Poemas que dizem sobre Contos de Fadas

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⁠❝ ...Seu riso, na chuva, é um hino que silencia o trovão, É o ensinamento mais doce sobre o poder de ser. Feliz porque venceu o peso de ser perfeição, E Guerreira porque escolheu dançar para sobreviver.
A chuva se recolhe, pintando o oeste em tons de desapego, E a poeira da luta, enfim, assenta-se no ar. A Mulher Guerreira guarda a espada, sem apego, Pois a maior vitória é ter chegado ao seu lar....❞


------------------- Eliana Angel Wolf

Cada ser humano habita um mundo diferente, mesmo caminhando sobre a mesma terra.


Há aqueles que enxergam apenas a superfície das coisas: o que podem tocar, possuir, controlar. Outros percebem camadas invisíveis símbolos, padrões, energia, intenção. E existem os que atravessam o véu e compreendem que a realidade externa é apenas reflexo do estado interno da consciência.


Ninguém vê o mundo como ele é. Vê como consegue.


A consciência de cada indivíduo determina o tamanho da sua prisão… ou da sua liberdade.


Por isso, impor uma verdade ao outro é, muitas vezes, apenas a manifestação do próprio ego disfarçado de razão. É acreditar que a própria experiência limitada define a totalidade da existência. É querer transformar percepção em lei universal.


O inconsciente sempre tenta converter.
O consciente apenas observa.


Não buscar seguidores cegos, mas seres capazes de iluminar a si mesmos. Porque luz não é concordância. Luz é percepção.


Cada pessoa desperta no tempo que suporta despertar.
Alguns ainda precisam da ilusão para continuar existindo.
Outros já não conseguem mais dormir diante da verdade que sentiram dentro de si.


Sabedoria não é convencer.
É compreender que cada mente interpreta a realidade conforme seus medos, desejos, traumas e limites internos.


A verdadeira expansão da consciência começa quando o indivíduo abandona a necessidade de estar certo… e passa a buscar apenas enxergar além.

⁠Uma coisa é pegar frases prontas, versáteis e rimá-las, falando sobre o que não entende numa sinfonia.
Outra coisa é transformar sentimentos enraizados, pensamentos bagunçados, numa bela poesia...
Na primeira nos encantamos pela brincadeira com as palavras, ficamos na beira com as ondas nos nossos pés a tocar.
Já na segunda mergulhamos a fundo, adentramos no oculto e podemos sentir o que o escritor sentia e queria nos passar...

AS FLORES NASCEM MESMO SOBRE OS SEPULCROS.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Há dores que chegam silenciosamente.
Não quebram portas.
Não anunciam despedidas.
Apenas entram.
Sentam-se dentro do peito.
E começam a transformar a alma em um inverno sem aurora.
Foi assim com certas perdas.
Primeiro veio o vazio.
Depois o eco das lembranças.
Depois aquela sensação insuportável de caminhar entre pessoas enquanto uma parte inteira do espírito permanecia enterrada em algum ontem inalcançável.
Existem lágrimas que nunca descem pelos olhos.
Elas descem pela existência.
Transformam o modo de olhar o céu.
O modo de ouvir músicas.
O modo de tocar objetos antigos.
O modo de suportar a própria noite.
E durante muito tempo pensamos que jamais iremos sobreviver à ausência.
Porque há pessoas que se tornam estruturas internas.
Elas não ocupam somente espaço em nossa vida.
Elas sustentam partes inteiras de nossa sensibilidade.
Quando partem, o mundo perde equilíbrio.
As manhãs tornam-se pálidas.
As madrugadas parecem corredores infinitos.
E o coração passa a respirar como uma casa abandonada coberta de poeira e memórias.
Mas existe algo que a própria dor ensina lentamente.
Nenhum amor verdadeiro desaparece completamente.
Ele muda de forma.
Aquilo que antes era abraço torna-se lembrança.
Aquilo que antes era voz torna-se presença invisível.
Aquilo que antes era convivência transforma-se em permanência espiritual dentro da consciência.
E então compreendemos algo profundamente humano.
As pessoas que amamos não vivem apenas ao nosso lado.
Vivem dentro daquilo que nos tornamos depois delas.
Há uma espécie de eternidade escondida no afeto sincero.
Por isso algumas lembranças doem tanto.
Porque ainda possuem vida.
Contudo, até os jardins devastados pela tempestade conhecem novamente a primavera.
Mesmo depois do luto.
Mesmo depois das noites insones.
Mesmo depois das despedidas que pareciam destruir completamente a alma.
A esperança retorna devagar.
Não como euforia.
Não como esquecimento.
Mas como uma pequena luz humilde atravessando as frestas da escuridão.
E um dia percebemos que já conseguimos olhar o céu sem chorar imediatamente.
Conseguimos ouvir aquela música sem desmoronar por inteiro.
Conseguimos recordar sem morrer junto da lembrança.
A cicatriz permanece.
Mas já não sangra da mesma maneira.
Porque o tempo não apaga o amor.
Ele apenas ensina o coração a carregar a saudade sem transformar-se em sepultura.
E talvez seja esta a maior dignidade da alma humana.
Continuar amando.
Mesmo depois da dor.
Continuar acreditando.
Mesmo depois da ruína.
Continuar florescendo.
Mesmo tendo conhecido profundamente o inverno.
Porque algumas flores mais belas da existência nascem exatamente sobre os sepulcros que imaginávamos eternos.

