Poemas que falam do Silêncio
"Em silêncio, encontrei a verdade que a pressa esconde.
Descobri que sou feito de instantes que não voltam e escolhas que me moldam.
Carrego vitórias, mas também feridas — e ambas me ensinaram.
Hoje compreendo que crescer não é acumular, mas desapegar do que já não me leva adiante.
Sou o reflexo das minhas lutas internas e da paz que escolho construir, mesmo quando o mundo lá fora insiste em me tirar do eixo.
Sou imperfeito, mas em construção — e nisso há beleza."
— Joel Vigano
Às vezes, o silêncio da noite é o único som que a alma precisa ouvir.
É nesse instante, quando o mundo desacelera e os pensamentos dançam em tom mais leve,
que a gente se encontra de verdade.
Não se cobre tanto.
Você já foi forte o suficiente hoje.
Deu conta do que pôde, e o que não deu… ficará para amanhã.
E tudo bem.
Acolha sua humanidade.
Com suas luzes e sombras, com suas vitórias miúdas e os tropeços também.
É isso que faz de você uma história bonita — imperfeita, mas cheia de verdade.
Respira fundo.
Deixa que a paz entre devagarinho,
como quem não quer incomodar,
mas vem para ficar.
Boa noite.
Durma em paz.
Amanhã, a esperança renasce com o sol.
(Joel Vigano)
Não cabe...
Naquilo que se fala cabe uma vírgula, naquilo que se vê cabe o silêncio ou um ponto final, agora naquilo que se senti não tem barreiras, as linhas se tornam infinitas.
Eu nem peço muito.
Peço o que é quase nada
mas que, no fundo, é tudo:
silêncio que não me fira,
presença que não me sufoque,
um canto quieto onde eu possa respirar.
Aquietei meu desejo sem fazer alarde.
Enrolei-o num véu de silêncio
e o deixei repousar onde ninguém mais alcança.
Há um tumulto lá fora.
Uma pressa que empurra,
uma sede que nunca se sacia.
Mas eu…
eu recolhi meus sentidos,
como quem apaga as luzes para ver melhor por dentro.
Permiti à solidão entrar com os pés descalços,
sem medo dela
como quem reencontra uma velha amiga.
Não me falta amor,
me falta barulho a menos.
Me falta gente que saiba calar bonito.
Hoje, fico guardada.
Não por medo do mundo,
mas por amor a mim.
Sou abrigo do que é leve,
sou pausa.
E quem souber me encontrar nesse silêncio,
não precisará bater.
O ruído do mundo corta o crepúsculo,
com crueldade e corrupção.
E o silêncio do campo desabrocha,
com pássaros cantando,
onde a terra responde sem palavras —
mas com honestidade, cercada de vida.
Viver sob expectativas sociais cria um segundo eu, um reflexo:
uma voz de perturbação e comparação.
Já a solitude permite-nos ver
um vislumbre da paz,
sem precisar de alguém —
bastando um único eu.
Uma paz que não é compartilhada,
mas vivida com amor.
Orgulho ou não,
não existe solidão:
apenas o sol, a chuva
e a felicidade nascida da simplicidade.
Ouça o silêncio.
Tem muito á nos dizer.
Sinta o coração serenar ao som dos pássaros á cantar.
Sinta o vento lhe acariciar.
Palavras lhe sussurrar que a paz há de lhe guiar.
Ouça o silêncio
Tem muito á nos dizer.
Que o amor alimenta a alma, nos dá força para viver.
Que o amor em nós floresce a cada amanhecer.
O que as pessoas pensam ao meu respeito, são problemas delas. Enquanto pensam, em silêncio vou construindo o meu império.
Em minha alma carrego o que sou e memórias de tudo que já vivi. Sei de cada coisa sobre mim, que muitos nem sonham.
Em um diálogo, você conhece mais da pessoa que vos fala, ao contrário da que o nome é citado.
Todos cometem erros!
Então, se queres me conhecer verdadeiramente, me convide para tomar uma cerveja ao invés
de mergulhar em conteúdos rasos onde me relacionam.
PS: Se você não gosta de cerveja... Fique sabendo de quê, amo vinhos também.
Muitas vezes choro em silêncio apenas com a solidão
As noites se tornam eternas, com pensamentos da saudade
Uma saudade que dói, uma falta inexplicável de se conter
Faço das noites dias em lembranças
Tento apagar um pouco com as lembranças de estar com você
Sei que tudo isso é temporário e vai passar
Mas enquanto não te abraço novamente
Me afogo nas lembranças de estar com você
E poder te dizer o quanto eu te amo
Imagino a todo o tempo
A hora que entrar por aquela porta e dizer voltei, e voltei para ficar
Porque aqui é o meu lugar
Saudade, saudade, saudade.
Há de se ter certo equilíbrio entre as palavras e o silêncio.
Que em tudo o que fizer haja verdade, sentimento.
Aquele amor que se entende,se compreende só pelo olhar.
E no silêncio da noite
o amor fala através do nosso olhar.
Tão bom foi lhe encontrar.
Ter o teu coração para meu amor se aconchegar.
Terás sempre o meu coração para repousar das batalhas que porventura enfrentar.
Em mim terás sempres um lar.
Deito ao seu lado, o céu está estrelado,
a brisa sopra mansa trazendo - nos paz.
Inspiração tu és para o verbo amar.
Teu sorriso faz - me de amor transbordar.
Passam - se os verões, os invernos e os outonos para nos fortalecer.
Pois de primavera somos feitos.
As tempestades veem para nós um no outro se abrigar, para que as flores possam desabrochar perfumando os caminhos que vamos seguir.
