendo:
"As palavras dos profetas estão registradas nas paredes, como dos metrôs e cortiços, e tais palavras são incessantemente sussurradas
Ao som do silêncio.
Zéfiro soprava aura sublime
um vento que não sufocava
e por causa de CLARA pluma
o silêncio e poder roubava
de musas que vagava-lúmen
Em alguns momentos de timidez..
Dizer-me que preciso falar
Sim falo!
Falo demais..
Palavras sem nexo, falo demais por não ter nada a dizer.
E no final compreendo o porque meu silêncio diz tanto aqueles que não precisam de palavras..mas que compreendem a alma apenas pelo olhar.
O silêncio
não bebo da fonte da superficialidade, sou originário dos ossos até as curvas minha face sem uma vírgula sequer. estou aqui construindo um castelo de areia em um chão solido mas sem ondas para derrubar , sera que isso o suficiente ? em um mundo que banaliza esforços.
todo meu silêncio é uma devoção do que eu poderia dizer mas que me falta palavras.
♫♪♫...Penso noventa e nove vezes e nada descubro;
Deixo de pensar... ♫♪♫...
Mergulhando no abismo do silêncio...
Eis que a Luz da verdade se revela.
Parei de pensar, estava envelhecendo...
Voltei a crescer...
Bom, Próximo já é 2023, ♫♪♫...
Meu silêncio é um grito de socorro
Minhas lágrimas são solidão
Meus sonhos são feitos de espinhos
Minha realidade é só escuridão.
Me tornei folha ao vento,
sem rumo e sem destino.
Que desatino - de homem a menino
No endereço de todos os perdidos:
Avenida dos Desesperados,
número zero à esquerda.
Trechos pinçados de uma mente silenciosamente barulhenta:
Introspecção, maravilhosa artimanha de voltar-se para si e extrair dali o melhor que podemos nos dar. Seria o ápice de felicidade, caso as barreiras do silêncio não se confudissem com umas das companheiras mais constantes da minha jornada.
Oh, ansiedade, por que teimas em invadir pensamentos, brincar com o silêncio e torná-lo insuportável?
Quem dera pudesse domar o descompassado e tortuoso barulho que fazes dentro de mim. Talvez a vida fosse mais leve, talvez, nem tudo tão dolorido... quem sabe um dia você se esconda no fundo do baú dos sentimentos, para que enfim eu possa experimentar a alegria de um silêncio repleto de paz.
lutamos nossas guerras internas em silêncio, longe dos holofotes e de forma solitária.
recorremos unilateralmente ao onipresente em nossas orações regadas por lágrimas; aonde refletimos o que é real, o que somos de verdade, e contra o que lutamos.
dentro disso, durante o caminho podemos perceber algo determinante: vivemos para dar sentido a tudo aquilo que nos conhece durante nossa breve passagem aqui.
vivemos pra vencer um inimigo comum; nós mesmos.
quanto ao resto...bom, possuem apenas um recorte sobre a sua vida, e até ousam achar que sabem algo sobre você.
mas a verdade...é que não sabem nada, nem nós mesmos.
Só Deus sabe!
Insônia
Chegam-se as horas… E todos vão repousar, dormir!
Eu, mais uma vez, fico no meu existir.
Aqui sozinha com o universo, e meu mundo paralelo,
transformando pensamentos em versos. Sem nenhum mistério!
No TIC-TAC das horas, o silêncio se apodera, trazendo átona, tramas… Enredos!
Passados, segredos.
Uma noite de insônia, é como se aprisionar numa gaiola e dar liberdade a velhas histórias!
— Coração a latejar
aumenta a frequência, revivendo coisas de outrora.
— Se pega a murmurar!
— Sofre ao relembrar!
E aqui acordada, faço
companhia ao meu notório desalento.
Ele descansa, apenas descansa. Nunca dorme!
— Monotonia.
— Nostalgia.
Dor silenciosa, que não acalma!
Vive impregnada na alma.
Sofrimentos por castelos arruinados
Do que foi vivido. Sonhado!
— Sofrido!
— Perdido!
Através da janela, fico em sentinela.
Contemplando o infinito.
Nesse silêncio de repouso.
— Ah, silêncio…
Silêncio, onde tudo parece adormecido!
Rosely Meirelles
🌹
AUSÊNCIA
anoitece como se as estrelas caíssem
e os relâmpagos se apagassem sem trovões
como se nas veias me corresse ácido
e tudo se perdesse nos meus olhos
nem o brilho cristalizado pelo desejo
nem a angelical imobilidade dos lábios entreabertos
ou a memória das mãos no corpo
protegem da insónia e atenuam a ausência
apenas tento o sono depois de gritar o teu nome
sobressalto ou inquietação
tortura de pensar
silêncio
silêncio
angústia
Silêncio
Silêncio o mais rude dos tormentos
O que mais dói na emoção da gente
O que sente o vazio, tristes lamentos
A imensidão do sentimento ausente
Silêncio é viver sem os momentos
É privação, é ter uma dor ardente
Deixar-se levar pelos aflitos ventos
Da solidão, ir morrendo lentamente
O silêncio, inquieto numa despedida
É uma alvorada de clarões diversos
Um misto entre os suspiros da vida!
Ele tem tudo... reunido, e nada tem!
E não há se quer poética nos versos
Que suavize a alma, sem um porém!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
03 novembro, 2023, 13’03” – Araguari, MG
Ame-se, seja
Leve com você.
Evitamos a ansiedade
Não alimentando
Tempestades emocionais.
O maior poder é ter paz.
Áreas que fatiga os seus dias
Reverberam ondas e vibrações.
Deixamos desprotegido a MENTE.
Uma vez que esquecemos a GRATIDÃO.
O acesso à PAZ requer SABEDORIA.
" A minha ausência é tão pouco percebível então afasto-me. É
um sinal decaminhar no silêncio,
e esperar por um novo amanhecer
e um dia pertencer o que sonho viver."
Cuide de seus pensamentos
Em alguns segundos, tudo muda.
Você alimenta, ele cresce.
A mente sustenta seu corpo
Resguarde sua paz interior.
Independência incomoda
Não deixe os procrastinadores
Tentar diminuir suas conquistas. Elimine ignorantes com o silêncio. Mas reorganize o emocional
Precisamos disso todos os dias.
É frequências e vibrações
Refletindo por todos os lados. Importante encontrar na vida o Equilíbrio para a paz interior.
Com sincronização
O nosso corpo e a
Nossa mente funcionam.
Comece novos hábitos
O poder está dentro.Mostre consistência
Indelével deve ser seu objetivo
Ter disciplina requer sacrifícios.
Ânimo nem sempre teremos
Nada é fácil, trabalhe pelo seu mérito.
Calma, você é a energia que atrai.
Importante entender que na vida
Algumas coisas precisam ser mudadas.