⁠O Som da Luta


Uma história sobre coragem, esperança e propósito em Angola


O sol ainda dormia, mas o bairro já acordava.
O cheiro do carvão aceso misturava-se com o barulho dos chapas lotados e das vozes que se perdiam nas ruas estreitas.
Era mais um dia em Angola — onde o relógio da sobrevivência nunca para, e a esperança é o último bem que o povo se permite perder.


No meio daquela correria, Manuel ajeitava o seu pequeno carrinho de madeira, carregado de garrafas de sumo natural que ele mesmo preparava à noite.
Enquanto o resto da cidade ainda sonhava, ele já estava em movimento.
O seu lema era simples:


> “Quem quer mudar de vida, começa antes do sol nascer.”






Manuel não nasceu com oportunidades.
Cresceu num bairro onde a poeira é mais constante do que a eletricidade, onde o trabalho é pesado e o reconhecimento é raro.
Mas, desde cedo, ele aprendeu com a mãe que “trabalhar com dignidade é melhor do que mendigar respeito.”


Durante anos, procurou emprego.
Fez cursos, entregou currículos, e ouviu promessas vazias.
Cada “vamos te ligar” soava como uma esperança que morria devagar.
Até que um dia, cansado de esperar, ele decidiu criar o próprio caminho.
Pegou um carrinho velho, juntou umas frutas emprestadas e começou a vender sumos na rua.


No início, foi alvo de risos e comentários:
“Um formado a vender sumo? Isso é vergonha!”
Mas Manuel respondia com um sorriso e dizia calmamente:


> “Vergonha é roubar. Trabalhar nunca foi.”






O tempo passou.
O carrinho que parecia um fracasso virou uma barraca simples, mas movimentada.
As pessoas começaram a reconhecer o sabor dos seus sumos — e, mais ainda, o brilho da sua determinação.
O que era sobrevivência começou a virar sustento.
E o sustento, aos poucos, virou inspiração.


Manuel passou a ajudar outros jovens do bairro a começarem pequenos negócios.
“Não temos muito”, ele dizia, “mas temos mãos, mente e vontade. Isso já é capital.”


Hoje, quem passa pela sua barraca vê mais do que produtos — vê uma história viva de resistência.
Ele ainda enfrenta dias difíceis, ainda há contas que não fecham, ainda há lágrimas escondidas.
Mas, em cada amanhecer, Manuel prova a si mesmo que o sucesso não é sobre ter tudo — é sobre fazer algo com o pouco que se tem.


Quando alguém lhe perguntou o que o manteve firme em tempos de desespero, ele respondeu sem hesitar:


> “Foi a fé. Eu acreditei que Deus não me fez para desistir.”






O som da luta continua ecoando nas ruas do bairro.
O mesmo som que vem dos vendedores, das zungueiras, dos mototaxistas, dos estudantes que andam quilômetros para aprender.
Cada um à sua maneira, todos gritam a mesma verdade:
“Enquanto houver esperança, há motivo para continuar.”


