Poemas que Falam de Escola
Enquanto a avaliação for concebida como um instrumento de aferição de capacidade, a escola nunca conseguirá exercer o seu papel social com excelência.
Temos que repensar a escola para um fazer pedagógico desvinculado do modelo de empresa imposto pelo neoliberalismo, pois, do contrário, a mesma não deixará de ser um poço de contradições ao qual ela se transformou.
A escola tem que ser um lugar para onde o aluno deseje ir, mas para isso é preciso que ela faça dos seus espaços um ambiente que o aluno não tenha em casa.
O erro na escola não é algo que esteja em desarcordo com o que é certo, mas uma etapa do processo de aprendizagem que antecede ao que é aceitável como correto.
Quando a escola prioriza o desempenho, ela ignora o seu papel social, fazendo das avaliações externas o norte de suas ações pedagógicas, consequentemente, promove uma formação reducionista, que não forma, apenas condiciona o aluno para apresentar um retorno satisfatório que se traduz na pseudo excelência educacional.
Diante da falta de participação da família no processo de ensino e aprendizagem, a escola se apresenta, para muitos, como berço onde se espera encontrar o que não tiveram em casa.
A escola que atribui recompensas aos alunos de destaque
não promove a motivação, apenas pratica a meritocracia e consequentemente institucionaliza a exclusão.
A inclusão na escola é uma tentativa de resposta da sociedade ao grito dos que se sentem excluídos por um modelo educacional que não enxerga as particularidades do aprender que é singular a cada ser, mas ela não se concretiza com eficiência porque esse mesmo modelo não é capaz de atender, com qualidade, nem mesmo os que ficam calados.
Na escola eu aprendi a soma, na escola eu aprendi a dividir, na escola eu aprendi a multiplicar, o teu carinho por mim.
Nosso mundo é uma grande Escola onde todos somos matriculados, mas a mudança do grau de conhecimento, só depende de nós.
Todos nós estamos automaticamente matriculados na Escola da Vida mas o aprendizado está a cargo de cada um.
A família é uma fantástica Escola onde todos somos professores e alunos ao mesmo tempo, nela ensinamos e aprendemos.
Quando crianças passamos a maior parte da nossa infância dentro de uma escola. Adultos aproveitamos essa experiência para sermos bem sucedidos, pois é isso que nossos pais e sociedade nos ensinaram. Maduros casamos, temos filhos e todos os finais de semana juntamos os parentes e amigos para aquele churrasco. É na velhice então que chegamos a conclusão de que tudo foi um desperdício e a verdade foi que esquecemos de aproveitar a própria vida, é isso mesmo? Aí eu pergunto, sobrou muito tempo para aproveitarmos a vida ou teremos que nos contentar com uma nova existência pra ver se aprendemos?
A escola do sofrimento sabe instruir bem, e nos traz grandes aprendizado para nos torna-los, e ser bem melhor.
Quando se referem a Escola Fluminense de Belas Artes ela é mantida pela Associação AFBA desde a sua fundação mas quando falam em Faculdade Fluminense de Belas Artes, é inverdade pois ela não existe e nunca existiu.
A AFBA Associação Fluminense de Belas Artes não possui a outorga de presidente de honra da Escola Fluminense de Belas Artes e muito menos titulo de associado benemérito livre da contribuição obrigatória associativa. A AFBA só permite congraçar medalhas e premiações para os artistas não associados por meios do Salão Fluminense de Belas Artes, nome e marca do tradicional evento artístico e cultural brasileiro que a entidade desenvolve desde o ano de 1940.
Ainda sou da velha escola que acredita que o humor e sátira aparece diante do fato inesperado cotidiano. Assim é com a melhor parte das piadinhas, historinhas e diálogos do anedotário popular brasileiro. Como aquela conversa de uma mulher ao receber um galanteio grosseiro de um homem, por ela estar bebendo cachaça diante do balcão de um botequim, a esta altura os dois visivelmente bêbados e só pensando em bebidas... e a fina dama replicou irritada - eu bebo "Cachaça" sim, você não me "Conhaque", não sabe da onde eu "Vinho", então peço por favor não me "Campari" com qualquer "Rum" e "Gin" de conversa.
Na moderna joalheria brasileira, da escola da arte-jóia de Caio Mourão os artistas usam a prata e o cobre, e preferencialmente gemas in natura, com pouca lapidação. O valor da obra não está nos materiais nobres e sim na confecção da genialidade da criação.
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