Poemas Procurando um Amor
Garota Lunar
Ela era uma guerreira no reino encantado , as vezes uma vilã que se machucou no passado.
Lembranças fazem ela se culpar ,
Por tantas vezes por alguém se apaixonar.
Uma menina tão ingênua que ama aos outros sem se amar,
Alimentada de um amor platônico que não sabe abandonar.
Muitos a chamam sua atenção,mas em meio a tantos,escolheu sofrer por uma ilusão.
Seu olhar era de uma sonhadora apaixonada por palavras, ela lia e decorava.
A luz do luar era o momento mais maravilhoso, ela cantava em meio as estrelas e tornava o momento mais sem graça em algo glorioso.
Em várias jornadas de sua vida ela sorria para outros sorrisos, muitos não entendiamo motivo de tanta alegria.
Não sabia o que sentia seus pensamentos eram uma confusão, era realidade ou só ilusão?
Sempre criando histórias onde o final era feliz,mas nunca conseguia seguir o caminho que sempre quis.
Tão atrapalhada com seus pensamentos maguava os outros sem saber,nunca fazendo o que deveria fazer.
As vezes alegre as vezes irritante, as vezes apaixonada as vezes transtornada,as vezes espontânea as vezes incomum,as vezes acabada as vezes ruim, as vezes sensível as vezes insensível.
Seus sentimentos são como fases da lua, as vezes crescente as vezes minguante,as vezes nova as vezes decrescente , as vezes cheia.
Romântica e atrapalhada uma garotinha feita pra brilhar, não é atoa que se chama Garota Lunar.
Garota Lunar ♡
Quando se fala que tudo o que nos é dado, sem esforço, não é valorizado, também vale para as coisas que nos é dada pelo Universo Criador. Se não aprendemos com amor, aprenderemos com a dor!
Mesmo diante alguns momentos de sofrimento, ainda teimamos e insistimos em contrariar nossa missão divina, àquilo que nos foi dado, que grita em nosso âmago e, simplesmente ignoramos, deixamos de lado, por anos.
Enquanto está tudo bem em nossa vida, esquecemos de agradecer, muitas vezes até reclamamos sem nenhuma razão, até se torna um vício reclamar. Agimos por pura ignorância! Acreditamos que tudo o que fazemos tem que ser reconhecido pelos outros, quando na verdade deveríamos fazer bem feito, por que é aquilo que te mantém alimentado e feliz, mas não usamos com sabedoria o que nos é ofertado e, depois achamos que estamos sendo penalizados. Passamos a vibrar negativamente, focamos apenas nas coisas que nos desagradam, mesmo que estejamos cercados das melhores coisas. Tomamos atitudes de forma inconsequente, deixamos de alimentar nossa espiritualidade e demonstrar gratidão. Com isso, nossa vida começa a regredir, as coisas que antes dava certo, do nada começa ruir e, é aí que paramos pra refletir o que foi deixado de lado, o que fizemos de errado, onde deixei de construir meu alicerce, por quê pulei aquela etapa da minha vida, por quê ignorei e não resolvi aquele dilema que me atormenta tanto? Pendências devem ser resolvidas, jamais ignoradas ou postergadas, pois nosso foco se mantém preso à elas e não evoluímos.
Precisamos ser atentos, justos, coerentes, sensatos e, acima de tudo, gratos.
#JaneFernandaN
Numa palavra me dobra
No seu abraço me engloba
Minha mente manobra
Minha paciência renova
Quando meu olho eu bati
No seu sorriso, eu sorri
Nem sei o que eu senti
Só sei é que'u me fodi
Aquilo tudo foi verdadeiro
Mais que duas metades, éramos dois inteiros
Talvez seja por isso que o golpe foi tão certeiro.
Teria isso realmente acontecido?
Ou será que eu enlouqueci?
De que importa minha sanidade?