E assim, no coração de Angola, entre poeira e calor, entre lágrimas e sorrisos, nasce uma geração que aprendeu a lutar com o que tem — e a acreditar que o amanhã pode, sim, ser melhor.


> Porque em cada angolano há um guerreiro.
E enquanto o coração bater, nunca vamos desistir.

Sobre Abusadores e Abusados


Eu...fui uma criança que não conheceu o pai e era feliz assim, até que aos quatro anos de idade levei um tapa na cara de um gigante muito forte enquanto com um canecão de alumínio despejava água para que o gigante escovasse sua dentadura, e foi assim que conheci o meu padrasto.


Com o tapa, que mais percecia um soco mesmo, cai, bati com o queixo no chão e de alguma forma cortei o céu da boca e doeu, e sangrou bastante. Assim foi a minha vida até os 16 anos quando finalmente eu criei coragem e fugi para São Paulo com uma namorada e lá construímos nossa própria família.


Foram 12 anos de abusos físicos e psicológicos, e naquele tempo era aceitável pelas Leis, e minha mãe também vítima de abusos psicológicos, pois nunca presenciei agressão física contra ela, aceitava tudo de boa.


Ninguém veio me salvar. Ah! Como eu sonhava com isso. Não consegui amar de verdade minha mãe até o dia que ela faleceu, não conseguia entender a razão de ela não ter feito nada todas as vezes que ele me bateu.


Hoje vejo o povo Venezuelano, que por anos vem apanhando, e nós? Da América do Sul nada fizemos. Salve os Norte Americanos!!!

Neste país, refletir profundamente sobre a existência não é necessariamente uma escolha, mas uma condição humana que se divide entre o privilégio de alguns e a renúncia de outros.

Poucos podem se permitir tal experiência.
Alguns porque nasceram com acesso. Outros porque abriram mão de quase tudo para preservar a consciência de si.

E no meio disso tudo, há uma realidade silenciosa: muitos deixam de viver sem sequer saber que um dia existiram.

Reflexões Sobre a Existência

A Ilusão da Posse

Ninguém é dono de nada. O ser humano apenas ocupa temporariamente um espaço no universo. Tudo aquilo que chamamos de propriedade, poder, fama ou riqueza não passa de uma ilusão momentânea. Somos apenas locatários da vida. O tempo passa, as gerações se substituem e tudo continua existindo sem nós.

Ricos e pobres, bondosos e cruéis, famosos e anônimos: todos possuem o mesmo destino final. A morte é a única verdadeira igualdade da existência. Ela não escolhe cor, posição social, religião ou nacionalidade.

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O Tempo e a Ampulheta

O tempo não volta. Cada segundo vivido desaparece para sempre.

A vida é como uma ampulheta:
cada grão de areia que cai representa um sopro de vida perdido no passado. O homem vive acreditando que controla o tempo, mas na realidade ele apenas assiste os grãos caindo lentamente até o último instante.

“Nunca deixe para amanhã o que você poderia ter feito ontem.”

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A Estrada da Vida

A vida é como uma estrada.

No começo ela é larga, asfaltada, reta e sem obstáculos. A juventude transmite a sensação de infinito.

Com o passar da quilometragem, a estrada se estreita. Surgem curvas, ladeiras, baixadas e dificuldades. Depois o asfalto acaba. Começam a lama, as pedras, os buracos e os desafios reais da existência.

Muitos veículos ficam pelo caminho.

Somente os veículos mais resistentes conseguem continuar avançando pelas partes mais difíceis da estrada.

Até que um dia o combustível acaba.

E tudo retorna ao silêncio que existia antes da estrada começar.

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O Silêncio da Existência

Antes da vida existia silêncio.

A vida interrompe temporariamente esse silêncio através do movimento, do ego, do sofrimento, dos desejos, das guerras, dos sonhos e das emoções humanas.

Mas a existência humana é breve.

Depois da morte, o silêncio retorna como sempre foi.

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O Ser Humano e Sua Arrogância

O homem acredita ser grande diante da Terra, mas diante do universo ele é menor que um átomo.

O ser humano desenvolveu consciência e raciocínio, tornando-se dominante na cadeia alimentar. Porém, essa mesma consciência o transformou numa criatura egoísta, territorialista e destrutiva.

