Poemas que dizem sobre Contos de Fadas
Quando se sentir sozinho e triste, refletindo sobre as cruzes que carregou e ainda carrega, busque forças dentro de si. Tente sair desse lago que o afoga e nunca, em hipótese alguma, segure qualquer mão que aparente estar tentando ajudá-lo.
Podemos ter, em nossas vidas, pessoas que buscam nos auxiliar; contudo, ao final, independentemente de suas mágoas, tristezas, decepções, pensamentos intrusivos ou da sensação de abandono, sempre foi e sempre será você por você.
Ninguém jamais compreenderá plenamente as suas dores, seus fantasmas e suas angústias. Assim, sempre será você por você, sempre.
MANIFESTO HUMANISTA DE LIBERDADE
(um manifesto agnóstico sobre autonomia, responsabilidade e empatia)
O pior tipo de escravo é aquele que não consegue perceber as correntes que o aprisionam.
Vivemos num sistema que, por todos os lados, tenta nos domesticar: dizendo como devemos viver, o que devemos desejar, no que devemos acreditar. Impõem regras, dogmas e modelos prontos, moldando consciências para que tudo continue funcionando em favor de uma casta privilegiada que se mantém no topo da pirâmide às custas da nossa dor, do nosso medo e da nossa fragilidade emocional.
Foi ao compreender essa engrenagem que despertei. A partir desse momento, entendi que minha vida — e tudo o que faço ou deixo de fazer dela — é de minha inteira responsabilidade. Não delego mais a outros o direito de decidir por mim. Não preciso de pastores, padres ou de sistemas morais impostos de fora para me dizer qual caminho seguir, porque toda obediência cega é apenas mais uma forma de servidão.
Mas assumir a própria liberdade não significa viver isolado, nem fechar os olhos para o outro. Pelo contrário: é justamente quando deixo de agir por medo, culpa ou submissão que passo a responder conscientemente por meus atos. Compreendo então que cada ser humano que encontro é uma continuidade de mim mesmo — não porque sejamos iguais, mas porque compartilhamos a mesma condição de vulnerabilidade, dor e desejo de sentido.
A dor que bate à minha porta é a mesma que bate à porta do meu próximo. Somos partes de um todo, e esse todo não existe fora de nós. Por isso, viver em plenitude não é viver sem limites, mas viver sem mentiras: sem negar a própria liberdade e sem negar a humanidade do outro.
Sobre a Psicologia da mente manipuladora
Às vezes alguns adversários, gostam de idealizar um problema que eles intensificam, isto é, o problema imaginário, o de um mundo ideal, mais do que o problema real; o verdadeiramente existente, para tentarem justificar suas ações de manipulação. Mas a "Serpente" nunca é encantada. Ela é quem encanta!
Às 15:15 in 30.03.2026
É SOBRE SABER AMAR...
Sobre se doar para o outro sem pedir nada em troca
Sobre simplesmente estar do lado assistindo ao pôr do sol juntos
Sobre ir para a praia de noite, esticar a manta e contemplar as estrelas juntos
Sobre pesquisar a hora exata que a lua nasce e procurar o melhor lugar para vê-la nascer no mar e registrar esse momento juntos
Sobre caminhar de mãos dadas na beira do mar jogar conversa fora e rir a toa juntos
Sobre preparar nosso jantar ouvindo música e quando sua música favorita tocar, aumentar o som e dançar juntos
Sobre ter maturidade suficiente para entender que não existe perfeição e enaltecer as qualidades, aceitar os defeitos e saber conviver com eles
Sobre entender que todos têm suas limitações, saber respeitá-las e aprender com elas
Sobre olhar junto para o mesmo horizonte e caminhar junto com o mesmo objetivo
É sobre compreender que a tarefa não é fácil, mas se possível suavizá-la, tornando-a leve e gostosa de viver!
Sobre o Dia Mundial da Conscientização do Autismo 💙
Quando recebi o laudo do meu filho, 11 anos atrás, perdi o chão. Acho que a primeira pergunta foi: Por que ele?
