Poemas quando eu me Amei de Verdade
Tenho colhido alguns espinhos por crer,
oferecer indulto e benevolência
a quem faz por desmerecer...
É bom para o espírito aflito, suspiros e respiros, tanto um quanto outro,
Penso, gritos de silêncios acumulados
Serão brados mais bravos...
assim me explico e me preciso
quais loucos gritar de prazer e acordar o coração num surto
morrendo de dor, achar forças para gritar e reagir à tantos sustos...
depois se embrenhar no silêncio renovador da alma e sorrir é justo.
Levada por meus instintos, resgatei o que sinto, li teus cânticos e me encantei.
Me floreei de versos tantos, ditos pelos lábios calados, nas mediações dos astrolábios, na longitude do pensamento
Quando fitei-te nos olhos.
Você tem um amor?
Então, ame amar esse amor,
Porque não se compra no supermercado
Amor...
Ou seja lá no lugar que for...
Amor é a flor mais rara
A joia mais cara,
Amor é passarinho quem planta
Semente que joga no vento e o tempo decanta...
Se fizeres um favor
Faça com amor ou no mínimo boa vontade, um pouquinho de carinho...
Senão não faça!
Beijo n'alma é tão profundo
Que adoça o coração amiudadamente
numa frequência inquebrantável é corrente.
Poeta não é quem se diz poeta,
Poeta não é quem se faz poeta,
Poeta nasce, cresce e um dia jaz poeta...
conclusão (62)
Eu lhe dei meus poemas
Dei azas aos seu coração
E fui tudo quando você chorou
A amei quando ninguem mais amou
E agora, como me agradece ?
Me negando e abandonando ?
Por alguem que só amou sua beleza
E Eu que teria morrido por você
...eu que realmente a amei
Espero que um dia veja:
-Você vai sentir falta desse amor que jamais terá novamente
SOU
Sou o que meus poemas dizem
E eu não posso contar.
Quando as palavras escasseiam
E os pensamentos vagueiam
Na imensidão de um mundo sem par.
Sou água, terra, fogo, ar.
Sou química fortemente,
Fé inconsistente
E da amante amada,
Apaixonada ou criança eterna
À mulher materna,
Sou esperança, eternamente...
“Meus poemas serão reconhecidos quando eu tiver virado pó.
Ou cinzas... ainda não decidi.”
— Cyntia Karla De Liz
Eu só queria saber escrever
Versos e poemas só pra você
Pra quando eu te contar
você se encantar e por mim se apaixonar
Mas como eu não sei tenho outra forma de me expressar
Com beijos e abraços
É isso que você gosta
É isso que VC quer
Quanto mais eu te adoro
Quanto mais você me quer
Meus dois corações-Poemas sem Versos
Diga eu te amo é pouco
Eu te amo quando você ama ternamente
Te dizer que eu te amo infinito
Porque não lembrar esquecido.
Diga -lhe a honra que você me deu
Sem o dinheiro pode comprar
Diga-lhe hoje que a criança que você está deixando
Você sempre lembrar estes 12 anos
Diga a minha princesa Nuvens
Minha mãe te amo
Você canta as músicas
E eles nunca iria esquecer .
Dizer que, se no céu um dia
Uma Rosa de seus olhos sorrir
É a imagem da minha mãe
Que com Deus andar em seus passos.
Quando chove, quando chove,
formiguinha cria asas;
eu também crio poemas
quando chove em minha casa!
arte,
eu, você, nós.
viramos poemas, pinturas e canções quando você sai dos meus lençois.
me chama de sereia, mas sou pescadora vivo te prendendo nos meus anzóis.
arte, quando você começa a sorrir
quando seu cheiro se faz presente aqui
quando você fala assemelha-se a uma canção, paro tudo para ouvir.
quando você faz a beleza e a feiura no mesmo lugar coexistir
essa definição fazia eu me coagir para corrigir.
sempre foi:
arte, inspiração vinda do sofrimento
transformada em poemas, pinturas e canções que são meu alento.
mas prefiro a versão errada pois ela me faz sorrir.
Quando eu estiver com muita saudade de você,
vou ler todos os meus poemas.
Porque eu sei que você está em cada verso que eu escrevo.
Há mais de dois anos que eu digo que irei voltar com meus poemas
É que eu só consigo quando estou tão desgraçada a ponto de sentirem pena.
Mas agora irei faze-los, sejam eles bons ou ruins
Eu preciso expressar toda dor que sempre carreguei em mim.
Quando a melancolia se aproxima do meu ser,
Eu a afasto, numa mistura de lágrimas, frases,
poemas e canções...
Talvez nunca me encontre como poeta
Mas talvez encontre meus poemas
Mesmo quando eu já não existir aqui
Me encontrarão nos versos apaixonados e melancólicos das minhas mais sentimentais poesias...
LUZ DO SOL
(Eduardo Pinter)
Você quer que eu entenda
Mas você não me entende
Quer que eu sorria mais
E não me faz sorrir
Quer que eu suba
Mas não me faz crescer
Finge que sente
Mas não me faz sentir
Você me escuta
Mas não quer me ouvir
Você fala quando me quer calar
Você olha enquanto eu tento ver
Você sorri quando me ver chorar?
E os campos inundam o que é florir
E as correntes caladas irão gritar
E os vagos sonhos terão um fim
E a luz do sol irá escurecer
19 Jan 2013
Eduardo Pinter