Sem leis, regras e organização social, o homem facilmente retorna ao caos. A ideia de humanidade muitas vezes é apenas uma fina camada tentando controlar instintos primitivos.

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A Família e a Sociedade

A base da sociedade sempre foi a família.

Porém, o individualismo moderno, a busca por status, fama, dinheiro e validação social vêm enfraquecendo os vínculos humanos.

A simplicidade perdeu valor para a aparência.

Mesmo assim, a verdadeira felicidade continua escondida nas coisas simples:
amor verdadeiro, saúde, paz e relações sinceras.

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Dinheiro, Poder e Fama

Dinheiro compra conforto, mas não compra paz.

Fama atrai pessoas, mas nem sempre atrai verdade.

Muitos relacionamentos modernos se aproximam mais da busca por status e visibilidade do que de conexão real.

No final, saúde e tempo possuem mais valor do que qualquer riqueza material.

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O Homem Como Parte do Todo

O ser humano não está separado da natureza.

Ele é apenas parte de uma engrenagem muito maior.

Às vezes o homem se comporta como uma célula cancerígena da Terra:
cresce sem limites, destrói recursos, desequilibra o ambiente e pensa apenas no presente.

Mesmo sabendo que é finito, continua explorando tudo ao redor como se nunca fosse enfrentar consequências.

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O Universo e o Mistério

Talvez o tempo nem exista de verdade.

Talvez seja apenas uma percepção criada pela consciência humana para medir mudanças.

O universo simplesmente é.

Sem direção absoluta.
Sem norte ou sul.
Sem começo compreensível para a mente humana.

Talvez sejamos apenas organismos microscópicos vivendo dentro de algo infinitamente maior que não conseguimos compreender.

Talvez o universo seja a própria manifestação de Deus:
o Alfa e o Ômega,
o início e o fim.

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O Looping Eterno

A troca de gerações é um looping sem fim.

As pessoas mudam.
As épocas mudam.
As tecnologias mudam.

Mas os desejos humanos continuam parecidos:
poder,
medo,
amor,
ego,
ganância,
esperança,
sobrevivência.

O universo permanece em silêncio enquanto a humanidade atravessa brevemente sua estrada antes de desaparecer novamente no infinito.

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Alberto Tortora

No Oceano do Teu Olhar

Um oceano esplêndido, com os raios de sol refletindo sobre as suas águas — é o que eu vejo quando observo o teu olhar, os lindos espelhos da tua alma, reflexo de um universo emocionante, atraente, singular, onde poucos têm acesso; infelizmente, eu não sou um deles, mas, pelo menos, tenho o privilégio de poder observar através do meu senso poético e, assim, colocar essa observação profunda nesses versos.

Pergunta: O que você pensa sobre o arrebatamento e se a Igreja passará pela Grande Tribulação?

Resposta do teólogo e pensador Jalison Santos:

Penso e afirmo com toda clareza: Nós, o povo de Deus, NÃO passaremos pela Grande Tribulação, pois o Senhor nos livrará totalmente dessa ira. Tudo está bem definido nas Escrituras, especialmente quando analisamos o texto original, e essa é a minha conclusão como pensador.

A base principal está em Apocalipse 3:10:

"Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre todo o mundo, para experimentar os que habitam sobre a terra."

Na língua grega, a preposição usada aqui é EK. E eu deixo muito bem explicado: EK significa TIRAR DE, SAIR DE DENTRO, LIVRAR DE FORA. Ela NUNCA significa "durante", "na hora" ou "no meio" do evento. Se a Bíblia quisesse dizer que iríamos passar por ela ou ser protegidos dentro dela, teria usado outras palavras, como EN ou DIA. A promessa é clara: Deus não nos protege dentro da tribulação — Ele nos tira de fora dela, antes que ela venha.

Essa verdade está confirmada em vários outros trechos que mostram exatamente o mesmo raciocínio:

✅ 1 Tessalonicenses 1:10

"e esperar dos céus o seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra DA ira futura."
Novamente: livrar DA ira, não livrar NA ira — sair fora, não ficar dentro.

✅ 1 Tessalonicenses 5:9

"Porque Deus não nos destinou PARA a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo."
A ira não é o nosso caminho, não é o nosso destino. Ela é reservada apenas para o mundo ímpio, que rejeitou a Deus.