Eu já havia trabalhado com alunos da Educação Especial (cegos e baixa visão), mas certamente a nossa percepção não é a mesma enquanto somos apenas espectadores.
Com o passar do tempo, fui observando o quanto aumentava o público que recebia diagnósticos similares, envolvendo limitações na aprendizagem ou no comportamento. Aí aquela pergunta surgiu novamente e com um complemento: Por que tanta gente?
Então fui pesquisando e analisando para tentar entender tudo aquilo.
A história revela que as pessoas com deficiência sofreram bastante ao longo dos séculos, assim como grande parte da população dita "normal" absorveu a atitude preconceituosa construída naturalmente.
Acredito que o aumento do número de indivíduos com deficiência de alguma forma contribuiu para tornar a sociedade melhor, pois além disso, aumentou o número de pessoas que têm alguém na família com essas limitações.
Quando isso acontece, nossa sensibilidade aumenta, nosso comportamento muda, nosso olhar evolui.
Sentimos que cada pessoa é um pedacinho de nós.
Por isso, considero que o dia da Conscientização do Autismo é sugestivo para trabalhar também a consciência moral da sociedade a respeito de todas as outras deficiências, de forma que possamos aprender a sermos mais humanos e empáticos com aqueles apresentam qualquer tipo de limitação.
- A ideia central é que sem uma experiência pessoal com Deus, é difícil falar adequadamente sobre Ele.
- A fé necessária é descrita como inabalável e envolve a compreensão de que tudo e todos somos deuses e que tudo foi criado por Deus.
- A noção aqui é que a experiência pessoal com Deus é um pilar central para a genuína compreensão e discurso sobre o divino.
- Sem essa experiência, a fala sobre Deus pode se tornar teórica e desprovida de vivência real.
Do livro: O poder da criação, de Nina Lee Magalhães de Sá
JESUS E SUA MORTE. Não existe nenhuma razão para os cristãos lamentarem sobre a morte de Jesus, por três razões simples:
1. Se Ele não morresse não haveria salvação;
2. Se Ele não morresse não haveria ressurreição;
3. Sua morte, foi aceita pelos desígnios de Deus. Não foi o ser humano que exigiu que Jesus fosse morto, por isso, não há culpa humana.
F. Meirinho
O Messias
E o Senhor me disse: O espírito do Senhor está sobre mim, desde a eternidade, Desde o princípio, antes da eternidade "Eu sou"! Eu sou a Palavra, que originou tudo o que foi feito! Eu sou a sabedoria! Sem mim nada do que foi feito se fez! Eu que criei os céus e a terra, sou o mesmo que o Senhor ungiu, com a verdade. Verdade para dar aos pobres de espírito, aos mansos da terra! A todos os que jazem nas trevas, eu o Senhor quero vivificar. Porque o Senhor, me chamou seu amigo; Me chamou porque eu era, seu companheiro desde sempre; me chamou para ser sua justiça, a todo o que estava cativo, a todos os que estavam presos e invocaram o meu nome. Eu o Senhor lhes dei liberdade! Lhes dei da minha justiça. Eu mesmo digo: "Este é o ano aceitável do Senhor! Vós feras da terra vinde à salvação"!
E sereis chamados "Árvores de justiça do nosso Deus"! Nunca mais tereis fome, nem sede! Vós das nações, que estais longe! E vós filhos de Sião, comei boa comida, sem dinheiro, sem preço. Porque eu vim a consolar, todos os tristes. Aos que estão longe e aos que estão perto!
