Poemas quando eu me Amei de Verdade
Meu filho, mas que eu também preste atenção ao que diz o seu coração, pois meus conselhos também não estão livres de falhas e podem atrapalhar suas perspectivas e seus objetivos de alcançar seus sonhos no seu futuro.
Eu x Eu
O bem e o mal, o medo e a confiança, a tristeza e a alegria, a raiva e o amor, vivem comigo todos os dias, busco sempre manter o equilíbrio explorando o que a de melhor em mim e mantendo preso na caixa o que me fará mal e aos outros.
[...] Eu sonhei com você, e quando sonho é sempre algo que fica lá, em um lugar onde não posso mais voltar. Mas a melhor sensação, aquela que aquece a alma e todo meu vocabulário, é sempre a mesma vontade grande que sinto de fazer meu mundo caber inteirinho no seu colo., quando acordo.
Ricardo F.
Quando se ama, você sente não só sua for como a dela, uma simples frase como " eu queria sumir" vinda da pessoa amada, rasga seu peito machucando todo seu coração.
As vezes penso que sei, logo noto que nada sei, é assim quando penso que sou. Como eu poderia ser? Alias, quem eu poderia ser? Ser? Ser o que? Ser é demais para mim.
Sei que você vai voltar pra ela. Isso é fato. Só não sei o que eu vou fazer quando esse dia então chegar. Talvez eu me descabele, ou talvez finalmente entenda que você nunca serviu pra mim.
Talvez era melhor eu te dizer o quanto ficas linda com o cabelo desse jeito, ou quando mexes inofensiva com a ponta do dedo nos teus caracóis. Mas isso seria demais, então prefiro ficar aqui a olhar para a tua beleza.
quando nos deparamos com nos mesmos em nosso eu , ficamos pensativos por que muitas vezes não entendemos nossa real existência .
tudo estar nas mãos de nosso criador .
Não quero ninguém chorando em cima do meu caixão ou se lamentando quando eu morrer.
Só quero que sorriam e sigam suas vidas, peçam para que Deus me aceite no céu, se assim eu merecer.
SÓ aí, UM serás:
Só em UM com outr@, te TORNARÁS, quando para VIVERES; VIRES que teu EU, SÓ SE completa, com o EU que @ outr@ TRÁS!
Quando te vi eu me apaixonei, eu te amo e nunca te esquecerei, em ti sempre confiarei, nas nossas lembranças pensarei, você é linda e isto sempre falarei, estarei sempre consigo e por ti nunca desistirei, contigo sempre falarei, em ti sempre olharei, por ti sempre viverei, na sua boca eu sempre beijarei, a sua pele sempre tocarei, em seu corpo eu dormirei, em você eu caminharei, em sua face eu pararei e em seus... eu ficarei.
A minha intensidade não me permite nada mais ou menos. Quando eu me entrego é por inteira, quando sofro, vou até não ter mais nada a sofrer. E quando eu levanto é para voar.
Quando sou amiga não largo a mão por nada, mas se a amizade é só da minha parte eu solto e nunca mais seguro a mão novamente
Quando eu era garoto, costumava dizer: "amar é bom, mas ser amado é ainda melhor". Pois é, eu estava errado.
Hoje sei que amar sem intenção de retorno não é apenas superior, é transcender o condicionamento de si mesmo.
Quando a noite não passa e meu pensamento procura o seu, espero assentada na calma na esperança de um olhar. Entrelaço minha vida a sua., não existe elo, somente meu coração espera o seu. Minhas mãos se erguem em sua procura e minha vontade se assenta em cadeira de balanço, mais calma se torna quando escuto seus pensamentos e procuro entendimento. Já é tarde! Minuciosamente cuido para que eu escreva o único verbo de minhas notas de amor, “Esperar” , talvez seja tarde , talvez ainda exista fogo em toda essa calma e aquela cadeira de balanço me lance novamente na única realidade que me envolve : Um olhar doce de um melódico tom maior.
Me entende, eu não quis, eu não quero, eu sofro, eu tenho medo, me dá a tua mão, entende, por favor. Eu tenho medo, merda! Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas. Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda-roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei. Apronto agora os meus pés na estrada. Ponho-me a caminhar sob sol e vento. Vou ali ser feliz e já volto.
Aí eu tomo um banho bem quente, pra te espantar da minha pele. E canto bem alto, pra te espantar da minha alma. E escovo minha língua bem forte, pra separar seu gosto do meu. E quase vomito, pra parir você do meu fígado. E tento ser prática e parar de suspirar. E tento abrir a geladeira sem me perguntar o que eu poderia comprar pra te agradar. E tento me vestir sem carregar a esperança de esbarrar com você por aí. E tento ouvir uma música sem lembrar que você gosta de se esfregar de lado em mim. E tento colocar uma simples calcinha e não uma bala perdida pronta pra acertar você. E tento ser só eu, simplesmente eu, novamente, sem esse morador pentelho que resolveu acampar em mim. E nada disso adianta. E o esforço pra não fazer nada disso já é fazer tudo isso.
Eu vou embora sozinha. Eu tenho um sonho, eu tenho um destino, e se bater o carro e arrebentar a cara toda saindo daqui, continua tudo certo. Fora da roda, montada na minha loucura. (...)
Dá minha jaqueta, boy, que faz um puta frio lá fora e quando chega essa hora da noite eu me desencanto. Viro outra vez aquilo que sou todo dia, fechada sozinha perdida no meu quarto, longe da roda e de tudo: uma criança assustada.
