Poemas quando eu me Amei de Verdade
Tempo
Eu preciso de tempo...
Tempo para estudar...
Tempo para viver o que não vivi...
Tempo para esquecer algo que vivi...
Tempo para tentar...
Tempo para caminhar...
Tempo para dormir e sonhar...
Maldito tempo que não volta!!!!
Continua a passar e passar cada vez mais rápido..
Pelo menos é essa a sensação que eu sinto...
Com a solidão, o tempo passa e não sinto direito...
A vida e os sentimentos escorrem pelos meus dedos e não consigo fazer nada...
Estou cansado de lutar contra o tempo...
Vou deixar ele me levar...
Para onde???
Não sei, deixo nas mãos dele...
Dele quem???
Do tempo...
você escolhe
Lá estava eu, novamente
Perdido,em forma de poesia
Sentindo sua falta ou seja
Fazendo o que sempre fazia
Por mais que eu não quissse
ou melhor
quisesse fingir que não queria
Quisesse refazer tudo,Dificil.
pra quem disse que um guerreiro não abdicaria
Não, abdicaria de seus sonhos
Mas viviria melhor a realidade
Porem poetas são sonambulos
E transitão em meio á critiavidade
Porem é muito dificil
Sonhar e não poder ter
Não desfrutar do inçaciavel
E a amizade tentar manter.
Mais dificil do que o amor
Quando acaba , tardiamente
Eis o amor platonico
Recusado consequentemente.
A questão é que é uma sede
Como um camaleão camuflado no notavel
Um ato incoomprensivel,consequente
Simplismente imensuravel
Afinal não era ele poeta
Que retira o sentimento do fundo?
Deixou se abalar tão facil
Pela garota mais linda do seu mundo?
Não queria ter uma galatéia
e não que tudo tivesse uma glosa
Queria ser o pequeno principe
E Poder te ter como raposa
Dual
E lá estava ele. Tão pequeno, tão frágil. Era maravilhoso saber que, enfim, eu havia sido pai. Ao mesmo tempo, um turbilhão de pensamentos e preocupações preenchiam os espaços ociosos no meu cérebro. Espaços que só eram, anteriormente, ativados quando os assuntos eram futilidades, como mulheres, festas e futebol.
Não havia espaço para mais nada. Desde o momento em que aqueles pequenos olhinhos negros piscaram para mim, o mundo parara. Só existíamos nós dois, unidos por laços únicos em uma esfera que eu ainda desconhecia.
E ele, o meu filho (meu!), parecia me compreender. Olhava fixamente na minha direção, enquanto suas pequenas falanges arriscavam curtos movimentos. E sorria, quando a preocupação tentava me consumir. Parecia estar adorando a exaltação que brotava de mim, mesmo detrás daquela enorme parede de vidro.
Agora eu entendia. Entendia o que era viver eternamente. Diante de mim, a maior aposta de perpetuação de minhas memórias. Uma Parte de mim. Minha continuação. Eternidade. Esse é o nome que deveriam dar a todos os filhos. Vitória. Este é o nome que deveria ser dado a todos os pais. Porque ser pai é viver, todos os dias, a harmônica dualidade existencial, sem deixar cair a peteca.
Foi olhando para o infinito que eu realmente
aprendi que são dos momentos simples que vivemos
os melhores minutos de nossas vidas.
Quanta falta você me fez
O tempo todo esta ao meu lado e eu esquecendo de você
Esquecendo de alguém que me deu a vida
Que me da todos os dias uma nova chance de ser uma pessoa melhor
Mas vem a tentação me colocando vontade diferente, interferindo na minha vida
As vezes a vontade é mais, acabo me deixando levar e acabo muitas vezes cedendo.
Como pude esquecer de você por muito tempo ? Um bem maior.
Sempre me ajudou quando precisei e quando nem merecia
E eu permanecendo esquecendo de você
Me desculpe meu Deus
Eu quero recuperar a minha fé por completo, me ajude agora também.
Renova-me a cada dia senhor
E me faça persistir no que é bom pra mim.
Deus esta comigo, com você e com todos nos.
Tenha fé.
Por: Silvia Godoi
Talvez eu já aceitei, por isso as lágrimas não rolam com tanta facilidade.
Por mais que eu não queira, eu saberei que serão as mais sinceras e verdadeiras.
No entanto, se eu aprendi a aceitei, por que ainda outras lágrimas escorrem?
Se for de saudade, que o coração chore no mesmo ritmo.
Porque no fim de tudo, as lágrimas secam, assim como os sentimentos:
aqueles que ficaram perdidos e se esvaneceram no ar.
Cale-se seu hipócrita recheado de informações inúteis.
De suas informações eu faço um bom adubo e cultivo a minha planta.