Todos vós sereis chamados de "sacerdotes do Senhor"! Para que vos consoleis em paz uns anos que outros, com a minha santa paz! Eu o Senhor o disse e o farei. Eu farei uma nova Aliança convosco. Que durará eternamente! Comereis da abundância da paz! Sim vós filhos de Israel e vós filhos das nações! Ambos reinarão juntos na Jerusalém celestial! Eu o Senhor o digo! Amém
Amo escrever sobre amor
Um poeta que escreve, nunca poderá sê-lo
Escrevo sobre o amor, porque sou incapaz de amar
E sinto-me triste, porque de amor não hei de morrer
Morro hoje, pela falta do mesmo
Morro pela falta de amor
Se é pela minha falta de amor ou da falta do amor de alguém
Eu ainda terei que descobri
Não sou poeta, nem planejo ser
Sou eu, ou é o que eu digo para mim mesmo
Sou alguém que sente muito
E para os que muito sentem, escrever se torna, em sua máxima, sua única esperança
Então escrevo, não por amor, ou por mim
Mas para sentir, sentir que não estou morto
12/04
O que ninguém te conta sobre domingo
é que ele é mágico.
Como pode um único dia ter tanta vida?
Tem vida da hora que acorda
até a hora que vai dormir.
Abre a janela,
e aquele sol tímido
pronto para aquecer…
De manhã, tem cheiro de café passado na hora.
Passa um tempinho, tem cheiro de sol…
E, conforme vai passando o tempo,
tem cheiro de vida,
de casa,
de feijão fresquinho…
O sol fica calorado, calado,
e o ritmo em paz.
O coração quentinho.
Crianças e suas risadas,
o barulho e o movimento,
música…
Uma despedida do fim de semana,
um convite à renovação.
A energia necessária para mais dias de vida
e descobertas…
Domingo é mágico,
só precisa parar um pouquinho para perceber…
Ana Caroline Marinato
Você ai garota,
Dos óculos circulares
Que estão pendentes
Sobre teu rosto.
Só quero que certifique-se
De que a tua vida
Mantenha-se assim, tão pura
Quanto ao resplandecer das estrelas.
Que continue assim tão doce,
Quanto aos teus sorrisos envergonhados
Que ocasionalmente lhe escapam.
Esta poesia é para você ai garota,
Dos cabelos castanhos.
Que tem uma alma ate bela por demais.
Reflexão sobre a Imaturidade
A imaturidade é um espelho turvo, onde o ego se contempla e se engrandece, mas não enxerga além da própria sombra.
É o grito infantil travestido de adulto, a paciência que nunca floresceu, a empatia que se dissolve como sal na água, o altruísmo congelado em um inverno sem fim.
Ser “mimado” não é apenas receber demais, é não aprender a dar, é não compreender que o mundo pulsa em outros corações, que a vida não se curva ao desejo de um só.
A falta de estrutura, a ausência de mãos que guiem, de vozes que instruam, gera um ser que caminha com pés frágeis, incapaz de sustentar o peso das próprias escolhas.
E assim, nega o outro, nega a realidade, nega a dor que não é sua, como se o universo fosse apenas um brinquedo particular.
Mas a verdade é dura: crescer não é apenas envelhecer, é aprender a suportar o silêncio, a ouvir o que não se quer, a aceitar que o mundo não gira em torno de nós.
A maturidade é o ato de abrir os olhos, de reconhecer que o ego é pequeno, que a vida é vasta, e que só quem se desfaz das correntes da infantilidade pode, enfim, tocar a liberdade de ser humano inteiro.
Tatianne Ernesto S. Passaes
A responsabilidade afetiva é como caminhar sobre uma ponte feita de palavras e silêncios. Cada gesto, cada promessa, cada ausência, constrói ou destrói o caminho que o outro percorre até nós. Não temos o poder de controlar o que nasce no coração alheio, mas temos o dever de não incendiar esse terreno com descuido.
Há quem transforme a própria dor em narrativa, quem se agarre ao vitimismo como se fosse abrigo. E nesse instante, a responsabilidade afetiva encontra seu limite: não é possível carregar nos ombros o peso das distorções que o outro escolhe alimentar. Podemos ser claros, honestos, transparentes — mas não podemos impedir que alguém se sabote, que crie labirintos internos onde nossas palavras se perdem.
Responsabilidade afetiva não é submissão, não é culpa, não é prisão. É consciência. É dizer “eu não posso te dar isso” sem crueldade, é não alimentar ilusões que sabemos não florescerão. É cuidar para que o outro não se torne apenas reflexo de nossas carências, mas presença viva e respeitada.
