Poemas quando eu me Amei de Verdade

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Quem nunca ouviu falar "quando uma porta se fecha várias outras se abrem"


Pois é...quando se fecha a porta da consciência, se abre a da ignorância, a da intolerância, a da violência...etc


Vigiai... é a Lei

Quando a tempestade chegar
Cuidado
15 cm na canela
E as àguas podem te arrastar
E matar


"O arco íris veio depois que a tempestade acabou, mas eu não estava lá para ver"

Gabiróba, que era um sapinho muito alegre, estava passando em frente a uma escola quando encontrou com seu amigo gambá que o pegou pela mão e entrou correndo naquela escola escola dizendo: "venha vou te apresentar um amigo, ele é poéta". Venha logo vou te apresentar. Oi, oi, esse e meu amigo. O sapo ficou com medo de ser pisoteado quando aquele monte de pés correndo pra lá e pra, mas para não contrariar seu gambá ele se artiscou passar pelos alunos. Lá perto da quadra encontraram o menino poeta e gambá apresentou seu amigo sapo, veja poeta, esse é Gabiróba, meu amigo sapo e ele veio aqui só pra ouvir um poesia.
- Ola muito prazer seu sapo, eu sou Lagosta, estou na oitava série e não gosto muito de jogar futebol, gosto mesmo é de queimada, então fico aqui escrevendo no celular e de vez em quando dou um grito, vibro, só pra fazer de conta que estou participando da aula.
- Que legalPoeta Lagosta, mas o que você escreveu no celular? Pode nos falar?
- Ah! Não é nada de mais, são só uns versos que escrevi para o meu pai.
- Nossa que legal! Saiu tudo da sua imaginação?
- Claro que não! Pois, não tem dono a imaginação. Ela está aqui, ali, em todo lugar, viaja de rosto em rosto fazendo-os sorrir e chorar, mas está sempre disposta a servir a qualquer um que no silêncio ela encontrar.
Gabiroba, procurou pelo gambá e viu que ele não estava mais lá. Pensou que talvez a aula tivesse para acabar e que ele teria ido lá para o portão da saída só para entrar de novo em sentido contrário, parece que ele gostava desse desafio de ver a vida passando por fio.
- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto ....

Quando estou apaixonado não consigo me expressar


Mas fique do meu lado e ocupe o seu lugar

Na rua todos tinham medo quando ele passava sorridente com aquele saco de estopa muito bem fechado, nem sabia para onde ele ia mas muitos olhos medrosos o seguia até sumir na esquina da trilha.
Ele sempre saia de tardezinha quando a noite brotava azulada e devagarinho tudo escurecia deixando as lâmpadas e os postes onde elas acendiam um pouquinho mais claro para quem ia e vinha.
Ao amanher o dia ele voltava com o saco de estopa quase vazio e algumas vezes nem o saco trazia mais debaixo do braço e todos se perguntavam o que estava acontecendo e o que ele tinha naquele saco que todos os dias enchia oculto pela privacidade da sua pequena casinha.
E como lá dentro daquela casa cabia tantas coisas para ele colocar naquele saco de estopa todos os dias? A curiosidade muitas vezes nos faz comportar como idiotas presunçosos mas foi essa mesma curiosidade que me fez seguir o homem do saco naquele dia e decobrir que ele não roubava criancinhas mal criadas como minha avó sempre dizia...na verdade ele era um Emprestador de Ombros! E o saco estava cheinho de ombros amigos que ele emprestava todas as noites para consolar que voltava para casa e encontrava a tristeza...e não tinha nenhum ombro amigo para chorar.

Quando duvidares da tua força


Venha visitar-me



Que te mostrarei a nossa

Quando o amor não é de mentira
Se a tristeza está na festa
Ele chega ela se retira

... quando não sabemos
o que fazer, quando não sabemos por
qual estrada seguir, descobrimos a nossa verdadeira missão neste mundo: o brando
e, por vezes, solitário caminhar ao
encontro de nós mesmos!

... quando diretos,
em vez de indiretos — tanto
em nossas relações quanto em
nossas reservadas ponderações e
vereditos — economizamos ao menos
uma vogal e uma consoante...
Uma previdente postura em tempos
de vacas magras de sensibilidade
e empatia!

... quando
os mentores da luz
tencionam nos punir, eles,
prontamente, atendem nossas
orações — contudo, não naquilo
que desejamos, senão no
que precisamos!

... o amor-próprio,
quando desprovido de qualquer
traço de egoísmo e vaidade, transforma-se
na fonte primeira de toda consistência
e plenitude do amor ao
próximo!