✅ Lucas 21:36

"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais tidos por dignos de escapar de todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do Homem."
Escapar = sair fora, evitar, não passar por elas. É exatamente o livramento que falamos.

✅ 2 Tessalonicenses 2:6–8

"E agora vós sabeis o que o detém, para que ele seja revelado em seu próprio tempo. Porque o mistério da iniquidade já opera; somente há um que agora o detém, até que seja tirado do meio. E então será revelado o iníquo..."
Quem detém o mal é o Espírito Santo agindo na Igreja. Quando nós formos tirados do meio, então virá o Anticristo e a tribulação. Nós saímos ANTES.

✅ Apocalipse 4:1

"Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu... e ouvi uma voz... que dizia: Sobe aqui, e eu te mostrarei as coisas que devem acontecer depois destas."
João representa a Igreja: chamado a subir ao céu ANTES de começarem os juízos que virão nos capítulos seguintes.

✅ Isaías 26:20–21

"Vai, meu povo, entra nos teus quartos, e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a indignação."
O povo está protegido fora, em lugar seguro, enquanto o juízo cai sobre a terra.

Conclusão final, como eu penso:
Deus já julgou os nossos pecados em Jesus Cristo na cruz. A ira de Deus não pode cair duas vezes sobre o mesmo pecado: uma vez caiu sobre o Filho, e por isso não cairá sobre nós. A Grande Tribulação é o tempo de juízo contra a impiedade do mundo. Pela palavra EK e por toda a coerência da Escritura, está provado: o arrebatamento é um ato de livramento pré-tribulacional — somos tirados DE FORA da tribulação, não ficamos dentro dela.

— O teólogo e pensador Jalison Santos

Eu oro sobre meu coração e mente
Eu sou curado pelas Tuas feridas
Teu sangue declara que eu sou livre No poderoso Nome de Jesus Hope Darst / Jacob Sooter / Lauren Sloat.

"Beba o café enquanto ele está quente.
Reflita sobre a sabedoria da água que não discute, desvia-se dos obstáculos.
Fale com calma,
saboreando cada palavra.
Abrace-se.
Ame -se.
Cuide-se.
Aprenda que ninguém fará nada por você se você não fizer primeiro."
Haredita Angel
31.10.25

TUDO ISSO PORQUE JESUS É O SENHOR
Autor: Góis Del Valle

Tudo que sou, tudo que diz sobre mim,
É fruto da graça, é o dom que me alcança e tudo me faz feliz.
Se eu cair, se eu chorar, eu sei que Tua mão me sustenta.

O amor de Jesus me ensina a amar você,
A ter compaixão por cada irmão,
A perdoar sem medo e estender a mão,
Proclamando Teu brilho nos corações
E levando esperança e paz.
Tudo isso porque Jesus é o Senhor.

Tudo isso porque Jesus é o Senhor,
Tudo isso porque Jesus é o Senhor,
Tudo isso porque Jesus é o Senhor,
Tudo isso porque Jesus me amou na cruz.

Não adianta fugir, nem mesmo fingir;
Sem Ele, é impossível viver.
Tudo isso porque Jesus é o Senhor.

AO CALVÁRIO
Autor: Góis Del Valle

Ao Calvário, em passos lentos,
sombra e dor, Sobre os ombros,
a cruz a pesar. No olhar, um mar
de amor, mesmo ao ver a noite
chegar.

Gritos ecoam, pedras no chão,
O açoite rasga a pele em vão.
Mas Ele segue, sem recuar,
Cada ferida, um novo altar.

O céu se curva em pranto e aflição,
O sangue tinge a terra em redenção.
O céu se curva em pranto e aflição,
O sangue tinge a terra em redenção.

Oh, meu Senhor, teu fardo era meu,
Cada espinho rasgava o céu.
Mas em teu olhar, havia a paz,
Que fez do fim, um renascer…

Vivem te avaliando geralmente:não é sobre você, é sobre o que você carrega!
Não suportam ver alguém permanecer firme mesmo ferido.
Não entendem a tua entrega a Deus, então tentam te reduzir.
Julgam porque não conseguem discernir.