As tempestades veem para que possamos recomeçar...
Recomeçar é transcender no que faz a gente feliz...
Como sentir você! Você, eu e o amor que nos acolheu.
Você e eu somos o amor que em nós amanheceu.
Você e eu somos a poesia que Deus docemente escreveu.
Você e eu somos a força do vento que leva para longe os tormentos.
Você e eu somos o amor que transcende o infinito, aquele amor bonito que faz abrir as janelas para deixar o sol entrar, e tudo ao redor se iluminar.
Ao teu lado sempre hei de estar, as tuas mãos hei de entrelaçar e juntos vamos contemplar o infinito que é o (a) mar...
E no silêncio da noite os nossos olhos hão de falar de amor enquanto o mar beija o luar.
E no silêncio da noite meus olhos hão de lhe falar que eu vim para ficar.
E no silêncio da noite, o amor nos embala para um lindo lugar...
Você em mim. Eu em você.
O amor em nós há sempre de florescer.
Vem! Vamos viver!
O sol logo há de renascer para nossos sonhos acontecer.
Amor em silêncio
Silêncio!
Beijei-te a alma...
Sentistes?
Beijei-te com calma...
Espera-me!
Com paciência...
Estarei chegando
para cuidar-te,
nada tens a temer,
eu amo Você!
Silêncio...
O SILÊNCIO DOS ANJOS
Hoje, o manto negro predatório ameaça campos e cidades deixando nossos sonhos parecer mais tísico.
Meu corpo sangra, mas Minh' alma em bulício aplaca os quatro ventos que sopram rumo à primavera.
Ah, eu quero ver o que vai acontecer quando o novo sol chegar!
Do que adianta falar a linga dos anjos e, não ouvir a voz dos oprimidos.
Morte das Ilusões -
Silêncio! Calem-se as vozes!
Perfilem vossos corpos
façam silêncio ... "chora" a ilusão!
"Acendam cirios que passa a minha dor!"
Dor-de-Amor nascida de esperanças vãs
num bulício de esperas infinitas!
Ilusão que gera ilusões de ilusões
prisioneiras na teia obliqua
de um Coração "frio".
Projecção limite sem limite
de um "vazio" interior...
Teia solitária, ofensiva, defensiva,
precária ... nascida do efémero,
iludida no Eterno, reduzida ao banal.
Teia por mim tecida onde a "presa mortal"
sou Eu. Assim é a dor que "promove" a morte
das ilusões.
Dor que "arrefece" a paixão que projecta
no outro uma ilusão de absoluto.
Não é Amor, é desejo, isso que manipula!
O desejo não Ama, possui!
Desejar o Amor e não Amar o desejo
é a percepção final da dor-de-"desamor"
nascida da ilusão precária de querer "agarrar"
alguém a quem se "perde".
Alguém que vai e não vem,
alguém que vai e não torna!
Apaguem os cirios! A ilusão morreu!
A dor já não é dor, é Consciência ...
E a Consciência de "desamor" é a percepção final
de que o Amor Renasce na iluminação de cada dor!
Novas Cores
Quero ficar aqui sentada,
Entender este meu silêncio,
Esta vontade de não
querer fazer nada,
Mas odiando isso tudo
Que estou sentindo por dentro.
Lá no fundo Contudo,
Confio nesta espera
Que tanto quanto esperei,
Onde meu mundo pálido
Por um adeus flácido,
Receba novas cores e
Esgote-se em um abraço
Ou um beijo de alguém.
Jorge Jacinto da Silva Junior
Lisboa Oculta -
Caminhei p'la noite no silêncio
da Cidade oculta adormecida!
Lisboa sonhava com o Tejo,
e na Mouraria, um fadista,
cantava ainda à dor da despedida.
Ouviu-se então
o rumor dos passos d'um Poeta
que também chorava a desventura
do Amor ...
Ninguém passava!A noite velava!
Ninguém estava! Só eu restava!
E depois de muito ter andado, reparei então,
que a Cidade adormecia oculta sob o Tejo
abraçados num só Leito ...
Óh Lisboa, o Tejo, será sempre teu Amado!
É esse o silêncio que quero ouvir
É esse som, sem fantasmas, que me fascina
Nessa atmosfera pacífica e levemente doce
É este o silêncio que me domina!!!
Vivo um drama em que o silêncio ensurdecedor da tua voz e a tua presença tão presente que as minhas mão não mais conseguem tocar-te, diz-me algo!
Vivo um drama constante de desespero que transforma as minhas palavras num sufoco ao nascer do sol e agonia ao se deitar.
Hoje as estrela não brilham mais, até as crianças deixaram de acreditar que viraste uma estrela porque olhando para o céu todas as noite, os nossos olhos não te alcançam.
Onde estás?
Como estás?
Novamente um silêncio
Amo - te infinito.
E nem o silêncio vai calar o que sinto.
Tampouco o tempo vai mudar o sentimento que em mim nasceu e com as estações floresceu.
Sinto - te em mim a cada passo que dou, e em minhas orações meu canto é somente amor.
Deus nos concedeu sublime magia, a de amar um ao outro sem despedidas.
Temos os nossos defeitos.
Temos as nossas qualidades.
Temos em nós doce bondade.
Juntos podemos conquistar o mundo.
Vem ser meu abrigo,
meu anjo querido.
Prometo ser - te paz.
Ser - te amor para lhe ver todos os dias sorrindo.
"Um homem Sábio Vive no Silêncio, sem falar e se intrometer nas Vidas Alheias, Esse é o tipo mais Raro porque és uma Virtude digna de Viver em Paz."
Occultum Luciferus
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