Quando Aprendemos a Enxergar

Há um momento em que os olhos deixam de servir apenas para ver. É quando aprendemos a ler aquilo que não está escrito, a escutar o que não foi pronunciado e a perceber, por trás das aparências, aquilo que insiste em permanecer escondido.
A arte nos ensina esse olhar.
Quando aprendemos a contemplar uma pintura, atravessar um poema, compreender uma música ou reconhecer o silêncio que existe entre duas palavras, alguma coisa dentro de nós abandona a ignorância. Não porque passamos a saber tudo, mas porque finalmente compreendemos o tamanho daquilo que ainda não sabemos.
E talvez seja essa uma das formas mais bonitas de inteligência: não se deixar seduzir facilmente.
Vivemos num tempo em que uma imagem bem construída pode se vestir de verdade. Uma fotografia manipulada pode fabricar felicidade. Uma frase bonita pode esconder o vazio. Um discurso educado pode carregar intenções que somente o pensamento atento consegue perceber.
Por isso, aprender a interpretar a arte é também aprender a interpretar o mundo.
Quem desenvolve sensibilidade começa a desconfiar das aparências perfeitas. Já não se deslumbra com qualquer fotografia cuidadosamente montada, nem entrega sua consciência às frases prontas que circulam como verdades absolutas. Aprende que nem toda beleza contém profundidade, assim como nem toda simplicidade significa pobreza de espírito.
A verdadeira cultura não deveria nos transformar em pessoas arrogantes. Deveria fazer exatamente o contrário: tornar-nos mais difíceis de enganar e mais humildes diante da complexidade da vida.
Porque estudar não é acumular palavras difíceis para impressionar os outros. Estudar é adquirir liberdade para pensar.
E talvez a arte exista justamente para isso: para arrancar os nossos olhos da superfície e nos ensinar que, entre aquilo que vemos e aquilo que realmente existe, há um território imenso chamado consciência.

Quando a Vida Nos Vira do Avesso


Há momentos em nossa jornada em que as estruturas balançam com tanta força que temos a nítida sensação de que a vida nos virou do avesso. São aqueles dias cinzentos em que o coração aperta, os caminhos parecem fechados e a mente sussurra que não seremos capazes de continuar. O que a nossa dor momentânea não nos deixa enxergar é que, muitas vezes, o avesso é apenas a forma que o plano espiritual encontra para colocar as coisas no lugar certo. A tempestade assusta, mas ela limpa o horizonte. Quando tudo parecer desabar, silencie e confie. A força que habita em você é muito maior do que qualquer vento contrário. Você vai resistir, você vai caminhar e, quando menos esperar, perceberá que conseguiu atravessar.

A Força Oculta do Recomeço


Caminhar quando o chão parece firme é simples, mas continuar avançando quando faltam as certezas exige uma fé inabalável. Nós somos testados no fogo das contrariedades, não para sermos destruídos, mas para descobrirmos a nossa verdadeira resistência. Se hoje o cansaço bater e a caminhada parecer pesada demais, não desista. Lembre-se de todas as vezes em que você achou que não daria conta e, mesmo assim, amanheceu de pé. A vida não nos dá fardos maiores do que nossas forças. Cada passo dado com dignidade constrói o degrau da sua próxima vitória. Você é capaz de recomeçar quantas vezes forem necessárias

... o significante
da vida, como sabemos,
tem sido desavergonhadamente
hostilizado - quando não, mediocremente
censurado pelo insignificante dessa
mesma vida - por essa razão,
que ao menos saibas
escolher!

... quando
alegações antirracistas se
dispuserem a assistir as diferentes
vertentes da 'cadeia alimentar'- a
ponto de abdicarem dos raivosos inconformismos e suasbarulhentas verborragias - ambososlados
se sentirão, enfim,
saciados!

... cada vez mais
fica claro que 'estar de acordo'
é o pior dos enganos, especialmente,
quando nossa luta é a busca pela
coerência que, aos poucos, se somará
ao nosso espírito. Portanto,
questione e, sobretudo,
questione-se!

... dizem
os mentores da luz que
somos todos verdadeiros,
mesmo quando flagrados mentindo;
pois o ato de mentir evidencia nossa
estatura moral: os valores e questões que
pobremente discernimos - e o tanto
que ainda nos falta
percorrer!

... quando
reiteradamente aguçada
pelos desvarios das submissões cegas,
mesmo a vulgaridade torna-se,
se não um vício, ao menos
um tentador estímulo
ao intolerável!

... é inegável
que a apatia de muitos,
como por encanto, se diluíra
quando questões sensíveis à sua
subsistência lhes forem brutalmente
usurpadas: seus bens, seus bolsos
e o mais valioso dos seus
predicados, a sua
liberdade!