E quando o outro insiste em se colocar como vítima, mesmo diante da clareza, é preciso lembrar: cada um é guardião das próprias feridas. Podemos oferecer cuidado, mas não podemos curar o que o outro insiste em abrir. Podemos estender a mão, mas não podemos obrigar ninguém a sair do abismo que construiu para si.
Responsabilidade afetiva é, no fundo, um pacto de humanidade. É reconhecer que sentimentos são rios que correm livres, mas que nossas margens podem guiar ou ferir o fluxo. É saber que não somos donos da emoção alheia, mas somos responsáveis por não lançar pedras que causem tempestades desnecessárias.
E assim seguimos: entre a delicadeza de ser honesto e a firmeza de colocar limites. Entre o desejo de cuidar e a consciência de que não podemos salvar quem não quer ser salvo. Porque amar — ou simplesmente se relacionar — é também aceitar que o outro tem sua própria narrativa, e que nossa responsabilidade termina onde começa a escolha dele de se perder ou se encontrar.
Tatianne Ernesto S. Passes
Reflexão sobre a necessidade de aprovação
A necessidade de aprovação dos outros é como uma lente que distorce a forma como enxergamos a nós mesmos. Quando cada palavra dita ou cada gesto realizado é medido pelo impacto que terá nos olhos alheios, a vida se torna uma busca incessante por validação externa. Nesse processo, a autenticidade se perde: deixamos de agir conforme nossos valores e passamos a viver em função das expectativas dos outros.
Essa dependência nasce, muitas vezes, da insegurança. O medo de rejeição faz com que a pessoa se agarre ao elogio como se fosse oxigênio. No entanto, quando questionada sobre essa fragilidade, a tendência é negar. A negação funciona como uma defesa: admitir a insegurança seria reconhecer uma vulnerabilidade que parece insuportável. Mas negar não elimina o problema; apenas o oculta.
O paradoxo é que quanto mais buscamos aprovação, menos livres nos tornamos. A vida passa a ser guiada por um roteiro escrito por terceiros, e não pelo próprio coração. A crítica fere, o silêncio incomoda, e o elogio se torna indispensável. É um ciclo que aprisiona.
Romper esse padrão exige coragem. Coragem para aceitar que a insegurança existe, para reconhecer que não é possível agradar a todos, e para compreender que o valor pessoal não depende da opinião externa. A verdadeira liberdade surge quando a pessoa aprende a se validar internamente, a se olhar com compaixão e a aceitar suas imperfeições como parte da jornada.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Entre o Espetáculo e o Silêncio
Há existências que se erguem sobre o palco. São vidas que se alimentam da visibilidade, que transformam cada gesto em performance e cada instante em proclamação. Cercadas de amigos, festas e aplausos, parecem plenas de movimento e alegria. Mas por trás da música alta e das luzes cintilantes, há um vazio que não se confessa: a solidão.
Nessa vida, as necessidades pessoais tornam-se supremas, superiores a qualquer vínculo — filhos, pais, companheiros. O mundo gira em torno do desejo de ser visto, desejado, celebrado. A festa é refúgio, mas também prisão: companhia efêmera, vínculos superficiais, afeto substituído por euforia. No fim da noite, quando o silêncio retorna, resta apenas a ausência. A afirmação de que se está só “por opção” é narrativa defensiva, sustentada por padrões inalcançáveis de um parceiro ideal. O brilho fora compensa o vazio dentro, e a superioridade proclamada é apenas máscara para a fragilidade interna.
Mas há também outra forma de existir: aquela que se retira do palco e encontra força no silêncio. Essa vida não precisa de plateia, não depende de aplausos, não busca confirmação externa. Cada instante é vivido em sua plenitude, não como espetáculo, mas como presença. A viagem não é conteúdo, é vivência. O encontro não é performance, é intimidade. O cotidiano não é vitrine, é verdade.
Na sociedade da visibilidade, escolher a invisibilidade é um ato de resistência. É afirmar que nem tudo precisa ser mostrado, que há dimensões da vida que só fazem sentido no silêncio. Quem não precisa ser visto é livre: livre das expectativas, dos julgamentos, das comparações. Livre para errar sem plateia, para acertar sem aplausos, para existir sem máscaras.