Isso aconteceu com Jesus: “E espiavam-no, se o curaria no sábado, para o acusarem” (Marcos 3:2). Viu? Eles também ficaram vigiando Jesus, esperando um erro. Se fizeram isso com o Filho de Deus, imagina com você? Essa guerra não é natural, é espiritual.
Guarde seu coração.

“TENHO SEDE”. O CLAMOR QUE AINDA ECOA SOBRE A CONSCIÊNCIA HUMANA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Há frases que atravessam os séculos apenas como registro histórico. Outras, porém, atravessam a alma humana como uma lâmina espiritual que desnuda o íntimo. Quando o Cristo pronuncia “Tenho sede”, conforme narrado no Evangelho de Evangelho de João 19:28, não se trata apenas de um corpo dilacerado pela crucificação pedindo água. Existe ali uma profundidade moral, psicológica e metafísica que inquieta a consciência daquele que verdadeiramente contempla o Calvário.
Sua reflexão toca precisamente esse ponto. O homem acostumado a possuir, ordenar, consumir e satisfazer os próprios desejos, de repente encontra o Filho de Deus reduzido à extrema vulnerabilidade humana. O Criador moral da humanidade não exige tronos, ouro, honrarias ou exércitos. Ele pede água. Apenas água.
E isso possui uma potência antropológica devastadora.
Porque a civilização humana edificou-se sobre o desejo de domínio. Desde as antigas sociedades imperiais até a modernidade consumista, o homem acostumou-se a ser servido. Contudo, diante do Cristo crucificado, ocorre a inversão absoluta da lógica humana. O Mestre serve até o último instante. Ama até o último instante. Perdoa até o último instante. E quando finalmente pede algo, pede o mínimo necessário para continuar oferecendo-se em sacrifício.
A sede do Cristo não era somente fisiológica. Era também a sede simbólica do amor humano ainda não correspondido. Sede de consciência. Sede de transformação moral. Sede de fraternidade entre os homens.
Na ótica espírita, especialmente segundo Allan Kardec em O Livro Dos Espíritos, questão 625, Jesus representa o modelo moral mais perfeito concedido por Deus à humanidade. Seu sofrimento não foi espetáculo de dor gratuita, mas pedagogia espiritual. Cada palavra na cruz possui conteúdo educativo para a evolução da alma humana.
Quando você afirma que jamais foi o mesmo após refletir nessa frase, isso demonstra um fenômeno profundo da consciência moral. A culpa que você descreve não é mero remorso destrutivo. Trata-se do despertar da responsabilidade espiritual. Há um instante na vida em que o homem percebe que ainda recebeu muito mais amor do que foi capaz de oferecer.
E então nasce a pergunta mais importante da existência humana.
“O que tenho feito ao meu Senhor.”
Essa pergunta transcende religiões institucionais. Ela invade o território ético da existência. Porque saciar a sede do Cristo hoje significa aliviar a sede do aflito, do abandonado, do faminto de dignidade, do espírito esmagado pela solidão, do enfermo emocional, do desesperançado, do esquecido socialmente.
Sob uma análise psicológica profunda, a imagem do Cristo sedento confronta diretamente o narcisismo humano contemporâneo. O homem moderno vive cercado por excessos materiais, mas frequentemente incapaz de oferecer presença, escuta, compaixão e misericórdia. Há abundância de consumo e escassez de amor.
Por isso sua reflexão possui tanto peso espiritual.
Você compreendeu algo que muitos passam décadas sem perceber. O Cristo ainda continua dizendo “Tenho sede” através da dor humana espalhada pela Terra. Cada criatura humilhada, cada lágrima ignorada, cada coração abandonado, continua sendo extensão simbólica daquele clamor no Gólgota.
E há ainda uma dimensão profundamente teológica em sua interpretação quando menciona “sorver o cálice até a última gota”. O cálice representa a aceitação integral da missão divina. Jesus não interrompe o testemunho por causa da dor. Ele permanece fiel até o fim. Isso revela a absoluta confiança no Pai.
Não uma confiança ingênua. Mas uma confiança ontológica no sentido eterno do sofrimento redentor.
Na tradição espírita, o sofrimento de Jesus jamais é visto como punição divina, mas como demonstração suprema de amor consciente. Ele poderia fugir. Poderia silenciar. Poderia abandonar os homens à própria inferioridade moral. Contudo, permanece.
E permanece amando.
Sua reflexão demonstra precisamente o nascimento da consciência cristã interior. Não a religiosidade exterior baseada apenas em ritos, mas o cristianismo moral que transforma o comportamento cotidiano. Porque depois de compreender o “Tenho sede”, torna-se impossível viver da mesma maneira.
O homem começa a perguntar-se diariamente.
“Tenho sido água ou vinagre na vida das pessoas.”
Essa talvez seja uma das mais severas reflexões espirituais que alguém pode realizar.
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SOBRE A LETRA E A VIDA