Eu só escrevi o que eu senti
Prólogo
Que faço eu da minha vida
Onde tudo agora
É nada sem você...
Quem dera eu fosse o autor
E o personagem do roteiro
De sua história de amor...
Mas minha história é a metade
Do meu conto esperando um final
Que só você pode escrever.
Pra ti narrei o meu prólogo
Em cartas perfumadas de amor...
Quem sabe seja agora o seu escrito
Completar a nossa história de “amor”.
Edney Valentim Araújo
1994...
Um sofrimento por trás de cada apego
Quando me apeguei demais ao futuro, tive ansiedade.
Quando me apeguei demais ao passado, tive depressão.
Quando me apeguei demais ao presente, naufraguei em prazeres fúteis.
Ser livre de verdade é não ser escravo do tempo.
Quando me apeguei demais ao trabalho, afundei em ganância e soberba.
Quando me apeguei demais ao lar, senti-me solitário.
Quando me apeguei demais à sociedade, fiquei perdido na multidão.
Ser feliz independe de circunstâncias. Não se trata de um estado, mas sim de uma essência (por vezes oculta sob ilusões).
Quando me apeguei demais a você, quebrei minha cara iludido pelo poder de controle.
Quando me apeguei demais a mim, padeci sufocado pelo meu próprio egoísmo.
Amor é liberdade, felicidade e desap-EGO.
Ela sobrevoa meu pensamento
Me toma sem atento..
Eu entregue, em acalento
Subo, voo até o teto.
Coisas que espero,
Todo dia a noite
A me beijar....
Doce mistério
Doces sonhos inteiros !
A saudade me aperta,
Como a inversão de um abraço,
O abraço aquece,
Me conforto em teu braços,
Sinto teu toque,
Tua pele,
O cheiro doce,
Me envolve delicadamente,
Enquanto nossas bocas se tocam,
De leve,
Sutilmente,
Involvemo-nos mutuamente,
Embriagando-nos em oxitocina,
Assim, cresce o amor,
Como semente,
Que aquele dia você me plantou,
Em sorriso,
Gesto,
E hoje a saudade aperta,
Como um abraço invertido,
Não aquece,
Esfria,
Esvazia,
Não sabe a falta que me faz.
Olhos mar, mar
Escondes nas profundezas
As ondas do teu olhar
Olhos mar, mar
Abras o caminho
Para eu navegar
Olhos mar, mar
Café esfria? Sentimentos também!
Não me convença com feitos grandiosos,
O que aquece meu coração são pequenas palavras...
Ditas oportunamente...
(...) na hora,
agora,
sem qualquer demora!
(Poemas para tomar café)
(Desperta!)
Sinceramente?
De repente eu tinha trinta anos,
E era apenas mais um simplório futurista,
visionário que olhava para lugar algum.
Um descobridor de terras cobertas,
fidalgo de mente inquieta.
Mais um camponês tentando,
tirar da fraga lascada sua Excalibur.
Seria eu um antigo peralta,
que vive pensando de forma insensata.
O que fui, o que sou, e de agora, o que será.
Ou talvez, já fui herói em alta,
Tal como Jasão e seus Argonautas,
Buscando glória em qualquer lugar.
Quem sabe fui eu um incrível
homem de feito temível
que a história lembra com dor.
Ou, simplesmente, sonhava o possível
E então com meu dirigível
Sobrevoava a bela capital do amor.
Não importa quantos,
Sejam eles, João, Pedro ou Marcos
Vieram antes de mim.
Sinceramente?
Um dia as memórias acabam...
Porque nem mesmo o melhor poeta,
Projetou o "depois do fim".
E agora?
Cruza os braços e espera.
Ser lembrado pelo que não fez.
Ou, esquece o tempo perdido.
Aproveita o conhecimento retido.
E tenta cara,
mais,
e mais,
e mais,
uma vez.
(Poemas para tomar Café)
Entre todos os cantos existe um canto que se encanta mais que tudo, com o teu cantar, o meu coração.