Assim, temos dois modos de ser:
O da festa interminável, que parece abundância, mas termina em solidão.
O do silêncio autêntico, que parece ausência, mas revela plenitude.
Entre o espetáculo e o silêncio, cada um escolhe o modo como deseja existir. Mas é no silêncio, e não na festa, que a vida encontra sua densidade mais profunda. Pois o verdadeiro sentido não está em ser visto, mas em ser.
Tatianne Ernesto S. Passaes
sobre o Brasil
O Brasil desempenha um papel fundamental no equilíbrio climático global. Nossas florestas funcionam como grandes "arcondicionados" e reguladores de chuvas (os famosos rios voadores), que garantem a agricultura e o abastecimento de água nas cidades.
Os Maiores Desafios
Desmatamento: A perda de vegetação nativa compromete a fauna e acelera o aquecimento global.
Gestão de Resíduos: Grande parte do lixo produzido no país ainda vai para lixões a céu aberto, poluindo o solo e os lençóis freáticos.
Uso da Água: Apesar de termos as maiores reservas de água doce do mundo,
O abandono dói porque rompe expectativas, mas também ensina sobre limites, amor-próprio e sobre a natureza impermanente das conexões humanas. Não é vingança nem ressentimento que traz paz; é reconhecimento..
você ainda é inteira, valiosa, mesmo quando alguém decide caminhar por outra trilha.
Stephanie
Ela é de Capricórnio.
Não nasce.. se constrói.
Pedra sobre pedra, silêncio sobre silêncio.
Independente
porque aprendeu cedo
que promessas quebram
e quem segura o mundo
é quem não o larga das próprias mãos.
Fiel de poucos amigos —
não por frieza,
mas por profundidade.
Raiz não se espalha na superfície,
raiz escolhe onde fincar.
Ela parece inverno,
mas quem atravessa o frio
descobre abrigo.
Ama sem espetáculo.
Cuida sem anúncio.
Fica.. quando decide ficar.
E quando escolhe alguém,
não é impulso.
É destino assinado em rocha.
Metanol
Na penumbra úmida do boteco, dois corpos se inclam sobre o bar. Eles vão para o interior rural, dizem. O suor da estrada ainda não secou em suas roupas, e o pó do caminho parece misturar-se ao vapor que sobe dos copos. Entre eles, eu. Estranhos unidos pelo acaso e pelo simples ato de parar.
De um canto, o rádio de pilha cospe notícias graves: metanol. A palavra soa técnica, fria, um veneno químico que invade a alegria, que não transforma o gole de café em um risco calculado.
Alvo
Já imaginou o peso do mundo sobre as costas?!
Como se existisse um alvo, onde às vezes tudo parece dar errado.
Como se o fardo de viver fosse muito pesado e, de certa forma, tudo parecesse recair sobre você?
Bem, eu acredito que esse fardo realmente exista, mas não por um simples acaso ou por uma ironia do destino, e sim pelas nossas próprias escolhas e ações.
A vida, de forma curiosa, com certeza prega peças, impõe dificuldades inimagináveis, mas a resposta para toda curiosidade é: o que você vai fazer?
Aceitar? Se lamentar? Ou mudar o que lhe incomoda?
É natural achar que, às vezes, as pessoas estão nos observando, seja por um escorregão, um simples tropeço na rua ou até mesmo pelas mais diversas besteiras que podemos fazer depois de uma noite de bebida. Mas, no fim, pouco elas ligam e, em breve, esquecem.
Eu acho que esse alvo, que nós mesmos moldamos, é o reflexo das nossas atitudes e dos nossos achismos. No final, o único que pode tirar esse alvo somos nós mesmos.
Nos tornamos fortes como seres humanos quando vivemos nossa vida de forma livre, de um jeito que nos agrade, e mudamos sempre o que nos incomoda.
É nesse momento que devemos deixar de ser alvo e nos tornar executores.
