Poemas Profundo
Você é contra indicado!
Seu olhar tem lindos tons de poesia,
A cor de um profundo e perverso mistério,
Dois brilhantes lagos, que fujo mergulhar.
Não sei nadar.
🍷
Sua Boca, tem sabores mais quentes, ardentes,
Vem adoçado em caldas de tentação,
Que instiga em puros desejos,
Faz acelerar meu coração em frenesi
E viciar em seus Beijos.
🍷
Suas mãos têm o toque mais suave,
Forte e seguro, fonte de um delicioso calor febril,
Perdição em temores, que faz despir meus Pudores.
🍷
Quando te vejo, ouço cores, sinto sabores,
Esqueço o tempo e a voz da razão se cala,
Vem a vontade e a maldade e se instala,
Fico loucamente extasiada de paixão,
Vou me entregar a Você.
Sem tradução
Não sou fácil.
Sou profundo demais pra quem só sabe olhar a superfície.
Em mim, ou você mergulha…
ou se perde antes de chegar.
Se quiser, posso criar variações com um tom mais sedutor, mais filosófico ou até mais enigmático.
Que cada momento desta noite proporcione
um descanso profundo e reparador,
Que as estrelas floreiem sua alma com
lindos e serenos sonhos, e,
Que o amanhã seja um dia repleto de realizações e bênçãos.
No instante em que nossos olhares se encontraram,
Um sentimento raro e profundo se despertou,
Eudaimonia, como um raio de luz, me tocou,
A felicidade genuína, em meu peito, se instalou.
Teu sorriso era um reflexo do sol da manhã,
E naquela conexão, o coração acelerou, a mente acalmou,
Eudaimonia, sussurrou o vento, um encanto me envolveu,
Um estado de graça, um momento que nunca se apagou.
A alegria transbordava como um rio em cheia,
Eudaimonia fluiu como uma melodia serena,
Cada palavra trocada, um tesouro, uma joia rara,
Naquela primeira vez, a vida ganhou nova cena.
Eudaimonia, um sorriso verdadeiro no canto dos lábios,
Um sentimento de plenitude, como a dança das águas,
Na lembrança desse encontro, um brilho persiste,
A primeira vez que te vi, a Eudaimonia se fez morada.
O amor é como o mar, imenso e profundo,
Com ondas que nos envolvem sem aviso,
E nos levam em direção a um mundo
De sensações incríveis, sonhos e sorrisos.
O amor é como o sol, quente e brilhante,
Que nos aquece mesmo nos dias frios,
E ilumina nosso caminho adiante
Com uma luz que vem do coração.
O amor é como a flor, delicada e bela,
Que nasce em meio às pedras do caminho,
E perfuma a vida de quem dela cuida
Com um aroma doce e suave como mel.
O amor é a força que nos move e inspira,
Que nos faz sentir vivos e mais humanos,
E que nos une numa só harmonia
Com tudo o que há de bom nesse enorme universo.
Por isso, que o amor seja sempre celebrado,
Em todos os cantos e recantos da vida,
Como uma luz que jamais se apaga,
E uma fonte de esperança renovada
Circulo vivo, verdadeiro e profundo são os olhos humanos, que dizem muito mais do que verbos.
Veem e percebem tudo, se conectam com outros olhos, e fundidos circularmente, se manifestam em seus feitos, pensamentos, intenções, e sentimentos, e expressam tudo.
Nas rodas circulares dos olhos, não há filtros, eis a inteireza da verdade posta e não falada e ao mesmo tempo tão expressiva.
Espelham quem somos, santos olhos, são círculos de grande força e poder.
Estão no movimento do todo, expressando-se na vastidão e na profundidade da verdade de cada ser.
Circulam as relações e estabelecem as verdades que muitas vezes a vocalize contraria.
Elos circulares que representam e expressam a verdade, mesmo que essa não queira ou não possa ser vista, expressada e ou descoberta.
Certamente tem vínculo profundo com o Divino.
Lente luminosa que transbordam em verdades tão límpidas.
Essa nitidez se faz àqueles a quem esta no círculo da vida, e se reconhecem também com a completude e as verdades que somente seus olhos conseguem ver.
Almas circulares...
Que nossos olhos possam ser a porta de luz divina que transcendem os desafios terrenos em verdades onde o amor possa sempre prevalecer. Erikah Aparecida - ErikaKim (Março2026).