Ah! basta apenas falar e esse meigo e doce, junto ao teu olhar, me faz enamorar.
Se existisse algo que transcendesse o maior dos sentimentos, assim seria o meu coração quando à vibrar.
Pois cada vibrar do meu coração, ao longo desses anos, faz expressar o quanto é a conta do meu Amar.
... Então de repente me olhou com um olhar distante como se ela não estivesse ali. Não via outra forma, a não ser, esperar que ela voltasse.
Silenciando-me pude perceber que pouco importava o que eu dizia, ela realmente não estava ali para ouvir.
Talvez isso ocorreu muito mais vezes do que pude perceber, pois, muito de tudo que lhe dissera, parece ter sido esquecido, ou melhor, nunca fora escutado.
Às vezes, nessa parte que o vento levou, estaria o que não me condenasse a ser o dragão de seus poemas.
Devaneios do coração
O que fazer?
Quando se tem tudo a perder?
Subiste a sepultara
Agora, virastes pó.
Me carregastes
para as mais profundas cavernas
Delas fiz meu delírio, abrigo
Ali descansei.
Na profundeza de um olhar cansado
tristeza abrigava a escuridão
Subi montanhas de sentimentos
Fui até os Confins da vida
Me perdi.
Para onde correr? Meu amor
Tu carregastes tudo que há em mim
Se não, para onde ir?
Desencontros
Onde foi que nossos olhos se perderam
Onde foi que nossos corações
se desviaram?
Para onde foram os sentimentos
Que em mim se engasgaram
Para onde foram as borboletas
Que aqui habitaram um dia
Para onde foi todo o nosso amor?
Estou em abstinência
Esse amor que tanto me vicia
Que me leva a loucura
Para onde foram, todas as flores?
Meu bem.
O livramento
Dizes tu
Se não é a dor que faz o poeta
Se não um solitário
Com vocábulos vazios
Que preenchem o peso da alma
Em um suspiro
É com grande anseio
Que faço dos teus versos meu julgamento
Nestes olhos de poemas não lidos
Em seu purificamento quero dar
Meu último livramento.
Anseios
Em meu leito aberto
Sussurro o teu aconchego
Em meu pequeno infinito
Clamo o teu nome
Anseio amar-me
Ao menos 1 segundo
Transbordo-te.
Em meu peito intenso
Carrego amores, nunca respondidos
Poesias nunca lidas
Oceanos nunca mergulhados
Anseio-te, meu bem
Ao menos 1 segundo
Não se vá, ainda temos muito para se pensar
Engasgos
Entre tantos
Tanto, vivo só
Carrego um peito intenso
Cansado
Anseio um leito, para o meu eu Descansar
Escapatória
Entre tantas indas e vindas
Resolvestes fugir do meu olhar
quando voltar, verás somente
O meu despertar
Que aqui neste peito, nunca fostes
O teu lugar
Anseio lembrar, em teu coração
Que aqui, não me encontrarás
Sinto dizer, quando acordar
Só terá meu profundo respirar , Sonhar.
Ainda anseio lembrar
Não mergulharei mais, em teu mar
Restos
O que dizer?
Se não há para onde correr
Não há saídas
O que fazer?
Solidão, sua velha e única companhia
Perdida no próprio mar
Onde é que se viu?
Na própria tempestade.
Onde é que essa tal de vida, levou?
Contradição, não?
Quando a morte, se ocasiona com a vida.
Paz ou prisão?
Sentimentos são reprimidos, então?
O que é este lugar afinal
Morte ou vida?
Quando a dor, entra em harmonia
Escuridão, ou refugio?
Eis a grande dúvida .
Que bagunça!
Por isso, há do poeta
A poetar?
E da poetiza, há poetizar?
No silêncio da noite, a decifrar
Ou apenas, se calar
conscientizar?
O vazio, o único que parece
Restar.