O teólogo Jalison Santos disse:


"A letra mata quem não a conhece — porque ela mostra a verdade exata, a estrutura, a escolha, a responsabilidade e o sentido real que muitos querem esconder ou distorcer. Quem não conhece a letra, fica na ilusão, na interpretação humana, no erro e na escuridão."

"A letra mostra o que é certo e o que é errado, revela a obrigação, a escolha e a responsabilidade de cada um. Quem vive na ignorância acha que a salvação é automática, sem participação do homem — mas a letra julga, mostra a verdade e separa o que é de Deus do que é do homem."

SOBRE ADÃO E CRISTO, A ESCOLHA E A REGENERAÇÃO
O teólogo Jalison Santos disse:


"Assim como estávamos em Adão e por ele ter pecado, todos os homens pecaram. Jesus foi o Segundo Adão, perfeito em tudo. Assim como Adão teve a livre escolha de comer o fruto proibido e pecar, nós temos a livre decisão de sermos regenerados em Cristo Jesus."

"Nós não fomos regenerados automaticamente na cruz. Pois temos a decisão livre de escolher a Deus, mediante a graça que nos é dada e a fé que nós mesmos exercitamos no coração."

"Deus nunca tira o livre arbítrio do ser humano. A cruz conquistou a salvação, abriu o caminho e enviou a graça — mas a regeneração, o nascimento de novo, depende da nossa vontade e da nossa escolha de aceitar e receber o que Ele preparou."

✅ SOBRE O HOMEM, O PECADO E A LUZ
O Teólogo Jalison Santos disse:


"O homem é filho do pecado até que chega o tempo em que ele encontra a luz. A luz vem do conhecimento da verdade, da letra original, do sentido real que estava escondido e agora é revelado."

"Nascemos na escuridão, sob o pecado, recebendo o que vem dos homens, o que foi corrompido. Mas quando buscamos, quando estudamos, quando voltamos para a origem — aí encontramos a luz que corrige, revela e mostra o que realmente é a Palavra de Deus."

Se me perguntassem sobre ela

Se me perguntassem sobre ela, diria que ela não foi feita para ser metade; precisava de uma soma e não de uma complementação. Era intensa. Tinha uma grande sensibilidade e nela havia uma ambiguidade de insegurança e determinação, de um comportamento solitário e melancólico e outro amoroso e solidário.

Vivia continuamente com essa espécie de equilíbrio necessário que muitos não chegaram a conhecer, mas que, para ela, fazia bastante sentido, um dos diferenciais que a mantinham de pé, enfrentando adversidades externas e conflitos internos, sendo um exemplo de mulher, a expressão física do amor divino.

Era nítido que era apaixonada pela arte e por algumas de suas variações que conversavam diretamente com a sua alma. Nem sempre era através de palavras: bastava um pouco de tinta ou uma melodia breve e profunda, qualquer variação artística, onde a vida pudesse ser expressada de uma maneira realista e lúdica.

Ainda pintava com riqueza de detalhes a sua realidade, com simplicidade e elegância; abraçava o romantismo e a modernidade; defendia valores antigos e tinha sonhos desprovidos de ingenuidade. Deus esteve fortalecendo o seu corpo e o seu espírito e, assim, as suas falhas não conduziram o seu destino.

Seria muita prepotência da minha parte se eu dissesse que eu a compreendia plenamente, seria uma falácia; porém, tenho certeza que eu pude compreender pelo menos um fragmento da sua complexidade, o que já foi muito, considerando, que um dos seus maiores desejos era ser compreendida como um bom livro, desde o começo.