Sou tua
Sou tua mais que fui de mim outrora.
Algo em mim, secreto e tão profundo,
ao ver-te, abandonou seu próprio mundo
e em teu olhar fez sua morada.
Sou tua por amor
e por querer.
Se me busco, volto a te encontrar:
que já não sei se vivo em mim
ou se apenas respiro
em te amar.
Há em nós um desejo profundo de sermos vistos, reconhecidos, aceitos. Esse desejo é humano, legítimo, mas quando se transforma em necessidade constante de aprovação, ele nos aprisiona. Passamos a medir cada palavra, cada gesto, como se estivéssemos diante de um tribunal invisível que decide se somos dignos ou não.
E nesse palco, a insegurança veste máscaras. Negamos a fragilidade, fingimos confiança, mas por dentro trememos diante da possibilidade de rejeição. O elogio se torna alimento, a crítica uma ferida aberta. Vivemos como se o valor pessoal fosse um reflexo nos olhos dos outros, esquecendo que o espelho mais verdadeiro está dentro de nós.
A vida, porém, não foi feita para ser vivida em função da plateia. A autenticidade é um ato de coragem: dizer o que pensamos, sentir o que sentimos, mesmo que não agrade a todos. É nesse espaço de verdade que nasce a liberdade.
Quando aprendemos a nos aprovar, a nos acolher com compaixão, descobrimos que não precisamos da permissão alheia para existir. A crítica deixa de ser sentença, o silêncio deixa de ser ameaça, e o elogio passa a ser apenas um presente — não uma necessidade vital.
A maior vitória é perceber que o valor não está em agradar, mas em ser. Ser inteiro, ser imperfeito, ser humano. E nesse reconhecimento, a aprovação externa perde o poder de nos definir.
Tatianne Ernesto S. Passaes
"Na vastidão que me abraça, num silêncio profundo,
Busco o rastro da tua luz, em cada segundo.
Estás nas brisas que tocam, nas estrelas que brilham?
Ou és o próprio espaço, onde as galáxias trilham?"
VAZIO
Profundo e raso,
barulhento e silencioso,
sutil e inquietante,
cheio e vazio.
É imensurável a profundidade de nossos sentimentos
e como, às vezes, enxergamos nosso corpo como um recipiente
que guarda momentos, lembranças, histórias e, principalmente, sentimentos.
Sentimentos esses que, por vezes, nos calam, suprimem,
e de forma silenciosa nos consomem. como num vazio existencial
inquietante, inconstante e avassalador,
como se nos corroesse o coração.
Somos recipientes,
mas há dias em que estar cheio
é só mais uma forma de estar vazio.
Eu acredito que, ao doar nossos sentimentos,
conseguimos, enfim, nos encher e transbordar.
Talvez, não tenhamos sido criados apenas para conter,
mas para derramar.
Se doar como se, dessa maneira, pudéssemos nos sentir mais completos.
Talvez, precisemos tirar do nosso recipiente e colocar em outro,
para que, então, o vazio se transforme.
Não em ausência,
mas em sentido.
Você chegou e bagunçou meu mundo
Sendo Doce como um limão
Fala com força, tudo profundo
Calma e tranquila como um furacão
Me pego com frequência vendo suas fotos, você é linda, não me arrependo..
No fundo eu me imagino no seu mundo, no futuro quem sabe assim,
Sem querer, querendo
Assim, ela externou o seu desejo mais profundo:
— Deem-me um mundo de caneta e papel,
onde eu possa escrever,
e vos darei um universo de palavras.
Riram. Risos fáceis, largos,
e alguém, com gosto de deboche
na boca, interrogou:
— E que diabos fazemos com palavras?
Os risos cresceram, ecoaram como pedras ocas.
Até que ela respondeu:
— Eu sei!
São só palavras.
Mas quando ditas com alma,
tocam fundo,
como vento na chama.
São só palavras,
mas bordam silêncios,
desatam nós antigos,
selam destinos sem retorno.
São só palavras,
mas algumas ficam,
e viram abrigo
no peito que abriga.
“São só palavras”,
dizem os distraídos
ou os insensíveis.
Mas quem sente o peso delas
sabe do que são feitas:
de lume,
de lâmina,
e de laços infinitos.
São só palavras,
e ainda assim estremecem
como o toque súbito
de uma lembrança
na pele arrepiada da memória.