Enquanto na escuridão, de olhos bem abertos, você acha que aprende, vou seguindo a minha vida, viajando, sob toda esta luz. E mesmo estando de olhos fechados, continuo a enxergar.
Sou eu mesmo sonho.
Meu sorriso é segredo, de guardar do que o medo me prende no enredo e o calar desespero. Doem as marcas das falhas, grito calada, suspiro por nada.
Amor quem me diz? Se sou infeliz! O passado me cobra a dívida alheia, me culpa e me aponta o dedo na cara, me xinga, me humilha, me faz de palhaça.
Nascer ou passar, não sei mais pra que! A vida é madrasta, me cospe o medo, me faz pesadelo. Caminhos sem volta, as trilhas da morte, me dizem tem sorte de estar na história. História de quem? Caminho pra onde? Tem volta chegada? Ou mais gargalhadas? Sorrisos maldosos! Ninguém me responde, todos querem me ouvir, pois grito bem alto: Eu quero sorrir, eu quero entender me deixem andar, me deixem cair, me mostrem os erros, me deixem viver!
Criança tão grande, mulher infantil, tem medo de gente, seu nome é sutil, fraqueza que a mostra o quanto é forte, pra chorar e sorrir sem temer a morte.
Os anos se passam as voltas da vida, os rumos tomados, caminho escolhido, destino ou escolhas, veredas e ventos, quer seja o nome, destino ou estrada, da vida que tratam, a vida relata, são todos os mesmos, em busca do nada.
No fim quem me diz quem vence quem perde, pra que tanta marra, pra que tanta espera, o sopro tem pressa, a vela se apaga, o vento que sopra me mostra a verdade,
Sou tudo sou nada, depende de mim, depende da escolha, do certo do errado.
Sou filha do tempo, sou face do espelho, prevalecer é viver, desistir é dizer: Eu sou o desespero.
Se aqui ainda estou, algo me espera, sendo os galhos do trigo, ou as folhas da flor,
Não importa o espinho, não importa a dor, o caminho eu sigo, seja ele qual for.
As veredas são muitas, os sonhos maiores, o coração grita alto querendo vencer, o corpo desiste, o espírito implora, a alma persiste, viver e viver, não vá ainda embora, não quero morrer!
Fragmentos 03/05/2012
Se me perguntam porque sou diferente, eu apenas viro e digo: Porque eu nunca queria ser como você!
Fragmentos: 07/05/2012
Sabe o que eu penso das pessoas que pensam sobre mim? Simplesmente nada! Assim como elas me definem sem saberem sobre mim.
Eu te vejo em meus pensamentos
te vejo em meus sonhos
te vejo a cada instante
te vejo o tempo inteiro
Fragmentos: 11/05/2012
EU não preciso contar com os dedos os números que são infinitos ao meu ver... Também não conte o resto de seus dias com os seus dedos pois eles revelarão o que você não irá querer saber.
Fragmentos: 13/05/2012
E eu ainda não me arrependi das coisas que eu farei, porque simplesmente, ainda nem as fiz!
Fragmentos: 13/05/2012
Não se cale perante meu silêncio. Eu posso estar em silêncio te chamando para me confortar com a sua voz.
Platonico de Lhon
Ando distraído pensando em ver você indo embora
Eu tenho medo de te perde antes de te conquistar
Levo minha vida tendo você de fora
Mais eu quero ter você para mim proteger
De todo mal que aqui assola
Eu quero ter você junto do balanço do mar
Mais ainda tenho medo de perde sem te conquistar
Eu sei onde tem uma fortaleza
Basta você quere para nossa historia
Começar .
Eu pedi pra Deus voltar.
E o sofrer do mundo tirar
O diabo pro seu lugar voltar
E os seres daqui abandonar.
Eu pedi pra Deus voltar
E tudo novo criar.
A cidade inteira enfeitar
E lembranças boas deixar
Eu pedi pra Deus voltar
Um novo amor me deixar
E partir.
Navegante destemido
Eu não temo a morte
Eu não temo a vida
Tenho arte atrevida
Não posso negar
Eu sou homem de sorte
E eu vivo sem norte
Navego sozinho
Por todo lugar
Sóbrio eu pergunto
O Campo relvado
Está a encantar
O sol elevado
Está a brilhar
O solo escalvado
Só pode rachar
Caminho silvado
Só pode afrouxar
Vida sem cortejo
É triste de ver
Amor sem pelejo
Talvez deva ter
Brandura na terra
Raridade nos atos
Candura na fera
Brevidade nos gatos
Talvez deva ter
Um homem feliz
E esse deva ser
A força motriz
Talvez seja um Deus
Um homem distinto
Presente, com seus:
Os filhos extintos
Virarei defunto
E Assim morrerei
E sóbrio eu pergunto:
Para aonde irei?