Carregam silêncios ancestrais,
promessas nunca ditas,
e às vezes,
orações disfarçadas de verso.
São só palavras,
mas movem marés interiores,
resgatam alguém do abismo
ou empurram, sem aviso.
Frágeis como sopro,
constroem catedrais
dentro de quem ouve.
São só palavras,
e mesmo sem cor ou matéria,
pincelam a alma de quem as recebe:
ferem ou curam,
prendem ou libertam.
São só palavras…
e por serem só isso,
tudo nelas é possível.
Entre olhares cabisbaixos e curiosos,
os risos cessaram.
E deram lugar a uma campanha improvável
de arrecadação de canetas e cadernos,
nunca antes vista na pequena aldeia.
Já se falava em mutirão, em paredes,
em mesas, em um espaço onde os escritos
pudessem respirar e ser lidos em voz alta.
Porque, afinal, quando alguém compreende
o peso das palavras, o mundo começa
a pedir caneta e papel..
✍©️@MiriamDaCosta
Sono profundo e tranquilo de uma criança amada sobre um colo que passa muita confiança,
cujo coração serve como um abrigo que é cheio de amor e uma abundância imprescindível de carinho, respeito, consolo e bons sentimentos,
uma prova do zelo do Senhor desde um simples momento que com certeza ficará guardado na mente,
parte de um mútuo contentamento, um laço singular que ficará cada vez mais forte com passar do tempo.
Quando o amor-próprio se torna profundo, aquilo que for menos se mostra raso e aceitá-lo passa a ser um grande absurdo, um descaso com a própria existência, que faz ignorar tudo que não é amável apenas por carência
portanto, um despertar muito necessário para transformar o mundo particular, provando a prudência de se amar para não aceitar um amor falso ou sem a profundidade suficiente, prestado com pouca vontade, de um jeito negligente,
Amar de acordo com uma visão humana, obviamente, não é algo fácil, muito menos, perfeito, são raros os momentos de amor de verdade, há mais erros do que acertos, da sutileza à complexidade, mas já é um começo a capacidade de amar a si mesmo.
Inspirador claramente esse seu sorriso apaixonante, um brilho profundo, sincero, que passa uma certa tranquilidade, que transmite com eficácia O Amor Inconfundível, fruto da Providência de Deus, um coração imensamente agradecido
Grata principalmente depois da conquista da sua sonhada metamorfose, uma fase revestida por um tom azulado assim como uma borboleta graciosa que traz o azul nas suas asas, versão de uma arte íntegra, intensa e naturalmente formosa
Sabe que a vida não é perfeita, mas que compensa o esforço para ser aperfeiçoada, por isso que continua mudando, errando e aprendendo, sorrindo sempre que possível, cuidando do seu próprio mundo, sabendo que nem todos são bem-vindos.
Diante disso, não é errado concluir que não confia tão fácil num primeiro momento, não quer nada que possa interferir no seu processo de se amar, de autoconhecimento, fazê-la sorrir é o mínimo e ao mesmo tempo um grande feito, que deve ser cativado, não é algo garantido.
Quero ser atingido
pelo o teu olhar profundo e sincero, saborear a tua boca macia
com beijos intensos,
fazer parte da tua alegria
partilhando de prazerosos momentos repletos de euforia,
ignorando os tormentos,
focando no melhor dos nossos dias.
Sua fala e gesto têm um impacto extremamente profundo na minha alma.
Vejo que nosso mundo não é igual, não é algo que me assuste, mas é algo que me traz dúvida.
O seu amor seria o mesmo que o meu? Ou seria uma idealização de quem você conheceu?
Eu sinto suas dores dentro de mim, pois elas fazem parte de mim também.
Mas será que nosso mundo pode colidir e causar uma explosão cósmica na qual não sobre nada além de poeira?
Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.
A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.
Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”
Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.
Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.
O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.
Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.
A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:
que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?
Escrever é esvaziar o peito encharcando o papel com os sentimentos mais profundo da alma.
A poesia torna -se um berço para os corações cansados.
PauloRockCesar
Pois ser humano é ser esse vidro e esse aço,
Um mistério profundo que a vida nos deu.
E no abraço de um verso, nesse imenso espaço,
A gente descobre que o céu nunca se esqueceu.
------- Eliana Angel Wolf
